Produção industrial cai 0,9% em fevereiro, diz IBGE

Em janeiro houve aumento de 0,3%, interrompendo dois meses de taxas negativas: -1,2% em novembro e -1,6% em dezembro. Na comparação com fevereiro do ano passado, a produção da indústria nacional recuou 9,1%

Plano de privatização do Aeroporto Salgado Filho começa a andar

O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, conseguiu incluir o aeroporto Salgado Fiolho na lista dos três primeiros planos de manifestação de interesse que constarão do decreto presidencial a ser assinado a qualquer momento.

Vão para empresas privadas os aeroportos de Porto Alegre, Florianópolis e Salvador.

O decreto dos PMIs depende da assinatura de Dilma Roussef.

Mas os leilões de privatização propriamente ditos somente são esperados para o início do ano que vem.

- O ex-governador Olívio Dutra e o PT, que passaram toda a vida juvenil e adulta jurando que nunca aceitariam ver o setor público vender sequer um parafuso, já nada falam, porque sequer ouvem e enxergam. 

Zero Hora avalia que prossegue o impasse no Fies

Em editorial que publica hoje, o jornal Zero Hora diz que o novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, só assume no dia 6, mas já tem um desafio imediato: pôr fim ao impasse no Programa de Financiamento Estudantil (Fies), que espalhou intranquilidade entre os beneficiários do sistema, seus familiares e instituições de ensino. 

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É evidente que dinheiro público, como o destinado a custear alunos carentes em universidades privadas, não pode ser distribuído sem critérios mínimos, definidos de forma transparente. Mas não há dúvida, também, de que as bruscas mudanças nas regras foram feitas de forma atabalhoada e pouco clara, confundindo estudantes e universidades. Por isso, é preciso encontrar logo um jeito de consertar a trapalhada.
O fato concreto é que, num cenário de orçamento apertado, em grande parte por incompetência gerencial do setor público, o Fies vinha demandando recursos cada vez mais elevados. Essa, porém, é uma consequência natural e previsível, num país em que raros alunos concluem o Ensino Médio. Um número menor ainda consegue chegar à universidade. O governo federal tinha, portanto, o dever de se preparar para a expansão e até mesmo de estimulá-la, como forma de ampliar o universo de brasileiros com curso superior.
As próprias contrapartidas, reforçadas às vésperas do início de mais um ano letivo, também têm aspectos discutíveis. Dinheiro público não pode ser distribuído sem a exigência de contrapartidas mínimas. Ainda assim, é preciso levar em conta que, pelos novos critérios, quem foi vítima de ensino de má qualidade tende a ser prejudicado, pela dificuldade de assegurar a pontuação mínima exigida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). E é igualmente inadmissível que, mesmo alunos enquadrados nas novas exigências e inscritos em cursos com avaliação máxima não estejam conseguindo acesso ao crédito. Esse não pode ser o padrão de uma pátria que pretende ser educadora.

O país precisa de mais brasileiros com nível superior, entre outras razões, pelo fato de serem responsáveis pela formação de futuros profissionais. Por isso, é lamentável que o aperto nas contas públicas esteja entre as razões de uma mudança tão brusca e atrapalhada justamente numa área essencial como a educação

GM de Gravataí continua rodando em três turnos

A GM de Gravataí continua produzindo em três turnos os seus carros Onyx e Prsma. Tudo isto apesar da crise de vendas que enfrenta o setor automotivo.

Camera desiste da área de biodiesel

O grupo gaúcho Camera, em recuperação judicial, confirmou hoje que não reabrirá tão cedo as duas usinas de biodiesel que possui no RS.

A menos que encontre investidor para tocar os negócios.

A Petrobrás Biocombustíveis, ao tempo do ministro Miguel Rosseto, tentou virar uma Petrobrás Energia e acabou comprando fatias enormes da gaúcha BSBios, negócio que está sob exame do TCU.

Marfrig paga R$ 418 milhões por seis frigoríficos do Mercosul

O grupo Marfrig pagou R$ 418 milhões pela compra dos seis frigoríficos que tina arrendado do Mercosul.

As plantas estão no RS (três), Pará, Goiás e Paraná.

Marcel poderá disputar a prefeitura de Porto Alegre contra as comunistas Manuela, Luciana e Rosário

O deputado Marcelo Van Hatten, PP, tem até outubro para transferir seu domicílio eleitoral de Ivoti para Porto Alegre.

Franjas importantes do Partido acham que ele seria o nome correto para enfrentar as comunistas Manuela, Luciana e Maria do Rosário na disputa pela prefeitura de Porto Alegre.

A campanha à sucessão de Fortunati já está nas ruas, porque nesta quarta-feira ao meio dia o pessoal de Manuela D'Ávila passou a distribuir material de propaganda da comunista em plena Esquina Democrática.

Não é caso isolado.

Vinicius Ribeiro assumirá vaga de Sossela na semana que vem

Será na terça-feira que vem a posse de Vinicius Ribeiro na vaga aberta pela cassação do deputado Gilmar Sossela. Ambos são do PDT. Vinicius queria assumir hoje, mas como não haverá sessão plenária, o que só ocorrerá na terça, isto terá que ser feito na semana que vem. Ele manterá a equipe de Sossela até que o TSE acate ou rejeite seu pedido de liminar e revogue a cassação.

O novo deputado é atual presidente da Corag. Ele é jovem e de Caxias. Caxias teve 25 candidatos a deputado estadual e ninguém se elegeu.

Para a vaga de Vinicius Ribeiro na Corag irá Flávio Lammel, ex-diretor do Banrisul no governo Tarso Genro.

Está chegando a hora da Odebrecht

O jornalista Claudio Humberto diz hoje na coluna que publica em vários jornais brasileiros, inclusive O Sul, que está chegando a hora da Odebrecht.

Renato Duque recebeu dinheiro sujo para o PT, em Mônaco, de offshore usada por Odebrecht

Nesta reportagem assinada para O Estadão por Fausto Macedo, Ricardo Brandt, Julia Affonso e Mattos, transparece documento do Principado de Mônaco, que determinou o bloqueio de conta de ex-diretor de Serviços da Petrobrás. Ele  mostra dois depósitos de Constructora Internacional Del Sur

A conta que era controlada pelo ex-diretor de Engenharia e Serviços da Petrobrás Renato Duque no Principado de Mônaco recebeu em novembro de 2009 dois depósitos da offshore Constructora Internacional Del Sur S.A., apontada como detentora da conta usada pelo grupo Norberto Odebrecht para fazer pagamentos de propina ao esquema de corrupção na estatal desbaratado pela Operação Lava Jato.

A prova é cabal. O homem nomeado por Zé Dirceu, o mensaleiro petista preso no Mensalão, foi instrumento usado pelo PT para roubar dinheiro da Petrobrás e cevar seus cofres.

Isto é líquido e certo.

Este caso não é único.

Na conta de Duque aberto em nome da offshore Milzart Overseas Holdings Inc., do Panamá, foi feito o repasse de US$ 875 mil.


Análise das movimentações financeiras da conta de Duque – que foi bloqueada pela Justiça de Mônaco – mostram dois depósitos feitos pela Constructora Internacional Del Sur S.A.: de US$ 290 mil, no dia 17 de novembro, e outro de US$ 584,7 mil, dez dias depois.

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68% dos leitores só aceitam censura feita pelo próprio telespectador

68% dos leitores acham que as novelas da Globo e os demais programas de TV podem e devem ser censurados, mas apenas pelos telespectadores.

Vale somar a este total os 1% que não querem censuras alguma.

Apesar de tudo, 11% dos telespectadores entendem que cabe ao governo fazer a censura.

Na nova enquete já disponibilizada ao lado, a pergunta é sobre a presença dos leitores nas manifestações do dia 12 de abril.

Vá lá e vote.

Senado ouvirá depoimentos esposas dos presos políticos Ledezma e Leopoldo Lopez

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado aprovou na tarde desta terça-feira requerimento para que as esposas do prefeito de Caracas, Antônio Ledezma, e de Leopoldo Lopez, ex-prefeito do município de Chacao, sejam ouvidas pelo colegiado.

A iniciativa é do presidente da CRE, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)

Segundo o tucano, o assunto deve ser tratado no âmbito do Senado brasileiro, uma vez que a Venezuela foi definitivamente incorporada ao Mercosul, em 2012, em boa medida graças à atuação do Brasil, na condição de líder continental

Avipal também vai para a lista da Operação Zelotes

Outa empresa gaúcha passou a engordar a lista dos grupos locais que passaram a ser investigados no âmbito da Operação Zelotes, cujo objetivo é identificar o uso de propinas para a obtenção de favores no Carf, órgão que examina recursos de quem deve para a Receita Federal.

A lista inicial incluiu RBS, Marcopolo, Gerdau, Mundial-Eberle.

Agora chegou a vez da Avipal.

Dilma quer nome fora da lista da NSA antes de viajar para ver Obama

O jornal Folha de S. Paulo de hoje informa que a presidente Dilma Roussef exigiu que os americanos retirem seu nome da lista dos espionados pela NSA.

E ameaçou cancelar sua visita a Barak Obama.

Crise obriga Azul a demitir 700 e cortar serviços para 23 cidades

A direção da Azul visitou o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, comunicou que cortou os serviços para 11 cidades, fará isto em outras 12 e além disto começou a demitir 700 trabalhadores.

É efeito da crise econômica.

26 renomados nomes do mundo do Direito estão na lista do HSBC da Suiça

Ao lado, à esquerda, em ordem horária: Arnaldo Malheiros Filho, Carlos Antonio
Navega, José Roberto Opice, Paulo Razuk, Sérgio Mazzillo e Valter
Uzzo.

A lista de 26 nomes foi levantada pelo UOL e por O Globo, segundo informa nesta quarta-feira o jornalista Fernando Rodrigues, o único jornalista brasileiro com acesso ao Swissleaks.

Os nomes do pessoal do mundo do Direito incluem personalidades muito conhecidas.

Procurados, alguns negaram tudo e outros não quiseram falar sobre o assunto. 

Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo, um ex-procurador-geral de Justiça do Rio e uma ex-defensora pública-geral de Pernambuco estão relacionados a contas da agência do HSBC em Genebra, na Suíça.

Também aparecem no acervo de dados vazado do banco sócios e ex-sócios de alguns dos maiores escritórios de advocacia do país: Machado, Meyer, Sendacz e Opice; Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga; Levy e Salomão; e Trench, Rossi e Watanabe.


Procurados pela reportagem do site e do jornal, todos negam irregularidades ou se recusam a comentar.

Dilma caloteia R$ 170 milhões devidos a 110 municípios do RS. Calote atinge até merenda escolar para crianças pobres.

A Famurs fez as contas e começou a cobrar R$ 170 milhões que o governo federal acumulou de dívidas ao longo dos últimos quatro anos para 110 municípios gaúchos.

Tudo por conta de valoes devidos para crianças do pré-escolar.

O governo Dilma cortou até dinheiro de merenda escolar dos meninos pobres.

Cpers manda tropa de choque vaiar Sartori na Caravana da Transparência

Sob o comando da agenda do PT, o Cpers saiu para a estrada no encalço da Caravana da Transparência comandada pelo governador José Ivo Sartori.

Ao mesmo tempo que negociam nos salões refrigerados do Piratini, os professores mandou suas tropas de choque vaiarem o governo em Passo Fundo e Ijuí, segunda e terça-feiras.

O PT irá vaiar mais tarde, visitando as mesmas cidades percorridas por Sartori.

A agenda do governo irá até o dia 12.

Em cada município, a exposição principal corre por conta do secretário da Fazenda, Giovani Feltes.

Feltes aceita proposta petista de falso duelo com Tonollier

A bancada do PT na Assembléia do RS recuou e fugiu da reunião que ela mesma confirmou para hoje com o secretário gaúcho da Fazenda, Giovani Feltes.

O secretário queria mostrar aos petistas a herança maldita deixada por Tarso Genro.

A bancada só cancelou o encontro ontem a noite.

Tentando fazer do limão uma limonada, os deputados apresentaram proposta que não irão cumprir, que é a de promover uma acareação entre o atual secretário e o ex-secretário Odir Tonollier.

O terceiro turno desejado pelo PT ficaria mais consequente no caso de ocorrer entre Tarso e José Ivo Sartori, mas o secretário do PMDB já aceitou o desafio.

Ex líder dos governos FHC, Lula e Dilma avisa: "Governo tem que fazer cavalo de pau”

Nesta entrevista esclarecedora ao jornal Valor, o senador Romero Jucá, ex-líder de três governos, diz que Dilma não tem muito tempo para agir. O material ocupou uma página inteira do jornal. O editor leu tudo com atenção nesta terça a noite, sublinhando os trechos mais importantes. 

O editor recomenda a leitura atenta, até para entender o que vem pela frente.

Com o currículo de quem foi líder de três governos no Senado — Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff —, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) conhece como poucos os atalhos e os descaminhos da relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso. Seu diagnóstico é que o governo da presidente Dilma é o Titanic em marcha acelerada em direção ao iceberg. Se não houver mudança de rota, alerta, o choque é inevitável. Para Jucá, se o governo não achar o caminho para sair da crise, o Congresso certamente o achará e tomará as rédeas do processo. Em entrevista ao Valor, o senador afirmou que não é hora de falar de impeachment. Mas ponderou que a bola está com a presidente. Para ele, a crise é política. O governo tentou dar um cavalo de pau na política, o carro virou e precisa ser rapidamente desvirado. “A nova filosofia [de articulação política do governo] eu não entendi ainda. Eu gostaria de entender porque, se a gente entendesse, a gente ajudaria”, destacou, acrescentando ter visto, por outro lado, uma série de ações do Planalto com o objetivo de diminuir o PMDB. O parlamentar, que foi incluído na lista da Procuradoria-Geral da República de políticos a serem investigados devido à Operação Lava- Jato, é uma das opções do PMDB para presidir a sigla depois que o vice-presidente Michel Temer deixar a direção da legenda. ” Jucá sublinhou que, em vez de um “Plano Levy”, o que o país precisa é de um “Plano Dilma”. Em outras palavras, o ajuste fiscal seria apenas um dos departamentos de uma agenda de animação econômica. Ele explicou as dificuldades para quem vai votar o pacote fiscal: “Quem está na política faz todas as ações para tentar ganhar uma eleição, se valorizar e se consolidar politicamente. Ou você faz ações e se destrói politicamente, e isso se chama de suicídio. Acho que nenhum político ou partido vai entrar na rota do suicídio”. Abaixo a entrevista:

Valor: A presidente Dilma Rousseff termina o mandato? 
Romero Jucá: Não está na pauta do país, pelo menos de quem tem responsabilidade, discutir a retirada da presidenta do cargo que ela se encontra. Essa não deve ser a agenda do país agora. 

Valor: Qual deve ser a agenda? 
Jucá: Recuperar aquilo que nós já tivemos: segurança jurídica, credibilidade do governo, previsibilidade da economia, ou seja, retomar o posto que era de queridinho do mundo no que diz respeito a investimentos e a critérios de oportunidade de negócios.

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