O próprio juiz Moro determinou nesta sexta-feira (26) que fosse feito um desmentido sobre a ordem de prisão, que não foi dada.
Um falso mandado de prisão preventiva do ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva se espalhou pelas redes sociais e aplicativos de
mensagens na tarde de sexta-feira. É que se trata de documento adulterado, mas uma versão
bastante fiel de outras ordens de prisão expedidas pela 13ª Vara Federal de
Curitiba, onde atua o juiz Sergio Moro, que condenou Lula em primeira
instância.
A falsa ordem de prisão tem circulado, sobretudo, em grupos de WhatsApp.
No falso
mandado judicial, atribuído a Moro, o juiz manda "qualquer autoridade
policial a quem este documento for apresentado (...) que em seu cumprimento,
prendam e recolham a prisão a pessoa conhecida por Luiz Inácio Lula da Silva,
vulgo "Lula", brasileiro, aposentado, viúvo". A falsa ordem determina que a Polícia
Federal tome "os devidos cuidados" para preservar a imagem do acusado
a ser preso e que "deve evitar o uso de algemas".






