O caso reforça a tese de que o governo lulopetista armou uma cilada para os manifestantes do 8 de janeiro.
A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) reconheceu a existência de divergências nos dois relatórios enviados pelo general Gonçalves Dias, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), à Comissão de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso (CCAI). Os documentos tratam da versão do militar sobre os protestos do 8 de janeiro.
Não foi divergência.
O caso é de malfeito criminoso e é por isto que a oposição perde a prisão do general.
O jornal O Globo informou nesta quinta-feira, 1º, que a primeira cópia do relatório de informes da Abin, enviada em 20 de janeiro e produzida na gestão de Dias no GSI, omitiu a informação segundo a qual o general recebeu, em seu celular pessoal, 11 alertas sobre os crescentes riscos de tumulto e invasão de prédios públicos. G. Dias disse oficialmente ao Congresso e na PF que nunca recebeu alertas severos.








