A informação é da Revista Oeste de hoje. Leia a reportagem completa:
Quando voltou para o colégio depois do episódio, a garota foi informada de que teria de estudar na biblioteca, se dissesse qualquer coisa “provocadora” nas aulas. Sem apoio dos professores e de seus colegas, a menina deixou o colégio em dezembro do ano passado. Atualmente, ela está em homeschooling.
O jornal britânico The Times, que revelou o caso em maio deste ano, preservou a identidade da aluna.
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