A histeria européia tem objetivos políticos e econômicos, visando satisfazer seus ambientalistas e os interesses econômicos locais. A grita tem o apoio dos setores políticos esquerdopatas brasileiros, interessados em desestabilizar o governo Bolsonaro.
Um estudo da NASA atualizado nesta quinta-feira mostrou que as queimadas na Amazônia em 2019 estão próximas da média em
comparação com os últimos 15 anos. Além disso, indicou que, de acordo com
estimativas do banco de dados de Emissões Globais de Incêndio, no Mato Grosso e
no Pará elas ficaram abaixo da média, enquanto no Amazonas e em Rondônia,
aumentaram.
Segundo a agência, os incêndios na região são raros na
maior parte do ano, pois o clima úmido da floresta impede que as chamas se
espalhem. No entanto, em julho e agosto, a atividade aumenta devido à chegada
da estação seca. “Muitas pessoas utilizam o fogo para manter as terras e as
pastagens cultiváveis ou limpá-las para outro fim”, diz o estudo. Normalmente,
o pico ocorre no início de setembro e vai até novembro.
Do último ano para cá, no entanto, os números duplicaram,
conforme o gráfico da Global Fire Data, que traz a contagem cumulativa de
incêndios mensais. Entre os dias 15 e 22 de 2018, foram registrados uma média
de 52.000 focos, enquanto este ano, no mesmo período, foram 95.000. Em 2016, a
estimativa foi maior: 10.000 a média. Já em 2017, ficou em 7.000.