"O que houve e continuará a haver neste momento, não só no espírito e no comportamento das classes armadas, como na opinião pública nacional, é uma autêntica revolução".
Esta frase faz parte do primeiro parágrafo do Ato Institucional nº 1, o primeiro de uma série de medidas impostas pela ditadura militar que se seguiu ao dia 31 de março de 1964. Militares e seus apoiadores, entre eles muitos civis, sustentavam que a deposição do então presidente João Goulart havia sido, portanto, uma "revolução" e não um mero golpe de Estado.
Para um outro grupo significativo de pessoas, entre eles acadêmicos brasileiros e estrangeiros, políticos e diversos setores da sociedade civil, parece não haver dúvida: o que houve em 1964 foi um golpe de Estado.
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2 comentários:
atrasou o projeto sino-comunista
O tal glorioso exército brasileiro era valente em apontar suas armas para cidadães desarmados. Uma palhaçada! Privilegiaram o automóvel, o asfalto e sucatearam o trem. Em busca do processador tupininquim, os milicos fizeram a famigerada Reserva de Mercado Para a Informática que durou 10 longos anos e acabou privando uma geração inteira de brasileiros de usar computador. Revistas masculinas deviam ser embaladas em sacos plásticos pretos e censura furiosa era o padrão na imprensa. Atendendo ao empresariado paulista, colocaram reservas de mercados em quase tudo, de tal forma que um mesmo carro, o Opala, foi fabricado por mais de 20 anos sem mudar uma peça! Graças a tal 'revolução' de 31 de março, o Brasil atrasou 50 anos!
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