Dólar fecha a semana no maior valor desde 2002, R$ 3,861

O dólar ampliou a alta registrada no começo da sessão desta sexta-feira, chegando a alcançar 3,8418 reais às 14h19, em nova máxima desde 2002.

As crises política, econômica e ética assolam a república e derretem o real. 

MP apresenta denúncia contra José Dirceu e mais 16 por crimes do petrolão

Acusado de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro, petista deve se tornar réu de novo.

O MPF quer 30 anos de prisão para o ex-ministro e a devolução de R$ 60 milhões.

Esta tarde, também, Zé Dirceu teve negado seu pedido de prisão domiciliar, mas a decisão de fato caberá ao relator do caso, ministro José Barroso, STF.

OS DENUNCIADOS
• José Dirceu de Oliveira e Silva ex-ministro da Casa Civil
• Luiz Eduardo de Oliveira e Silva irmão de Dirceu
• Camila Ramos de Oliveira e Silva filha de Dirceu
• Roberto Marques ex-assessor de Dirceu
• Julio César dos Santos sócio de Dirceu na JD Consultoria
• Daniela Facchini arquiteta que reformou casa do ex-ministro
• João Vaccari Neto ex-tesoureiro do PT
• Renato Duque ex-diretor da Petrobras
• Pedro Barusco ex-gerente da Petrobras
• Fernando Moura lobista ligado ao PT
• Olavo de Moura Filho irmão de Fernando Moura
• Gerson Almada executivo da Engevix
• Cristiano Kok executivo da Engevix
• José Antunes Sobrinho executivo da Engevix
• Júlio Camargo empresário
• Milton Pascowitch operador

• José Adolfo Pascowitch irmão de Milton

Bassegio entrega a Brum pacote de denúncias contra malfeitos na Assembléia do RS

Até as 20h,o presidente Brum não tinha recebido nada do deputado Bassegio, conforme informou ao editor, que no entanto reafirmou sua decisão de protocolar tudo ainda hoje. -


O deputado Diógenges Bassegio afirmou esta tarde, em nota enviada ao editor, que entregaria ainda hoje ao presidente da Assembléia, Edson Brum, um pacote com dossiê de denúncias contra deputados estaduais em casos de malfeitos, segundo documentos que o parlamentar do PDT recebeu em seu gabinete.

Ele não detalhou as denúncias e nem disse contra quem elas foram feitas, mas deixou claro que são semelhantes a de denúncias que embasam seu julgamento pela Comissão de Ética e que podem resultar na cassação do seu mandato.

O deputado quer que Brum abra tudo e faça o que tiver que ser feito. Disse ele:

Após análise de tais documentos, e ponderação a propósito do constrangimento produzido pela indesejada generalização que pratiquei, decidi que darei conhecimento de tais documentos ao Senhor Presidente da Assembleia Legislativa, Deputado Edson Brum, para que produza os encaminhamentos legais que entenda adequados, do mesmo modo e com a mesma diligência que produziu no caso a que respondo, e com a isenção que o cargo lhe impõe.

Governo gaúcho propõe aumentar limite de saques dos depósitos judiciais e limitar pagamentos de precatórios de pequeno valor (RPVs)

O governo do Estado protocolou na Assembleia Legislativa, na tarde desta sexta-feira (4), o projeto de Lei que prevê a ampliação no uso de depósitos judiciais de 85% para 95%. Outras duas proposições foram encaminhadas ao Parlamento: uma do Judiciário, que abre mão de 50% dos juros pagos pelo Estado em razão da utilização dos depósitos judiciais e outra, do Executivo, que traz mudanças no pagamento das Requisições de Pequeno Valor (RPVs). Os dois projetos do Executivo foram encaminhados em regime de urgência, conforme artigo 62 da Constituição Estadual.

Saques de depósitos judiciais
A decisão de encaminhar a proposta PL 337 2015 foi anunciada pelo governador José Ivo Sartori no último dia 31. O objetivo é liberar um volume maior ao Poder Executivo de valores que estão depositados judicialmente. Embora a medida tenha impacto no cenário das finanças públicas apenas no curto prazo, e acarrete novos encargos, tem um caráter de emergência. A previsão é que, com esta ampliação (dos saques de 85% para 95%) sejam disponibilizados de forma imediata recursos na ordem de R$ 1 bilhão aos cofres públicos. Caso seja aprovada, a medida vai alterar a lei anterior nº 12.069, de 11 de abril de 2004.

Novo limite às RPVs
O projeto de Lei (PL) 336 2015 trata de mudanças no pagamento das Requisições de Pequeno Valor devidas pelo Estado, suas autarquias e fundações, estabelecendo seu limite em sete salários mínimos. A decisão está baseada em dispositivo constitucional federal que permite a fixação “por leis próprias dos valores distintos às entidades de direito público, segundo as diferentes capacidades econômicas, sendo o mínimo igual ao valor do maior benefício do Regime Geral de Previdência Social.”
As RPVs não estarão sujeitas ao regime de precatórios e deverão ser pagas, mediante depósito judicial, no prazo de até 60 dias, contados da data em que for protocolada. Aquelas cuja ordem de expedição seja anterior à entrada em vigor da lei observarão o limite atual de 40 salários mínimos.
Segundo dados da Secretaria da Fazenda, quase todos os estados brasileiros reduziram o teto para a expedição de RPVs. Alagoas e Piauí fixaram no limite mínimo da Constituição Federal, com base no Regime de Previdência (R$ 4.663,75). Em 2013, Santa Catarina reduziu o limite para 10 salários mínimos, mesmo valor do Distrito Federal.
No Rio Grande do Sul, a previsão de gastos, neste ano, é de quase R$ 900 milhões, valor incompatível com a realidade fiscal do Estado, que paga, atualmente em RPV’s, mais que o dobro de São Paulo. O desembolso com precatórios e RPV’s atingiu cerca de 4,5% da Receita Corrente Líquida em 2014, o que representa mais do que a média anual dos investimentos do Estado, no período de 2008 a 2014. Para os precatórios, é aplicado o percentual constitucional de 1,5% da Receita Corrente Líquida. Já para as RPVs, não há limitação em relação à capacidade de pagamento do Estado.

Redução de juros 

O projeto de Lei (PL) 338 2015, do Tribunal de Justiça, trata da redução e da limitação temporárias das dotações oriundas do Sistema de Gerenciamento dos Depósitos Judiciais e repassadas diariamente ao Fundo de Reaparelhamento do Poder Judiciário. Com a lei, o Poder Judiciário autoriza o repasse, pelos exercícios de 2015, 2016, 2017 e 2018, de parte das dotações oriundas do Sistema de Gerenciamento dos Depósitos Judiciais, contribuindo com o Estado na disponibilidade de receita para enfrentamento da crise. 

Opinião do leitor - O que o povo precisa saber sobre os juros da dívida com a União e os juros pelo uso dos depósitos judiciais

OPINIÃO DO LEITOR

Falam tanto da dívida com a União que, para uma dívida em torno de R$ 50 bilhões,  são pagos em torno de R$ 3 bilhões de juros por ano, e para R$ 10 bilhões de saques dos depósitos judiciais, os juros anuais pagos somam R$ 1,5 bilhão. 

Ou seja, pra uma dívida cinco vezes maior, paga-se o dobro de encargos.

E para o PT o acordo com a União foi leonino, enquanto que os depósitos judiciais, que para seus representantes na Assembléia são cantados em prosa e verso como a panacéia universal, estes custam cinco vezes mais caro.

 O povo precisa saber disso. 

Artigo - Poder de compra das famílias deverá retroceder 5 anos

Por Rodrigo Baggi, Rafael Bacciotti e João Morais,que são analistaas
da Tendência Consultoria. O artigo está no blog da empresa.

Diante do desempenho desfavorável dos principais condicionantes de consumo das famílias, especialmente renda, emprego e crédito, é interessante o índice acompanhado na Tendências, que analisa essas variáveis sob perspectiva conjunta para captar da melhor forma possível o poder de compra das famílias e, consequentemente, tornar­-se um termômetro para o varejo no curto prazo. Os vários exercícios que conduzimos mostram em comum uma forte piora, puxada tanto pela queda da massa de renda quanto pelo efeito negativo do crédito às famílias em 2015. Além disso, o cenário indica que a trajetória ainda será muito ruim em 2016, o que já antecipa que não deve haver reversão da deterioração que tem sido observada recentemente nas vendas do comércio varejista.
Em primeiro lugar, cabe lembrar que o enfraquecimento do mercado de trabalho e a queda da renda real associam-­se às demissões no setor formal (e transferência de trabalhadores para o setor informal, que paga salários mais baixos), em conjunto com a tendência de reajustes menores e um processo de substituição de trabalhadores com salários mais elevados por aqueles de menor remuneração.
Tais fatores devem levar a taxa de desemprego a alcançar quase 8% no fim do ano e fazer com que a renda média real efetiva caia 4,4% em 2015, segundo nossas projeções. Por sua vez, o cenário para as concessões de crédito às famílias também é bastante adverso (seja considerando apenas recursos livres, ou também o crédito imobiliário), sendo que não contemplamos nenhuma recuperação após uma queda que já supera 7%, em termos reais, nesse primeiro semestre.
Portanto, a ideia geral do indicador de poder de compra consiste nos cálculos a partir da massa de renda (inclusive previdência social, Bolsa Família e outras fontes) e da contribuição líquida dos volumes de concessões de crédito, já descontando os pagamentos do serviço da dívida pelas famílias, que se elevaram com a recente alta de juros.
De acordo com os exercícios, o poder de compra mostrou forte crescimento até 2013 (atingindo recorde no início de 2014), porém recuou substancialmente em 2015 ­ até de modo mais acentuado quando
considerado o crédito imobiliário, devido aos resultados piores desta modalidade no curto prazo. Nesse exercício, a retração do poder de compra é de 7% a 8% neste ano, e nossas projeções indicam novo recuo em 2016.
Adicionalmente, com o objetivo de se levar em conta apenas a renda disponível para bens de consumo e serviços, também consideramos os cálculos excetuando­-se o percentual destinado a itens essenciais (como alimentos, energia elétrica, transporte público, combustíveis etc.). Essa análise tem ganhado relevância em função das pressões inflacionárias de preços administrados recentemente, que prejudicaram sobremaneira o fôlego financeiro dos consumidores. Com isso, o cenário se mostra ainda mais complicado, com queda de 11% a 12% do poder de compra das famílias em 2015 -­ e, novamente, mostrando queda adicional no próximo ano.
Quando analisamos a contribuição histórica de cada variável para a taxa de variação do indicador, há uma natural predominância da importância da massa de renda, comparativamente à contribuição do crédito, haja vista a maior relevância dos volumes dessa primeira variável. Contudo, nossas projeções indicam que o canal do crédito também será fundamental para explicar o poder de compra em queda em 2015 e 2016, respondendo por mais da metade da variação nesse período.
Em resumo, o que se conclui dos exercícios realizados é que o efeito conjugado de renda e crédito aponta poder de compra das famílias muito corroído até 2016, com uma queda bem mais acentuada do que a retração individualmente esperada para a massa de renda e para as concessões de crédito às famílias.
Isso reforça um cenário muito desafiador para o comércio varejista até o próximo ano, cuja adversidade se completa com os níveis extremamente deprimidos da confiança de famílias e empresários atualmente, o que amplifica as incertezas e gera um comportamento de postergação de consumo ­- principalmente de bens duráveis, como tem sido refletido nos mercados de eletroeletrônicos e veículos.

Por isso, em face desse cenário que se deteriorou em magnitude e velocidade até maiores que as esperadas, será observado o pior desempenho para as vendas do varejo em 12 anos, considerando o próprio indicador da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE. Infelizmente, não há nenhum gatilho que sustente qualquer retomada do consumo das famílias no curto prazo, e as atuais incertezas internas só têm contribuído para reforçar ainda mais as dificuldades que terão de ser enfrentadas até 2016.

Opinião do leitor - Dilma matou o Plano Real e agora vai enterrá-lo !

OPINIÃO DO LEITOR
Desabafo no Outlook de um economista gaúcho desesperançado em mensagem urgente e incompleta ao editor

O único senão dos cenários que surgem na mídia é que ela ainda aparece otimista com a evolução da dívida bruta em 2015/16.
Para mim, já batemos nos 70% do PIB ainda no 2ºT16.
O caos se aproxima.
O Plano Real está morto. Só falta enterrar.
Câmbio - ninguém mais sabe o regime, nem o BC
Metas de inflação - Está a cargo da sorte, de ausência de choque de oferta, uma vez que não teremos demanda. E corremos o risco da Dilma querer dobrar essa meta.
Fiscal - É bem isso que tu colocou, e mais um pouco. Tem a demanda da sociedade, que é para ter mais estado e esse equilíbrio com a oferta de estado, só ocorre em patamar mais alto de gastos.
Enfim,
Bom feriado. Aproveitem.

Esse país ficou chato. Pena dos jovens brasileiros.

Vaiado por servidores em greve, Sartori discursa e pede união ao abrir Expointer

Aplaudido por pecuaristas e agricultores,mas vaiado do começo ao fim por funcionários públicos em greve que foram ao local para impedi-lo de falar, o governador Ivo Sartori abriu a 38a. Expointer, Esteio, maior mostra do gênero do RS.

O evento é tradicionalmente aberto quando está terminando.

É um velho costume gaúcho.

Diante dos servidores que o vaiavam e que ficram de costas, disse Sartori:
  
— Mesmo sendo de partidos diferentes, podemos trabalhar juntos para o bem do nosso Rio Grande. Comece fazendo o necessário, depois faça o possível e, de repente, estará se fazendo o impossível. Há quem duvide que sairemos delas. Mas em vez de jogar pedras no passado, optamos por fazer o que precisa ser feito. Pedras funcionam melhor para construir do que para destruir. Chegou a hora de pensar no bem comum, de pensar nas pessoas mais simples, nos gaúchos e gaúchas que tocam a vida para frente apesar das dificuldades. Este são os que precisam do poder público. É com a união e solidariedade de todos que vamos recuperar o setor público.

Sartori usou no discurso boa parte dos argumentos que empregou na carta que enviou ontem ao jornalista David Coimbra, RBS (leia abaixo). 

Questionado sobre a manifestação dos servidores, foi objetivo:


— As manifestações são democráticas, e eu respeito todo mundo. Tenho 38 anos de vida pública, as pessoas conhecem minha forma e maneira de ser. Sou uma pessoa que nunca vaiou ninguém nem em campo de futebol.

Competence apura resultados inesperados com seus dois novos braços, Sunbrand (consultoria de negócios) e Go Deeper (pesquisa de alta precisão).

Depois de um 2013 com o mercado reconhecendo o diferencial da Sunbrand, braço de consultoria em ajuste e remodelagem de modelo de negócios, posicionamento e alinhamento estratégico de negócios e marcas, o publicitário João Satt (foto ao lado) lançou no mercado a Go Deeper - uma empresa que nasce com o objetivo de desenvolver diagnósticos de alta precisão, base vital para marcar a diferenciação, só que, dessa vez, no segmento de pesquisas. 

O editor convidou o dono do Grupo Competence para um almoço na terça-feira, porque queria saber como a empresa passou a ser composta pelos dois blocos: comunicação liderada pela agência off-line e digital Competence, e divisão de serviços de marketing composta pela Sunbrand integrada com a Go Deeper.

Os resultados já são inesperadamente promissores. 

João Satt, presidente do Grupo Competence, disse que um dos principais diferenciais da Go Deeper em relação aos demais institutos é “o desafio de colaborar para transformar marcas em marcas líderes. Nosso processo começa mergulhando fundo no universo da empresa, consumidor, concorrência e novas tendências com o intuito de obter insights estratégicos que, de fato, modifiquem a realidade dos negócios dos clientes”. 

O pessoal da Go Deeper costuma explicar o seguinte:

- Buscamos entender as diferentes visões dentro da diretoria das empresas, pois olhares diferentes, muitas vezes impossibilitam a definição de um norte estratégico e a convergência para a construção de um valor único e relevante em todos os pontos de contato marca-consumidor. Ao final, esse processo nos revela o porquê sim e o porquê não das preferências dos consumidores. A Go Deeper se utiliza de profissionais com competências distintas de uma agência de comunicação. “Operamos em um modelo aberto, parceiros específicos de acordo com as necessidades do projeto: antropólogos e sociólogos”, finaliza.

Sunbrand foi case vencedor do Top de Marketing da ADVB do RS

A Sunbrand foi reconhecida como case vencedor do Top de Marketing da seção gaúcha da ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil) em 2012. E, no final dr 2013, outros dois tops, agora com cases para os clientes Cassol Centerlar (varejo nacional) e Imóveis Crédito Real (serviços regional). Para 2014, o desafio é fortalecer sua atuação diferenciada nos mercados de Santa Catarina e Paraná, consolidando o perfil multirregional do Grupo Competence. João Satt garantiu ao editor , garante que todo o trabalho estratégico desenvolvido pela Go Deeper e Sunbrand "traz insumos valiosos para o desenvolvimento de campanhas criativas não apenas memoráveis, mas acima de tudo eficazes, uma vez que estão totalmente alinhadas com o propósito e as estratégias de negócio das marcas.” Como exemplos bem sucedidos desse processo integrado, a Competence cita recentes trabalhos desenvolvidos para marcas vencedoras como Banrisul, Cassol, Paquetá, os shoppings do Grupo Almeida Junior e Itaipu Binacional, entre outros.


Puggina completa com sucesso seu crowdfunding e lançará em novembro seu novo livro "A Tomada do Brasil"

O escritor gaúcho Percival Puggina utilizou-se com sucesso de uma ferramenta que é cada vez mais utilizada para financiamentos coletivo de obras editoriais, no caso o chamado crowdfunding, levantando rapidamente os R$ 40 mil que ele precisava para lançar seu próximo livro, "A Tomada do Brasil". 

A obra está sendo lançada pela Editora Concreta (www.editoraconcreta.com.br), selo Reação. O editor é Mateus Colombo Mendes. 

A sessão de autógrafos e posterior distribuição às livrarias ocorrerá no dia 3 de novembro na Livraria Cultura, Porto Alegre.

O que disse Percival Puggina, esta tarde, ouvido pelo editor:

- O livro é uma seleção sistematizada de crônicas à margem da história contemporânea, escritas ao longo dos últimos cinco anos. Tem como pano de fundo a realidade social, econômica e política do Brasil e pretende se constituir num estoque de argumentos, contra-argumentos, pontos de vista, afirmação de princípios e valores úteis ao país e ao debate político-institucional em curso. 


Sartori diz para David Coimbra que sacar depósitos judiciais custará R$ 1,5 bilhão ao Tesouro.

Na inédita carta que escreveu hoje para o jornalista David Coimbra, RBS, o governador José Ivo Sartori informa pela enésima vez que sacar depósitos judiciais para pagar contas, significa usar dinheiro finito, caro e emprestado, para pagar despesas permanentes.

A equação nunca foi entendida pelo PT e por quem não sabe, não quer ou não pode fazer contas.

O que não disse Sartori por inteiro, mas subentendido:

- Somente este ano, em oito meses, o governo teve que pagar R$ 800 milhões de juros pelo uso dos depósitos judiciais, que na verdade são empréstimos disfarçados, mas caros. O Tesouro imagina gatar R$ 1,5 bilhão só de juros com essa conta, este ano. O valor por muito pouco não corresponde ao total da arrecadação do ICMS de um mês inteiro.


PSDB assedia João Derly, PCdoB

O PSDB, que só tem um deputado federal, Marchezan Júnior, faz a corte ao deputado do PCdoB, João Derly.

Dilma oficializa 50% do 13o dos aposentados com a Folha de setembro.

O governo Dilma publicou decreto, hoje, oficializando o pagamento de 50% do 13o para aposentados e pensionistas do INSS, o que acontecerá com a Folha de setembro.

A outra metade sairá com a Folha de novembro.


Dólar bate em R$ 3,83

O dólar já está em R$ 3,83.


Biolchi esquece a crise e resolve passear fora do Estado.

Apesar da devastadora crise fiscal e da greve geral do funcionalismo, o secretário da Casa Civil, Márcio Biolchi, resolveu passear mais uma vez.

Vai para fora do Estado.

Márcio Biolchi é o principal interlocutor político do governo.


Petrobrás e QGI retomarão contrato das P-75 e P-77 ainda êste mês.

A Petrobrás confirmou que assinará em setembro os contratos pelo qual o consórcio QGI retomará a montagem das plataformas P-75 e P-77, paralisadas em Rio Grande.


Fiergs faz pesquisa sobre ICMS, mas omite-se sobre festival de novos impostos do governo Dilma.

A pesquisa que a Fiergs mandou a Methodus fazer indica que 91,7% da população gaúcha é contra o aumento do ICMS.

A Fiergs não se atreveu a perguntar o que o eleitor gaúcho acha da recriação da Cide e da CPMF, como também sobre o aumento da alíquota da CSSL dos bancos, elevação do PIS e do Cofins sobre vinhos, bebidas quentes em geral, produtos de informática, além do fim da desoneração das Folhas.

A coragem da Fiergs não atravessa as fronteiras do Mampituba.


Artigo, Ricardo Noblat, O Globo - Não há retorno para o que disse Temer

Há quase um mês, Michel Temer alertou para a necessidade de aparecer “alguém” capaz de reunificar o país sacudido por tantas crises.

“Golpista”, murmuraram vozes enfurecidas dentro e nas cercanias do governo, e também do PT.

Dilma está tão fraquinha que nenhuma voz do governo ou do PT ousou criticar Temer de público.

Foi o próprio Temer quem se apressou em explicar o que dissera. Não convenceu. Mas todo mundo permaneceu calado.

O que Temer dirá agora depois do que disse ontem para empresários paulistas?

Não há conserto para o que ele disse. E o que disse o afasta de Dilma, e indica que o PMDB poderá, em breve, se afastar ainda mais do governo.

Quem sustenta o governo-balança-mas-por-ora-não-cai é o PMDB. Que transferiu para o fim do ano o seu congresso.

Até lá, as relações do partido com Dilma só tendem a se agravar. Temer tocou fogo nelas.


No dia 7 de Setembro vá de preto para as ruas

Neste 7 de Setembro, o povo brasileiro irá de preto para as ruas, fazendo o contrário do que conclamou hoje o PT em apoio ao seu governo.

A idéia é repetir 2010 e depor Dilma.

Como se sabe, ameaçado de ser deposto, o então presidente Fernando Collor de Melo pediu aos brasileiros que se vestissem de verde e amarelo em solidariedade a ele. Uma multidão vestida de preto ocupou as ruas das principais capitais do país.

CLIQUE AQUI para ver e ouvir como foram os protestos de 2010 que derrubaram Collor. 

Um gaúcho é assassinado a cada hora e meia na Grande Porto Alegre.

Na região metropolitana de Porto Alegre, um gaúcho é assassinado a cada hora e meia, 14 horas por dia.

São dados da polícia.

A Polícia Civil e a Brigada estão em greve desde terça-feira.
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