Lula "Brahma" da Silva enfiou Jaques Wagner goela abaixo de Dilma, defenestrando Mercadante.
No material publicado hoje pelo jornal Valor, o ex-diretor da Petrobrás, Nestor Cerveró, delata propina a Jaques Wagner. O jornal diz que o atual ministro da Casa Civil recebeu “um grande aporte de
recursos” para sua campanha ao governo da Bahia, em 2006, por meio do então
presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. Gabrieli chegou a transferir o setor financeiro da Petrobrás para Salvador, onde a Petros, Fundo de Pensão da estatal, investiu R$ 600 milhões para construir um prédio de 22 andares, contrato entregue para Odebrecht e OAS, empreiteiras com sede na Bahia e corruptoras notórias do Petrolão.
A delação premiada de Nestor Cerveró, que não foi aberta pela PGR e STF, acabou nas mãos da PF quando ela vasculhou o gabinete e a casa do senador Delcídio Amaral, que tinha cópia de tudo. O jornal Valor conseguiu cópia e começou a publicar o material na sua edição de hoje.
Leia a reportagem completa. Há mais nomes, além de Jaques Wagner e Gabrielli, como os da senadora Gleisi Hoffman e seu marido Paulo bernardo.
Leia:
O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró afirmou que o
atual ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner (PT), recebeu “um grande
aporte de recursos” para sua campanha ao governo da Bahia, em 2006, por meio do
então presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. A informação é do
jornal Valor Econômico.
Segundo a reportagem, as declarações de Cerveró às quais
o Valor teve acesso foram encontradas em um conjunto de documentos
apreendidos pela Polícia Federal no gabinete do senador Delcídio do Amaral
(PT-MS), preso desde novembro por tentar obstruir as investigações da Lava
Jato. Esses documentos foram usados para compor a delação premiada de Cerveró.
Em um dos anexos, o ex-diretor da área internacional da
estatal afirma que os recursos do suposto caixa dois para a campanha do petista
vieram de operações de trading atribuídas a Gabrielli e ao seu
antecessor na presidência, José Eduardo Dutra, ex-senador petista falecido ano
passado. Outra parte, segundo ele, decorreu da transferência de parte do setor
financeiro da Petrobras do Rio para Salvador. De acordo com Cerveró, não havia
justificativa para a transferência, determinada por Gabrielli, que também é do
PT da Bahia.
Ainda de acordo com o Valor, Cerveró disse que as
informações sobre dinheiro enviado para a campanha de Wagner, em 2006, foram da
ex-ouvidora-geral da Petrobras Maria Augusto (já falecida) e do ex-chefe de
gabinete de Gabrielli Armando Tripodi.
CLIQUE AQUI para ler tudo.