15 mil alunos deixam de fazer a Prova Brasil por causa da greve do Cpers

Mais de 15 mil estudantes da rede estadual gaúcha foram impedidos de fazer os exames da Prova Brasil, que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), em função do bloqueio das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) por integrantes do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul (Cpers/Sindicato), na última segunda-feira. 

As provas deveriam ter sido distribuídas pelas coordenadorias às escolas.

Os exames são feitos pela secretaria Estadual de Educação (Seduc) em parceria com o ministério da Educação e ocorrem de 23 de outubro a três de novembro. A avaliação inclui questões de língua portuguesa e matemática, com o objetivo de avaliar a educação básica. A meta é atingir mais de 220 mil estudantes da rede estadual. 

O Cpers boicotou a realização das provas porque a qualidade do ensino público no Rio Grande do Sul é catastrófica e os alunos a cada ano que passa ficam mais bestificados.

22 comentários:

Anônimo disse...

COITADOS DOS ESTUDANTES DA REDE PÚBLICA DO RS .!!!

Anônimo disse...

greve do bandido sartori

Anônimo disse...

O CPERS? O editor se enganou ou é um velhaco a serviço do PMDB. A gestão é do (dês)governo Sartori. Ele deve estar esperando a Tumelero pagar os salários dos educadores.

Anônimo disse...

E onde está o Ministério Público para responsabilizar os grevistas?

Anônimo disse...

Será que os filhos dos "lideres"da CPERS estudam em Escolas Públicas? Para o Brasil ir para Frente, Bolsonaro Presidente.

Anônimo disse...

Cada ano o gaúcho fica mais burro e a quadrilha do PT ganha mais votos

Anônimo disse...

Enquanto isso....

Inadimplência de microempresas é recorde. E o Governo caça os pequenos

FERNANDO BRITO · 28/10/2017 - O Tijolaço

Márcia De Chiara, no Estadão de hoje, mostra um retrato bem diferente do “fim da recessão” tão apregoado pelo Governo.

Em agosto, 4,8 milhões de micro e pequenas empresas estavam inadimplentes no País. É uma marca recorde. Em um ano, o número de companhias desse porte que não conseguiram pagar em dia as suas dívidas aumentou 14%. No período, 600 mil, em todo o País, engrossaram a lista de inadimplentes, aponta um estudo da Serasa Experian, consultoria especializada em informações econômicas e financeiras.

Em outra matéria, ela reproduz o drama do pequeno empresário Humberto Gonçalves, dono de uma pequena estamparia que nem “quer calcular o quanto deve de impostos, entre ICMS, Imposto de Renda, IPI, PIS/Cofins. Para o governo, ele explica que “está pagando só INSS e o FGTS dos funcionários”.

Tivemos, esta semana, mais três situações tributárias escandalosas.

O primeiro, um perdão de multas e juros enorme, num Refis “burro” como tantos, que dá descontos proporcionalmente iguais aos grandes e aos pequenos e não tem a lucidez de promover uma anistia de débitos dos pequenos condicionada aos recolhimentos subsequentes, eliminando esqueletos “incobráveis” e garantindo as contribuições futuras, por período significativo.

O segundo, a suspensão do registro (e do CNPJ) de quase de 1,5 milhão de microempreendedores individuais que não entregaram a Declaração Anual Simplificada referente aos anos de 2015 e 2016 ou não cumpriram com as contribuições mensais durante os anos de 2015, 2016 e 2017, não por acaso os anos da crise.

Finalmente, o corte do acesso de 100 mil micro e pequenas empresas ao programa do Simples por supostamente terem se valido de abatimentos irregulares para reduzir o imposto a pagar.São 1,6 milhão de declarações entregues nos últimos cinco anos, o que aponta para uma sonegação em torno de R$ 1 bilhão.

Veja só: 1,6 milhão de micro e pequenas em presas teriam (teriam, porque sempre podem ter abatido regularmente) sonegado R$ 1 bilhão. Mas o CARF perdoou, de uma única empresa, o Itaú, numa só tacada, R$ 25 bilhões em R$ 25 bilhões em Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) na fusão com o Unibanco, em 2008, num processo rumoroso onde houve casos de corrupção envolvendo alguns de seus responsáveis.

Estamos com a economia em frangalhos, o emprego em frangalhos e as cabeças tecnocráticas não conseguem pensar na importância desta multidão de pequenos e médios empreendedores, que respondem por mais de 90% dos postos de trabalho do país.

E o pior é que parte deles ainda pensa que a culpa é de quem os protegeu, permitiu que se regularizassem e os tornou membros de uma classe média masoquista.

Anônimo disse...

Não tem nenhum professor sem pagamento. É a esquerdalha só servindo pra prejudicar as pessoas. Eta povinho medíocre. Como sempre atrasando aqueles que querem ser alguém que luta por seu espaço não fica só esperando assistencialismo

Anônimo disse...

Canalhice intelectual do editor. Se os estudantes da rede estadual deixaram de fazer a referida prova a culpa é do Sartori que não paga o minguado salário dos professores em dia, seu hipócrita!!!

Anônimo disse...


Ação indenizatória por danos morais e materiais, em caso de declaração da ilegalidade do movimento paredista que è um abuso !!

Anônimo disse...

Vagabundos comunistas. Por que não vão procurar outro emprego? Peçam demissão seus cretinos. Vocês (grevistas) não são PROFESSORES. São doentes mentais.

Anônimo disse...

NUnca entendi para que serve a tal da Defensoria Pública. Não deviam defender os alunos neste caso?

Anônimo disse...

Esta esquerdalha e os sindicatos pelegos jamais pensam no bem do aluno e sim no retorno dos petralhas para o governo, só que agora a grande maioria da população se deu conta e aqui no estado e no Brasil não tem mais ppra vocês, vermes do serviço público.

Anônimo disse...

A "vanguarda do atraso"(como diz o editor) através do Centro dos "Professores Esquerdistas" do Rio Grande do Sul, mais uma vez provou que não estão "nem aí" para seus alunos e com a qualidade do ensino, todo o funcionalismo está sofrendo com o (des)governo do PMBD-Sartori, mas com responsabilidade para com os gaúchos continuam nos seus trabalhos, principalmente da área de segurança, arriscando a levar "bala" toda hora.

Anônimo disse...

Cadê o Ministério Público? Está defendendo os pelegos e garantindo com os juízes do trabalho que permaneçam em greve, mas recebendo o salário. Assim, é fácil. E a culpa é do Sartori? Quem quebrou o Estado foi o PT, no governo anterior. Pelo menos admitam a verdade.

Anônimo disse...

O CPERS está infestado dessas parasitas vermelhas, para quem os estudantes são a última das prioridades. Ao invés de servis aos interesses da corja vermelha, deveriam ter respeito por aqueles cujo futuro pode estar sendo definitiva e covardemente comprometido por ideologismo barato e fisiológico.

Anônimo disse...

O maior culpado pela deterioração da escola pública no RS é este sindicato imoral a serviço de uma organização criminosa já condenada pela Justiça. Nos últimos 40 anos o CPERS fez somente desserviço ao povo gaúcho incluindo os próprios professores. Lamentavelmente, as professorinhas não abriram os olhos para o seu verdadeiro algoz. Uma dica: não foi Yeda nem é o Sartório.

Anônimo disse...

Bem feito, esses incapazes fazem o jogo dos prof comunas...

Anônimo disse...

Mas não foi o pinóquio Atraso Genro que fez a lei??? E porque prometeu e nao cumpriu??? Tu eh muito dem agosto e hipócrita petralha sem vergonha das 15:35

Anônimo disse...

Seu anta....Oito dias úteis ninguém vai morrrer. Culpa do Atraso genro pinoquio arrombador dos cofres públicos, digo, incompetente

Anônimo disse...

Porque os professores de Minas Gerais não fazem greve e estão numa situação pior que a do RS???? Seu idiota das 15:17. Vai morar na Venezuela seu estúpido petralha ladrão igual ao 9 dedos, seu atraso! Vai estudar seu débil mental

Anônimo disse...

C P I nessa naba !!