O governo Sartori poderá anunciar, hoje, sua decisão de pagar no dia 30 o total de R$ 2 mil de parcela inicial para todos os servidores do Executivo.
O valor, maior do que dos meses anteriores, só chegou a este limite porque na sexta-feira o Tesouro recebeu R$ 217,9 milhões da Ford.
O calendário dos pagamentos escalonados poderá ser revelado ainda hoje.
Ainda não há previsão para o pagamento do 13o.
Artigo, Carlos Brickmann - A baixaria do ex-ministro Marcelo Calero.
Carlos Brickmann está enganado em relação ao senador Delcídio do Amaral, porque ele não procurou ninguém para gravar conversas. Quem fez isto foi o ex-senador Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro. Aliás, Amaral foi é vítima de gravações do gênero traiçoeiro das que fez Calero. Mas a nota vale assim mesmo e segue na íntegra:
Quem achava que Delcídio do Amaral revelou seu caráter ao
procurar amigos e gravar as conversas para implicá-los, e obter o máximo por
sua delação premiada, tinha razão. Mas a demissão de Marcelo Calero foi do
mesmo quilate. Gravar as pressões de Geddel para que fosse liberada a
construção de seu apartamento, vá lá. Mas ir ao presidente só para gravá-lo, o
presidente que o tirou do anonimato e o transformou em ministro, aí já é meio
muito.
Bem feito para Temer, que tinha extinto o Ministério da Cultura e voltou
atrás, buscando o aplauso de quem, por motivos ideológicos, jamais o
aplaudiria, mesmo que fosse um grande presidente.
Marcelo Calero avisa que não tem conversa gravada com Michel Temer, mas reafirma denúncias contra o presidente, Geddel e Padilha.
Na entrevista que concedeu para a jornalista Renata Lo Prete e divulgada há pouco no programa Fantástico, Rede Globo, o ex-ministro Marcelo Calero foi peremptório ao dizer que não gravou nenhuma conversa com o presidente Michel Temer, mas confirmou ter gravado um telefonema:
- Foi tudo muito protocolar.
Em relação aos ministros Geddel Vieira Lima e Eliseu Padilha, o ex-ministro da Cultura confirmou gravações, não apenas conversas por telefone, mas não quis entrar em detalhes, alegando que o caso está agora no âmbito da PF, PGR e STF.
O ex-ministro apontou Temer e Padilha por pressões feitas para que ele "resolvesse" assunto pessoal de Geddel Vieira Lima, que Marcelo Calero acusa abertamente pelos problemas criados dentro do governo.
- Foi tudo muito protocolar.
Em relação aos ministros Geddel Vieira Lima e Eliseu Padilha, o ex-ministro da Cultura confirmou gravações, não apenas conversas por telefone, mas não quis entrar em detalhes, alegando que o caso está agora no âmbito da PF, PGR e STF.
O ex-ministro apontou Temer e Padilha por pressões feitas para que ele "resolvesse" assunto pessoal de Geddel Vieira Lima, que Marcelo Calero acusa abertamente pelos problemas criados dentro do governo.
Enquanto não vai para a cadeia, Lula picha paredes para homenagear o Verdugo de Cuba.
Lula aproveita seus momentos em liberdade, pelo menos enquanto o juiz Sérgio Moro não o enfia na cadeia como ladrão, e homenageia de maneira repugnante o seu companheiro de psicopatia, o chefe da ditadura dinástica comunista de Cuba, Fidel Castro, em seu sítio Los Fubangos,
em São Bernardo do Campo. Lula evitou fazer isto no seu sítio de Atibaia, que não frequenta desde que ficou claro que usou laranjas e dinheiro sujo para comprá-lo.
Lula lembra que conheceu Fidel pessoalmente, em julho de
1980, em Manágua, durante as comemorações do primeiro aniversário da revolução
sandinista. No governo, Lula e Dilma irrigaram Cuba de dinheiro, inclusive dinheiro sujo, visando minimizar a fracassada economia comunista e colocar alguma comida na casa do submisso povo cubano.
Leia a nota traiçoeira e inaceitável de Lula, que trata o ditador comunista como um herói e não como o bandido assassino que o caracterizou:
Morreu ontem o maior de todos os latino-americanos, o
comandante em chefe da revolução cubana, meu amigo e companheiro Fidel Castro
Ruiz.
Para os povos de nosso continente e os trabalhadores dos
países mais pobres, especialmente para os homens e mulheres de minha geração,
Fidel foi sempre uma voz de luta e esperança.
Seu espírito combativo e solidário animou sonhos de
liberdade, soberania e igualdade. Nos piores momentos, quando ditaduras
dominavam as principais nações de nossa região, a bravura de Fidel Castro e o
exemplo da revolução cubana inspiravam os que resistiam à tirania.
Eu o conheci pessoalmente em julho de 1980, em Manágua,
durante as comemorações do primeiro aniversário da revolução sandinista.
Mantivemos, desde então, um relacionamento afetuoso e intenso, baseado na busca
de caminhos para a emancipação de nossos povos.
Sinto sua morte como a perda de um irmão mais velho, de
um companheiro insubstituível, do qual jamais me esquecerei.
Será eterno seu legado de dignidade e compromisso por um
mundo mais justo.
Hasta siempre, comandante, amigo e companheiro Fidel
Castro.
Artigo, Rogério Mendelski, Correio do Povo - Desprivatizando a Petrobrás
O editor conversou neste domingo com o jornalista da Caldas Júnior e pediu cópia da coluna que ele publicou na edição deste final do Correio do Povo.
Os silenciosos sindicalistas militantes da Petrobrás a
cada dia são surpreendentes em suas atitudes. São silenciosos diante da maior
corrupção que mundo ocidental conhece, mas protestam ruidosamente quando se
aborda a possibilidade de privatização da empresa.
O paradoxo reside no fato de que a Petrobrás foi
“privatizada” pela corrupção e aí está a Lava Jato que trata de devolver a
nossa maior estatal ao controle de uma gestão pública eficiente.
Seria esse o
motivo de não haver nenhuma manifestação dos petroleiros quando o juiz Sérgio
Moro começou a botar na cadeia os mentores da “privatização” da Petrobrás?
CLIQUE AQUI para ler mais.
Superservidores dos Juizados Estaduais lideram a lista dos supersalários no Brasil
Os servidores públicos mais abonados do Brasil situam-se nos Judiciários dos Estados, segundo levantamento divulgado hoje pelo Estadão, que contabilizou os números da disfunção:
- Justiças estaduais tinham 3.041 funcionários
recebendo acima do teto em 2015; só no Rio, eram 1.521 juízes, procuradores e
promotores.
Por profissão, a lista é aberta por dirigentes do serviço público federal, seguido por juizes de direito, procuradors de justiça e dirigentes de serviço estadual.
Os mais "pobres" são os juízes do trabalho e procuradores do trabalho.
Brigadiano mata com três tiros ladrão assassino que queria roubá-lo em Caxias do Sul
Um policial militar de folga matou um ladrão assassino na noite desta sexta-feira, em Caxias do Sul. A
ação ocorreu pouco antes de 22h no bairro Esplanada. O ladrão morto foi identificada como Bruno Gonçalves de
Godói, 25 anos. Em liberdade provisória, ele tinha antecedentes por furto a
residência e furto qualificado.
O brigadiano esperava pela mulher, que estava trabalhando em uma salão de beleza
na Rua Julio Calegari, quando o ladrão assassino aproximou-se e tentou assaltar o policial
usando uma arma de brinquedo, mas o PM reagiu e atirou. Ele levou três tiros.
Este é o assassinato de número 139 apenas neste ano em
Caxias do Sul. Em todo o ano passado, a cidade contabilizou 115 casos.
O ano de
2016 já é considerado o mais violento de toda a história de
Caxias.
Fidel Castro tirou da toca muita gente boa
A morte de Fidel Castro foi muito útil para identificar quem saiu da toca neste final de semana.
Opinião do editor - Temer, Renan e Maia falaram porque coxinhas e mortadelas ameaçavam unir-se nas ruas contra a nova corrupção
São invulgares entrevistas coletivas com caráter coletivo, como a que concederam hoje o presidente Michel Temer, o deputado Rodrigo Maia e o senador Renan Calheiros.
Somente crises políticas de graves proporções podem justificar procedimentos do gênero.
É óbvio que por trás da coletiva não está somente o desejo de circunscrever os efeitos das denúncias traiçoeiras feitas pelo ex-ministro Marcelo Calero.
Muito mais do que conter essa sangria política, justificou a coletiva, a convicção de Temer, Maia e Renan, a respeito da enorme indisposição popular diante dos arreganhos de deputados dispostos a emplacar a proposta de anistia ao caixa 2, contrabandeando esta maçã podre diretamente à cesta das "10 Medias Anticorrupção".
Sobre esta traição ao povo brasileiro, o que disse cada um:
Rodrigo Maia - Na terça-feira, quando da votação do relatório do deputado Onyx Lorenzoni, quem fizer esta proposta, poderá até conseguir levá-la a voto, mas a votação terá que ser nominal.
Renan Calheiros - No Senado, esta proposta não passará.
Michel Temer - Se chegar ao Planalto, eu vetarei a proposta.
O Planalto e o Congresso alarmaram-se com os protestos nas redes sociais, onde os opositores da anistia amearam unir-se até mesmo ao Psol, algo como a formação do seguinte exército:
- Coxinhas e mortadelas unirão forças nas ruas, como pamonhas, para derrotar de novo a corrupção, desta vez do lado de cá.
Maia, Calheiros e Temer, também, além de unidos em torno da agenda única das reformas da economia, poderão aproveitar a hora para unificarem suas agendas políticas, que apresentam-se de mau odor e na contramão do que quer o povo brasileiro.
Somente crises políticas de graves proporções podem justificar procedimentos do gênero.
É óbvio que por trás da coletiva não está somente o desejo de circunscrever os efeitos das denúncias traiçoeiras feitas pelo ex-ministro Marcelo Calero.
Muito mais do que conter essa sangria política, justificou a coletiva, a convicção de Temer, Maia e Renan, a respeito da enorme indisposição popular diante dos arreganhos de deputados dispostos a emplacar a proposta de anistia ao caixa 2, contrabandeando esta maçã podre diretamente à cesta das "10 Medias Anticorrupção".
Sobre esta traição ao povo brasileiro, o que disse cada um:
Rodrigo Maia - Na terça-feira, quando da votação do relatório do deputado Onyx Lorenzoni, quem fizer esta proposta, poderá até conseguir levá-la a voto, mas a votação terá que ser nominal.
Renan Calheiros - No Senado, esta proposta não passará.
Michel Temer - Se chegar ao Planalto, eu vetarei a proposta.
O Planalto e o Congresso alarmaram-se com os protestos nas redes sociais, onde os opositores da anistia amearam unir-se até mesmo ao Psol, algo como a formação do seguinte exército:
- Coxinhas e mortadelas unirão forças nas ruas, como pamonhas, para derrotar de novo a corrupção, desta vez do lado de cá.
Maia, Calheiros e Temer, também, além de unidos em torno da agenda única das reformas da economia, poderão aproveitar a hora para unificarem suas agendas políticas, que apresentam-se de mau odor e na contramão do que quer o povo brasileiro.
Michel Temer, Maia e Renan dizem que anistia ao caixa 2 não passará
O presidente Michel Temer e os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Renan Calheiros, concederam entrevista coletiva, que encerrou neste momento, 12h48min.
Ao vivo, na Globonews, canal 40 da NET e Sky.
Temer, Maia e Renan reuniram-se com os jornalistas para debelar a crise política que começou com as denúncias feitas pelo ex-ministro Calero contra seu colega de ministério, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, mas que inclui também as ameaças de anistia ao caixa 2.
Os três políticos demonstraram tensão, passando a percepção de que estão muito preocupados, mas quiseram deixar claro que Executivo e Legislativo vivem em absoluta sintonia e de que a crise política está sob controle.
O presidente deixou claro que o ministro Calero foi procurá-lo de modo traiçoeiro, exclusivamente para gravá-lo, mas avisou:
- Vocês verão, na gravação, que eu estava arbitrando e não mandando fazer ou deixar de fazer.
Michel Temer deixou implícita a impressão de que mandará gravar todas as conversas que tiver daqui para a frente no seu gabinete, tal como fazem no gabinete oval os presidentes americanos.
Os três deixaram claro que a anistia não passará.
O presidente fez questão de dizer que o governo trabalha duramente e narrou os êxitos no combate à inflação e à recessão, mas só prometeu melhoras na retomada do desenvolvimento econômico para meados do ano que vem.
Ele também resolveu falar sobre as delações da Odebrecht, que atingirão 200 políticos, inclusive vários dos seus auxiliares e talvez o próprio presidente:
Ao vivo, na Globonews, canal 40 da NET e Sky.
Temer, Maia e Renan reuniram-se com os jornalistas para debelar a crise política que começou com as denúncias feitas pelo ex-ministro Calero contra seu colega de ministério, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, mas que inclui também as ameaças de anistia ao caixa 2.
Os três políticos demonstraram tensão, passando a percepção de que estão muito preocupados, mas quiseram deixar claro que Executivo e Legislativo vivem em absoluta sintonia e de que a crise política está sob controle.
O presidente deixou claro que o ministro Calero foi procurá-lo de modo traiçoeiro, exclusivamente para gravá-lo, mas avisou:
- Vocês verão, na gravação, que eu estava arbitrando e não mandando fazer ou deixar de fazer.
Michel Temer deixou implícita a impressão de que mandará gravar todas as conversas que tiver daqui para a frente no seu gabinete, tal como fazem no gabinete oval os presidentes americanos.
Os três deixaram claro que a anistia não passará.
O presidente fez questão de dizer que o governo trabalha duramente e narrou os êxitos no combate à inflação e à recessão, mas só prometeu melhoras na retomada do desenvolvimento econômico para meados do ano que vem.
Ele também resolveu falar sobre as delações da Odebrecht, que atingirão 200 políticos, inclusive vários dos seus auxiliares e talvez o próprio presidente:
- Dizer que não há preocupação... eu estaria sendo ingênuo.
Claro que há uma preocupação de natureza institucional. Quando vier, nós vamos
verificar caso a caso.
Juanita Castro avisa que não irá aos funerais do irmão
A irmã de Fidel Castro, Juanita Castro, exilada há quatro décadas em Miami, Flórida, conta toda a história da família, com ênfase nos personagens Fidel e Raul, seus irmãos, tudo no livro "Fidel y Raúl, Mis Hermanos - La historia secreta", 440 páginas, com foto.
É da Editora Aguilar.
Ela conta tudo.
Juanita avisou hoje que não comparecerá aos funerais do irmão, que morreu sexta-feira em Havana.
- O sebo de Multimidia Luzes possui um exemplar em estoque, R$ 60,00. Encomendas podem ser feitas para o e-mail polibioadolfobraga@gmail.com O primeiro e-mail a chegar, levará o livro. O livro foi editado em espanhol.
É da Editora Aguilar.
Ela conta tudo.
Juanita avisou hoje que não comparecerá aos funerais do irmão, que morreu sexta-feira em Havana.
- O sebo de Multimidia Luzes possui um exemplar em estoque, R$ 60,00. Encomendas podem ser feitas para o e-mail polibioadolfobraga@gmail.com O primeiro e-mail a chegar, levará o livro. O livro foi editado em espanhol.
Feltes diz que equilíbrio fiscal gaúcho só acontecerá em 2020
O secretário gaúcho da Fazenda, Giovani Feltes, não esconde de ninguém a convicção de que só haverá equilíbrio fiscal em 2020 no RS.
E isto, caso as medidas propostas por Ivo Sartori sejam perseguidas com tenacidade pelo próximo governador.
Giovani Feltes avisou para a revista Época, em entrevista de três páginas, uma das quais um fotão de página inteira do secretário, em clássica pose de senador romano:
- Estourou o fole da gaita.
CLIQUE AQUI para ler a entrevista completa.
E isto, caso as medidas propostas por Ivo Sartori sejam perseguidas com tenacidade pelo próximo governador.
Giovani Feltes avisou para a revista Época, em entrevista de três páginas, uma das quais um fotão de página inteira do secretário, em clássica pose de senador romano:
- Estourou o fole da gaita.
CLIQUE AQUI para ler a entrevista completa.
Plenário vai depor Onyx e aprovar caixa 2 na terça-feira
Na terça-feira, quando a Câmara dos Deputados examinar novamente o relatório do deputado Onyx Lorenzoni sobre "As 10 Medidas Anticorrupção", é certo que o plenário irá removê-lo, indicar novo relator na mesma hora e em seguida apresentar outro relatório.
A decisão da maioria já foi tomada.
Ela visa introduzir um dispositivo que anistia os crimes do caixa 2.
No mesmo dia a decisão irá para o Senado, já mobilizado para aprovar tudo a toque de caixa.
A maioria está de tal maneira decidida, que Onyx chegou a ser vaiado pelos colegas em pleno discurso da tribuna.
A decisão da maioria já foi tomada.
Ela visa introduzir um dispositivo que anistia os crimes do caixa 2.
No mesmo dia a decisão irá para o Senado, já mobilizado para aprovar tudo a toque de caixa.
A maioria está de tal maneira decidida, que Onyx chegou a ser vaiado pelos colegas em pleno discurso da tribuna.
Sartori em entrevista a Veja: "Não se faz justiça social sem equilíbrio nas contas públicas"
A revista Época escolheu Sartori como seu personagem da semana. Da mesma forma que Veja, a revista também apoia o que faz o governo do RS.
O governador José Ivo Sartori ocupa páginas nobres das revistas Época e Veja deste final de semana para explicar as reformas que propôs à Assembléia para ajustar as contas públicas e tornar mais enxuta e eficaz a gestão do governo do RS. Em entrevista a Veja, o governador falou sobre as dificuldades enfrentadas para ajustar as
finanças estaduais.
Leia tudo:
Por que foi necessário decretar estado de calamidade?
Estamos fazendo ajustes desde o início do meu governo, em 2015. Cortamos cargos
de confiança, viagens, consultorias. Mesmo com esses ajustes, temos um déficit
estimado em 8,8 bilhões de reais até 2018. O decreto da calamidade financeira
tem o intuito de fazer com que esse esforço seja compartilhado por todos, com
uma nova regra de comportamento dos órgãos públicos e revisão de benefícios. Na
questão dos pagamentos atrasados, por exemplo, queremos priorizar aqueles que
recebem menos. Mas enfrentamos muitas decisões judicias que nos obrigam a pagar
de maneira igual a todos os servidores.
Os cortes vão atingir as despesas na assistência social?
Nos últimos 45 anos, em apenas sete o estado não registrou déficit
orçamentário. Não se faz justiça social sem equilíbrio nas contas públicas.
Entendemos que o governo deva se concentrar em saúde, educação, infraestrutura
e segurança, além da assistência social. Não estamos olhando apenas para o
momento, para o meu governo. É preciso pensar no futuro.
Por que privatizar as empresas estaduais?
A questão é a
seguinte: essas companhias ainda são necessárias? É dever do estado administrar
uma gráfica? É papel do estado fazer mineração de carvão? Será uma caminhada
dura, mas necessária. Não gostaria que meus sucessores passassem pelos
constrangimentos que estamos passando.
Calero diz que policiais federais o orientaram para usar da traição e gravar conversas com o presidente Michel Temer
No sentido horário, Marcelo Calero, o Calabar do governo Temer; Renata Lo Prete: Geddel e Temer.
O ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, confirmou ontem que gravou mesmo uma de suas conversas com o presidente Michel Temer sobre as pressões que vinha sofrendo do ex-ministro Geddel Vieira Lima para derrubar o embargo do Iphan ao gabarito de prédio em Salvador onde Geddel tem apartamento na planta no valor de R$ 2,4 milhões.
O ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, confirmou ontem que gravou mesmo uma de suas conversas com o presidente Michel Temer sobre as pressões que vinha sofrendo do ex-ministro Geddel Vieira Lima para derrubar o embargo do Iphan ao gabarito de prédio em Salvador onde Geddel tem apartamento na planta no valor de R$ 2,4 milhões.
Calero confirmou a existência da gravação em entrevista à jornalista Renata Lo Prete, que será exibida neste domingo, 27, pelo programa Fantástico, da TV Globo.
Um teaser exibido no “Jornal Nacional”
deste sábado demonstra o potencial das revelações feitas pelo diplomata ao
programa “Fantástico”, da Rede Globo.
Calero admite ter gravado o presidente da República,
Michel Temer, e outros integrantes do governo. O diplomata contou que pediu
orientações a “amigos policiais federais”. Segundo Calero, as gravações das
conversas com Temer foram feitas por telefone.
Na dia 18 de novembro, o diplomata deixou o cargo e
informou à Polícia Federal que gravou o presidente Michel Temer, os ministros
Eliseu Padilha (Casa Civil) e Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo). Ele
acusa Geddel e o presidente de terem lhe pressionado para aprovar a construção
de um edifício em área tombada de Salvador. Geddel seria um dos beneficiários
com a construção, já que é dono de um apartamento no prédio em questão.
Temer, Renan e Rodrigo Maia darão coletiva esta tarde para reduzir impacto das denúncias do ex-ministro Calero
Em sinal da gravidade da crise, Temer e os presidentes da
Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM) e Renan Calheiros (PMDB), darão
entrevista coletiva conjunta na tarde deste domingo.
Quanto à gravação, uma vez confirmada, acabará vindo a
público. Ainda que Temer não tenha dito nada de comprometedor, como afirmam
aliados, o fato de ter tentado uma conciliação entre Geddel, que usava o cargo
em defesa de interesses pessoais, e Calero, que resistia às investidas, já poderá comprometê-lo. Seus opositores avisam que ele pode ter violado o inciso terceiro do artigo nono da lei
1.979/50, que regulamenta os processos por crime de responsabilidade.: "Não tornar efetiva a responsabilidade dos seus
subordinados, quando manifesta em delitos funcionais ou na prática de atos
contrários à Constituição.
Número de funcionários públicos que ganham acima do teto cresceu 3,5 vezes em dez anos
O número de funcionários públicos que ganha salários
acima do teto constitucional cresceu quase 3,5 vezes nos últimos dez anos. Ao
menos 13,1 mil servidores dos três poderes de todas as esferas administrativas
tiveram remuneração mensal média maior que os R$ 33.763 recebidos pelos
ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado. Os números foram
tabulados pelo Estadão Dados com base nos micro-dados da Relação Anual de
Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os dados são obrigatoriamente enviados por todos os
empregadores do País a cada ano e, por isso, permitem identificar o pagamento
de supersalários a funcionários públicos com alto nível de detalhes. Eles
revelam, por exemplo, que 54 servidores públicos ganharam, em média, mais de R$
100 mil por mês durante todo o ano passado - ou seja, três vezes mais do que o
permitido pela Constituição.
O maior salário registrado na base - que não identifica
nem o órgão nem o nome do trabalhador - foi o de um agente de saúde pública
lotado no poder Legislativo do Pará: R$ 118 mil mensais.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Tempo será instável no RS. Manhã quente abriu com sol neste domingo.
Porto Alegre, 8h30min, 25 graus
O sol cobre Porto Alegre neste momento, 8h30min, mas sob nuvens leves e temperatura alta, indicando possibilidade de instabilidade durante o domingo. A MetSul diz que choverá no decorrer do dia na maioria das cidades gaúchas. A empresa alerta para o risco de chuva localmente forte e
temporais isolados de vento forte e granizo, uma vez que a atmosfera muito
quente deve favorecer a formação de nuvens carregadas. Algumas áreas devem ter
períodos de melhoria com aberturas. O ar vai estar abafado.
Em Porto Alegre, as temperaturas variarão entre 20ºC e
32ºC.
Artigo, Fernando Schuller, Época - Buenas e me espalho.
Para combater o corporativismo gaúcho, o governador José
Ivo Sartori terá de ser combativo como o Capitão Rodrigo de Erico Verissimo
Nas últimas duas décadas, o governo gaúcho só operou no
azul durante o governo Yeda Crusius, entre 2007 e 2010. Durante anos, os
políticos gaúchos se habituaram a aprovar orçamentos sem base fiscal na
Assembleia Legislativa. Na prática, autorizavam o Executivo a gastar dinheiro
que não existia. Se fosse um país, era fácil resolver. Bastava emitir moeda e
passar a conta para todo mundo. Mas não dá. O Rio Grande perdeu a guerra em
1845. É apenas um estado. E quebrou.
É evidente que existem fatores “estruturais” na crise
gaúcha. O estado tem o funcionalismo com idade média mais alta da Federação.
Tem o maior déficit previdenciário, em torno de 25% da receita líquida, e gasta
55% da folha de salários com inativos. Houve uma estiagem forte, também, em
2005, e nos anos 1990 circulava uma vaga ideia, nas noites frias de Porto
Alegre, de que o estado seria o centro do Mercosul. Nada disso aconteceu. É da
vida. As pessoas envelhecem, o clima às vezes não coopera. É para isso que
serve a liderança política. Para antecipar, olhar para o futuro com realismo,
ajustar as instituições.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Artigo, Astor Wartchow - Réquiem para Fidel
Uma das
passagens mais comovedoras da história mundial recente foi a derrubada da
ditadura cubana de Fulgêncio Batista, em 1959, perpetrada por um grupo de
idealistas, liderado pelo jovem advogado Fidel Castro.
Fraudadas as
expectativas de justiça e igualdade pelos tiranos comunistas europeus, o sonho
do socialismo se renovava na pequena ilha, até então lugar de veraneio e
exploração comercial norte-americana.
Rapidamente,
Fidel e Guevara se transformaram em ícones mundiais da juventude e das elites
intelectuais, ainda traumatizados pelos efeitos das guerras recentes e a
frustração soviética.
Correu o
tempo, quase 50 anos, e o mundo experimentou diversas mudanças sociais,
políticas, econômicas e culturais.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Assinar:
Postagens (Atom)










