Faltam apenas 4 dias para as manifestações pelo impeachment de Dilma Roussef

Faltam apenas quatro dias para o que se imgina será a maior manifetação de rua da história do Brasil, maior do que os atos públicos do dia 15 de março.

A palavra de ordem é pelo impeachment da presidente Dilma Roussef.

Ontem, grupos de pelegos e militantes petistas tentaram criar contraponto antecipado, mas o resultado foi um fiasco. Em capitais como São Paulo, apenas 400 pessoas estiveram nas ruas.

No domingo, o que se espera é algo como 4 milhões de manifestantes em todo o País, 1,5 milhão a mais do que o total contabilizado no mês passado.

Pepe Vargas ganhará prêmio de consolação. Dilma oferece-lhe o ministério de Direitos Humanos.

O deputado petista gaúcho Pepe Vargas não se deu por achado ao ser defenestrado do ministério da Articulação Política.

Ele irá para o ministério dos Direitos Humanos, onde não terá que conviver com deputados e senadores do Congresso, que o fritaram sem piedade.

No novo ministério, ele não terá que fazer nada.

Elio Gaspari diz que Padilha jogou Dilma na frigideira

O jornalista diz hoje no jornal gaúcho Correio do Povo que foi a coisa jamais vista: um ministro é convidado para outra pasta e joga a presidente da República na frigideira.

Leia tudo:

Para o governo, diante das manifestações de rua e da queda de sua popularidade, era necessário haver mais diálogo “de coração aberto”. E assim foi convidado o ministro Eliseu Padilha. Dilma Rousseff em 2015, chamando-o para a pasta da Coordenação Política? Coisa nenhuma, Fernando Henrique Cardoso em 1997, nomeando-o para o Ministério dos Transportes. Atazanado pelas pesquisas de opinião e pela inevitável rebelião do PMDB no Congresso, o presidente agradou ao deputado Michel Temer e recompôs sua base parlamentar. Padilha assumiu dizendo que “qualquer suspeita de corrupção deve ser investigada a fundo”.
Em 1997, FH relutou durante três meses para nomear Padilha. Em 2015, num episódio inédito foi ele quem relutou em fazer a troca. São comuns os casos em que uma pessoa é convidada para um ministério e recusa. A escolha recente de Luiz Carlos Trabuco para a Fazenda foi um exemplo disso. Em geral, essas sondagens são mantidas em sigilo e a recusa é educadamente dissimulada. No caso de Trabuco, construiu-se meio vexame, pois ela foi pública. Com Padilha, articulou-se o vexame total. Um ministro da pasta inútil da Aviação Civil resistindo publicamente a trocar de cadeira foi coisa nunca vista. A ideia de que, mesmo assim, continue ministro, jamais foi imaginada. A doutora Dilma ficou numa posição vexatória. O desconforto cresce quando se sabe que Padilha iria para uma posição relevante. Faltou ao PMDB o respeito à regra de etiqueta enunciada pelo bandido Elias Maluco aos policiais que o capturaram: “Não esculacha.”
Nas semanas seguintes à reeleição da doutora, o comissariado do Planalto teve a ideia de excluir o PMDB do centro de decisões do governo. Os 55 milhões de votos que ela recebera pareciam um cacife suficiente para aquilo que os petistas achavam que era uma manobra estratégica. Como todo o poder emana do povo, eles eram o povo e não haveria o que discutir. Arlindo Chinaglia seria o novo presidente da Câmara, o ajuste fiscal seria o salto para a marquetagem do novo patamar de progresso e, enfim, começaria o governo do PT. Era delírio e deu tudo errado, com quatro comissários batendo cabeça na coordenação política do governo. A ida de Padilha para essa cadeira fazia muito sentido. Seus cinco antecessores vieram do PT e a entrega da posição a um cacique do PMDB mostrava um passo conciliador da doutora.
O PMDB está rebelado (até onde e para que, só seus caciques sabem) e parece surfar na onda de impopularidade que emborcou o governo da doutora. Há aí uma curiosidade, ele se aproveita da insatisfação da rua mas não a representa. Quem quiser testar essa hipótese pode sair no próximo domingo com uma faixa: “Viva Renan Calheiros” ou “Todo o poder a Eduardo Cunha”. Ambos estão na lista do procurador-geral Rodrigo Janot. Os marqueses do partido sabem disso e movem-se com a única finalidade de enfraquecer o governo. Para quê?

Olhado da rua, o PMDB não é parte da solução, mas do problema. Por pior que seja a agenda da doutora Dilma, é difícil encontrar alguém que prefira a de Renan Calheiros e Cunha, até porque não sabe qual seja.

Governo faz seminário na sexta e oposição fará café da manhã para falar sobre os 100 dias de Sartori

Está definido que o seminário geral que o governo estadual fará para avaliar seus 100 dias sairá mesmo nesta sexta-feira em Porto Alegre.

PT e PCdoB, que lideram a oposição, também falarão sobre os 100 dias. Seus líderes farão café da manhã, quarta-feira, hotel Everest, para balanço. À tarde, o líder petista Luiz Mainardi usará o grande expediente da Assembléia para criticar Sartori. Na sexta, os deputados da oposição irão para suas bases com a finalidade de criticar o governo.

PCdoB falará com Feltes as 11h

A numerosa bancada de 2 membros do PCdoB será recebida as 11h pelo secretário gaúcho da Fazenda, Giovani Feltes.

Manuela D'Ávila, de volta de Nova Iorque, onde esteve a passeio por dez dias, e seu colega, conhecerão os números da herança maldita deixada pelo governo Tarso Genro, do qual fez parte e apoiou.

O PCdoB está na oposição.

Jardel não será investigado pela Comissão de Ética da Assembléia

O deputado Mário Jardel, o ex-centroavante Jardel, depois de demitir quase todo seu gabinete na Assembléia (ele dispõe de 20 CCs) e denunciar a condição de refém do PSD, resolveu viajar para Portugal. Ele visitará os filhos que teve em Lisboa.

Na Assembléia, a Comissão de Ética resolveu não fazer nada diante das denúncias do deputado e do seu colega de Partido, o ex-goleiro Danrlei de Deus.

DEM aprova negociações para fazer fusão com o PTB

A Executiva do DEM decidiu ontem que levará adiante as articulações para promover fusão com o PTB e com isto se tornar governista.

As seções do RS e de Goiás opõem-se às negociações, alegando que PTB e DEM são como água e óleo.

Até Infraero diz que nada mais impede obras no Aeroporto Salgado Filho. Infraero empurra com a barriga por falta de dinheiro.

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, reclamou apoio do presidente da Infraero, Antônio Gustavo Matos do Vale, na tarde desta terça-feira, na sua batalha pela conclusão das obras de extensão e ampliação da pista do aeroporto Salgado Filho, cuja novela vem sendo estendida de modo intolerável pelo governo federal. 

No encontro, que ocorreu em Brasília, Fortunati entregou ofício e mais de 20 documentos que comprovam que todas as condições exigidas pela empresa e pelo governo federal para o início das obras foram atendidas pela Prefeitura de Porto Alegre. 

Ao fim da reunião, o prefeito afirmou que fará novo apelo à presidente da República, Dilma Rousseff, por apoio ao projeto.“Estou cada vez mais convencido de que a ampliação da pista do Aeroporto Salgado Filho só não saiu do papel ainda por questões orçamentárias e não devido a divergências administrativas. Vou aproveitar meu encontro com a presidente Dilma Rousseff e fazer um apelo pessoal para que ela olhe com carinho e priorize essa obra tão importante para Porto Alegre e para o estado”, afirmou.

José Fortunati não disse se iria recorrer ao PMDB.

Para Fortunati, Matos do Vale se mostrou sensível aos argumentos e reconheceu que não existem impedimentos técnicos para que as obras sejam executadas e que a prefeitura atendeu todas as demandas da Infraero. 


- A ampliação da pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho foi aprovada pela enésima vez em reunião do Conselho de Administração da Infraero, em 24 de fevereiro deste ano. Com a confirmação, a pista deverá ser ampliada em 920 metros, passando dos 2.280 metros atuais para 3.200 metros. A assinatura do contrato foi condicionada à liberação de recursos orçamentários.

Jornal gaúcho O Sul decide fechar as portas. Crise financeira abateu o diário. Edição continuará apenas na Internet.

O jornal O Sul tirou hoje sua última edição. Ele decidiu editar suas notícias apenas na Internet. Em nota de capa, o jornal alegou que a alta do dólar elevou geometricamente seus custos e não foi possível cobri-los com as receitas de venda avulsa e publicidade.

Era o único diário brasileiro circulando totalmente a cores.

Segundo editorial, o instituto Ipsos Marplan, contratado pela Rede Pampa, constatou que 97% dos leitores possuem celular, notebook,tablet ou computador, o que facilitará o acesso à edição digital do jornal, cujo acesso será gratuito.

O Sul durou 13 anos.

Haverá dispensa em massa de jornalistas, embora a redação seja bastante enxuta.

Os proprietários alegam que a migração para a Internet era inevitável, seguindo tendência mundial, mas até agora pouquíssimos jornais suprimiram suas edições impressas, a não ser quando enfrentaram crises financeiras semelhantes a do diário O Sul.

Em Porto Alegre, continuarão circulando os diários Zero Hora, Correio do Povo, Jornal do Comércio e Diário Gaúcho.

Além do jornal, a Rede Pampa possui e opera redes de TV e de emissoras de rádio no RS.

Ana Amélia assina pedido de CPI dos Fundos de Pensão

A senadora Ana Amélia Lemos acaba de assinar o pedido de CPI dos Fundos de Pensão, proposta do senador do PSDB, Aloysio Nunes Ferreira.

Jornalista denuncia PSD do RS e apóia revolta do deputado Mário Jardel

O jornalista Bibo Nunes, que no ano passado disputou uma cadeira de deputado pelo PSD, resolveu abandonar o Partido, contrariado com o que viu e ouviu. Neste depoimento feito ao jornalista Luiz Carlos Prévidi, hoje, ele informa que viu o deputado Mário Jardel transformar-se em capacho na Assembléia, reagindo agora e mandando embora seus opressores. Bibo Nunes conta que ele e também o advogado Di Lorenzo, que disputaram cadeira na Câmara, saíram do PSD pelos mesmos motivos que levaram Mário Jardel à revolta. Leia tudo:

Foi o mesmo que aconteceu comigo e o professor Wambert Di Lorenzo.
Neste partido só uma pessoa pode brilhar, tudo é dirigido pelo pessoal dele e quem não concorda com tudo é alijado.
O Jardel assumiu seu gabinete com 95% dos cargos nomeados pelo partido, colocando pessoas sem consultá-lo. Ele tinha que assinar o que eles mandassem, mesmo achando que eram coisas erradas, e eram erradas. Ele tinha que ser um capacho, pois quando o elegeram pensaram que tinham um mandato para eles usarem como quisessem.
Jardel demonstrou personalidade e não se sujeitou a isso. 
Todos sabem que ele tem problema com drogas e os seus mentores quando o colocaram na política sabiam disso, mas não sabiam que ele tem personalidade e não é político profissional.
O Jardel está fazendo tratamento para sair do mundo das drogas e tomara que saia.
Eu e o Prof. Wambert somos os mais votados depois do Danrlei e saímos do PSD, pelos mesmos motivos de Jardel.
É partido para um homem só.
O Jardel com essa atitude ganhou meu respeito, pois demonstrou ser um homem sério e que não serve de capacho.
Quanto as drogas, faço votos para que ele saia deste mundo. E vai sair.
Ele demonstrou que na parte que envolve a DROGA DA POLÍTICA ele não quer entrar. Que ele pratique a política séria e saudável na Assembleia Legislativa.
Foi um bom começo!


Pepe Vargas cai. Ele sai desmoralizado do ministério.

Caiu o ministro de Relações Institucionais, o deputado gaúcho Pepe Vargas. Ele sai desmoralizado do governo. Já não mandava nada e foi surpreendido pela imprensa com a notícia de que Dilma convidou Padilha para sua vaga.

Pepe Vargas, ridicularizado pela mídia com a alcunha de Pepe Legal, voltará à Câmara.

Dilma não manda mais no governo. Comando passou para Temer e Levy.

Do deputado Mendonça Filho, líder do DEM, ainda há pouco da tribuna da Câmara:

- O piloto sumiu. Dilma não manda mais nada. Ela passou o comando da área econômica para o ministro Levy e acaba de passar o comando político para seu vice, Michel Temer, que conta com a colaboração desde já do deputado Eduardo Cunha e do senador Renan Calheiros. 

A presidente comunicou aos líderes governistas a sua decisão de indicar Temer, tomada depois que o ministro Eliseu Padilha avisou que não poderia assumir o ministério de Relações Institucionais.

O líder do PT, Sibá Machado, confirmou a informação.

Escassez de manifestantes desmoralizou atos públicos dos aparelhos do PT

Foi de novo um rotundo fracasso as manifestações de hoje realizadas pelos aparelhos do PT - CUT, MST e UNE.

Nem a convocatória de Lula e o apoio do PT resolveu a escassez de gente nas ruas.

Em Porto Alegre, 200 manifestantes lotaram os atos públicos na zona central, depois que ativistas da CUT gritaram palavras de ordem no aeroporto e tomaram táxis para chegar até a Esquina Democrática.

Os atos de hoje foram programados para fazer contraponto às manifestações de domingo.

O mensaleiro petista João Paulo Cunha virou poeta

Ao lado, reprodução do convite que os deputados federais receberam hoje do mensaleiro João Paulo Cunha, investigado, processado e preso na Papuda como bandido do Mensalão. O editor recebeu cópia por Whats App.

O blog O Antagonista desta tarde escreve o seguinte sobre os dotes literários do mensaleiro petista.

O mensaleiro João Paulo Cunha virou poeta.

O Globo de hoje reproduz uma de suas poesias:

"Aprendeu a ser só / acostumou com o vazio / desconheceu o mundo que abandonou tão cedo / a direção da rua não lhe dizia nada por muito tempo / se olhar para a parede de sua cela / era para as mulheres nuas(...) / não conheceu o Céu, mas não gostou do Inferno".

O Antagonista achava melhor quando ele roubava.

Segundo O Globo, João Paulo Cunha abandonou a política. Mas ele continua a defender as práticas petistas:

"Quando se contar a história, veremos que, quando o PT começou a crescer e exercer sua hegemonia, foi abatido pelo mensalão. Foi acusado de fazer caixa dois. Ainda assim, Lula foi reeleito e Dilma foi reeleita. Quando volta a crescer, para ficar mais doze anos, até 2016, é atingido por novo escândalo (Lava-Jato). Acusado agora de fazer caixa um".

É verdade.


O PT roubou para fazer caixa um e caixa dois. O PT roubou até para fazer poesia.

REMOVIDO

REMOVIDO

"PMDB volta a tripudiar sobre o governo Dilma", avisa Tereza Cruvinel

Nas fotos, sentido ponteiros do relógio, Cunha, Padilha, Pepe e Dilma -

O Partido fez "manobra maquiavélica" ao colocar na rua uma sondagem a Eliseu Padilha para a coordenação política como se fosse um convite e conseguiu impor mais um desgaste à presidente Dilma, avalia Tereza Cruvinel, colunista do site 247, ligado ao governo.

 "Com isso, o atual ministro da SRI, Pepe Vargas, perdeu as condições de continuar na pasta, acham os principais líderes no Congresso", diz a jornalista.;

Pepe Vargas poderá se demitir ainda hoje, segundo a jornalista Carolina Bahia, RBS. Pele Legal foi desmoralizado por Dilma. Ela repetiu com ele algo semelhante que fez com Guido Mantega.

O; ministro pode pedir demissão ainda hoje e Padilha, da Aviação Civil, recusou o cargo.

Enquanto isso, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, "está faturando a recusa de Padilha como mais uma vitória dele, que teria vetado a transferência".

Restam poucos possíveis substitutos, segundo Tereza: o líder José Guimarães, o deputado Ricardo Zarattini e Ricardo Berzoini, que teria de deixar a pasta de Comunicações

Grupo AES diz que racionamento já deveria ter sido adotado há muito tempo no Brasil

O presidente do grupo AES Brasil, que no RS controla a distribuidora AES e a usina a gás de Uruguaiana, Britaldo Soares, afirmou, nesta terça-feira, que o racionamento de energia já deveria ter sido implementado no Brasil, caso fosse feita uma análise meramente técnica a respeito da atual situação do sistema elétrico. A restrição da oferta seria uma solução estruturada para garantir que o nível de água dos reservatórios subisse mais e a dependência das chuvas no próximo período úmido, a partir do final do ano, fosse menor no verão de 2015/2016.

— Do ponto de vista técnico, a decisão do racionamento talvez já devesse ter sido tomada há mais tempo, se a gente buscasse a recuperação do sistema, e não a propagação do risco. Isso se quiséssemos restabelecer o sistema como um todo e resolver o problema de uma maneira mais estruturada — afirmou Soares, que participou nesta terça-feira do Brazil Investment Forum 2015, promovido pelo Bradesco BBI em São Paulo.

Pouco antes de comentar sobre o risco técnico que existe sobre o sistema elétrico, o executivo salientou que é preciso fazer uma distinção entre os aspectos técnico e político. 

— Haveria um freio de arrumação, um impacto na economia e no Produto Interno Bruto (PIB) já conhecidos. Obviamente há cenário político a se considerar em toda essa questão — ponderou o executivo.

O Grupo AES Brasil atende 7,97 milhões de clientes em 142 municípios das regiões Sul e Sudeste. Fazem parte do Grupo duas distribuidoras — AES Eletropaulo e AES Sul — e duas geradoras — AES Uruguaiana e AES Tietê.

Riscos

Soares alerta que, sem uma solução mais estruturada, o risco hidrológico permanece. Neste momento, projeta-se que o nível dos reservatórios ao final de março deve ficar próximo a 35% da capacidade de armazenamento, "não muito diferente" do que se imaginava no início deste ano. 

— É um quadro apertado. Eu vejo a gente terminando 2015 com o sistema sob pressão e eu não diria isento de riscos. Vamos estar na dependência do que vai acontecer na estação chuvosa de 2015/2016 — projetou.

Confirmadas as atuais projeções traçadas pelo governo federal, o nível dos reservatórios chegaria a novembro, no início do período chuvoso, com um volume de armazenamento superior ao patamar considerado mínimo de 10%. O efetivo volume dos reservatórios, salienta Soares, estará vinculado ao nível das chuvas no período seco e o comportamento do consumo. A tendência de demanda é de queda em 2015, explica Soares, em função da redução da atividade econômica e do aumento das tarifas.

Saques a descoberto sobre depósitos judiciais e caixa único já somam valores alarmantes no governo Sartori

O editor foi atrás dos milagres que garantiram os salários em dia do funcionalismo estadual em janeiro, fevereiro e março.

O que encontrou foi estarrecedor.

Com os lançamentos de março, os saques dos depósitos judiciais foram para R$ 640 milhões e os do caixa único, R$ 635 milhões. 

O governo Sartori faz o que não queria e limpa a rapa do tacho. 

O fato de o caixa único ser maior, é porque parte dos depósitos  judiciais foram baixados e não aplicados ainda.  

No acumulado de todos os governos, eis como foram os saques a descoberto, na verdade empréstimos que algum governador, algum dia, terá que devolver:

Caixa único:  R$  8.348 milhões

Depósitos judiciais: 12.425 milhões. 

Walmart e Zaffari lideram lista as 10 maiores redes de supermercados do RS

Este é o ranking dos 10 maiores grupos de supermercados em operação no RS, por ordem de faturamento em milhões de reais. Melhoraram de posição os grupos Imec, Asun, Master e Comercial Zaffari.

Walmart, 5.274
Zaffrari, 4.215
Unidasul, 990
Imec, 424
Asun, 410
Peruzzo, 410
Guanabara, 405
Master, 350
Comercial Zaffrari, 330

Rede Vivo, 308
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