Adversário do deputado Bassegio é presidente da Comissão de Ética da Assembléia

O presidente da Comissão de Ética da Assembléia do RS é o deputado Juliano Roso, PCdoB, curiosamente da mesma cidade do seu adversário, o deputado Diógenes Basségio, que será investigado, julgado e punido no decorrer do processo a que responderá por extorsão de salários de funcionários e falsificação de prestações de contas.

A Comissão de Ética Parlamentar é regida pelo Código de Ética Parlamentar - Resolução n.º 2.514, de 30 de novembro de 1993, e suas posteriores alterações - e tem a função de zelar pela observância dos preceitos éticos da atividade parlamentar e pelas imunidades e prerrogativas asseguradas pela Constituição, em relação aos Deputados Estaduais no exercício de seus mandatos, bem como pela imagem do Poder Legislativo, na forma do Código de Ética Parlamentar e da legislação vigente.

CLIQUE AQUI para conhecer o Código de Ética parlamentar.


7 comentários:

Mordaz disse...

A raposa está cuidando do galinheiro: Conforme o despacho do desembargador, Aline Goulart Severo, que, segundo consta no processo, é esposa do deputado estadual Edson Brum (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa, se beneficiou de um salário de cargo em comissão 10 entre agosto de 2004 e outubro de 2005. Porém, “jamais colocou os pés um dia apenas na agência do Sine em Lajeado, como acabou por lisamente admitir em seu depoimento pessoal”.

Anônimo disse...

Porém só tem um voto. Pela AL vai ser difícil, o governo e seus aliado, entre eles o PDT, de Vieira da Cunha, Lasier Martins tem maioria. Tem que via justiça.

Luiz Vargas disse...

Isto não vai dar em nada.
Alguém ainda se lembra do dePuTado tabajara de Tapejara e dos convites a 2.500 contos?
Foi cassado e a cassação não durou duas semanas e já estava de volta a A.L. mamando tranquilamente.

Anônimo disse...

Políbio, a ética e o PCdoB não combinam, esse partido sustenta a maior mentira já aplicada na história da humanidade!

Anônimo disse...

Só para lembrar: nosso valoroso deputado Marco Rolinho Pixote, aquele dos albergues, também andou às voltas com estes probleminhas de surrupiar verbas, por ele intermediadas, para comunidades de bairros. Ao final foi "inocentado" e hoje, orgulhosamente faz parte, por antiguidade e também por merecimento é claro, do tribunal de contas do estado. Teve um pequeno sobressalto antes de atingir seu ápice: o B Brasil cobrou-lhe uma dividazinha que se arrastava e era protelada a anos com a proteção do Além, mas na verdade quem pagou a conta foi seu irmão que era seu avalista, a custa de suas terras. Um típico caso em que A RAPOSA FOI ESCALADA PARA CUIDAR DO GALINHEIRO GAÚCHO.

Anônimo disse...

Quem vai atirar a primeira pedra? Será que nem um marginal da assembléia faz a mesma coisa? Será ladrão julgando ladrão? É tudo feito ou ajeitado para não ser feito. Mas o show pirotécnico é muito lindo.

Anônimo disse...

Quer ética?
Que todos sugiram que os cargos ocupados por CC's sejam ocupados por funcionários concursados e, desta, forma, acabem com este apadrinhamento.
É uma boa hora para mostrar que realmente querem acabar com a farra e que foram eleitos pelo povo e para o povo e não para si.