Manifestantes usam crianças como massa de manobra nos protestos contra Sartori

Protesto de hoje pela manhã em frente ao Piratini, usando crianças como massa de manobra. -

O editor esteve no Palácio Piratini e conseguiu capturar várias fotos da pequena manifestação de servidores em greve, engrossada pela presença de crianças de pouco mais de 5 anos.
A foto ao lado é do modelo mais recente do iPhone da Claro que pertence ao editor. 
Crianças estiveram presentes. Muitas desde às 10h, em pé, sem água e sem alimento. 
O protesto terminou por volta das 12h30. 


Ninguém do Conselho Tutelar, Ministério Público ou Comissão dos Direitos Humanos da Assembléia compareceu ao local ou anunciou providências em defesa das crianças indefesas que foram protestar contra Sartori, sem nem mesmo entender o que faziam.

Tarso diz que Sartori é farsante

O ex-governador do Rio Grande do Sul rompeu o silêncio e rebateu hoje as  acusação do governador José Ivo Sartori (PMDB) de que a situação da dívida do Estado teria se agravado muito nos últimos quatro anos:

-  Estava em silêncio, mas sou obrigado a me manifestar: a informação não é verdadeira. Este é um argumento de farsantes. Aqueles que criticam hoje a “gastança”, quando estavam na oposição queriam aprovar reajustes ainda maiores.

O ex-governador assinalou ainda que a situação atual dá uma boa lição no empresariado local: 

- Acreditavam que nós iríamos aumentar impostos, e Sartori, jamais. Foram engolidos, na crise, pelos seus próprios preconceitos. 

Prisão simbólica de Lula substitui a prisão real em Curitiba

Nesta manhã, um grupo de manifestantes ligado ao Movimento Brasil Livre montou um boneco inflável que representa o ex-presidente Lula vestido como presidiário, na frente da sede da Polícia Federal, em Curitiba. No evento, acompanhado por uma centena de manifestantes, a palavra de ordem foi  "1,2, 3 Lula no xadrez", pedindo também  delações premiadas de Marcelo Odebrecht e de José Dirceu.

Como o ex-ministro da Casa Civil já foi indiciado como "chefe" da suposta organização criminosa denunciada pela PF, torna-se remota a possibilidade de que Lula venha a ser atingido, até porque diversos integrantes da força-tarefa da Lava Jato já informaram que Lula não é investigado em Curitiba, o que é controverso.

Lula "preso", o Pixuleco, irá agora para outras capitais.

Rumores sobre saída de Levy levam o dólar a R$ 3,75, alta de 1,95%

O dólar sobiu 1,95% e fechou a R$ 3,75; Bolsa sobe 2%. Nem uma Carta ao Povo Brasileiro parece salvar Dilma.

O mercado também está alarmado com a possível saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que está sendo fritado pelo Planalto, apesar da "defesa" de Dilma. Ele seria substituído pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, numa solução caseira, ou por Henrique Meirelles, numa solução lulista.


MEC anunciará no dia 22 se cria ou não as Faculdades de Medicina da Unisinos e da Unijuí

O deputado Jerônimo Goergen, PP do RS, acaba de avisar por Whats App ao editor:

- Acabamos de receber a garantia do MEC de que será decidido no dia 22 o recurso sobre a criação das Faculdades de Medicina da Unisinos e da Unijuí, Ijuí, RS.

O MEC autorizou apenas uma unidade da Universidade Estácio de Sá, que nem escola possui na cidade e outra para a Feevale, Novo Hamburgo.



87% dos leitores acham que crise vai piorar

87% dos leitores estão convencidos de que a crise econômica brasileira só piorará daqui para a frente, enquanto que 5% acreditam que tudo ficará melhor.

Outra enquete já está disponibilizada aí ao lado e pergunta:

Você acha justa ou injusta a greve do funcionalismo estadual do RS ?

Vá lá e vote.

Rosângela Bittar, Valor - A casa já caiu

Por que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não sai do governo Dilma Rousseff, estando fraco, desprestigiado, alijado das decisões? Todos os dias dos últimos trinta, pela manhã, há um jogo de adivinhação entre mercados e políticos para ver quem acerta o alvo, ministro no cargo ou fora? É um mistério que tenha topado passar por essa temporada de humilhações com visibilidade nacional e internacional. Considerando-se sua vaidade, obsessão pelo acerto, horror ao fracasso, racionalidade, experiência, capacidade de trabalho, credibilidade, para que manter-se em fritura pública num governo que não aceita suas ideias?

Ele vai ficando, estranhamente. Tendo suas atribuições de manejo da política fiscal transferidas para o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, que desde o primeiro dia do segundo mandato deixou clara sua decepção por não ter ido para a Fazenda, cargo para o qual se preparou no Instituto Lula e na campanha eleitoral, formulando projetos para o PT que agora coloca na roda. Levy vai ficando.

Tendo suas decisões reformadas também pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante. Vai ficando. Tendo perdido todas as disputas de posições quanto a caminhos a percorrer na economia, notadamente a mais recente decisão de não cortar despesas, mas criar novos gastos e novos impostos. Vai ficando enquanto segue o governo da trinca Alvorada, que atua nos gabinetes onde Levy só chega quando tudo já foi resolvido por Dilma, Mercadante e Barbosa. Vai ficando.

Foi Nelson Barbosa quem inventou a nova CPMF e tentou emplacá-la na sociedade com a mesma fantasia antes derrotada de imposto para a saúde; foi Mercadante quem empurrou ao Congresso o desafio do Orçamento deficitário, cheio de pautas-bomba, essas sim, criadas pelo governo para explodir no bolso da classe média. Foram ambos que se socorreram da cínica tese do Orçamento elaborado com "realismo e transparência", para classificar o fato inédito de mandar ao Parlamento um Orçamento com déficit, em que o governo foi o único a não assumir suas responsabilidades. Levy submete-se, concede. Vai ficando.

Até por pressão da presidente que, quando o sente cambalear, dá-lhe um pouco de ar, faz elogios, justifica a ausência. À trinca que comanda o governo neste momento interessa ter Levy no cargo de ministro da Fazenda como uma grife de garantia de equilíbrio fiscal, respeito dos mercados nacional e internacional, enquanto pratica uma gestão de confronto às suas ideias e pregações. Vai ficando. Por quê?

Duas razões já foram citadas em conversas políticas sobre o assunto para a resistência do ministro da Fazenda em se deixar tombar, ceifado que já foi, na prática, pela trinca que conduz o governo. O primeiro dos ensaios é que o padrinho da sua nomeação, o presidente do Bradesco, convidado ao posto que viria a recusar e indicar Levy, é o líder da concertação de empresários que tenta manter a presidente no cargo e deve achar que a saída de Levy faz o governo embicar ainda mais ladeira abaixo. A segunda é que o próprio Levy não tem clareza sobre o que vai acontecer após sua saída. Há quem ouse lhe dizer não vai acontecer nada, pois a casa já caiu. E vai ficando.

Enquanto o ministro não se decide e a presidente toca a gestão da economia com Barbosa e Mercadante, a cotação de nomes substitutos surge no vácuo, premida pelo iminente desenlace. Nelson Barbosa, finalmente, assume com mais assertividade os assuntos da Fazenda, para os quais se preparou. Sempre foi o candidato "in pectore" do PT a esse cargo.

Agradaria a Lula, mas o ex-presidente também continua a gostar e voltou a mencionar a opção Henrique Meirelles. Entrou de novo no ranking, lista que transita entre mãos da cúpula petista, Paulo Nogueira Batista. Embora a maioria dos homens de governo afaste a possibilidade, assessores mais próximos de Dilma não ousam colocar a mão no fogo por suas escolhas, dependendo do humor do momento e o grupo a quem queira surpreender. Mas a conjectura governamental sobre novo ministro da Fazenda ainda não incluído na roda de decisões da trinca mas por cuja eficiência e capacidade de liderança empresarial Dilma está encantada, é Armando Monteiro Neto, ministro do Desenvolvimento.

O mais provável, porém, é que o ministro da Fazenda de direito, caso Levy resolver não mais ir ficando, seja quem vem tomando as decisões de fato e já está praticamente lá, Nelson Barbosa.

A sabatina de Rodrigo Janot pelo Senado, que o reconduziu à função de procurador-geral da República, não fez jus ao que deveria ser a apresentação de credenciais, conhecimento e cultura de quem se candidata a ocupar o maior cargo de promotoria do Brasil em um momento crucial da elucidação de crimes sucessivos de corrupção no poder público. Apesar da exagerada curvatura dos senadores, o procurador recebeu consideração mais pela desqualificação de seu inimigo do que por seu desempenho. Janot não conseguiu explicar questões básicas daquele dia, como, por exemplo, sua opinião sobre o projeto de legalização de recursos mantidos no exterior, em torno do qual empresas interessadas e parlamentares que precisam votar se debruçam, com extrema desconfiança. Não foi convincente e nem se deu ao trabalho de tentar ser sobre por que, tendo cerca de 40 parlamentares envolvidos na Operação Lava-Jato, só denunciou dois até agora.

Como também passou ao largo da satisfação ao público sobre seus encontros secretos fora de horários de expediente e até fora do Brasil com o ministro da Justiça do Executivo. Janot não brindou o Brasil, que tentava lhe dar mais um mandato, com conhecimento sobre o que fazer diante da corrupção endêmica incrustrada no governo.


Uma luz sobre esse pífio desempenho apareceria depois, quando se tornou conhecido despacho em que arquiva pedido da justiça eleitoral para investigar a campanha da presidente Dilma Rousseff. A resposta diante de uma suspeita de crime eleitoral foi militante. Considerou inconveniente a justiça ser "protagonista exagerada" do espetáculo da democracia, cujos atores principais devem ser "candidatos e eleitores". Argumento pouco científico para o chefe do Ministério Público.

Justiça do Trabalho proíbe abertura de bancos no RS enquanto durar a greve na Brigada

As agência bancárias que abrirem nos dias em que não houver policiamento ostensivo nas cidades do Estado terão de pagar multa de R$ 100 mil. A decisão, fixada na manhã desta quarta-feira, é do juiz do Trabalho substituto Vinícius Daniel Petry, da 3ª Vara do Trabalho de Porto Alegre.

O Banrisul já foi notificado, junto com outros bancos que abriram hoje no Estado.

Artigo, Arthur Schreiber de Azevedo, jornal VS - O terceiro turno das eleições

Com os desdobramentos da Operação Lava-Jato, que investiga a cúpula do PT e das principais empreiteiras do país, bem como os líderes do Congresso e da própria oposição, a viabilidade política de impeachment da presidente tem diminuído frente à possibilidade do Tribunal Superior Eleitoral julgar eventuais ilegalidades dos recursos utilizados na campanha que a elegeu. Todos parecem aguardar, no momento, uma solução jurídica.
Um dia após a posse da presidente, a coligação liderada pelo PSDB entrou com uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME n. 761), o único instrumento jurídico previsto na Constituição capaz de reverter o resultado das urnas. Entre as diversas alegações, estava a acusação de que o financiamento da campanha presidencial de Dilma Rousseff e Michel Temer fora feito por doações oficiais das empreiteiras investigadas na Lava-Jato, como parte de distribuição de propina. O objetivo é revogar o mandato da chapa PT-PMDB, segundo as regras do Direito Eleitoral, e declarar a vitória do PSDB nas eleições de 2014. O processo, praticamente meio ano após a eleição, está prestes a realmente começar, criando um terceiro turno, judicial.
Essa crise política em que vivemos é o momento perfeito para entendermos um pouco mais sobre a AIME. A ação judicial foi pensada como meio de resguardar a lisura e a igualdade de competição no pleito eleitoral, o fair play, permitindo que candidatos que abusem do poder econômico, que pratiquem fraude ou corrupção não continuem eleitos se o forem. Nas eleições majoritárias, é toda a chapa que perde o mandato, além de seus integrantes tornarem-se inelegíveis por até 8 anos. Uma das principais condições para a AIME é a apresentação de provas contumazes das acusações, como consequência desse fair play. Esse foi o motivo para que a AIME 761 ainda não fosse iniciada, mas os votos dos Ministros Gilmar Mendes, João Otávio de Noronha e Luiz Fux, e o pedido de vistas da Ministra Luciana Osório indicam a reversão desse quadro. Sendo julgada procedente, ao final, quem assumiria é o segundo lugar na eleição. Essa é umas das grandes diferenças em relação ao Impeachment, e explica, em parte, o tom mais brando do PSDB: Aécio, em tese, assumiria a Presidência apenas nesse caso, nunca com o impeachment, no qual assumiria o vice Michel Temer."

Texto publicado em 31 de Agosto no Jornal VS, de autoria do advogado e mestre em história política pela PUC/RS Arthur Schreiber de Azevedo.

Pixuleco, hoje, em Curitiba

FOTO DO LEITOR

Peguei as fotos ao acaso.
Por volta do meio-dia, com pouca gentem, porque no horário havia gente vendo e ouvindo a acareação da CPI, todos dispostos a ouvir os outros bandidos em Curitiba.

O Pixuleco apareceu na rua, em frente à Justiça Federal. Domo de costume, o Jornal do Meio Dia, da Globo ... nadinha ... nadinha ... para variar, dando cobertura ao governinho corrupto.

O Pixuleco está fazendo um roteiro pelas Capitais, depois de ter aparecido pela primeira vez em Brasília.

A segunda cidade visitada foi São Paulo, onde resultou apunhalada por uma militante petista.

A nova jornada começou por Curitiba, logo depois do conserto do boneco que representa Lula vdestido de presidiário. 

Vale a pena ver de novo: Vaccari e Renato Duque sob fogo cruzado de acareação na CPI da Petrobrás

O editor recomenda rever a acareação de hoje na CPI da Petrobrás, que colocou frente a frente o ex-executivo da Toyo-Stetal, Maurício Fonseca, e os líderes petistas Vaccari Neto e Renato Duque, respectivamente ex-tesoureiro nacional do PT e ex-diretor da Petrobrás.

Vale a pena examinar tudo de novo, sobretudo o esforço de deputados petistas na defesa da organização criminosa e dos seus ladrões já identificados.

CLIQUE AQUI para rever.

Justiça do Trabalho retira gestão plena do Banrisul sobre sua área de recursos humanos

O banco foi instado a firmar Termo de Ajustamento de Conduta, mas se negou a firmá-lo.

O Banrisul não poderá mais demitir, transferir ou mudar de função nenhum trabalhador que resolver acionar o banco em Juízo.

Isto vale para quem já foi atingido e para qualquer outro bancário que resolver fazer o mesmo.

Basta mover ação e a proteção será imediata. 

O Banrisul não poderá mais fazer a gestão plena da sua área de recursos humanos, o que é comum em todos os outros bancos. 

A decisão é da 14a. Vara do Trabalho de Porto Alegre, que atendeu denúncia do Ministério Público do Trabalho e do Sindicato dos Bancários. Se não for obedecida, o anco terá que pagar R$ 10 mil de multa diária por bancário. 

O banco também foi multado em R$ 1,7 milhão.

Entrevista, Marco Alba, prefeito de Gravataí - Resolvemos congelar as despesas até o final do ano

ENTREVISTA
Marco Alba, prefeito de Gravataí, RS

Em  alguns municípios, como Canela e São Leopoldo, os salários do funcionalismo também são pagos com grande atraso. Como é em Gravataí, cujo prefeito anterior, do PT, deixou-lhe uma herança maldita com dívidas calculadas em R$ 600 milhões ?
Nunca atrasei o pagamento dos salários dos 4.500 funcionários, mas desde o começo da gestão trabalho com regime de caixa, paguei ou renegociei tudo que devia e isto só foi possível porque contive as despesas de modo draconiano.

O senhor tem perdido receita ?
Como não. Este ano a receita deverá bater em R$ 590 milhões, pouco diferente dos R$ 566 milhões do ano passad. Não há crescimento nem nominal. Por isto resolvi apertar de novo o cinto.

Como ?
Nesta segunda, assinei decreto proibindo qualquer nova contratação e qualquer nova despesa. O que tinha, vai, mas tudo o mais foi congelado. Nosso grande contribuinte, a GM e seus sistemistas, sofrem terrivelmente com a crise, estão parados neste momento e assim permanecerão por 20 dias.

Como a GM impacta a receita ?
É uma presença enorme. Ela e seus sistemistas representam 53% de todo o valor do ICMS que retorna ao município, uma soma que ano passado chegou a R$ 106 milhões.

Com isto haverá equilíbrio ?
É o que faremos. Conseguimos limpar o cadastro da prefeitura na Secretaria do Tesouro Nacional e com isto nos habilitamos a tomar empréstimos para investimentos. Pedimos R$ 100 milhões à Comissão Andina de Fomento.

Famurs e Granpal reunirão nesta quinta para apoiar projeto de aumento do ICMS

Famurs e Granpal reunirão seus prefeito nesta quinta-feira na Expointer. O principal assunto do temário de discussões é o aumento do ICMS.

Destinatários de 25% da receita, os prefeitos aprovarão a proposta do governo e farão pressão sobre seus deputados.

A reunião da Famurs, geral, será as 15h, enquanto que a da Granpal, que reúne 14 prefeitos da Grande Porto Alegre, foi agendada para o meio dia.

Veja, agora, ao vivo, acareação entre Vaccari Neto+Renato Duque x Augusto Mendonça

É imperdível a acareação entre Augusto Mndonça, ex-executivo da multi Toyo-Setal, de um lado, e Vaccari Neto e Renato Duque, do outro, na CPi da Petrobrás.

Tudo ao vivo, Globonews e TV Câmara.

Agora.

As entranhas do PT e dos governos Lula e Dilma expostos ao vivo

Savarauto vende Mercedes classe C por R$ 129 mil. Na Alemanha, o mesmo modelo custa R$ 160 mil.

A Savarauto, Porto Alegre, reduziu de R$ 134.900,00 para R$ 129.000,00 o seu Mercedes Benz classe C modelo C180 Avantgarde.

Ele está à venda na Expointer e na loja de Porto Alegre.

Este mesmo carro é vendido por 39 mil euros na Alemanha, o que corresponde hoje a R$ 160.000,00.

O editor foi ao site da Mercedes e fez ali os cálculos, que podem ser feitos também pelo leitor.

CLIQUE AQUI para o configurador da MB na Alemanha.


Renan Filho está em Bento para levar novo investimento da Todeschini para Alagoas

O governador de Alagoas, Renan Filho, PMDB, filho do presidente do Senado, Renan Calheiros, chegará ao meio dia em Bento, RS, a tempo de almoçar com a direção da maior fábrica de móveis do Brasil, a Todeschini.

O governador quer levar para seu Estado a ampliação da fábrica, que pretende investir R$ 175 milhões na expansão, prefere ficar em Bento, mas enfrenta dificuldades de licenciamento ambiental junto ao Ibama.

A prefeitura acha que a Todeschini não sairá da cidade, conforme apurou há pouco o editor, tudo porque considera que o plano de compensação apresentado ao Ibama seria irrecusável.

Produção industrial brasileira despencou 8,9% em julho

Em comparação com o mesmo mês do ano passado, a produção industrial brasileira caiu 8,9%.

Desconfiança com governo Dilma leva dólar a R$ 3,72

O dólar voltou a subir e já é cotado neste momento (10h55min) a R$ 3,72 Com Dilma no governo, o cenário aproxima-se ao da desordem cambial do final do governo FHC, quando se temia pelo que faria o presidente eleito naquele ano, Lula da Silva, temor que só se dissipou com a rendição do PT ao mercado.

É hora de mandar Dilma para casa.

Sartori proporá redução da RPV para apenas R$ 5,5 mil

O governador Ivo Sartori proporá à Assembléia a redução do valor devido a RPVs, Requisições de Pequeno Valor, que são precatórios de pequeno valor.

O juiz do caso avança diretamente sobre a conta bancária do governo.

A idéia é baixar o teto para 7 mínimos.

Tarso queria 10, mas não conseguiu êxito.

As RPVs devidas para pagamento imediato seriam de R$ 5,5 mil.

Atualmente, o valor corresponde a 1,5% do total da receita corrente líquida do governo.

Este ano, isto irá a R$ 1 bilhão.


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