O desembargador falou durante esta edição municipal das Jornadas de Relações Trabalhistas. O que ele explicou:
- O empregador se vê privado de conceder um privilégio, que não está
regulamentado. O objetivo não é retirar a proteção, mas impedir que o excesso
trouxesse a insegurança jurídica e tornasse inviável a parceria entre
empregados e empregador.
O ministro aposentado do
Tribunal Superior do Trabalho (TST) Gelson de Azevedo, que também falou em Cachoira, disse que julgou dezenas
de ações trabalhistas. E, citando alguns exemplos de erros que aconteciam antes
da reforma, falou do caso de vigilantes de carros fortes de bancos, que não
tinham o cumprimento do seu intervalo legal para almoçar e descansar. “É
importante que se traga à luz do direito certos trabalhos que antes não tinham
apoio. A lei não é perfeita, é muito boa. E o que ainda faltar, será feito pelo
o que a sociedade exige”, ponderou Azevedo.
A próxima edição será sábado (07),
em Capão da Canoa, às 12h30, no Araçá Hotel.
CLIQUE AQUI para saber mais sobre o evento.





