O deputado dr. Bassegio, PDT, passou a pisar mais firme depois que contratou os serviços do advogado Ricardo Giuliani.
E até recuou da decisão irrefletida de cutucar as onças com vara curta.
Noblat revela que às escondidas, em Portugal, Dilma e Lewandowski discutem Operação Lava Jato e impeachment
Ela está desesperada e faz o diabo para permanecer no cargo.
A acreditar-se em José Eduardo Cardoso, ministro da Justiça, ele, a presidente Dilma Rousseff e o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), tiveram “um encontro casual” no início desta semana na cidade do Porto, em Portugal. Sim, "casual".
A acreditar-se em José Eduardo Cardoso, ministro da Justiça, ele, a presidente Dilma Rousseff e o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), tiveram “um encontro casual” no início desta semana na cidade do Porto, em Portugal. Sim, "casual".
Foi o que Cardoso garantiu ao jornalista da Globo News
Gerson Camaroti, que soube do encontro e publicou a notícia em seu blog.
Segundo Cardoso, Lewandowski pediu para ver Dilma. Ele participava de um
evento jurídico na cidade portuguesa de Coimbra.
Leia a nota de Camarotti logo abaixo.
Acompanhe a análise de Noblat sobre essa boutade do ministro:
Recentemente, o Congresso aprovou um aumento para o
Judiciário que o governo diz não ter como pagar. Cardoso jura que a reunião a
três não serviu para que conversassem sobre a Operação Lava Jato,
conduzida pelo juiz Sérgio Moro, e que investiga a roubalheira na Petrobras.
Dilma, Lewandowski e Cardoso discutiram, sim, a Operação
Lava Jato. O empresário Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, confessou ter
dado dinheiro sujo para a campanha de Dilma à reeleição. Dilma nega, mas está
preocupada com o que possa acontecer se isso acabar provado.
Da Operação Lava Jato, os três passaram a avaliar as
chances de um pedido de impeachment de Dilma. Por falhas, o Tribunal de Contas
da União poderá rejeitar as contas do governo de 2014. E o Tribunal Superior
Eleitoral concluir que houve abuso de poder econômico na campanha de Dilma.
Os jornalistas brasileiros destacados para cobrir a
viagem de Dilma à Rússia não foram informados sobre o encontro dela no Porto
com Lewandowski. Muito menos os que ficaram aqui. O encontro não constou
da agenda oficial de Dilma.
Na verdade, o governo transparente de Dilma nada tem de
transparente. É um abuso que dois chefes de poderes se encontrem às escondidas
no exterior. E para examinar a delicada situação política de um deles. Os dois
pisaram feio na bola. Apostaram que ninguém ficaria sabendo do encontro.
Lewandowski preside a mais alta corte de Justiça que
poderá ser provocada, em breve, a decidir se procede ou não um eventual pedido
de impeachment da presidente da República. Deveria ter se julgado impedido de
se reunir para discutir o assunto com uma das partes interessadas. E logo no
exterior. E às escondidas.
Basta lembrar que Lewandowski deve parte de sua indicação
para o STF à família de dona Marisa, mulher de Lula, a quem sempre foi muito
ligado. De resto, Lewandowski tudo fez para melhorar a sorte dos mensaleiros
que acabaram condenados pelo STF.
É compreensível que Dilma tema por seu futuro.
Mas não que contribua para emporcalhar a imagem do cargo que ocupa
Papa ataca a "ditadura sutil" do capitalismo, por supuesto apóia ditaduras bolivarianas, e conclama por "revolução" na América Latina.
Ao receber o crucifixo comunista, Papa reclama por todo o Poder aos trabalhadores e renúncia de lucros por parte dos empreendedores. O Papa não disse uma só palavra contra as prisões políticas e torturas na Venezuela, não reclamou das decapitações do EI e nem das nefandas ditaduras dinásticas, familiares ou não, na China, Coréia, Cuba e Vietnam.
Em discurso de forte tom político na Bolívia, Francisco exorta o povo a promover transformações e critica sistema. Pontífice pede perdão pelos crimes cometidos pela Igreja Católica contra os indígenas na colonização da América.
Em discurso de forte tom político na Bolívia, Francisco exorta o povo a promover transformações e critica sistema. Pontífice pede perdão pelos crimes cometidos pela Igreja Católica contra os indígenas na colonização da América.
A reportagem é do jornalista Fabiano Maisonnave, Folha de S. Paulo. leia tudo:
No discurso mais político de seus mais de dois anos de
pontificado, o papa Francisco defendeu nesta quinta (9), durante visita à
Bolívia, uma "mudança de estruturas" mundial e chamou o capitalismo
de "ditadura sutil".
Falando em encontro com movimentos sociais em Santa Cruz
de la Sierra após o presidente Evo Morales, o papa os chamou a realizar "três
grandes tarefas" na economia, na união entre os povos e na preservação
ambiental.
"Reconhecemos que este sistema impôs a lógica dos
lucros a qualquer custo, sem pensar na exclusão social ou na destruição da
natureza?", perguntou o papa a centenas de ativistas, entre os quais o
MST, sem-teto, indígenas e quilombolas brasileiros.
"Digamos sem medo: queremos uma mudança real, uma
mudança de estruturas. Este sistema já não se aguenta, os camponeses,
trabalhadores, as comunidades e os povos tampouco o aguentam. Tampouco o
aguenta a Terra, a irmã Mãe Terra, como dizia são Francisco", completou.
Para o papa, a "globalização da esperança"
nasce e cresce entre os pobres, mas até a elite quer mudanças: "Dentro
dessa minoria cada vez menor que acredita que se beneficia deste sistema reinam
a insatisfação e especialmente a tristeza. Muitos esperam uma mudança que os
libere dessa tristeza individualista que os escraviza."
Em outra crítica à "ditadura sutil" do
capitalismo, disse que "atrás de tanta dor, morte e destruição está o
fedor disso que [são] Basílio de Cesareia (330-379) chamava 'o esterco do
Diabo' [dinheiro]".
TAREFAS
O líder católico atacou também "a concentração
monopólica dos meios de comunicação social que pretende impor pautas alienantes
de consumo e certa uniformidade cultural". Para ele, trata-se de
"colonialismo ideológico".
Apesar da análise dura, Francisco advertiu contra o
excesso de pessimismo e exortou os movimentos sociais a protagonizarem
mudanças: "O futuro da humanidade está em suas mãos."
Em seguida, o papa propôs três tarefas aos movimentos.
A primeira é "pôr a economia a serviço dos
povos" para assegurar os "três Ts: trabalho, teto e terra".
"A economia não deveria ser um mecanismo de acumulação, mas a
administração correta da casa comum", disse.
"A distribuição justa dos frutos da terra e do
trabalho humano é dever moral. Para os cristãos, um mandamento. Trata-se de
devolver aos pobres o que lhes pertence."
Para a segunda tarefa, "unir nossos povos no caminho
da paz e da justiça", ele defendeu o conceito de "pátria grande"
usado por movimentos de esquerda para pregar a união latino-americana.
Francisco afirmou que problemas como a violência não
podem ser resolvidos sem cooperação. Mas advertiu: "Colocar a periferia em
função do centro lhe nega o direito ao desenvolvimento integral. Isso é
iniquidade e gera tal violência que não haverá recursos capazes de deter."
Por último, pediu a preservação da "Mãe Terra",
ecoando sua encíclica mais recente: "Não se pode permitir que certos
interesses --globais, mas não universais--submetam Estados e organismos
internacionais e continuem destruindo a criação".
DESCULPAS
Visitando um país de maioria indígena, o papa pediu
desculpas pelo ação da Igreja Católica na colonização.
"Foram cometidos muitos e graves pecados contra os
povos originários da América em nome de Deus", disse, sob intensos
aplausos. "Quero ser muito claro, como foi são João Paulo 2°: peço
humildemente perdão."
Ao final, conclamou todos a não deixarem "nenhuma
família sem casa, nenhum camponês sem terra, nenhum trabalhador sem direitos,
nenhum povo sem soberania". "Sigam a sua luta e, por favor, cuidem
muito da Mãe Terra."
Saiba o que está por trás do enfrentamento entre Jairo Jorge e Sartori
Jairo Jorge conta com a cobertura do marqueteiro Marcos Martinelli, que fez a campanha vitoriosa de Sartori.
Na página ao lado, uma ex-auxiliar de Martinelli, comemora com seu ex-chefe a instalação do Gabinete Digital de Jairo Jorge. O Gabinete Digital foi uma invenção de Tarso para se promover.
O PT do RS sempre contou com duas únicas lideranças dignas deste nome, no caso os ex-governadores Olívio Dutra e Tarso Genro, mas Olívio está muito velho e Tarso resolveu apostar suas fichas no mercado eleitoral do Rio, já que sofreu derrota fragorosa nas últimas eleições do RS.
Jairo Jorge é a principal liderança da nova geração e é tão pragmático quanto seus colegas de São Paulo, no caso líderes como Zé Dirceu, Delúbio Soares, Vaccari Neto e Antonio Palocci.
Governo grego recua, aceita ajuste fiscal e pode obter mais ajuda da Europa
"Agora todos devem se lançar nas negociações, mas
com vontade de concluí-las. É preciso ter disciplina, mas também estender a mão
para um país em dificuldades", afirmou o presidente francês François Hollande, lodo depois de o governo grego ter enviado aos sócios
europeus uma proposta que contempla, entre outros pontos, uma reforma do
sistema previdenciário e do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), além de uma
redução do orçamento destinado ao Ministério da Defesa.
Ainda não é o ajuste que querem os alemães, mas significa um duríssimo ajuste fiscal para um governo ultraesquerdista como o da Grécia.
Crise de saúde obriga internação hospitalar de Roberto Jefferson
O ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), condenado no Mensalão foi internado no hospital Samaritano da Barra, zona oeste do Rio, com
febre alta. Em 2012, ele foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um
tumor no pâncreas e de parte do duodeno e do intestino delgado
Artigo, Onyx Lorenzoni - Golpe é mentir para o país inteiro
A candidata Dilma Rousseff usou e abusou de mentiras para
se reeleger.
A presidente Dilma Rousseff perdeu o controle da economia
e o seu governo impacta de forma extremamente negativa a vida dos brasileiros.
Inflação alta e descontrolada que cada vez diminui mais o poder de compra das
famílias, taxas de juros que não param de subir, aumentos nas tarifas de
energia elétrica e nos combustíveis. Aumento nos níveis de desemprego e corte
de direitos trabalhistas. A “Pátria Educadora” de Dilma promove um corte nas
bolsas de estudos e repasses para universidades. A operação Lava Jato e a CPI
da Petrobras desvendam um esquema de corrupção sem precedentes, usado para
sustentar o projeto de poder petista, e a responsabilidade da presidente na
compra da refinaria de Pasadena que causou um prejuízo milionário à maior
empresa brasileira quando Dilma era a presidente do Conselho de Administração
da Petrobras. Poderíamos ficar aqui listando mais uma série de desmandos, casos
de incompetência, abuso de poder e diversionismo do governo petista que levaram
o governo Dilma à lona da reprovação popular. Apenas 9% de aprovação, ou 1/3 do
que se atribui à participação da esquerda na vida política brasileira. 75% das
pessoas sequer confiam em Dilma. E o que faz a presidente? Diz que está em
curso um golpe para derrubá-la. Golpe é “fazer o diabo” para ganhar eleição e
se sustentar no poder. É promover ajuste fiscal às custas do povo, sem mexer no
elefante que é o governo dos 39 ministérios. É comprar apoio como o petismo faz
desde o início do governo Lula e que nem mesmo a condenação do presidente do
partido, do chefe da Casa Civil de Lula e do tesoureiro do PT fez parar; a Lava
Jato mostra que a metodologia sofreu alterações, mas nunca parou. É fugir das
responsabilidades, terceirizar culpas e atacar as instituições que apontam as
irregularidades, como o TSE que investiga caixa 2 na campanha, o TCU pelas
manobras fiscais, e o judiciário que fechou acordo de delação premiada com
operadores de propina na Petrobras. Ataque que também ocorreu quando Joaquim
Barbosa cumpriu a lei e colocou os mensaleiros do petismo na cadeia. Golpe é
enganar o país inteiro e não ter a grandeza de reconhecer erros, corrigir
caminhos ou pedir desculpas. O Brasil não quer mais as mentiras e desculpas do
petismo que apenas se serviu do país.
Crise econõmica chinesa dispara o dólar
O repórter do jornal Brasil Econômico, Luiz Sérgio Guimarães, avisa que a perda de mercado das empresas chinesas, calculada pela desvalorização das suas ações, já beire os US$ 3 trilhões. Ou seja, a Bolsa de Shangai perdeu em um mês o equivalente a
dez Grécias, cujo PIB está em US$ 243 bilhões
Leia a reportagem completa:
O dólar tinha ontem tudo e mais um pouco para disparar:
1) Não estão dando resultado as sucessivas medidas
adotadas pelo governo chinês para salvar o seu mercado de ações;
2) O circo europeu está armado para a expulsão da Grécia
da eurolândia no próximo domingo;
3) Continua pesado o fluxo de saída de capitais
estrangeiros de portfólio do Brasil;
4) O Banco Central já começou a mandar o recado de que a
alta da Selic que o Copom irá fazer no dia 29 é a última do longo ciclo de
aperto monetário, só não sabe ainda se será de 0,25 ponto ou de 0,50 ponto; e
5) Temor de os EUA estarem sendo alvo de um ataque
cibernético. O dólar fechou cotado em R$ 3,234, em alta de 1,61%. De todas as
justificativas, a mais forte é a primeira.
A bolsa de Shangai viveu uma feroz bolha especulativa até
maio. A alta de 125% obtida no acumulado de oito meses até maio estava
desvinculada dos fundamentos. As operações alavancadas (investidores tomavam
dinheiro emprestado para comprar ações) ignoravam o encolhimento da economia.
Não dá mais. Na semana que vem, o governo vai divulgar o
resultado do PIB no segundo trimestre e a previsão é de um crescimento anual
abaixo de 7%. A bolha já não estoura com estrépito porque o governo baixa uma
medida depois da outra para dar alguma sustentação.
Depois de tentar a redução dos juros básicos, cortes nos
compulsórios bancários e variadas injeções de liquidez, agora os dirigentes
agem diretamente por meio da suspensão de novos IPOs, criação de um fundo de
estabilização (aplicação compulsória de US$ 19 bilhões) e ordens diretas, ao
feitio chinês, para que fundações e estatais comprem ações.
Mas ontem Shangai caiu 5,9%, ampliando para 32% o tombo
acumulado nos últimos 30 dias. Acredita-se que a perda de mercado das empresas
chinesas já beire os US$ 3 trilhões. Ou seja, Shangai perdeu em um mês o
equivalente a dez Grécias, cujo PIB está em US$ 243 bilhões. Como já se disse
aqui, o problema para o mundo – e, principalmente, para o Brasil — é a China,
não a Grécia.
Por falar em Grécia, não demorou muito para a Troika
reagir. Desafiada pelo anúncio e depois pelo resultado do plebiscito de
domingo, a Troika impôs um ultimato ao premier Alexi Tsipras.
Os gregos precisam apresentar esta semana propostas que
sejam consideradas viáveis a um acordo definitivo, porque, domingo, uma reunião
de cúpula irá decidir o destino do país. Jean-Claude Juncker, presidente da
Comissão Europeia, encostou Tsipras na parede ao revelar que já possui um plano
detalhado para viabilizar o Grexit.
Trata-se de fato de um ultimato, um basta às protelações
gregas. Tsipras promete apresentar hoje uma proposta que seja satisfatória para
ambas as partes.
A impressão dos analistas é de que tudo isso é um jogo de
cena: os países líderes da zona do euro sabem que o Syriza não irá até onde
eles querem (uma capitulação irrestrita) e já decidiram pela expulsão. Isso é
muito fácil: basta o BCE suspender as linhas emergenciais de crédito aos bancos
gregos.
O motivo número três para a alta do dólar é relevante.
Depois de contabilizar um déficit de US$ 2,08 bilhões em maio, o fluxo cambial
foi negativo em US$ 4,69 bilhões em junho, divulgou ontem o BC. Visto assim até
que não parece muito grave. Acontece que o déficit “só” foi de US$ 4,69 bilhões
porque a conta comercial (contratação de câmbio de exportação e importação) foi
superavitária em US$ 2,94 bilhões.
O dado que importa é este: a conta financeira
(investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e
pagamento de juros, entre outras operações) foi negativa em US$ 7,63 bilhões.
Em maio, o rombo financeiro tinha sido de US$ 5,56
bilhões. Ou seja, em dois meses foram embora do país pela conta financeira US$
13,19 bilhões. Traduzindo: não basta pagar o maior juro real do mundo, o Brasil
precisa ser viável no longo prazo para atrair capitais de fora.
A fuga de capital a despeito do ganho proporcionado pela
Selic desmancha a argumentação de alguns operadores de que o dólar subiu ontem
também por causa dos sinais de que o BC vai parar de subir a Selic. Não
confere. O plano do Copom parece ser o de congelar a taxa básica em 14% até o
primeiro semestre de 2016. A Selic continuará muito alta enquanto a inflação
estiver caindo. Isso ampliará o juro real ex-ante, o projetado para 12 meses à
frente, atualmente na casa de 7,5%. Trata-se de rendimento para nenhum hedge
fund reclamar.
O severo aperto monetário do BC, cujo objetivo é de
desacelerar a economia e deprimir o mercado de trabalho para que a inflação do
ano que vem convirja para a meta central, parece já estar surtindo efeito no
curto prazo mesmo. Tanto é que, apesar de elevado (0,79%), o IPCA de junho veio
abaixo da mediana das expectativas, de 0,84%.
O BC pode dar a sua missão monetária como concluída com
êxito, apesar de os economistas ainda teimarem em projetar para o ano que vem
uma inflação cerca de um ponto acima da meta.
Esse sentimento de fim de ciclo fez o mercado futuro de
juros da BM&F ignorar a alta do dólar. As taxas caíram em bloco. O DI para
janeiro de 2016 foi de 14,12% para 14,06% e o contrato para janeiro de 2017
caiu de 13,72% para 13,65%.
Mexam-se e acompanhem rodoviários e estudantes nos protestos por mais segurança no RS
Rodoviários e estudantes de Porto Alegre estão parando e protestando nas ruas contra a insegurança pública.
Mais gente nas ruas protestando, poderá resultar em mais segurança para os cidadãos.
Mais gente nas ruas protestando, poderá resultar em mais segurança para os cidadãos.
Querosone de avião terá ICMS menor no RS
O governador Ivo Sartori poderá anunciar na semana que vem a redução da alíquota do ICMS sobre os preços da querosene para avião, que cairá de 12% para 8%.
A redução ajudará a viabilizar vôos que a Azul planeja desde Santa Maria, cujo aeroporto militar foi municipalizado ontem para Uruguaiana e de lá para Buenos Aires.
A redução ajudará a viabilizar vôos que a Azul planeja desde Santa Maria, cujo aeroporto militar foi municipalizado ontem para Uruguaiana e de lá para Buenos Aires.
PIB gaúcho recuará pelo menos 1% este ano
As entidades empresariais gaúchas que costumam fazer este tipo de projeção, já trabalham com a expectativa de que a economia local cairá pelo menos 1% este ano.
No ano passado, a FEE encontrou retração de 0,3% no RS.
O governo Tarso amealhou crescimento médio anual de 2,3% no seu período de 4 anos, bem inferior aos 4% do governo Yeda.
O FMI fez previsão de recessão de 1,5% para o Brasil.
No ano passado, a FEE encontrou retração de 0,3% no RS.
O governo Tarso amealhou crescimento médio anual de 2,3% no seu período de 4 anos, bem inferior aos 4% do governo Yeda.
O FMI fez previsão de recessão de 1,5% para o Brasil.
Hoje é dia D para Sartori pagar o que deve à União
Hoje é o último dia para que o governo gaúcho pague a parcela da dívida que tem com a União, vencida desde o dia 30.
São R$ 208 milhões.
A cada dia de atraso, a partir de agora, o serviço da dívida acrescenta R$ 1,5 milhão ao valor devido.
São R$ 208 milhões.
A cada dia de atraso, a partir de agora, o serviço da dívida acrescenta R$ 1,5 milhão ao valor devido.
PDT e PP avisam que derrotarão qualquer proposta de aumento de impostos
PDT e PP do RS já avisaram o governo Sartori que nenhuma proposta de aumento do ICMS passará pela Assembléia do RS.,
Duela a quem duela.
Duela a quem duela.
PT gaúcho ampliará críticas ao ajuste fiscal do governo do PT
Nesta segunda-feira o PT gaúcho reunirá sua Executiva e mais suas bancadas federal e estadual, visando ampliar as críticas ao ajuste fiscal do governo que apóiam, o governo Dilma.
Os Partidos de oposição, PSDB e DEM, não pensaram em nada semelhante no RS.
Participarão da manifestação de oposição feita pela situação, também os ex-governadores Olívio Dutra e Tarso Genro, defensores intransigentes da desordem fiscal, política que desenvolveram durante seus mandatos no Piratini.
Os Partidos de oposição, PSDB e DEM, não pensaram em nada semelhante no RS.
Participarão da manifestação de oposição feita pela situação, também os ex-governadores Olívio Dutra e Tarso Genro, defensores intransigentes da desordem fiscal, política que desenvolveram durante seus mandatos no Piratini.
Desmonte da usina a gás de Uruguaiana é falta de assunto
É requentada a nova conversa sobre o desmonte da usina a gás de Uruguaiana e sua realocação noutra região, tudo porque falta gás.
Os argentinos não fornecem o insumo que prometeram e sequer garantem o transporte corrente de gás importado via Baía Blanca.
Ontem a noite, ainda na estrada, vindo de Santa Maria e Uruguaiana, o deputado Frederico Antunes, que é de Uruguaiana, disse ao editor que passou a defender apoio à usina de regaseificação de gás que será construída em Rio Grande, visando suprir as necessidade da usina da AES.
Os argentinos não fornecem o insumo que prometeram e sequer garantem o transporte corrente de gás importado via Baía Blanca.
Ontem a noite, ainda na estrada, vindo de Santa Maria e Uruguaiana, o deputado Frederico Antunes, que é de Uruguaiana, disse ao editor que passou a defender apoio à usina de regaseificação de gás que será construída em Rio Grande, visando suprir as necessidade da usina da AES.
PP gaúcho nega qualquer fusão com PSDB
No PP gaúcho ninguém sabe de qualquer articulação recente para a migração de líderes e filiados do Partido para o PSDB.
O que ouviu ontem a noite o editor:
- Como somos muito maiores, é mais fácil o PSDB vir para cá do que nós irmos para lá.
As conversas estão mais avançadas em Brasília do que em Porto Alegre.
O que ouviu ontem a noite o editor:
- Como somos muito maiores, é mais fácil o PSDB vir para cá do que nós irmos para lá.
As conversas estão mais avançadas em Brasília do que em Porto Alegre.
Professores que invadiram e ocuparam prefeitura de São Leopoldo serão evacuados esta manhã
A Brigada Militar cumprirá esta manhã a ordem judicial para a retirada de professores e
servidores público do sétimo andar do prédio da prefeitura de São Leopoldo, invadido ontem a noite.
A invasão e ocupação foram um protesto contra a proposta de aumento salarial apresentada pelo prefeito, que quer dividir reajuste de 8,42% em quatro parcelas — sendo a primeira
no final desde ano, e, as demais, em novembro de 2017, 2018 e 2019.
Inauguração da ponte de Laguna, dia 15, terá a presença de Dilma
Foi confirmada pelo governo catarinense a presença da presidente Dilma Roussef, dia 15, quarta-feira, na cerimônia de inauguração da ponte de Laguna.
CLIQUE AQUI para ver reportagem de TV e saber mais sobre a ponte.
CLIQUE AQUI para ver reportagem de TV e saber mais sobre a ponte.
Fora da agenda, Dilma tem encontro reservado com Lewandowski em Portugal
O jornalista Gerson Camarotti, Rede Globo, informou no blog que tem no jornal "O Globo" que na escala que fez na cidade do Porto, em
Portugal, antes de seguir para Rússia, a presidente Dilma Rousseff teve um
encontro reservado com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo
Lewandowski.
O governo não incluiu a parada em Portugal na agenda, reconhecendo-o somente a muito custo.
A reunião não foi incluida na agenda oficial. Também
participou do encontro o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
No Brasil, políticos da base aliada foram informados de
que a conversa foi ampla e que incluiu entre os temas a Operação Lava
Jato.
O ministro disse ao jornalista que o encontro foi solicitado por
Lewandowski, que estava na cidade de Coimbra com ele e outros ministros do STF
para participar de um encontro entre juristas brasileiros e portugueses.
Leia como o ministro explicou o encontro para Camarotti:
“O assunto do encontro foi o reajuste do Judiciário. Ele
levou números para a presidente Dilma”, disse Cardozo.
Há preocupação no Judiciário com a tendência de a
presidente Dilma Rousseff vetar o reajuste do Judiciário aprovado recentemente
pelo Concresso.
“Mas foi um econtro casual. Estávamos em Coimbra e, como
iriámos para um almoço no Porto, marquei essa conversa”, justificou
Cardozo.
Muitas nuvens e frio marcam de novo a sexta-feira no RS
Manhã novamente de nuvens fechadas, frio e pouca brisa em Porto Alegre nesta sexta-feira (7h55min).
O dia será marcada por sol com nuvens na maioria
das regiões do Rio Grande do Sul. Existe a possibilidade de nevoeiro e
nuvens baixas no período da manhã no Estado. Da tarde para a noite , a
cobertura aumenta no Rio Grande do Sul e não se pode afastar chuva em pontos do
Noroeste, Norte, Oeste e mo Centro do Estado.
As mínimas rondam 6°C no Chuí. As máximas, por sua vez,
podem chegar a 22°C em Uruguaiana. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre
12°C e 21°C, em um dia com sol e chuva.
Assinar:
Postagens (Atom)




