Sartori não pagará dívida da União em abril. Caso caracteriza moratória. Decisão terá efeito dominó no Pa

O governador José Ivo Sartori anuncia neste momento que "retardará" o pagamento da dívida mensal do governo gaúcho com a União.

Este mês, não serão pagos os R$ 300 milhões da prestação mensal.

"É medida tomada em situação extrema e de emergência, porque não estamos suspendendo os pagamentos e nem fazendo moratória, mas apenas retardaremos o pagamento, e apenas este mês, porque queremos pagar em dia a Folha do mês de abril", disse Sartori há pouco.

Ontem, em Brasília, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, negou-se a pagar valores atrasados do Fundo de Exportações e da Lei Kandir, R$ 280 milhões.

O anúncio de Sartori terá repercussão nacional, porque praticamente todos os Estados devem dinheiro à União, sem contar municípios como São Paulo e Rio.

O caso pode produzir efeito dominó, o que comprometeria o esforço federal de ajuste fiscal.

Emater do RS quer demitir 400 empregados

Já vale o novo Plano de Desligamento Incentivado da Emater do RS. O programa prevê 400 rescisões de contratos.

Coreanos confirmam fábrica de flandres (R$ 240 milhões) para o RS

A informação já era conhecida, mas ontem a coreana Shin-Hwa Silup confirmou que implantará uma fábrica de folhas de flandres no RS. Será uma joint com a empresa de Darcy Giovanella. Dela nascerá a Nenzo Industrial. Ela fornecerá aço estanhado para embalagens.

O investimento irá a R$ 240 milhões.

Biedermann já deu aviso prévio para a Price

Carlos Biedermann já está com um pé fora da Price. Ele sairá em junho. Sua nova meta é a Biedermann Consulting.

Bibi Calçados abre loja na Oscar Freire para comemorar seus 66 anos

A gaúcha Bibi Calçados vai abrir loja em plena Oscar Freire, São Paulo, para comemorar a chegada dos seus 66 anos. Será dia 9 de maio. O ponto é o mais emblemático da cidade.

A empresa, que produz seus próprios calçados infantis, quer abrir 20 lojas este ano.

A Bibi exporta 15% da sua produção.

Nomes e salários de servidores podem ser divulgados, sim, na rede muncial de computadores, a Internet

Desde ontem não existe mais razão alguma para que os nomes dos servidores públicos do governo estadual gaúcho e do legislativo da capital não sejam disponibilizados na Internet ao lado dos seus salários.

Cargos e salários já constam das listas expostas na rede, mas não os nomes.

No caso do governo estadual, o ex-governador Tarso Genro sempre considerou ilegal a prática.

O STF decidiu ontem que é ilegal não fazer isto.

Sartori anunciará daqui a pouco se enfrentará o governo federal ou cortará de novo na própria carne para pagar salários

Levy escolheu o local da foto de ontem com Sartori. O cartaz é novo. O problema é que o Brasil passou a gastar o que arrecada e também o que caloteia dos Estados. É um ajuste fiscal feito também nas costas dos Estados e municípios. - 


O governador José Ivo Sartori falará para a imprensa gaúcha esta manhã, daqui a pouco, as 9h. É provável que anuncie o início de um enfrentamento público com o governo federal, o que aconteceria pelo anúncio de calote no pagamento da dívida com a União.

A prestação do mês é de R$ 300 milhões.

O valor corresponde a pouco mais do que Sartori reclamou de pagamentos atrasados do Fundo de Exportação e da Lei Kandir. Ao ouvir, ontem, a cobrança feita por Sartori, Levy disse que deve, não nega, mas pagará quando puder.

É o que provavelmente o governador dirá hoje sobre a dívida com a União.

Seria um enfrentamento político do tipo que não acontecia há muito tempo no Estado.

Os gaúchos sabem que o governo federal esgualepa as finanças públicas do Estado e precisa ser enfrentado com frequência.

No RS, o governo federal arrecada o dobro de impostos (R$ 4 bilhões) do que arrecada o governo estadual (2 bilhões de ICMS, 65% do total da receita geral bruta) e não é responsável nem pela metade dos encargos deste.

Esta não é a única opção do Piratini para anunciar daqui a pouco se pagará a integralidade da Folha de Pessoal ou se fará alguma espécie de corte, porque se pagar, o dinheiro que falta terá que sair de outro lugar, como é o caso do calote da dívida, atrasos de pagamentos de fornecedores ou repasses para os municípios.

Chegou a hora de dar o troco aos calotes do governo federal contra o RS

Se o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, confessa ao governador José Ivo Sartori que reconhece que deve R$ 198 milhões relativos a pagamentos atrasasados do Fundo de Exportações e da Lei Kandir, tudo por conta do ajuste fiscal, mas que só pagará quando puder, nada impede que Sartori faça o mesmo com Levy.

É o caso dos R$ 300 milhões que Sartori precisa pagar todos os meses ao Tesouro Nacional, relativos ao empréstimo com a União.

O calote de Levy deve somar-se à negativa de regulamentar a lei que mudou o indexador da dívida gaúcha, o que poderia amenizar a situação fiscal do governo gaúcho.

Mônica Bergamo adverte para intenção de Teori quanto à libertação do chefe do Clube do Bilhão

Dos 205 habeas corpus apresentados até hoje em favor dos réus presos da Lava Jato, apenas dois foram concedidos. Um deles, foi assinado por Teori.- 

Segundo a colunista Mônica Bergamo, possibilidade de o STF revogar a prisão do empreiteiro da UTC é considerada grande; ‘os ministros que integram a turma que julgará o caso --entre eles, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Zavaski-- não admitiriam manter presa indefinidamente pessoa que ainda não foi julgada’; julgamento seria primeira derrota de Sérgio Moro na Lava Jato.

Teori Zavascki chegou a libertar Renato Duque, PT, diretor da Petrobrás, mas não teve coragem de livrá-lo quando foi preso pela segunda vez.

Se libertar o chefe do Clube do Bilhão, justo quando ele cede e acerta delação premiada para chegar até Lula e Dilma, o ministro do STF terá dificuldade para manter íntegra a sua biografia. 

Álvaro Dias defende Fachin para o STF porque tucano gosta de apanhar do PT

Fazendo referência a noa de hoje do jornalista Lauro Jardim, Mário Sabino e Diogo Mainardi explicam por que razão o senador Álvaro Dias, PSDB do Paraná, defende a candidatura do jurista Luiz Fachin para o STF:

De acordo com a coluna de Lauro Jardim, na Veja.com, o senador tucano Álvaro Dias, relator da indicação de Luiz Edson Fachin para o STF, argumenta que o fato de o conterrâneo paranaense (também honorário como ele) ter votado em Dilma Rousseff não o impedirá de ser um ministro imparcial. Para exemplificar, cita o caso de Joaquim Barbosa, que também foi eleitor de Dilma e de Lula, mas, no julgamento do mensalão, contrariou os interesses do PT.

Álvaro Dias, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Votar, simplesmente, é bem diferente de fazer campanha, assinar manifesto e artigos pró-PT. É bem diferente de dizer que jurista "tem lado". É bem diferente de defender uma reforma na Constituição "eurocêntrica".


Por que, afinal de contas, perdemos o nosso tempo? Como todo tucano, Álvaro Dias gosta de apanhar de petista. No seu discurso da vergonha, que reproduzimos dias atrás, Luiz Edson Fachin bate com gosto no governo FHC. Que assim seja, então: desça o braço, jurista, que eles adoram.

Artigo, Augusto Nunes, Veja - Fachin: o besteirol do candidato ao Supremo é mais indecifrável que o dilmês

CLIQUE AQUI para ouvir e ver Luiz Fachin em campanha eleitoral aberta pela candidatura de Dilma Roussef, PT. O discurso tem conteúdo claramente ideológico -

Aí vai o artigo de Augusto Nunes no site de Vejas:

À primeira vista, o parágrafo abaixo transcrito parece pinçado da mais sofisticada antologia do dilmês erudito. Depois de um segunda leitura, bate a suspeita de que se trata de uma obra redigida por Marilena Chauí, filósofa de manicômio, e retocada por Tarso Genro, o Príncipe dos Poetas Onanistas. Meia dúzia de releituras permitem concluir que acaba de ser apresentado ao país um novo espanto linguíastico: o fachinês.
Tão indecifrável quanto o dilmês, o subdialeto inventado pelo advogado Luiz Edson Fachin, indicado pela presidente para a vaga aberta por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal, lembra, na forma, um rascunho da bíblia que nem Deus entendeu e, no conteúdo, o jeitão de mais um Ruy Barbosa em compota.  Confira:
“Partindo-se de uma análise crítica que arrosta a primeira modernidade – entendida como o legado eurocêntrico de um sistema patriarcal, codificado e arrimado em um Estado-Nação – a segunda modernidade – identificada em uma sociedade econômica regulada por leis próprias, na qual os direitos fundamentais deixaram o campo do debate da efetividade para consubstanciar um hiperconsumo das ideias destacadas da cidadania e da democracia –, buscar-se-á investigar como a complexidade do real e a mácula do aparente convivem sob uma Constituição dirigente, que proclama a emancipação do indivíduo e funda uma ordem pautada em princípios democraticamente erigidos. Com isso, pretende-se demonstrar que entre os significados da equidade, democracia e direitos humanos entroniza-se a compra e venda que tudo transforma em mercadoria, fazendo-se premente a construção de um novo direito,pautado em novos códigos e novos discursos,estruturados em uma principiologia axiológica de índole constitucional.” (FACHIN, Luiz Edson. Entre duas modernidades: a constituição da persona e o mercado. Revista de Direito Brasileira, v. 1, p. 101-110, 2011).
Na sabatina a que será submetido no Senado, Fachin não escapará da reprovação caso um parlamentar oposicionista se anime a desmontar a farsa com dois disparos letais. O primeiro seria a leitura em voz alta desse besteirol de rábula de hospício. Ninguém vai entender nada ─ nem Fachin, como se verá se for convidado a traduzir para língua de gente o falatório em fachinês. O segundo consistiria na exibição do vídeo em que o candidato a ministro capricha na discurseira de cabo eleitoral do PT. Todo mundo entenderia tudo. Principalmente Fachin.
O Supremo vai sendo progressivamente degradado pela politicagem. Mas ainda não ficou estabelecido que a estrelinha vermelha no peito agora foi virou enfeite de toga. Tribunal não rima com PT. Quem julga não confraterniza com julgados. Juiz não se subordina a réu. Quem tem de defender a Justiça não pode louvar um bando fora da lei.


CPI da Petrobrás: Onyx desmascara mentira de Vaccari.

 Na reunião da CPI do dia 9 de abril, o então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, afirmou em seu depoimento que respondia pelas doações ao Partido dos Trabalhadores somente no período de 2010 a 2015. O deputado Onyx Lorenzoni apontou uma reunião ocorrida no ano de 2008 entre Vaccari e o empresário Augusto Mendonça Neto, da Setal, na sede do PT em São Paulo, para tratar de depósitos para o Partido dos Trabalhadores. Vaccari negou.

Na reunião de hoje da CPI, a mentira de Vaccari foi desmascarada. Mendonça Neto, que fez termo de delação à justiça escancarando o esquema de desvio de recursos dos contratos junto a Petrobras para abastecer o caixa do PT, foi questionado se havia participado da reunião em 2008 com João Vaccari no diretório do PT em São Paulo, por indicação de Renato Duque, ex-diretor de serviços da Petrobras e operador do PT no esquema investigado na Operação Lava Jato. A resposta de Mendonça Neto, que estava sob juramento, foi enfática: SIM.  

Vaccari não era tesoureiro do partido em 2008, portanto não seria sua atribuição tratar de doações. Estava lá porque era agente de propina do PT. Estava lá para orientar os depósitos para o partido, na tentativa de dar um aparente ar de legalidade às operações, conforme está demonstrado na investigação da Lava Jato.  João Vaccari encontra-se preso.


CLIQUE AQUI para ver e ouvir Onyx.

Entrevista, Fábio Irigoiten, shopping Lindóia - Dia das Mães reanimará o varejo

ENTREVISTA
Fábio Irigoiten, diretor do shopping Lindóia, Porto Alegre

Vocês já conseguem misturar os efeitos da crise econômica nas vendas do comércio lojista ?
Com certeza. As condições para obtenção de crédito ao consumidor são mais restritivas e isto esfria as vendas. A crise repercute no comércio.

Haverá reação ?
Estamos apostando muito no Dia das Mães. É o segundo melhor dia de vendas do ano, só perdendo para o Natal.

E no day after ?
Creio que as vendas do Natal balizarão melhoria sustentável para o comércio varejista.

Paim continua internado em Brasília. Médicos dizem que não há previsão de alta.

O senador Paulo Paim continua internado no Hospital Santa Lúcia, Brasília, não há previsão de alta e seu estado de saúde é considerado bom e estável.

Leia o último boletim médico:

Paciente: Senador Paulo Paim
O Hospital Santa Lúcia informa que o senador Paulo Paim encontra-se ainda internado sob os cuidados da equipe médica. Seu estado geral nesse momento é considerado bom e estável. Os exames realizados confirmaram o diagnóstico inicial e evidenciaram, também, a presença de uma inflamação na vesícula biliar. Segue em tratamento sem previsão de alta.

Dr. Roland Montenegro – Cirurgião Geral
Dr. Raul Sturari – Diretor Técnico do Hospital Santa Lúcia


Observação – Esse boletim médico só foi divulgado após autorização por escrito dos assessores do paciente

Professores baderneiros mascarados arrombam portas em São Paulo

Um grupo considerável de rofessores da rede estadual de São Paulo, em greve há 42 dias, tentou arrombar a porta da Secretaria de Educação e quebraram vidros do prédio histórico que hospedava a escola Caetano de Campos.

Muitos deles estavam mascarados, como mostra a foto ao lado.

Estes são muitos dos professores que educam as crianças brasileiras. 

O exemplo de banditismo do Mensalão e do Petrolão ganhou a rua.

Saiba de que modo você precisa abrir o olho (imediatamente) com a economia chinesa.

A análise a seguir é do consultor Felipe Miranda, diretor da consultoria Empiricus. O material é de hoje.

Nesta semana a economia chinesa emitiu sinais fortes, no pior sentido possível...

O Grupo Kaisa tornou-se o primeiro do setor de construção civil do país a declarar default.

O Grupo não conseguiu honrar dois compromissos com credores, da ordem de US$ 52 milhões. Sua dívida total estimada é de US$ 2,5 bilhões.

No boom imobiliário local, o grupo Kaisa utilizou de uma prática comum no setor na China... tomou empréstimos baratos em dólares para financiar um plano agressivo de compras de terrenos.

Com a expressiva valorização do dólar, o grupo viu sua dívida multiplicar.

Não faltou alerta:

Às vésperas do estouro da crise das hipotecas nos EUA, em 2008, o setor de construção civil respondia por 16% do crescimento do PIB americano...

Entre 2011 e 2014, a construção civil respondeu por impressionantes 50% da expansão do PIB na China.

Nos EUA, no auge do subprime, um cidadão americano precisava em média de 4,3 anos de sua renda para comprar uma casa. Na China atual, são necessários 18 anos em média.

O estouro da bolha imobiliária chinesa pode fazer a crise das hipotecas de alto risco nos EUA parecer brincadeira.

A economia chinesa acaba de registrar, no primeiro trimestre de 2015 (anualizado), seu menor ritmo de crescimento em seis anos.

Os 7% de crescimento chinês podem parecer muito para nós brasileiros, cuja economia está em recessão, mas são preocupantes para um PIB que cresceu em média 10% ao ano nas últimas três décadas.

Há um esgotamento do modelo de crescimento chinês.

Antes fortemente voltado para as exportações, o mesmo, desde a crise de 2008, não encontrou mais no mercado externo o ritmo necessário para fomentar suas bases. Assim, teve de voltar os esforços para a economia interna.

Como?

CLIQUE AQUI para ler toda a análise. O editor recomenda vivamente a leitura.


Delator da Setal diz na CPI que Petrobrás está podre. "Corrupção era generalizada nos governos do PT", avisou Augusto Mendonça Neto.

Em depoimento concedido à CPI da Petrobras na manhã desta quinta-feira, o delator da Operação Lava-Jato e presidente da Setal Engenharia, Augusto Mendonça Neto, afirmou que a cobrança de propina era "generalizada" na Diretoria de Serviços da estatal durante o período em que foi comandada por Renato Duque, portanto nos governos Lula e Dilma, do PT, já que Duque é homem do PT, indicado para o cargo pelo ex-ministro José Dirceu.
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As empresas às quais está vinculado são acusadas de formação de cartel e pagamento de propina em contratos com a Petrobras. 

Sobre isto nadam falam os líderes e o PT, sequer líderes gaúchos petistas como Tarso Genro, que prefere atacar a Justiça Federal e o MPF. 

O empresário confirmou aos deputados, na sessão que se iniciou pouco depois das 9h30min, que a cobrança de propina na área de serviços da estatal era abrangente.

— Era uma coisa generalizada, no sentido de que queriam um percentual sobre todos os contratos — declarou Mendonça.

O empresário fez questão de ressaltar que essa generalização diz respeito aos contratos firmados, e não a uma corrupção disseminada entre os funcionários da companhia. Mas declarou que Duque e o ex-diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, trabalhavam "em conjunto".

O delator negou que o percentual destinado a corrupção tivesse origem no superfaturamento de obras.

É muito difícil que a Petrobras faça um erro na sua avaliação de preço. Quando o Paulo Roberto (Paulo Roberto Costa) diz que o pagamento das comissões saía da margem (de lucro) da empresa, isso é fato. Ninguém tinha oportunidade de aumentar seu preço para poder pagar comissão.

O empresário voltou a afirmar que fornecedores da estatal formaram um "clube de empresas", espécie de cartel destinado a evitar a competição entre participantes de licitações da Petrobras. Esse clube se iniciou em 1997, com nove participantes, e ganhou força entre 2003 e 2004, quando a estatal ampliou seus investimentos. Porém, o presidente da Setal garantiu que esse acerto não existe mais.

Mendonça já havia declarado, em depoimentos à Polícia Federal, ter pago entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões em propina ao ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque entre 2008 e 2011. Ele disse que este dinheiro era destinado ao PT, e parte da propina era encaminhada por meio de doações oficiais — o que foi negado pelo partido.

Em acordo de delação premiada com o Ministério Público e a Justiça Federal, Mendonça havia afirmado ainda que também pagou propina a Paulo Roberto Costa. Esse dinheiro tinha como destino o PP, por meio do ex-deputado José Janene e do doleiro Alberto Youssef. De acordo com o empresário, a Setal pagava propina de 1% sobre o valor do contrato para a Diretoria de Abastecimento, ocupada por Paulo Roberto Costa, e outros 2% para a Diretoria de Engenharia e Serviços, ocupada por Renato Duque.

A Setal formalizou acordo de leniência com a Controladoria Geral da União para diminuir as penas administrativas decorrentes da prática de formação de cartel e se comprometeu a fornecer informações sobre as demais empresas que atuavam na Petrobras. O sócio de Mendonça, Júlio Camargo, também prestou depoimentos em processo de delação premiada e repetiu as acusações feitas pelo presidente da Setal.


Vítima de calote federal, Sartori ouve do ministro Joaquim Levy: "Devo, não nego, pago quando puder".

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse esta manhã ao governador José Ivo Sartori que deve os R$ 200 milhões que caloteia (R$ 150 milhões do Fundo de Exportações e R$ 48 milhões da Lei Kandir já em atraso), não nega, mas que não vai pagar.

Ele alega que precisa ajutar as contas públicas e fará isto também nas costas dos contribuintes e do governo do RS.

O governador foi pedir que o ministro pare de dar calote.

Só levou promessas para 2016.

Esta noite, em Porto Alegre, Sartori poderá se decidir por calote aos salários do funcionalismo.

Ele não espera que os contribuintes resolvam dar calote no Tesouro.

O publicitário gaúcho Ricardo Hoffmann é primo da senadora Gleisi Hoffmann, sócio de Vargas e chefe de campanha de Requião. Este homem-bomba decidiu fazer delação premiada.

Clima de mais puro terror instalou-se no meio político do Paraná, informou o jornalista Fábio Campana, o principal colunsita político do Estado. Também o blog Ucho.info aborda o caso. Leia o blog de hoje:

O publicitário Ricardo Hoffmann que, graças às suas “boas relações políticas”, tornou-se “dono” de algumas das maiores contas publicitárias do governo federal, entre elas a da Caixa Econômica Federal e a do Ministério da Saúde, não suportou a pressão do cárcere e decidiu aderir à delação premiada. Hoffmann é gaúcho, mas fez carreira no Paraná, onde se relacionou de forma muito próxima com alguns dos políticos mais importantes do estado. É primo da senadora petista Gleisi Hoffmann (apontada pelo Ministério Público como receptora de R$ 1 milhão em recursos de caixa 2), foi uma espécie de sócio informal do ex-deputado André Vargas (ex-PT), preso na esteira da Operação Lava-Jato por associação com o doleiro Alberto Youssef, com o objetivo de praticar crimes variados contra o erário. Ricardo Hoffmann também foi comandante de duas campanhas vitoriosas do senador Roberto Requião ao governo do Paraná e, segundo comenta-se, mandava e desmandava no governo do peemedebista.

CLIQUE AQUI para ler o que escreveu Fábio Campana. 

Leia mais do blog Uocho.info

Ricardo Hoffmann foi preso sob a acusação de usar fornecedores da agência da qual era vice-presidente em Brasília, a Borghi Lowe, para fazer repasses de R$ 3,17 milhões para uma empresa controlada por André Vargas, que deixou o PT no ano passado e está órfão de partido. Vargas tinha influência no Ministério da Saúde e na Caixa Econômica Federal (CEF), segundo os investigadores da Operação Lava Jato, e recebeu o suborno por ter ajudado a agência a conquistar as duas contas. O deputado também está preso em Curitiba desde o dia 10.

Procuradores e delegados da Polícia Federal que atuam na operação suspeitam que o esquema encontrado nesses dois órgãos, no qual produtoras de publicidade faziam o repasse do suborno a mando da agência, seja comum em outros órgãos públicos. Entre as empresas que fizeram pagamentos a Vargas por ordem do publicitário, estão produtoras conhecidas como a 02 Filmes Publicitários, que tem como sócio o diretor Fernando Meirelles, de “Cidade de Deus”, e a Conspiração, que produziu o filme “2 Filhos de Francisco”.

Com expectativas no mínimo fatídicas, o PT do Paraná acompanha à distância a decisão de Ricardo Hoffmann de fazer delação premiada. O partido saiu devastado das eleições de 2014 e poderá ter sua bancada reduzida a praticamente zero quando as investigações terminarem. André Vargas, que foi coordenador das campanhas de Gleisi Hoffmann, também financiou a eleição de todos os deputados do PT do Paraná.

A delação que está para ser selada pelo publicitário pode ter consequências imprevisíveis para Gleisi e para o senador Roberto Requião, que até então vinha surfando nas ondas lamacentas do escândalo do Petrolão. Requião corre o risco de ter sua relação com Ricardo Hoffmann esmiuçada durante o desenrolar da delação premiada, o que está sendo considerado como uma bomba de efeito retardado.


Conheça o apetite insaciável dos Genro, Luciana e Robaina.

Família psólica feliz. O do meio é filho de ambos. 

Na família Genro, a servidora de cargo de confiança da Assembléia (R$ 16 mil mensais), Luciana Genro, não é a única que recebe polpudos salários dos cofres públicos abastecidos por pobres e ricos, sem trabalhar de modo regular, porque também seu ex-marido, Roberto Robaina, frequenta outra apetitosa lista de CCs, mas, esta, da Câmara de Vereadores.

Ambos são dirigentes do PSOL, cuja defesa do comunismo e da moralidade pública é conhecida dentro e fora de Porto Alegre.

O apetite de ambos pelos cofres públicos é insaciável. 

Basta uma simples consulta no site transparência da Câmara Municipal da nossa Capital, http://transparencia.camarapoa.rs.gov.br/, para constatar que o ilustre servidor encontra-se lotado desde 2009 em um cargo de nível superior da bancada do PSO no legislativo municipal. O único problema nisso tudo, é que ninguém que trabalhe na Assembléia e na Câmara, nunca viram Luciana e Robaina  por lá, nem sequer passeando ou almoçando nas dependências daquelas Casas Legislativas.


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