Ao lado, Aeromóvel ligando aeroporto Salgado Filho e estação do Trensurb.
A cidade de Bekasi,
na Indonésia, localizada na região metropolitana de Jacarta, estuda a
implantação de uma linha do sistema gaúcho de mobilidade urbana Aeromovel, com
12 quilômetros de extensão, similar ao que está sendo construído no município
de Canoas. Dimensionado para transportar 12 mil passageiros/hora/sentido tem
investimento inicial previsto de 180 milhões de dólares, tendo em vista que os
custos de mão de obra e construção civil na região são significativamente mais
baixos, podendo ser viabilizado pelo regime de concessão ou também através de
uma Parceria Público Privada (PPP).
Para aprofundar os detalhes do
fornecimento, o diretor da Aeromovel Brasil, Marcus Coester, recepciona nesta
semana em Porto Alegre representantes da empresa gaúcha na Indonésia, liderados
pelo eng. Ontoceno Soekotjo, que vieram conhecer o sistema em funcionamento
comercial na ligação entre a estação do metrô e o aeroporto Salgado Filho bem
como o projeto em fase de construção no município de Canoas.
O Aeromóvel já operava na Indonésia, não ?
Na cidade de Jacart, o Aeromovel já opera desde 1989, numa tecnologia
totalmente testada e consolidada.
Sem problema ?
É uma
solução de mobilidade urbana absolutamente viável para o caótico trânsito de
cidades da Indonesia, a exemplo do que ocorre com o Brasil, a um custo de
implantação e operação competitivo inclusive em relação aos corredores de
ônibus.
No Brasil, só há poucos anos testamos esta solução gaúcha.
Atualmente, a Aeromovel Brasil negocia o fornecimento do sistema para
mais de 30 localidades no Brasil e em outros países.
Artigo, Darcy F.C. dos Santos, Zero Hora - Reforma da previdência pela metade
A reforma da previdência no caso do INSS é uma
necessidade, não só para resolver o atual déficit, como para desarmar a enorme
bomba que está por explodir em pouco tempo. No próximo ano, a diferença entre
as contribuições previdenciárias e os benefícios será negativa
em torno de R$ 170 bilhões.
Mesmo que a
economia volte a crescer, continuarão os efeitos da demografia. Se hoje há 10%
de pessoas com mais de 60 anos, em 2030 teremos 19% e em 2050, 29%. Hoje há
menos de sete pessoas na idade considerada produtiva (15-64 anos) para uma com
65 anos ou mais, em 2030 serão quatro e em 2050, menos de três.
Mas há outra
reforma tão ou mais necessária que a do Regime Geral, que vem tendo pouca ou
nenhuma ênfase, que é a do regime próprio dos servidores públicos (RPPS), que
em nível federal o déficit supera R$ 70 bilhões. O dispêndio desse regime,
embora não tenha crescimento explosivo, contempla enormes privilégios.
CLIQUE AQUI para ler mais.
Só um vereador rejeita aumento salarial de 9,31% em São Leopoldo
A Câmara de Vereadores de São Leopoldo aprovou aumento de
9,31% nos salários dos vereadores, relativos à reposição da perda salarial dos
últimos 12 meses. O detalhe é que a Constituição Federal prevê a fixação de
salários de vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, ou seja, reajustes, apenas
a cada legislatura. Apenas um vereador, Carlos Szulcsewski, do PSD, votou
contra o aumento, alegando descumprimento à regra federal, e ressaltando a
penúria financeira do setor público brasileiro e do País, e especialmente do
município de São Leopoldo.No entanto, 11 dos 13 vereadores de São Leopoldo
votaram a favor do aumento que os favorece diretamente. . A Presidente da
Câmara, Iara Cardoso (PDT), se absteve de votar, conforme o regimento.
Na prática, apenas o dr.Carlos, como é conhecido,
votou e posicionou-se contra o aumento em causa própria. Carlos, que foi
presidente da OAB de São Leopoldo e da tradicional Sociedade Orpheu, fez
22.839 votos para deputado federal em
2014, concorrendo pelo PSD, e é tido como um nome ascendente na política de São
Leopoldo.
Depois da votação, o vereador fez uma moção oficial à presidência da Câmara, assinada em conjunto com seu colega de bancada do PSD,
Rogério de Brito, ressaltando que a aprovação "não foi por
unanimidade", e pedindo para não
receber o aumento aprovado.
Artigo, Luís Milman - Sobre golpes e conspirações
Saída da presidência há treze dias, Dilma Roussef comanda do Palácio da Alvorada, que ela transformou em bunker, a resistência democrática contra o golpe que a teria apeado do poder, ainda que provisoriamente. Como personalidade, Dilma sempre foi uma comunista confessional. Ela e seus asseclas petistas de fato creem que deixaram o poder por foça de uma conspiração das elites, de uma súcia da traidores, que tiveram seus interesses atingidos pelas políticas anticíclicas adotadas por ela na área da economia. O problema é que tais políticas custaram a Dilma, especialmente nos dois últimos anos, déficits gigantescos. recessão alta, desaquecimento da área produtivas e desemprego na ordem superior a 11 milhões de pessoas. Para salvar as contas públicas, ele passou a criar contabilidade artificiosa e fraudulenta, isto é, a mentir sobre as contas públicas, fato que já havia sido detectado por economistas e pelo assustado empresariado paulista em 2013. As farsas fiscais continuadas do governo Dilma desorientaram a economia, a inflação passou a tornar-se preocupante, os investimentos sumiram, o endividamento das pessoas cresceu e o governo perdeu o senso de realidade. Ou seja, Dilma passou a comandar uma caricatura de governo, sem perspectiva alguma para os problemas que se acumulavam no pais.
Mas Dilma é Dilma. Ela minimizou a força de milhões de pessoas que foram às ruas para pedirem seu impeachment, e esqueceu seletivamente que foi, em seu governo e no governo de seu antecessor e líder político Lula, que a roubalheira com empreiteiras na Petrobrás se alastrou e foi escancarada pela Operação Lava-Jato.
Povo na rua, ladroagem bilionária em empresas públicas, recessão e desemprego formam os ingredientes do impeachment de Dilma, que o Congresso fez tomar forma, sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal. Tudo conforme o caderninho. Nada de golpe. Tudo conforme a lei.
CLIQUE AQUI para ler mais.
STF homologa delação premiada de Sérgio Machado
O ministro Teori Zavascki, STF, homologou a delação premiada acertada por Rodrigo Janot com o ex-presidente da Transpetro nos governos Lula e Dilma, Sérgio Machado, PMDB.
Pautado pelos procuradores da PGR, Sérgio Machado gravou traiçoeiramente várias conversações com políticos do PMDB, uma das quais acabou derrubando o ministro Romero Jucá.
Pautado pelos procuradores da PGR, Sérgio Machado gravou traiçoeiramente várias conversações com políticos do PMDB, uma das quais acabou derrubando o ministro Romero Jucá.
Temer expurga da Caixa a ex-mulher de Celso Daniel
O presidente Michel Temer botou hoje para a rua a ex-mulher do prefeito assassinado Celso Daniel, Miriam Belchior.
Ela não manda mais na Caixa Federal.
Lula levou a petista para o seu governo, causando espanto dentro do próprio PT.
Miriam Belchior nunca reclamou de qualquer participação petista na morte do ex-marido.
Joaquim de Oliveira foi nomeado presidente interino.
Ela não manda mais na Caixa Federal.
Lula levou a petista para o seu governo, causando espanto dentro do próprio PT.
Miriam Belchior nunca reclamou de qualquer participação petista na morte do ex-marido.
Joaquim de Oliveira foi nomeado presidente interino.
Otávio Frias, o Otavinho, Folha, sabia de tudo, diz Renan Calheiros
Otávio Frias, o Otavinho, Folha, sabia de tudo.
A Folha de S. Paulo de hoje tentou explicar a introdução do seu diretor, Otávio Frias, no meio da conversa entre Sérgio Machado e Renan Calheiros, mas não foi convicente. Os donos dos jornalões sabiam de tudo e também colaboraram para a queda de Dilma, tudo diante da gravidade das conjunturas política e e econômica.
Leia:
RENAN - [inaudível] sexta-feira. Conversa muito
ruim, a conversa com a menina da Folha… Otavinho [a conversa] foi muito melhor.
Otavinho reconheceu que tem exageros, eles próprios tem cometido exageros e o
João [provável referência a João Roberto Marinho] com aquela conversa de
sempre, que não manda. [...] Ela [Dilma] disse a ele ‘João, vocês tratam
diferentemente de casos iguais. Nós temos vários indicativos’. E ele dizendo
‘isso virou uma manada, uma manada, está todo mundo contra o governo.’
[...]
Renan Calheiros acha que delações de Odebrecht e Mônica Moura enfiarão Lula e Dilma na cadeia
Neste trecho da conversa entre Sérgio Machado, Transpetro, e o senador Renan Calheiros, segundo gravação disponibilizada hoje pela Folha de S. Paulo, fica claro que o presidente do Congresso está convencido de que a delação de Marcelo Odebrecht e de Mõnica Santana, mulher do marqueteiro João Santana, levarão Lula e Dilma para a cadeia. A conversa foi gravada pouco antes da nomeação de Lula para a Casa Civil.
Acompanhe:
RENAN - Tem que botar o Lula. Porque é a intuição
dele...
MACHADO - Aí o Lula tem que assumir a Casa Civil e
ser o primeiro-ministro, esse é o governo. Ela [Dilma] não tem mais condição,
Renan, não tem condição de nada. Agora, quem vai botar esse guizo nela?
RENAN - Não, [com] ela eu converso, quem conversa
com ela sou eu, rapaz.
RENAN - Queres que eu faça uma avaliação verdadeira?
Não acredito em 30 dias, não. Porque se a Odebrecht fala e essa mulher do João
Santana fala, que é o que está posto...
MACHADO - Mas, Renan, com as informações que você
tem, que a Odebrecht vai tacar tiro no peito dela, não tem mais jeito.
RENAN - Tem não, porque vai mostrar as contas.
(...)
RENAN - Tem não, porque vai mostrar as contas.
(...)
MACHADO - Tá mesmo. Ela acabou. E o Lula, como foi a
conversa com o Lula?
RENAN - O Lula está consciente, o Lula disse, acha
que a qualquer momento pode ser preso. Acho até que ele sabia desse pedido de
prisão lá…
MACHADO - E ele estava, está disposto a assumir o
governo?
RENAN - Aí eu defendi, me perguntou, me chamou num
canto. Eu acho que essa hipótese, eu disse a ele, tem que ser guardada, não
pode falar nisso. Porque se houver um quadro, que é pior que há, de
radicalização institucional, e ela resolva ficar, para guerra…
MACHADO - Ela não tem força, Renan.
RENAN - Mas aí, nesse caso, ela tem que se ancorar
nele. Que é para ir para lá e montar um governo. Esse aí é o parlamentarismo
sem o Lula, é o branco, entendeu?
MACHADO - Mas, Renan, com as informações que você
tem, que a Odebrecht vai tacar tiro no peito dela, não tem mais jeito.
RENAN - Tem não, porque vai mostrar as contas. E a
mulher é [inaudível].
MACHADO - Acabou, não tem mais jeito. Então a melhor
solução para ela, não sei quem podia dizer, é renunciar ou pedir licença.
RENAN - Isso [inaudível]. Ela avaliou esse cenário
todo. Não deixei ela falar sobre a renúncia. Primeiro cenário, a coisa da
renúncia. Aí ela, aí quando ela foi falar, eu disse, ‘não fale não, pelo que
conheço, a senhora prefere morrer’. Coisa que é para deixar a pessoa… Aí vai:
impeachment. ‘Eu sinceramente acho que vai ser traumático. O PT vai ser
desaparelhado do poder’.
53% dos leitores dão nota 7 ao ministério de Michel Temer
Mais da metade dos leitores que responderam a enquete mais recente desta página, 53%, dão nota 7 ao ministério do presidente Michel Temer.
Acompanhe os resultados:
Notas
7, 53%
5, 18%
10, 15%
Zero, 6%
3, 5%
A nova enquete, postada aí ao lado, à direita, pergunta:
Quem fala melhor: Dilma ou Temer ?
Acompanhe os resultados:
Notas
7, 53%
5, 18%
10, 15%
Zero, 6%
3, 5%
A nova enquete, postada aí ao lado, à direita, pergunta:
Quem fala melhor: Dilma ou Temer ?
Artigo, Thomas Benes Felsberg, Valor - A insolvência pode ter cura
No debate atual sobre o déficit de contas púbicas, projeta-se, para este ano, um decréscimo na arrecadação tributária, só no âmbito federal, de R$ 100 bilhões. Ao mesmo tempo, potencialmente, poder-se-ia estar caminhando para um desemprego superior a 11%. O que está faltando nesse debate, contudo, são as medidas necessárias para preservar empresas. O bom senso indica que é por meio da preservação de empresas que são criados empregos e que se aumenta a arrecadação tributária, ao mesmo tempo em que se permite uma melhor recuperação de créditos e o combate à recessão.
Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, onde o futuro candidato à presidência faliu quatro vezes, a lei brasileira não permite uma segunda chance ao empresário falido. Essa característica, além de punir o investimento, traz o grave inconveniente de retardar o reconhecimento da insolvência, uma doença que tem cura se detectada a tempo.
Ocorre que o marco institucional brasileiro é extremamente perverso para a reorganização empresarial e sua adequação é, na conjuntura atual, necessária e premente, e poderia justificar até, pela sua urgência, uma medida provisória. São inúmeros os aspectos legais que precisam ser revistos, tendo em vista a existência de soluções legislativas somente encontradas no Brasil, as tais jabuticabas.
Ocorre que o marco institucional brasileiro é extremamente perverso para a reorganização empresarial e sua adequação é, na conjuntura atual, necessária e premente, e poderia justificar até, pela sua urgência, uma medida provisória. São inúmeros os aspectos legais que precisam ser revistos, tendo em vista a existência de soluções legislativas somente encontradas no Brasil, as tais jabuticabas.
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Banco Centrasl: ajuste nas contas externas manteve-se fortalecido em abril
As análises a seguir são baseadas nos dados do Balanço de
Pagamentos segundo a metodologia clássica (BPM5), por entendermos ser essa
abordagem mais relevante para o conceito de fluxo cambial, como já havíamos
reforçado em publicações anteriores. O saldo em transações correntes ficou
positivo em US$ 1,3 bilhão em abril, de acordo com os dados divulgados ontem
pelo Banco Central. O resultado foi bastante superior ao déficit de US$ 6,0
bilhões observados no mesmo mês de 2015, reforçando mais uma vez, o ajuste do
setor externo em curso desde o ano passado. Assim, nos últimos doze meses, a
conta corrente acumulou saldo negativo de US$ 20,3 bilhões, o correspondente a
1,2% do PIB. A balança comercial seguiu contribuindo positivamente para o
resultado do período, com forte superávit de US$ 4,9 bilhões. Em contrapartida,
as contas de serviços e de rendas mantiveram sua trajetória negativa, ao
registrarem déficits de US$ 2,5 bilhões e US$ 1,3 bilhão, respectivamente. O
Investimento Estrangeiro Direto (IED) registrou entrada líquida de US$ 5,8
bilhões, segundo a metodologia clássica, sucedendo um saldo positivo de US$ 3,4
bilhões em março. Com isso, acumulou, em doze meses, entrada de US$ 64,4
bilhões, que correspondem a 3,7 % do PIB. Já os investimentos em carteira continuaram
no terreno positivo, ao registrar superávit de US$ 662 milhões no mês passado,
puxados, majoritariamente, por investimentos em ações, que mostraram saldo
positivo US$ 1,2 bilhão. Já os investimentos em renda fixa apresentaram saídas
líquidas de US$ 125 milhões.
Dada a continuidade do intenso ajuste em curso nas
contas externas, a equipe de economistas do Bradesco disse esta manhã na sua newsletter diária que a perspectiva do banco de redução do déficit em conta
corrente neste ano fica mantida, isto em função da magnitude dos últimos resultados. O saldo poderá ficar mais próximo de zero.
INSS propõe ações coletivas para recuperar gastos com acidentes de trabalho
O INSS adotou uma nova estratégia para recuperar seus gastos com acidentes de trabalho nos quais a culpa da empresa foi comprovada. Até agora três ações coletivas foram propostas pela procuradoria-Geral Federal.
A primeira delas foi ajuizada contra a Doux Frangosul, cujos ativos foram arrendados para a JBS. O grupo foi condenado a pagar R$ 1 milhão relativos a 111 auxílios-doença.
Há mais.
A primeira delas foi ajuizada contra a Doux Frangosul, cujos ativos foram arrendados para a JBS. O grupo foi condenado a pagar R$ 1 milhão relativos a 111 auxílios-doença.
Há mais.
Artigo, Vinicius Torres Freire, Folha - O Plano Temer promete uma redução imensa do tamanho do Estado
O título original do artigo é "Querida, encolhi o Estado".
O Plano Temer é uma mudança dramática na maneira de fazer
acertos nas contas do governo. Muito mais que isso. Em vez de fazer ajustes de
curto prazo e provisórios, promete uma redução imensa do tamanho do Estado. Tal
coisa não será possível sem o cancelamento dos aumentos automáticos de despesa
em saúde, educação, assistência social e trabalhista e Previdência.
No caso improvável de passar pelo Congresso e pelas
"ruas", o plano seria a maior reviravolta fiscal desde a Constituição
de 1988.
O ministro Henrique Meirelles (Fazenda) anunciou só o
grosso da ideia: as despesas seriam congeladas nos valores deste ano. A alta de
gastos acompanharia só a inflação do ano anterior. Em termos reais, pois, a
despesa não cresce. Ponto.
Assim, caso a economia crescesse em média 2% ao ano na
próxima década, a despesa do governo federal cairia de pouco mais de 19% do PIB
para pouco menos de 16% do PIB. Mais ou menos ao que se gastava entre 2002 e
2005.
Ainda que aprove o plano, o Congresso aceitaria esse
plano por uma década?
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Dica de feriadão - Fenadoce abrirá esta tarde em Pelotas
Doces de Pelotas.
A Fenadoce, maior mostra do gênero do País, abrirá as 14h em pelotas e irá até 12 de junho. Os promotores esperam a visita de 294 mil pessoas e a venda de 2,3 milhões de unidades dos 200 tipos de doces à venda.
É o melhor programa do feriadão no RS.
A programação da Fenadoce inclui 400 apresentações de música, dança, teatro e circo, além de Festival de Gastronomia.
Veja programação e serviços em Pelotas:
https://www.fenadoce.com.br/
A Fenadoce, maior mostra do gênero do País, abrirá as 14h em pelotas e irá até 12 de junho. Os promotores esperam a visita de 294 mil pessoas e a venda de 2,3 milhões de unidades dos 200 tipos de doces à venda.
É o melhor programa do feriadão no RS.
A programação da Fenadoce inclui 400 apresentações de música, dança, teatro e circo, além de Festival de Gastronomia.
Veja programação e serviços em Pelotas:
https://www.fenadoce.com.br/
RS-115 voltou ao tráfego normal entre Porto Alegre e Gramado
Apesar do feriado de Corpus Christi cair numa quinta-feira, amanhã, o que poderia proporcionar um feriadão, não estão previstos deslocamentos extraordinários nas estradas, rodoviárias e aeroportos.
A novidade nas estradas é o restabelecimento no tráfego na RS-115, que liga Porto Alegre a Gramado através de Três Coroas. A rodovia estadual foi recuperada pela EGR ao custo de R$ 11 milhões. Ela estgeve fechada durante quatro meses.
A novidade nas estradas é o restabelecimento no tráfego na RS-115, que liga Porto Alegre a Gramado através de Três Coroas. A rodovia estadual foi recuperada pela EGR ao custo de R$ 11 milhões. Ela estgeve fechada durante quatro meses.
Sintáxi quer cortar o passo do Uber em Porto Alegre
O Sintáxi informou ontem a noite ao editor que protocolará ação própria em juízo para impedir que o Uber prossiga prestando serviços ilegais em Porto Alegre.
Tempo será de sol e temperatura amena no RS
As 8h30min, 13 graus em Porto Alegre, o sol aparece em meio a nuvens esparsas. O cenário é parecido em todo o RS.
O dia será de tempo bom no Estado.
A temperatura mínima oscilará entre os 2°C em São José dos Ausentes e os
3°C em Vacaria. As máximas, por sua vez, podem chegar a 23°C em Santa Rosa. Em
Porto Alegre, os termômetros variam entre 7°C e 21°C.
Conversas gravadas com Renan Calheiros são publicadas pela Folha de S. Paulo
Conforme o editor informou ontem a noite, 23h43min, a Folha de S. Paulo publicou hoje os principais trechos de nova conversa que fez o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, PMDB, que esteve no cargo durante oito anos do governo Lula e três do governo Dilma. Desta vez, o jornal publicou trechos de conversações do peemedebista com o senador Renan Calheiros.
Na conversa, Renan diz que nem o STF quis salvar Dilma, porque "estão todos putos com ela". Ele também disse a Machado que quer mudar a lei que prevê a delação premiada.
Apavorado com a idéia de ir preso na Lava Jato, Sérgio Machado procurou líderes do seu Partido, seus padrinhos no governo, tudo cumprindo pauta de procuradores da PGR, visando acordo de delação premiada. A homologação do pedido de delação está na mesa do ministro Teori Zavascki.
Apesar de tentativas seguidas de comprometer Renan com perguntas insistentes sobre corrupção praticada por líderes do PMDB, PSDB e PT, o resultado da conversa foi muito mais pífio do que aquele que resultou na demissão de Romero Jucá.
Renan Calheiros parece ter percebido o objetivo da conversa iniciada por Sérgio Machado.
Há uma terceira gravação, esta de Machado com Sarney, mas que ainda não foi divulgada.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem da Folha e trechos dos diálogos.
Na conversa, Renan diz que nem o STF quis salvar Dilma, porque "estão todos putos com ela". Ele também disse a Machado que quer mudar a lei que prevê a delação premiada.
Apavorado com a idéia de ir preso na Lava Jato, Sérgio Machado procurou líderes do seu Partido, seus padrinhos no governo, tudo cumprindo pauta de procuradores da PGR, visando acordo de delação premiada. A homologação do pedido de delação está na mesa do ministro Teori Zavascki.
Apesar de tentativas seguidas de comprometer Renan com perguntas insistentes sobre corrupção praticada por líderes do PMDB, PSDB e PT, o resultado da conversa foi muito mais pífio do que aquele que resultou na demissão de Romero Jucá.
Renan Calheiros parece ter percebido o objetivo da conversa iniciada por Sérgio Machado.
Há uma terceira gravação, esta de Machado com Sarney, mas que ainda não foi divulgada.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem da Folha e trechos dos diálogos.
Opinião do editor - O governo voltou a governar o Brasil
Agora é tratar de levar adiante o ajuste fiscal, devolver a confiança aos empresários e trabalhadores, para com isto estabilizar a crise econômica e retomar o crescimento.
A vitória do governo nesta madrugada (leia nota abaixo) demonstra de que modo está forte o novo presidente, Michel Temer, que em menos de 48 horas apresentou e viu aprovada a nova meta fiscal de R$ 170,4 bilhões. Foi o primeiro grande teste de força parlamentar. Ele demonstra o tipo de rolo compressor que ajudará a manter a governabilidade e eliminar a crise política daqui para a frente, tudo como resultado da substituição de um governo fraco, incapaz e corrupto, o de Dilma, do PT. A nova força governista foi tão poderosa, que ela dispensou a Comissão Mista de Orçamento para análise da nova meta fiscal, apelando diretamente para o plenário. Este fato, ontem, chegou a ser interpretado como fraqueza do novo governo. Foram o que disseram jornalistas como Josias Souza, UOL, que demonstrou não entender o que estava acontecendo. A oposição parlamentar, comandada pelo PT, foi contida no seu quadrante. É um tigre de papel que até ruge, mas não ameaça mais. Os sobressaltos políticos ainda prosseguirão por algum tempo, mas eles estarão fora da atividade parlamentar propriamente dita. Delimitar cada um deles no seu campo, como fez Temer no caso de Jucá, ajudará a estabilizar o governo, devolvendo-lhe a plena governabilidade.
A vitória do governo nesta madrugada (leia nota abaixo) demonstra de que modo está forte o novo presidente, Michel Temer, que em menos de 48 horas apresentou e viu aprovada a nova meta fiscal de R$ 170,4 bilhões. Foi o primeiro grande teste de força parlamentar. Ele demonstra o tipo de rolo compressor que ajudará a manter a governabilidade e eliminar a crise política daqui para a frente, tudo como resultado da substituição de um governo fraco, incapaz e corrupto, o de Dilma, do PT. A nova força governista foi tão poderosa, que ela dispensou a Comissão Mista de Orçamento para análise da nova meta fiscal, apelando diretamente para o plenário. Este fato, ontem, chegou a ser interpretado como fraqueza do novo governo. Foram o que disseram jornalistas como Josias Souza, UOL, que demonstrou não entender o que estava acontecendo. A oposição parlamentar, comandada pelo PT, foi contida no seu quadrante. É um tigre de papel que até ruge, mas não ameaça mais. Os sobressaltos políticos ainda prosseguirão por algum tempo, mas eles estarão fora da atividade parlamentar propriamente dita. Delimitar cada um deles no seu campo, como fez Temer no caso de Jucá, ajudará a estabilizar o governo, devolvendo-lhe a plena governabilidade.
Congresso aprova nova meta fiscal de R$ 170,4 bilhões. Governo Temer consegue maioria aplastante na Câmara e no Senado.
Sessão mostrou a força do novo governo no Congresso.
O Congresso aprovou nesta madrugada, no tempo que queria o presidente Michel Temer e em pouco mais de 16 horas de sessão, a alteração da meta fiscal do governo para este ano, medida
considerada como o primeiro grande teste do apoio do novo governo no Legislativo. Caso a medida não fosse aprovada até o fim deste mês, o governo teria que cortar despesas e poderia ficar sem dinheiro para programas federais, já que teria que seguir a meta atualmente prevista na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de fechar o ano com uma economia de R$ 24 bilhões.
Numa sinalização da importância do tema, Temer foi pessoalmente entregar a proposta da nova meta ao presidente do Senado Renan, Calheiros (PMDB-AL), na segunda-feira.
Sem base governista capaz de garantir seu governo, Dilma Roussef tentou durante muitas semanas conseguir a mesma coisa para uma meta menor, mas nada conseguiu.
A oposição do PT, que com Dilma quis aprovar a nova meta, tentou obstruir,mas foi esmagada pela força do governo no Congresso.
O governo Temer poderá fechar o ano com um deficit (diferença entre a arrecadação e os gastos)
de R$ 170,5 bilhões. Anteriormente, a presidente afastada Dilma Rousseff havia
proposto um deficit de R$ 96 bilhões.
A longa e conturbada sessão foi encerrada pouco antes das 4h desta
quarta.
Grande parte da sessão, no entanto, foi destinada à
votação de 24 vetos presidenciais, dos quais um foi rejeitado integralmente e
dois tiveram trechos também derrubados. A votação da meta fiscal começou
por volta das 1h15 e durou cerca de três horas.
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