O Sistema Lula-PT ameaça, mas não tem força para dobrar o
Brasil.
E o terremoto, onde está? Já deveria ter acontecido: à
essa altura passou mais de uma semana depois que o ex-presidente Lula teve
confirmada, por 3 a 0, a sua sentença de prisão, por crimes de corrupção e
lavagem de dinheiro. Tinha de ter acontecido, então, a rebelião dos
trabalhadores, e do resto das classes populares do Brasil, contra a decisão da
Justiça. Lembram? A liderança do PT, em peso, prometeu que não iria “obedecer”
a decisão judicial. Eles garantiam, na verdade, muito mais que isso: era a
população inteira do Brasil, e não apenas os diretórios do PT, que iria impedir
a execução da sentença. Ou as autoridades competentes, que no caso ninguém sabe
quais poderiam ser, anulavam a decisão do TRF-4 (e também a anterior, do juiz Sérgio
Moro, ao que se presume), ou o Sistema Lula ia “partir pro pau”. Partir pro
pau? O que quer dizer isso na prática, mais exatamente? Ninguém no PT deu um
mínimo de informação concreta a respeito, mas pela cara brava e pelo palavreado
enfurecido dos dirigentes o Brasil ia explodir, no mínimo.
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