PF diz que grupo teve acesso privilegiado a dados do TCU

A Polícia Federal afirmou que o grupo acusado de desviar R$ 3 milhões de um convênio com o Ministério do Turismo teve acesso privilegiado às investigações do TCU (Tribunal de Contas da União) - origem da Operação Voucher, que levou à prisão de 36 pessoas.

. Segundo o relatório da PF, os dirigentes da ONG Ibrasi (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável) teriam contratado o advogado Tiago Cedraz, filho do ministro Aroldo Cedraz, “para resguardar-se de uma possível decisão prejudicial” do tribunal.

. Parecer dos técnicos do TCU apontou elementos de fraude na execução de um convênio destinado à capacitação de 1900 profissionais de turismo no Amapá.


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Um comentário:

Anônimo disse...

1.900 profissionais de turismo no AMAPÁ???
Essa é muito boa! Será que essa gente pensa que somos todos uns idiotas, para acreditar nestas falcatruas que são montadas com o dinheiro público? Quando é que a população vai começar a reagir a isso tudo indo para as ruas e protestando? Estamos esperando o quê mais?
D.Vargas

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