Alex Pipkin, PhD em AdministraçãoEra uma vez um país que se preparava para o grande desfecho. Telões erguidos nas praças, famílias reunidas, olhos vidrados na tela. O país queria saber “quem matou o Brasil”, que poderia ter sido. Mas quando a mesma nação não se mobiliza pela própria saúde física, econômica e mental, já se revela algo sintomático. O drama real não está nos palcos iluminados, mas nos corredores escuros de ministérios e nas planilhas frias do déficit público.
O crescimento econômico, motor esquecido da vida digna, da geração de empregos e de salários que permitam sonhar, fora visto pela última vez acorrentado ao Ministério da Economia verde e amarelo, soviete — ignorante econômico, incompetente e ideológico. A esperança, coitada, transitava de carona em discursos surrados, embalados por chavões como “igualdade” e “justiça social”, enquanto a liberdade, já ceifada, era vigiada pelo coluio entre governo lulopetista e ditadura da toga, onde políticos ....
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