Câmara ´peita CUT e PT, contraria governo e aprova urgência para votar ampliação da terceirização

Em mais uma ação que contraria os interesses do governo e marca uma sequência de derrotas nos primeiros cem dias do novo mandato da presidente Dilma Rousseff, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira a urgência do projeto que regula e amplia os contratos de terceirização de serviços por empresas públicas e privadas. 

Com a aprovação da urgência, a proposta, em tramitação há onze anos, agora pode ser votada em plenário - o que pode acontecer já nesta quarta-feira. 

O regime de urgência teve 316 votos favoráveis, 166 contrários e três abstenções.


A derrota é o desfecho de mais um dia turbulento para o governo. Pressionado pelos sindicatos e pelo Congresso, o Executivo não foi capaz de construir uma solução intermediária - apenas conseguiu a garantia de que a proposta não vai onerar os cofres públicos, o que poderia ocorrer com a perda de arrecadação.

Eletrobrás desviou fundo para tapar rombo de suas subsidiárias

A Eletrobrás tem usado recursos de um fundo do setor elétrico para bancar dívidas contraídas por suas distribuidoras e tapar rombos financeiros dessas estatais. A manobra considerada ilegal foi constatada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que analisou as práticas da Eletrobrás na gestão dos recursos da Reserva Global de Reversão (RGR).

A RGR é um encargo do setor elétrico que tem como finalidade financiar projetos de expansão e de melhoria dos serviços à população, além de pagar indenizações a empresas e programas sociais de universalização, como o Luz Para Todos.

Anualmente, empresas do setor elétrico recolhem uma taxa de até 2,5% do valor dos seus investimentos, limitada a 3% da receita anual. Essa cota é depositada numa conta corrente da Eletrobrás, a quem cabe administrar os recursos. Em 2014, segundo o balanço financeiro da estatal, os valores da RGR somaram R$ 3,866 bilhões.

Redução da maioridade penal começa a ser analisada hoje pela Câmara

Uma comissão especial na Câmara dos Deputados para analisar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para redução da maioridade penal de 18 para 16 anos será instalada nesta quarta-feira. Serão escolhidos hoje o presidente, vice, relator da matéria e demais membros do colegiado. A comissão tem até três meses para apresentar um texto para ir a votação em plenário da Câmara.

Parada há mais de 22 anos na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, a PEC da redução da maioridade penal teve sua admissibilidade aprovada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) no mês passado e agora terá o mérito apreciado pela comissão especial.

Crise atinge shopping da Zona Sul de Porto Alegre

O Shopping Paseo Zona Sul, localizado no bairro Assunção, em Porto Alegre, está neste momento com 10 das suas 40 lojas fechadas. A crise econômica brasileira não está deixando uma loja nova aberta por mais de três meses. Até o Mulighan, casa especializada em cerveja artesanal encerrou as suas atividades no local.

Inflação de março do IPCA (1,32%) foi a maior desde 2003

O índice oficial de preços no Brasil registrou alta de 1,32% em março, depois de ter subido 1,22% em fevereiro.

É o maior índice mensal desde fevereiro de 2003, quando atingiu 1,57%, e a maior taxa para meses de março desde 1995 (1,55%).

Com o resultado, a variação acumulada em 12 meses chegou a 8,13%, a maior desde dezembro de 2003 (9,3%). Além disso, o resultado está muito acima do limite máximo da meta do governo.

A intenção do governo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo --ou seja, variando de 2,5% a 6,5%.

Os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor - Amplo) foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (8).


A principal influência na alta dos preços em março foi a tarifa da conta de luz, que subiu, em média 22% em todo o país.

Prefeito do PT de Novo Hamburgo castiga e fecha museu da Fundação Scheffel.

Sem dinheiro para manter o pessoal e com energia e telefone cortados, está às escruas o museu da Fundação Scheffel, Novo Hamburgo, tudo porque o prefeito Luís Layuermann, PT, não repassou a verba de R$ 235 mil que a instituição recebe anualmente para manter as portas abertas.

A casa de um dos maiores artistas brasileiros está muda e às escuras. O grande articulador desta humilhação assina como secretário municipal de Cultura: Carlos Mosmann. Sua má vontade com a instituição é assustadora. Familiares de Scheffel não sabem mais como se reportar ao secretário. É um misto de raiva e tristeza.

Governos estadual e federal também não fazem nada para resolver o imbroglio. 

E. F. Scheffel é o mais importante pintor vivo do RS.

Ele tem 88 anos e divide seu trabalho entre o Brasil e a Itália.

Os problemas enfrentados pelo museu que abriga suas obras, agravam seu estado de saúde. Ele está internado em Porto Alegre.

CLIQUE AQUI para saber quem é Ernesto Frederico Scheffel. O material é da Wikipedia.
CLIQUE AQUI para examinar reportagem do blog de Martin Bherend sobre o caso.


ARTIGO, AMADEU WEINAMNN, ZERO HORA - BALA PERDIDA, OU A NOVA GUERRA CIVIL

Ao lado, cena da guerra civil americana - 

Cada vez que ligo o rádio, a televisão ou leio jornal, encontro sempre a notícia do assassinato de alguém pelo abominável personagem da bala perdida, do qual grande número de vítimas são mulheres e crianças.
Com vivência na advocacia e no magistério penal, pergunto-me por que o Brasil é um dos países onde a criminalidade mais cresce, não somente em quantidade, mas, fundamentalmente, em crueldade.
A desumanidade é perene, crescente e incontrolável, levando-nos à conclusão de que as ciências penais fracassaram no combate à violência nas ruas, à violência na família, à fome e à desesperança são evidentes, e não fantasiosos. Violência urbana e rural, contra as minorias reais ou culturais, sequestros, torturas, mensalões, petrolões, estudos emblematicamente paralelos às discussões que o nosso jurídico elabora sobre a melhoria das condições democráticas da nossa sociedade.
Não bastante isto, elegemos, democraticamente, como solução ao combate à criminalidade, o desarmamento do cidadão honesto.
Foi assim na Rússia de 1917, na Alemanha de Hitler, na Itália de Mussolini, na Espanha de Franco, no Portugal de Salazar, na Cuba de Fidel Castro e _ para não esquecer, no regime de 37, o ditador mandou fechar os tiros de guerra, uma instituição, até então, tradicional no Brasil.
De outra banda, vemos no artigo 2º do adendo à Constituição Americana, do Bill of Rights, há mais de 200 anos vigorando o princípio que diz: “Considerando-se que uma milícia bem organizada é necessária para a segurança de um Estado livre, o direito do povo de possuir e manter armas não será violado”.
Foi fácil desarmar o homem de bem. Bastou tirar-lhe seu inalienável direito de possuir e manter armas para seu direito de defesa. A frase é atribuída a Mao Tsé-tung: “O guerreiro usa sua espada e seu poder para dar a vida e trazer justiça; o bandido, para tirar a vida e trazer injustiça. Um povo fraco e desarmado é presa fácil para os homens maus”.

Pergunto, então: como se há de fazer para desarmar o bandido?

Camicado, grupo Renner, fechou loja no shopping Praia de Belas

A loja Camicado, shopping Praia de Belas, fechou. A loja é do grupo Renner.

Ministério Público aprova força-tarefa para investigar propinoduto do escândalo do Carf

Ao lado, Duda Melzer, CEO da RBS, que disse que não sabia de nada, mas que desconfia de problemas criados por empresa que ele não sabia ser de lobby, usada para elidir problemas fiscais decorrentes da venda da participação do grupo em negócio com a Telefonica (privatização da CRT). 


Além dos grupos Gerdau e RBS, no RS também são investigados pela Receita e PF os grupos Petropar, Marcopolo, Avipal e Mundial-Eberle. Credores da União -a maior parte formada por grandes empresas- subornavam integrantes do Carf, em troca de redução e, em alguns casos, o perdão das multas aplicadas pela Receita

A Procuradoria-geral da República (PGR) confirmou nesta terça-feira a criação de uma força-tarefa para aprofundar as investigações da Operação Zelotes ao esquema envolvendo o suborno de integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

A formação do grupo de trabalho foi aprovada pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal. Três procuradores serão cedidos para atuar no caso.

São eles: Raquel Branquinho e José Alfredo Silva, ambos do Distrito Federal, e Rodrigo Leite Prado, de Minas Gerais. O trio trabalhará sob a coordenação de Frederico Paiva, procurador responsável pelo caso.

A Operação Zelotes, deflagrada pela Polícia Federal no mês passado, desarticulou um esquema de pagamento de propina a conselheiros do Carf, órgão do Ministério da Fazenda responsável por julgar recursos de atuações aplicadas pela Receita Federal.


Credores da União -a maior parte formada por grandes empresas- subornavam integrantes do Carf, em troca de redução e, em alguns casos, o perdão das multas aplicadas pela Receita.

Assembléia do RS mantém omissão diante de ameaças de morte contra deputado Jardel

É uma temeridade a decisão da Assembléia de não examinar o caso do deputado Mário Jardel, o Jardel, que avisou publicamente que está sob depressão e com a vida ameaçada.


Cunha garante para esta manhã projeto sobre terceirização

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), marcou sessão extraordinária da Câmara para a manhã desta quarta-feira a fim de discutir e debater o projeto de lei que regulamenta a terceirização (PL) 4.330/04, antes de outras proposições que estão na pauta de votações.

Ontem, entidades contrárias à aprovação do texto fizeram uma manifestação em frente ao Congresso, que terminou em confronto entre com a polícia militar e a legislativa.

O que disse Eduardo Cunha:

- Quando mais agridem, mais dá vontade de votar. Cada vez que há uma pressão dessa, exercida de forma indevida, o plenário tem de responder votando.

Faltam apenas 4 dias para as manifestações pelo impeachment de Dilma Roussef

Faltam apenas quatro dias para o que se imgina será a maior manifetação de rua da história do Brasil, maior do que os atos públicos do dia 15 de março.

A palavra de ordem é pelo impeachment da presidente Dilma Roussef.

Ontem, grupos de pelegos e militantes petistas tentaram criar contraponto antecipado, mas o resultado foi um fiasco. Em capitais como São Paulo, apenas 400 pessoas estiveram nas ruas.

No domingo, o que se espera é algo como 4 milhões de manifestantes em todo o País, 1,5 milhão a mais do que o total contabilizado no mês passado.

Pepe Vargas ganhará prêmio de consolação. Dilma oferece-lhe o ministério de Direitos Humanos.

O deputado petista gaúcho Pepe Vargas não se deu por achado ao ser defenestrado do ministério da Articulação Política.

Ele irá para o ministério dos Direitos Humanos, onde não terá que conviver com deputados e senadores do Congresso, que o fritaram sem piedade.

No novo ministério, ele não terá que fazer nada.

Elio Gaspari diz que Padilha jogou Dilma na frigideira

O jornalista diz hoje no jornal gaúcho Correio do Povo que foi a coisa jamais vista: um ministro é convidado para outra pasta e joga a presidente da República na frigideira.

Leia tudo:

Para o governo, diante das manifestações de rua e da queda de sua popularidade, era necessário haver mais diálogo “de coração aberto”. E assim foi convidado o ministro Eliseu Padilha. Dilma Rousseff em 2015, chamando-o para a pasta da Coordenação Política? Coisa nenhuma, Fernando Henrique Cardoso em 1997, nomeando-o para o Ministério dos Transportes. Atazanado pelas pesquisas de opinião e pela inevitável rebelião do PMDB no Congresso, o presidente agradou ao deputado Michel Temer e recompôs sua base parlamentar. Padilha assumiu dizendo que “qualquer suspeita de corrupção deve ser investigada a fundo”.
Em 1997, FH relutou durante três meses para nomear Padilha. Em 2015, num episódio inédito foi ele quem relutou em fazer a troca. São comuns os casos em que uma pessoa é convidada para um ministério e recusa. A escolha recente de Luiz Carlos Trabuco para a Fazenda foi um exemplo disso. Em geral, essas sondagens são mantidas em sigilo e a recusa é educadamente dissimulada. No caso de Trabuco, construiu-se meio vexame, pois ela foi pública. Com Padilha, articulou-se o vexame total. Um ministro da pasta inútil da Aviação Civil resistindo publicamente a trocar de cadeira foi coisa nunca vista. A ideia de que, mesmo assim, continue ministro, jamais foi imaginada. A doutora Dilma ficou numa posição vexatória. O desconforto cresce quando se sabe que Padilha iria para uma posição relevante. Faltou ao PMDB o respeito à regra de etiqueta enunciada pelo bandido Elias Maluco aos policiais que o capturaram: “Não esculacha.”
Nas semanas seguintes à reeleição da doutora, o comissariado do Planalto teve a ideia de excluir o PMDB do centro de decisões do governo. Os 55 milhões de votos que ela recebera pareciam um cacife suficiente para aquilo que os petistas achavam que era uma manobra estratégica. Como todo o poder emana do povo, eles eram o povo e não haveria o que discutir. Arlindo Chinaglia seria o novo presidente da Câmara, o ajuste fiscal seria o salto para a marquetagem do novo patamar de progresso e, enfim, começaria o governo do PT. Era delírio e deu tudo errado, com quatro comissários batendo cabeça na coordenação política do governo. A ida de Padilha para essa cadeira fazia muito sentido. Seus cinco antecessores vieram do PT e a entrega da posição a um cacique do PMDB mostrava um passo conciliador da doutora.
O PMDB está rebelado (até onde e para que, só seus caciques sabem) e parece surfar na onda de impopularidade que emborcou o governo da doutora. Há aí uma curiosidade, ele se aproveita da insatisfação da rua mas não a representa. Quem quiser testar essa hipótese pode sair no próximo domingo com uma faixa: “Viva Renan Calheiros” ou “Todo o poder a Eduardo Cunha”. Ambos estão na lista do procurador-geral Rodrigo Janot. Os marqueses do partido sabem disso e movem-se com a única finalidade de enfraquecer o governo. Para quê?

Olhado da rua, o PMDB não é parte da solução, mas do problema. Por pior que seja a agenda da doutora Dilma, é difícil encontrar alguém que prefira a de Renan Calheiros e Cunha, até porque não sabe qual seja.

Governo faz seminário na sexta e oposição fará café da manhã para falar sobre os 100 dias de Sartori

Está definido que o seminário geral que o governo estadual fará para avaliar seus 100 dias sairá mesmo nesta sexta-feira em Porto Alegre.

PT e PCdoB, que lideram a oposição, também falarão sobre os 100 dias. Seus líderes farão café da manhã, quarta-feira, hotel Everest, para balanço. À tarde, o líder petista Luiz Mainardi usará o grande expediente da Assembléia para criticar Sartori. Na sexta, os deputados da oposição irão para suas bases com a finalidade de criticar o governo.

PCdoB falará com Feltes as 11h

A numerosa bancada de 2 membros do PCdoB será recebida as 11h pelo secretário gaúcho da Fazenda, Giovani Feltes.

Manuela D'Ávila, de volta de Nova Iorque, onde esteve a passeio por dez dias, e seu colega, conhecerão os números da herança maldita deixada pelo governo Tarso Genro, do qual fez parte e apoiou.

O PCdoB está na oposição.

Jardel não será investigado pela Comissão de Ética da Assembléia

O deputado Mário Jardel, o ex-centroavante Jardel, depois de demitir quase todo seu gabinete na Assembléia (ele dispõe de 20 CCs) e denunciar a condição de refém do PSD, resolveu viajar para Portugal. Ele visitará os filhos que teve em Lisboa.

Na Assembléia, a Comissão de Ética resolveu não fazer nada diante das denúncias do deputado e do seu colega de Partido, o ex-goleiro Danrlei de Deus.

DEM aprova negociações para fazer fusão com o PTB

A Executiva do DEM decidiu ontem que levará adiante as articulações para promover fusão com o PTB e com isto se tornar governista.

As seções do RS e de Goiás opõem-se às negociações, alegando que PTB e DEM são como água e óleo.

Até Infraero diz que nada mais impede obras no Aeroporto Salgado Filho. Infraero empurra com a barriga por falta de dinheiro.

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, reclamou apoio do presidente da Infraero, Antônio Gustavo Matos do Vale, na tarde desta terça-feira, na sua batalha pela conclusão das obras de extensão e ampliação da pista do aeroporto Salgado Filho, cuja novela vem sendo estendida de modo intolerável pelo governo federal. 

No encontro, que ocorreu em Brasília, Fortunati entregou ofício e mais de 20 documentos que comprovam que todas as condições exigidas pela empresa e pelo governo federal para o início das obras foram atendidas pela Prefeitura de Porto Alegre. 

Ao fim da reunião, o prefeito afirmou que fará novo apelo à presidente da República, Dilma Rousseff, por apoio ao projeto.“Estou cada vez mais convencido de que a ampliação da pista do Aeroporto Salgado Filho só não saiu do papel ainda por questões orçamentárias e não devido a divergências administrativas. Vou aproveitar meu encontro com a presidente Dilma Rousseff e fazer um apelo pessoal para que ela olhe com carinho e priorize essa obra tão importante para Porto Alegre e para o estado”, afirmou.

José Fortunati não disse se iria recorrer ao PMDB.

Para Fortunati, Matos do Vale se mostrou sensível aos argumentos e reconheceu que não existem impedimentos técnicos para que as obras sejam executadas e que a prefeitura atendeu todas as demandas da Infraero. 


- A ampliação da pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho foi aprovada pela enésima vez em reunião do Conselho de Administração da Infraero, em 24 de fevereiro deste ano. Com a confirmação, a pista deverá ser ampliada em 920 metros, passando dos 2.280 metros atuais para 3.200 metros. A assinatura do contrato foi condicionada à liberação de recursos orçamentários.

Jornal gaúcho O Sul decide fechar as portas. Crise financeira abateu o diário. Edição continuará apenas na Internet.

O jornal O Sul tirou hoje sua última edição. Ele decidiu editar suas notícias apenas na Internet. Em nota de capa, o jornal alegou que a alta do dólar elevou geometricamente seus custos e não foi possível cobri-los com as receitas de venda avulsa e publicidade.

Era o único diário brasileiro circulando totalmente a cores.

Segundo editorial, o instituto Ipsos Marplan, contratado pela Rede Pampa, constatou que 97% dos leitores possuem celular, notebook,tablet ou computador, o que facilitará o acesso à edição digital do jornal, cujo acesso será gratuito.

O Sul durou 13 anos.

Haverá dispensa em massa de jornalistas, embora a redação seja bastante enxuta.

Os proprietários alegam que a migração para a Internet era inevitável, seguindo tendência mundial, mas até agora pouquíssimos jornais suprimiram suas edições impressas, a não ser quando enfrentaram crises financeiras semelhantes a do diário O Sul.

Em Porto Alegre, continuarão circulando os diários Zero Hora, Correio do Povo, Jornal do Comércio e Diário Gaúcho.

Além do jornal, a Rede Pampa possui e opera redes de TV e de emissoras de rádio no RS.
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