Em todo o país foram gerados 112,3 mil empregos com carteira assinada o menor número da história para mês de janeiro, comparado com igual período do ano anterior.
O Rio Grande do Sul gerou, em janeiro deste ano, 18.421 mil novos empregos formais com carteira assinada. Os dados são do Novo Caged e foram divulgados nesta terça-feira (3/3), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.Dos cinco principais grupamentos de atividades econômicas, quatro apresentaram resultado positivo no primeiro mês do ano no estado gaúcho. A Agropecuária foi o setor que mais gerou postos de trabalho formais, tendo aberto 11,1 mil novos empregos com carteira assinada. Em seguida, aparecem a Indústria (5,5 mil), os Serviços (3,7 mil) e a Construção (1,7 mil). Apenas o Comércio registrou desempenho negativo (-3,7 mil).
Vacaria foi o município gaúcho que mais gerou postos em janeiro: 6,2 mil. A cidade tem atualmente um estoque formal de 25,9 mil vínculos. Em seguida, os municípios que mais geraram vagas com carteira assinada no estado foram: Santa Cruz do Sul (1,3 mil), Porto Alegre (1,3 mil), Caxias do Sul (1,2 mil) e Bom Jesus (1,1 mil).
As novas vagas com carteira assinada geradas em janeiro no Rio Grande do Sul foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo masculino (15,9 mil), com as mulheres tendo ocupado 2,4 mil postos.
13 comentários:
Por enquanto está abrindo!
E pode piorar
Este é o Rio Grande "dele"......
Bom era quando o Brasil de Bolsonaro dava mais demissões que contratações!
Tu está do lado dos rentistas , jurinhos de 15% para sufocar quem produz e para alegria da tua turma. Na época do Bozo era 4.5%
RS gerou 16,5 % de todo o Brasil e o Polibio achou medíocre...
Murilo
Mentindo de novo. Aqui não cola.
São as NOVAS FAÇANHAS kkkk governador só viajou 40 vezes a lazer ; a trabalho só na mídia.
E dá ora ver que tudo está maravilhoso na terra de Narnia atual...
som extremamente baixo
abram mais vagas, por favor, pra ver se toda essa gente para de vir aqui pra SC...precisamos de um tempo, está demais
Esses trabalhos todos para colher maçãs ou empregos de baixa qualificação.
É que 103% dos brasileiros estão trabalhando, mesmo os velhinhos de 104 anos e meio.
Bebês também, levam suas mamadeiras, fraldinhas e mordedores para o trabalho.
Bom era no tempo do teu amigo Sartori, né Polibio, que parcelava salários e chegava a atrasar 1 mês o pgto do funcionalismo
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