Entrevista, Darcisio Perondi - É água morro abaixo e fogo morro acima

ENTREVISTA
Darcisio Perondi, deputado Federal PMDB do RS

A decisão do PP e esta virada do dilmista Leonardo Picciani, PMDB, significa exatamente que tipo de coisa ?
É água morro abaixo e fogo morro acima.

É o que os analistas políticos chamam de "efeito manada" ?
Como queira.

O que isto significa ?
Já temos voto para admitir o processo dfe impeachment. A virada do PP foi espetacular e decisiva.

Como fica o PMDB ?
Michel (o vice Michel Temer) uniu o Partido. Talvez menos de 5 dos 66 deputados fiquem com Dilma. Não é nada. Foi outra virada espetacular e decisiva.

O discurso irado de Dilma ajudou ?
Foi a gota d'água, mas as novas posições no PMDB e no PP foram construídas. Quem mais ajudou foi o próprio Michel com seu discurso, que acabou desconstruindo a narrativa tentada pelo PT e por Diklma contra ele. Mostrou-se um líder completo ao desenhar soluções para as crises política, econômica e social. Não se trata apenas de remover a presidente, mas de devolver a governabilidade e a esperança aos brasileiros. Teremos um líder que sabe falar, escrever e ler em português.

7 comentários:

Anônimo disse...

12/04/2016- Gazeta do Povo

Aliel Machado foi a grande surpresa da comissão de impeachment. O deputado chegou a dizer que votaria pelo impeachment, mas na hora, parecendo até emocionado, votou contra. Em entrevista exclusiva ao blog, diz que estava dividido: por motivos políticos, acha que deveria votar a favor. Por razões jurídicas, era contra. O que o levou a decidir foi o medo de dar uma “falsa legitimidade a Temer” e ajudar Cunha a se livrar da cassação.

Aliel diz que foi procurado por pessoas ligadas a Temer que perguntaram “o que ele queria, do que precisava”. Eduardo Cunha disse que ele nem andaria mais em Ponta Grossa. “Talvez nem deputado eu volte a ser. Mas estou tranquilo, sou jovem, posso trabalhar em outra área. Mas nunca tinha sentido muita tristeza, dias antes da votação. Porque eu tentava arranjar justificativa para votar a favor e não conseguia”, disse.

Veja a entrevista:

Quantas mensagens o sr. recebeu no celular desde ontem?
Ah, não sei. Botei no modo avião meu celular. Agora é um momento de muita paixão dos dois lados. De muito ódio,muita raiva. E as pessoas não têm uma percepção, têm uma ideia que puseram na cabeça e colocaram como objetivo. E com todo o respeito que tenho pela posição das pessoas, acho que não é assim. mas estou recebendo muitas mensagens, inclusive muitas favoráveis.

O sr. parece ter mudado de ideia em cima da hora. O que aconteceu?
Eu estava com muita dúvida. A parte política me dizia para fazer uma coisa e a parte jurídica me dizia para fazer outra, na minha cabeça. E estava com muita dúvida. Se fosse escolher eu me absteria. Mas é um voto morno. Ia me abster na comissão e no plenário. Mas se abster no plenário ia parecer que eu estava ajudando o governo, que eu não tinha coragem. Quando o partido tomou posição pela admissibilidade eu pensei: “arranjei uma desculpa, vou votar com o partido”. Cheguei a dizer para a Record que a admissibilidade não decidia. E a cada minuto a gente vendo as coisas acontecerem. E teve duas coisas que me tocaram bastante. Um vídeo do Bolsonaro, antigo, e a gravação do Temer no final da tarde.
E quanto eu percebi, mesmo sendo oposição, o processo jurídico de fato – fui presidente da Câmara de Ponta Grossa, lidei muito com orçamento – e juridicamente não tem crime de responsabilidade na peça. Por mais que o contexto seja grave, por mais que esteja praticamente comprovado o desvio de campanha, meu medo era dar uma legitimidade que não existe para o Temer assumir a Presidência. É ajudar o Cunha, que com a entrada do Temer tenho certeza absoluta que se livra da cassação. Tem um acordo com os partidos. E isso me tocou bastante.
(...) Pedalada fiscal sequer existe um termo jurídico. Não é crime. Eu sei que lá na frente vai ser dito que esse não era o caminho legal. E quem está buscando a legalidade quer que o Brasil supere isso com maturidade. E eu não me senti à vontade para votar em algo ilegal.

O sr. acha que essa decisão prejudica sua candidatura a prefeito em Ponta Grossa?
Eu não pensei na eleição. Se pensasse na eleição votaria pelo impedimento. Mas eu seria só mais um. Prefiro não ser só mais um. Lá em Ponta Grossa teve deputado estadual que foi à rua pelo impeachment, isso é oportunismo. Estou de consciência limpa. Se a consequência do que fiz ajudar, ótimo. se for pensar só em eleição não acaba com a corrupção, não vai ser justo. Não é a primeira vez. Sou deputado e me colocaram como pré-candidato a prefeito pelas pesquisas. Se eu mudar isso eu perco a minha essência. ...

Anônimo disse...

URGÊNCIA URGENTÍSSIMA!
ALÔ, POLÍBIO BRAGA.
URGENTE:
EXCLUSIVO: RENAN PREPARA GOLPE PARA TENTAR EVITAR IMPEACHMENT

http://www.oantagonista.com/posts/exclusivo-renan-prepara-golpe-para-tentar-evitar-impeachment

Anônimo disse...

PMDB e PP fizeram parte deste governo, tinham 2/3 do caixa da Petrobras, e agora posam de líderes da voz das ruas, BAITA EXEMPLO DE HONESTIDADE.

Anônimo disse...

GOLPE?
Pode-se opinar que Dilma não pedalou ou que as pedaladas não são motivo para impeachment. Mas afirmar que ele é um golpe é absurdo. O PT, seus simpatizantes e aliados podem não concordar com o conteúdo, mas o processo está sendo obedecido. Golpe seria se etapas do impeachment fossem atropeladas, substituídas por alguma intervenção. Mais grave que acusar todo o processo de golpe (como Collor também acusou), foi Lula dizer que é uma insanidade: para o ex-presidente, pelo menos 70% da população brasileira está louca.

Anônimo disse...

Só vai sobrar o Supremo e a quadrilha de advogados petralhas instalada por lá, para o governo criminoso da Dilma/Lula, tentar usar como tábua de salvação!

Anônimo disse...

Diversos deputados votarão com Dilma som o resto é conversa desse dep. o desembarque nao significa nada, pois a grande maioria já votava contra

Anônimo disse...

Teremos um líder advogado, maçom do grau 33 para nos ferrar, legítimo da linhagem da OAB, entidade sinistra que manda em todas as esferas da sociedade.