Tenha atitude militante para impedir a aprovação do nome de Fachin pelo Senado

Comece por participar do hashtag #‎ForaFachin?.

Ações sugeridas para dizer NÃO à nomeação de Fachin para o STF:

1. Ligue para o Alô Senado: 0800-612211 FREE
2. Envie e-mail para os senadores, com o seguinte texto:
"Solicito a V. Exa. que REJEITE a nomeação do Dr. Luiz Edson Fachin para o cargo de Ministro do STF.
Devido às suas explícitas e profundas ligações com o PT, MST e movimentos sociais congêneres, o supra citado não terá a necessária ISENÇÃO para julgar causas que envolvam interesses dessas agremiações."
A lista completa de senadores está aqui: http://www.senado.leg.br/senadores/
3. Escreva nas páginas dos senadores no Facebook e no Twitter com a hashtag #ForaFachin
4. Envie cartas aos jornais
5. Dissemine essa postagem em seus grupos e páginas pessoais com a hashtag #ForaFachin.

6. Assine petições públicas contrárias à nomeação que lhe surgirem.

Veja, aqui, aquilo que o tucano Álvaro Dias não viu: o defensor de Dilma e do PT em pleno discurso de campanha contra Serra.

Álvaro Dias e seus colegas senadores, fornecerão a corda com que Fachin ajudará a enforcá-los. -

O senador tucano Álvaro Dias resolveu bancar o relator da indicação do nome do advogado paranaense Luis Fachin para o STF, obra da presidente Dilma Roussef, tudo para facilitar a vida do conterrâneo.

Eis a conversa mole do senador no seu relatório:

“Jamais – e este vocábulo deve ser lido e ouvido em sua expressão genuína – jamais eu tive conhecimento, direto ou por terceiros, de que o professor Fachin exercesse qualquer atividade político-partidária, ou disseminasse ideias perante a comunidade universitária que não fossem as ideias próprias de um Estado Democrático de direito."

Álvaro Dias não viu e nem ouviu o discurso de Fachin na defesa da candidatura do PT e a espinafrada que passou no próprio PSDB. CLIQUE AQUI para ver e ouvir. Depois envie o link para o tucano de bico grande e mentiroso. 

Caso o senador do PSDB não se convença, o editor recomenda que ele veja e ouça o comentário de Rachel Sheherazade sobre a indicação. CLIQUE AQUI para ver.

- O jornalista Reinaldo Azevedo, Veja, diz hoje o afilhado de Lula, indicado por Dilma ao STF, tem feito campanha aberta pela dissolução da família, o que fica claro por sua defesa oblíqua da poligamia. O advogado também é acusado de defender o Paraguai contra o Brasil no caso Itaipu. Foi advogado do MST e fez campanha para o PT em 2010.

Pesquisa sobre os 100 dias do governo Sartori apresentará surpresas

As 16h o editor publicará aqui o resultado da pesquisa feita no final da semana pelo Instituto Paraná Pesquisas, na qual a população gaúcha avalia o desempenho do governo Sartori nos seus primeiros 100 dias.

Quem espera por péssimos resultados, terá uma grande surpresa.

Suzana Kakuta assumirá amanhã a presidência do Badesul

Será amanhã, quinta-feira, 18h, a posse da nova presidente do Badesul, Suzana Kakuta. Com ela assumirá toda a nova diretoria.

Será na própria sede do banco.

Cunha tenta votar PEC para Congresso indicar ministros do STF

Por determinação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a Casa vai acelerar a discussão de uma proposta de emenda à Constituição que define mandato de onze anos para ministros do Supremo Tribunal Federal, além de retirar do presidente da República a exclusividade na indicação dos ministros da Corte. Nesta quarta-feira, ocorre uma reunião para debater a proposta. A PEC voltou ao debate na Câmara um dia após a indicação do advogado Luiz Edson Fachin para a vaga deixada pelo ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa, conforme noticiou o site de VEJA.

Sem alarde, Cunha instalou no início de abril uma comissão especial para retomar a discussão do tema parado há catorze anos na Casa e determinou celeridade na conclusão dos trabalhos. A Constituição de 1988 definiu que os ministros podem ingressar na Corte com 35 anos e ficar até os 70 anos, ou seja, por mais de três décadas. Além disso, concedeu ao presidente da República a atribuição exclusiva de indicar os magistrados do tribunal, seguindo o modelo dos Estados Unidos. A Câmara vai discutir modificações nesses dois pontos. Deputados consideram que 35 anos é muito tempo para um ministro ficar no cargo e a indicação de até quatro nomes para o Supremo deve ser feita pela Câmara e pelo Senado, dois para cada. A proposta precisa passar pelo plenário da Câmara e Senado.

O presidente da comissão especial instalada por Eduardo Cunha, deputado Arthur Maia (SD-BA), afirmou que recebeu do peemedebista a recomendação para agilizar a discussão sobre uma proposta única sobre o tema - sete estão em discussão - e sua votação.

"O Eduardo Cunha me pediu, como presidente, para que nós não utilizássemos as quarenta sessões que temos como prazo regimental para discutir e votar a proposta. Ele gostaria muito que isso fosse feito num prazo menor. Eu vou buscar atendê-lo trabalhando o mais rapidamente possível", afirmou Arthur Maia. E complementou: "Ele acha que é um tema que precisa ter uma definição rápida", disse o deputado.

Arthur Maia agendou reunião nesta quarta-feira, antevéspera do feriado do Dia do Trabalho, quando o Congresso costuma estar esvaziado. "Antecipei a reunião para montarmos o nosso plano de trabalho que espero que não seja muito longo para a gente poder concluir isso com mais rapidez possível."
O presidente da Câmara disse que pautou a discussão porque "vários deputados pediram", mas que "não tem ainda opinião" a respeito do assunto. O deputado instalou a comissão especial no mesmo dia em que a "proposta mãe" foi desarquivada.

Segundo interlocutores, ele teria criado a comissão especial para cumprir acordo que garantiu a votação da chamada PEC da Bengala no plenário da Câmara. A proposta aumenta de 70 para 75 anos a idade para a aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo.

O texto já foi aprovado em primeiro turno na Câmara dos Deputados. Se a proposta for aprovada pelo Congresso, a presidente Dilma Rousseff não terá a oportunidade de indicar cinco ministros para o Supremo até o fim de seu mandato.

A PEC da Bengala foi incluída na pauta como uma cortina de fumaça para que a discussão sobre o mandato dos ministros e a indicação de parte deles pelos deputados e senadores possam avançar sem chamar a atenção. Conforme o deputado Arthur Maia, as mudanças, se aprovadas, não atingirão os atuais ministros, mas os próximos indicados à Corte.

O atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, já se manifestou, quando deputado, favorável à constitucionalidade das propostas que definem mandato para os ministros e garantem ao Congresso parte das indicações. "Não há vício de inconstitucionalidade formal ou material na proposta", escreveu Cardozo.


Diogo Mainardi e Mário Sabino contam como Gilmar Mendes colocou-se a serviço de Lula e de Dilma

O texto a seguir é dos dois editores do blog O Antagonista, cuja leitura o editor recomenda como tarefa diária.

Leia:

Dilma Rousseff demorava a indicar um nome para a vaga de Joaquim Barbosa. A Segunda Turma do STF, que julga o petrolão, estava incompleta. Os ministros começaram a manifestar publicamente o seu desconforto. Entra em cena Gilmar Mendes, com a ideia de transferir um ministro da Primeira Turma para a Segunda Turma. Dias Toffoli, surpresa, surpresa, corre a dizer que o faria. Depois corre a reunir-se com Dilma Rousseff. Parte da imprensa suspeita das intenções de Dias Toffoli. Amigos de Gilmar Mendes defendem Dias Toffoli.

Por que amigos de Gilmar Mendes defenderiam Dias Toffoli? Porque a ida de Dias Toffoli para a Segunda Turma já estava combinada com Gilmar Mendes, quando ele propôs que um ministro da Primeira Turma se transferisse para a Segunda Turma. Por que Gilmar Mendes queria Dias Toffoli no julgamento do petrolão? Para diluir as críticas à sua disposição a soltar os presos na Operação Lava Jato. Por que Gilmar Mendes quer soltar os presos na Lava Jato e, assim, melar as delações premiadas? Porque faz o jogo do PSDB encrencado com a empreita. Gilmar Mendes precisa de um petista como Dias Toffoli para livrar os bicos dos tucanos que estão nas mãos das empreiteiras. Especialmente a Odebrecht.


Querem a meia verdade? Procurem em outros blogs.

Noblat diz que os chefes ocultos da roubalheira na Petrobrás podem respirar aliviados

O jornalista Ricardo Noblat informa hoje no seu blog que o juiz Sérgio Moro nada disse ontem à noite sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de pôr em prisão domiciliar oito executivos de empreiteiras envolvidos com a roubalheira na Petrobras. Dois deles estavam na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba. E o resto em um presídio de lá.

Leia tudo:

É provável que nada diga mesmo depois de notificado sobre a decisão. Mas a se levar em conta a reação de pessoas que trabalham diretamente com ele, Moro considerou a decisão do STF um retrocesso, um baque para a Operação Lava-Jato. Dois dos oito executivos negociavam com Moro a delação premiada.
O mais provável, agora, é que eles desistam da delação. A prisão domiciliar, mesmo com as restrições impostas pelo STF, está longe de assegurar que os executivos não possam interferir para tornar mais difícil a produção de novos provas contra eles. É isso o que Moro e seus auxiliares mais temem. Inclusive o Procurador Geral da República.

Entre os advogados de defesa dos executivos, celebra-se a aparente tendência do STF de não pesar a mão no julgamento dos que vierem a ser denunciados no caso do escândalo da Petrobras. Nem por isso acreditam que tudo terminará em pizza. Apenas os supostos chefes graúdos da corrupção poderão respirar aliviados. Escaparão mais uma vez.

PSB e PPS podem aprovar fusão nesta quarta-feira

O PSB reúne-se as 10h em Brasília para decidir se faz fusão com o PPS.

Artigo, Merval Pereira, O Globo - O STF atrasa a Lava Jato

A charge ao lado é de Iotti, publicada no jornal Zero Hora de hoje. Ela reflete bem a que tipo de interesse serviram Teori, Toffoli e Mendes no STF.

Por uma infeliz coincidência, a decisão de ontem da 2 Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a prisão preventiva de dois empreiteiros que se preparavam para fazer uma delação premiada, cada qual com histórias que ligam a presidente Dilma e o ex-presidente Lula aos desmandos ocorridos na Petrobras.

Ricardo Pessoa, da UTC, apontado por vários empreiteiros como o líder do Clube que organizava o cartel na estatal, havia feito anotações em que sugeria que dinheiro desviado da Petrobras havia financiado a campanha presidencial do PT, inclusive no ano passado. “Edinho Silva está preocupadíssimo. Todas as empreiteiras acusadas de esquema criminoso da Operação Lava-Jato doaram para a campanha de Dilma. Será que falarão sobre vinculação campanha x obras da Petrobras?”, escreveu em um bloco.

Aldemário Pinheiro Filho, o Leo Pinheiro, presidente da OAS, preparava-se para contar seu relacionamento com o ex-presidente Lula, inclusive a reforma de uma propriedade em Atibaia que todos conhecem como “a casa do Lula”, mas que está em nome de terceiros, por coincidência sócios de seu filho Lulinha, que também mora em um apartamento em São Paulo de R$ 6 milhões, que está registrado em nome de um desses sócios.

Há uma idéia disseminada de que a prisão preventiva dos empreiteiros persistia por tempo demasiado e já não havia base legal para mantê-la. O Juiz Sérgio Moro era acusado de forçar as delações premiadas com a manutenção da prisão por tempo indeterminado, numa espécie de tortura psicológica dos prisioneiros.

Mas o parecer do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot e os votos dos ministros Carmem Lucia e Celso de Mello mostram que havia sim condições jurídicas de manter a prisão preventiva, que já havia sido aprovada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão de mandar para prisão domiciliar os acusados, com tornozeleira eletrônica e horário rígido de recolhimento, demonstra que os empreiteiros continuam oferecendo perigo à sociedade.

O Procurador-Geral ressaltou que “o paciente foi o principal responsável por desenvolver o mecanismo e a forma de atuar da empresa ao longo dos anos, baseando-se na formação de cartel e na corrupção de funcionários públicos. Não há como assegurar que seu afastamento irá realmente impedir que continuem as mesmas práticas delitivas, arraigadas na ‘cultura’ e como elemento próprio da forma de atuar da empresa”.

O decano do Supremo, ministro Celso de Mello, foi taxativo: “Torna-se inviável a conversão da prisão preventiva em medidas cautelares alternativas quando a privação cautelar da liberdade individual tem fundamento, como sucede na espécie, na periculosidade do réu em face da probabilidade real e efetiva de continuidade da prática de delitos gravíssimos, como os de organização criminosa, de corrupção ativa e de lavagem de valores e de capitais”, referindo-se ao presidente da UTC Ricardo Pessoa.

A ministra Cármen Lúcia votou contra a concessão de Habeas Corpus avaliando que o interrogatório do empreiteiro, marcado para segunda-feira, pode levar à necessidade de novas diligências, e testemunhas podem ser novamente inquiridas. “Não existe instrução quase acabada”, afirmou. Em casa, afirmou a ministra, Pessôa poderia seguir em contato com os negócios da empresa. 

No seu entendimento, o decreto da prisão preventiva foi baseado em provas da prática de crimes de alta gravidade contra a administração pública e de lavagem de dinheiro.

Para o ministro Teori Zavascki, a concessão da liberdade não pode ser usada como condição para o fechamento de acordos de delação premiada. "Subterfúgio dessa natureza, além de atentatório aos mais fundamentais direitos consagrados na Constituição, constituiria medida medievalesca que cobriria de vergonha qualquer sociedade civilizada", afirmou o ministro relator em seu voto.


Para ele, a prisão preventiva só deve ser mantida quando consiste no único modo de afastar riscos contra a garantia da ordem pública e econômica, a conveniência da instrução criminal e a segurança da aplicação da lei. Os ministros que votaram a favor da permanência dos réus na prisão consideraram que as medidas cautelares sugeridas pelo relator não significam barreiras às suas atividades ilegais.

Artigo, Estadão - Roubar, só na medida certa

Para quem ainda tinha alguma dúvida sobre a honestidade do governo do PT, alguém que sabe o que está falando esclareceu o assunto: “A gente não acha que o PT inventou a corrupção, mas roubaram demais. Exageraram”. É o que garante um dos principais aliados do PT, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que foi ministro do Trabalho de Lula e por indicação deste permaneceu à frente da pasta no início do primeiro mandato de Dilma, até ser forçado a demitir-se pela “faxina” que atingiu vários outros ministros sob suspeita da prática de “irregularidades”. As declarações de Lupi foram gravadas durante encontro com correligionários na última quinta-feira, em São Paulo, e confirmadas ao Estado pelo próprio. Não obstante, o presidente do PT, Rui Falcão, declarou na segunda-feira que Lupi desmentiu essas declarações, alegando que “foram pinçadas” fora do contexto. E o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), reagiu acusando Lupi de ser “boquirroto”.


A declaração de Lupi, na verdade, não revela segredo nenhum, mas é alarmante pela falta de pudor que demonstra. Das palavras do ex-ministro do Trabalho a seus liderados, pode-se inferir que roubar até que pode, desde que não se roube “demais”, com exagero. É mais um exemplo cínico da relativização dos valores éticos que passou a predominar ostensivamente na cena política a partir da chegada do lulopetismo ao poder.

Como não podem contestar o fato de que estão envolvidos até o pescoço no assalto aos cofres públicos, os petistas argumentam em defesa própria que seus antecessores, em governos federais e estaduais, também são alvos de acusações de corrupção. Invertem o senso comum, querem fazer crer que um erro justifica outro. Invertem também a proposta original de serem “um partido diferente”, para se eximir de culpas sob o argumento de que o PT “faz apenas o que os outros também fazem”. A mais recente manifestação nesse sentido coube ao ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, em entrevista ao Estado publicada no domingo.

Respondendo a perguntas sobre o escândalo do petrolão, Berzoini, que priva da intimidade tanto de Lula como de Dilma, insinuou que o PT é perseguido pela mídia, pela PF e pelo Ministério Público: “As notícias existem, não há invenções. Mas há, evidentemente, uma seletividade da divulgação ou uma seletividade na investigação”. E acrescentou: “O curioso é que ninguém se pergunta: será que isso acontece só na Petrobrás? Será que grandes estatais estaduais de governos de outros partidos não estiveram envolvidas também nisso? Será que não cabe um paralelo entre o que aconteceu no Metrô de São Paulo, o que aconteceu no governo de Minas em anos anteriores?”. Cabe, então, perguntar ainda: caso as investigações em curso venham a comprovar corrupção no Metrô de São Paulo ou no governo de Minas, isso eximirá ou diminuirá a responsabilidade do governo do PT pelo assalto de mais de R$ 6 bilhões aos cofres da Petrobrás? Definitivamente, um erro não justifica outro.

Enquanto isso, Lula continua agindo como se não tivesse nada a ver com a corrupção no governo, cuja existência chega a negar em ocasiões e ambientes propícios. Muito bem protegido em espaços blindados contra vaias e preocupado em vender saúde com exibições de halterofilismo, Lula prefere cuidar de sua escancarada ambição de voltar à Presidência da República em 2018, exercitando sua conhecida habilidade de dizer o que as pessoas querem ouvir. Falando a correligionários reunidos no 3.º Congresso de Direções Zonais do PT-SP, na sexta-feira em São Paulo, Lula reiterou o mantra de que o governo precisa se dedicar a uma “agenda positiva”: “Nós temos de dizer em alto e bom som para a companheira Dilma ouvir (…) que nós precisamos começar a dizer o que nós vamos fazer neste segundo mandato”. Faz sentido, já que aquilo que prometeu na campanha Dilma renegou até mesmo antes da posse.


Abusando da imodéstia, Lula proclamou em tom triunfante: “Se Dilma fracassar é o PT quem fracassa (…) e eu não vim ao mundo para fracassar”. Como diria Carlos Lupi: menos, Lula!

Índice que reajusta aluguel subiu 3,55% em um ano. Abril registrou avanço de 1,17%.

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) avançou 1,17% em abril, depois de subir 0,98% em março, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (29).

Em 12 meses, no acumulado,  o índice registrou alta de 3,55%. Em abril de 2014, o número foi de 0,78%.


O IGP-M é usado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.

Apesar da prisão domiciliar, o dono da UTC quer mais. Ele ameaça fazer delação se não conseguir anistia ampla, geral e irrestrita.

A jornalista Mônica Bérgamo revela na sua coluna da Folha, edição de hoje, que o empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, deve retomar as conversas com o Ministério Público Federal no Paraná para fechar acordo de delação premiada na Operação Lava Jato.

Seria uma nova leva de pressões sobre Lula, PT e governo Dilma, buscando a anistia.

Leia:

A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), de que Pessoa fique em prisão domiciliar, não altera substancialmente a disposição dele de retomar as conversas com os procuradores, como se imaginava. A diferença agora é que, fora da cela, ele poderá negociar submetido a uma pressão menor.

ENCONTRO MARCADO

A tensão, no entanto, continua. Apesar de solto, Pessoa já responde a dois processos, por lavagem de dinheiro e corrupção. Um deles, em fase avançada, de interrogatório, pode ter sentença definida pelo juiz Sergio Moro em cerca de dois meses. Mais dois processos devem ser abertos em breve –um deles, por cartel.

Instituto Paraná Pesquisas revelará, hoje, pesquisa sobre os 100 dias de Sartori

Sairá no final da tarde o resultado da pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisas para avaliar os 100 dias de Sartori.

O editor publicará o resultado ainda hoje, depois que fizer isto a revista Época.

O diretor do instituto, Murilo Hidalgo, disse há pouco que a pesquisa também contemplou avaliação dos deputados federais, estaduais e senadores do RS, bem como o que os gaúchos pensam sobre o novo governo Dilma Roussef, mas nem todos os resultados serão publicados hoje.

CPI da Petrobrás insiste em sessão pública no Paraná

A libertasção de 9 dos presos da Lava Jato não impedirá que a CPi da Petrobrás vá a Curitiba ouvir quem ainda está na cadeia.

O deputado Onyx Lorenzoni diz que a viagem e as oitivas serão realizadas no dia 11.

E serão públicas.

Quem está em prisão domiciliar (os que foram soltos ontem) serão chamados ao paraná.

Badesul tem alternativa para viabilizar a contrapartida estadual nas PPPs

Ainda na presidência do Badesul, Marcelo Lopes apresentou a seguinte proposta para que o governo estadual mobilize recursos que não tem para modelar os planos de concessões de parcerias público-privados, as PPPs:

- Usar o Badesul para definir modelos e garantir a contrapartida pública. 

Ele propõe a criação de fundos de Investimento em participações.

Sem isto, a iniciativa privada não comparece.

Nos quatro anos da sua administração, o governo Tarso não viabilizou uma só PPP no RS.

Por que não quis.

Por puro ranço ideológico.

Marcelo Lopes calou-se durante todo o tempo.

Vem aí CPI para Incra e Funai

Foi protocolado, ontem, na Câmara, pedido de CPI para inestigar malfeitos no Incra e na Funai. Por trás da iniciativa, estão denúncias sobre fraudes na demarcação de terras.

Corte bruto de combustíveis chega aos carros da Brigada e da Polícia Civil da Capital

Passou a vigorar na Capital, Porto Alegre, a lei sêca de combustíveis para viaturas da Brigada e da Polícia Civil.

O corte de 30% a 40% na verba para combustíveis já vigorava no interior.

Isto significa que cada carro, em vez de percorrer 100 quilômetros em patrulha ou atendimento, rodará apenas 60.

Por mês.

Postal prevê "mês negro" para maio

O deputado Alexandre Postal, líder do governo na Assembléia, avisa aos seus colegas da base aliada o que espera pela frente:

- Maio será um mês negro.

Sê-lo~á.

Pobre Rio Grande.

Sartori foi pedir ajuda ao governo de Pernambuco

O governo gaúcho pediu ajuda ao governador socialista de Pernambuco, José Júlio, Ele já está ensinando como é que se administra o setor público estadual.

Dia 21, no Clube Farrapos, ele será o principal orador da reunião na qual o governo gaúcho apresentará seu pacote de maldades e obterá a assinatura dos secretários estaduais num documento intitulado "Acordo de Resultados 2015", equivalente aos conhecidos contratos de gestão.

Sartori não quis optar por Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina, que apresenta adminsitração infinitamente mais moderna e de melhores resultados do que tudo o que faz o governo de Pernambuco.

O RS é um novo Nordeste.


Secretaria da Fazenda de Porto Alegre inicia nova fase de profunda modernização

Submetida a enorme modernização quando assumiu o ex-secretário Christiano Tatsch, hoje no governo estadual, a secretaria da Fazenda de Porto Alegre iniciará novo e profundo up grade,tudo po conta do projeto de reforma aprovado pela Câmara de Vereadores.

Tatsch herdou uma máquina emperrada, atrasada, mal equipada e comdéficit monstruoso. Em apenas dois anos, conduziu as finanças públicas municipais a consistentes superavits, limpando o nome da prefeitura do Cadin e retomando a capacidade de financiamentos.

Foi no governo Fogaça.

A SMF ganhará uma Tesouraria, uam área de TI e uma Central de Compras. O projeto aprovado segunda-feira também alera a Controladoria Geral do Município e a carreira e a remuneração de auditor fiscal.

Servidores municipais não gostaram das mudanças, sobretudo as que dizem rspeito a concessões de gratificação, extinção de 41 FGs e três CCs, substituídos pela criação de 72 FGs e seis CCs, com custos maiores.
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