* Clipping Ricardo Setti, www.veja.com.br
Amigas e amigos, pelo andar da carruagem, pelo menos uma coisa parece mais ou menos certo no julgamento do escândalo do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal — a julgar pelo recém-proferido voto da ministra Rosa Weber: o publicitário Marcos Valério, tudo indica, vai ser condenado, e vai pegar cadeia brava.
A pergunta que não quer calar, e que não ofende, é: será que ele irá para o cadafalso sozinho — e quieto?
CLIQUE AQUI para ler tudo.
Entrevista - Saiba o que você precisa fazer para vender bem o seu negócio
Fabrício Scalzilli, advogado, sócio da Guapo Capital Group
Quando é que o controlador deve tomar a decisão de vender ou fusionar o seu negócio?
Passa inicialmente pela decisão firme do dono, com o aval dos familiares e acionistas.
Que tipo de colaborador externo ele defe ter para levar a negociação adiante.
Um personal advisor ou uma empresa de M&A. Ela precisa estar capacitada a levar esse processo a frente, blindando a figura do dono é fundamental.
Por que razão?
Cabe à elas a função de elaborar um book institucional com todas as informações jurídicas, contábeis, financeiras e de mercado da referida empresa, bem como construir a melhor avaliação do negócio, com metodologia clara e coerente que possa ser defendida perante os investidores.
Este tipo de decisão sempre é traumática para o dono. O que fazer?
A preparação psicológica do dono, quanto a decisão tomada, e a avaliação do negócio são momentos cruciais para o sucesso do negócio.
Muitas empresas não sobrevivem a uma due dilligence?
Investidores, fundos de investimento e empresas consolidadoras não toleram vacilos, processos lentos ou leilões nesse mercado.
Quando é que o controlador deve tomar a decisão de vender ou fusionar o seu negócio?
Passa inicialmente pela decisão firme do dono, com o aval dos familiares e acionistas.
Que tipo de colaborador externo ele defe ter para levar a negociação adiante.
Um personal advisor ou uma empresa de M&A. Ela precisa estar capacitada a levar esse processo a frente, blindando a figura do dono é fundamental.
Por que razão?
Cabe à elas a função de elaborar um book institucional com todas as informações jurídicas, contábeis, financeiras e de mercado da referida empresa, bem como construir a melhor avaliação do negócio, com metodologia clara e coerente que possa ser defendida perante os investidores.
Este tipo de decisão sempre é traumática para o dono. O que fazer?
A preparação psicológica do dono, quanto a decisão tomada, e a avaliação do negócio são momentos cruciais para o sucesso do negócio.
Muitas empresas não sobrevivem a uma due dilligence?
Investidores, fundos de investimento e empresas consolidadoras não toleram vacilos, processos lentos ou leilões nesse mercado.
Ministra Rosa Weber abriu voto pela condenação do deputado do PT, João Paulo Cunha. Ela também acha que ele é mensaleiro.
A ministra Rosa Weber acaba de votar pela condenação dos réus João Paulo Cunha (deputado federal do PT), Marcos Valério (publicitário, apontado como o operador do mensalão), Cristiano Paz e Ramon Hollberbach (ambos ex-sócios de Valério) por três crimes. Weber também votou pela condenação do ex-diretor do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. .
1) Weber votou pela condenação dos quatros primeiros réus pelos crimes de peculato. Sobre o deputado, a ministra votou pela condenação por corrupção passiva e, para os outros três réus, por corrupção ativa. As condenações referem-se aos contratos de publicidade assinados pela Câmara dos Deputados com as empresas de Valério na época em que a Casa era presidida por Cunha entre 2003 e 2005, na época do suposto esquema.
2) Sobre o segundo crime de peculato, Weber absolveu João Paulo Cunha e o grupo de publicitários, contrariando Barbosa e seguindo o voto do revisor Ricardo Lewandowski, e decidiu se abster quanto à acusação de lavagem de dinheiro --crime que deve se analisado pela ministra em outro momento.
3) A segunda acusação de peculato diz respeito à contratação da empresa IFT, do jornalista Luiz Costa Pinto, para a realização de serviços de comunicação à Câmara dos Deputados. Segundo a Procuradoria Geral da República, o jornalista prestava assessoria pessoal ao presidente da Câmara, João Paulo Cunha. A ministra concluiu não haver provas para condenar Cunha.
- Sobre os crimes imputados ao ex-diretor do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato --referente a contratos entre o banco e a agência de Marcos Valério--, Weber seguiu os votos do relator e do revisor e foi a favor da condenação por dois peculatos e corrupção passiva. Pizzolato é acusado de favorecer as empresas de Valério ao adiantar valores do chamado fundo Visanet e de receber R$ 326 mil por beneficiar o grupo de publicitários.
1) Weber votou pela condenação dos quatros primeiros réus pelos crimes de peculato. Sobre o deputado, a ministra votou pela condenação por corrupção passiva e, para os outros três réus, por corrupção ativa. As condenações referem-se aos contratos de publicidade assinados pela Câmara dos Deputados com as empresas de Valério na época em que a Casa era presidida por Cunha entre 2003 e 2005, na época do suposto esquema.
2) Sobre o segundo crime de peculato, Weber absolveu João Paulo Cunha e o grupo de publicitários, contrariando Barbosa e seguindo o voto do revisor Ricardo Lewandowski, e decidiu se abster quanto à acusação de lavagem de dinheiro --crime que deve se analisado pela ministra em outro momento.
3) A segunda acusação de peculato diz respeito à contratação da empresa IFT, do jornalista Luiz Costa Pinto, para a realização de serviços de comunicação à Câmara dos Deputados. Segundo a Procuradoria Geral da República, o jornalista prestava assessoria pessoal ao presidente da Câmara, João Paulo Cunha. A ministra concluiu não haver provas para condenar Cunha.
- Sobre os crimes imputados ao ex-diretor do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato --referente a contratos entre o banco e a agência de Marcos Valério--, Weber seguiu os votos do relator e do revisor e foi a favor da condenação por dois peculatos e corrupção passiva. Pizzolato é acusado de favorecer as empresas de Valério ao adiantar valores do chamado fundo Visanet e de receber R$ 326 mil por beneficiar o grupo de publicitários.
Gastos dos candidatos estão muito desatualizados no TRE
No primeiro mês da campanha eleitoral, o Fundo Eleitoral, mantido com dinheiro dos contribuintes, irrigou os Partidos com R$ 13,6 milhões. São dados do TSE.
. Os gastos dos candidatos continuam desatualizados, passados 30 dias de campanha. A seguir, os números que ainda constam no site do TRE do RS sobre as eleições de Porto Alegre:
Villaverde, PT - R$ 94.964,18
Érico, PSTU - R$ 2.485,00
Jocelin, PSL - R$ 0,00
Fortunati, PDT - R$ 133.524,00
Manuela, PCdoB - R$ 0,00
Robaina - R$ 7.165,00
Wambert, PSDB - R$ 3.150,00
. Os gastos dos candidatos continuam desatualizados, passados 30 dias de campanha. A seguir, os números que ainda constam no site do TRE do RS sobre as eleições de Porto Alegre:
Villaverde, PT - R$ 94.964,18
Érico, PSTU - R$ 2.485,00
Jocelin, PSL - R$ 0,00
Fortunati, PDT - R$ 133.524,00
Manuela, PCdoB - R$ 0,00
Robaina - R$ 7.165,00
Wambert, PSDB - R$ 3.150,00
Obama e Mitt Romney estão empatados, diz pesquisa do Washington Post
Pesquisa Washington Post e ABC
Barack Obama, Democratas - 47%
Mitt Romney, Republicano - 46%
- Margem de erro de 4% para cima e para baixo. A pesquisa foi concluída no sábado.
Barack Obama, Democratas - 47%
Mitt Romney, Republicano - 46%
- Margem de erro de 4% para cima e para baixo. A pesquisa foi concluída no sábado.
Com agenda entre ruralistas e comunistas, neste final de semana a senadora Ana Amélia optou pelos ruralistas
Equilibrando-se entre ruralistas e comunistas, a senadora Ana Amélia optou pela companhia dos ruralistas neste final de semana. É o chamado Efeito Expointer.
. Apesar de aguardada, Ana não foi ao comício de sábado da comunista Manuela D’Ávila, mas no domingo esteve na entrega dos troféus Senar/OSul.
. Não foi a única baixa sofrida por Manuela, porque no final de semana a Justiça Eleitoral proibiu-a de continuar usando imagens de Dilma Roussef e até mesmo de dizer que ela é líder do governo na Câmara dos Deputados. Há evidente exagero da legislação ou do juiz eleitoral, porque a deputada comunista integra de verdade o governo Dilma Roussef e portanto é aliada da presidente, como também é verdade que ela foi vice-líder do governo na Câmara. Por via das dúvidas, Manuela seguiu a decisão e também tratou de retirar do video e das citações as imagens e falas sobre Leonel Brizola e Olívio Dutra. A candidata do PCdoB ainda não usou as fortes imagens dos grandes líderes do seu Partido, no caso Carlos Marighella e o ex-ministro dos Esportes, Orlando Silva, posto para fora do governo Dilma Roussef, depois de envolvido em denúncias sobre patifarias na sua pasta.
CLIQUE acima para ampliar. A foto do comício de Manuela é de Thomas Edson, divulgação da candidata. A outra foto registra Ana Amélia com seu troféu e a companhia do líder dos ruralistas gaúchos, o presidente da Farsul, Carlos Sperotto.
. Apesar de aguardada, Ana não foi ao comício de sábado da comunista Manuela D’Ávila, mas no domingo esteve na entrega dos troféus Senar/OSul.
. Não foi a única baixa sofrida por Manuela, porque no final de semana a Justiça Eleitoral proibiu-a de continuar usando imagens de Dilma Roussef e até mesmo de dizer que ela é líder do governo na Câmara dos Deputados. Há evidente exagero da legislação ou do juiz eleitoral, porque a deputada comunista integra de verdade o governo Dilma Roussef e portanto é aliada da presidente, como também é verdade que ela foi vice-líder do governo na Câmara. Por via das dúvidas, Manuela seguiu a decisão e também tratou de retirar do video e das citações as imagens e falas sobre Leonel Brizola e Olívio Dutra. A candidata do PCdoB ainda não usou as fortes imagens dos grandes líderes do seu Partido, no caso Carlos Marighella e o ex-ministro dos Esportes, Orlando Silva, posto para fora do governo Dilma Roussef, depois de envolvido em denúncias sobre patifarias na sua pasta.
CLIQUE acima para ampliar. A foto do comício de Manuela é de Thomas Edson, divulgação da candidata. A outra foto registra Ana Amélia com seu troféu e a companhia do líder dos ruralistas gaúchos, o presidente da Farsul, Carlos Sperotto.
Grisa faz programa de governo do PCdoB e do PSDB
É surpreendente a presença do economista Gustavo Grisa na equipe de programa de governo de Manuela D’Ávila, PCdoB, porque ele também integra a equipe de programa de governo de Aníbal Moacir, o candidato do PSDB à prefeitura de São Leopoldo.
Happy Hour é na Bier Markt!
Na Barão do Santo Ângelo 497 e na Castro Alves, 452.
São 24 torneiras de chope artesanal de várias partes do mundo, com barris alojados em câmera fria, servidos diretamente nos copos, sem serpentina e cardápio diferenciado.
CLIQUE AQUI para conhecer o novo Bier Markt Vom Fass.
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Fortunati surpreende na TV com diálogo de 5min30s com Fogaça
Fortunati surpreende na TV com diálogo de 5min30s com FogaçaForam bastante sutis as primeiras críticas feitas ao prefeito José Fortunati, PDT, pelos seus principais adversários na campanha eleitoral, mas elas surgiram e foram maiores na área da saúde. Os programas ainda foram bem comportados nesta segunda-feira a tarde.
Manuela D’Ávila, PCdoB – A candidata comunista tirou as imagens de Dilma, Brizola e Olívio e com isto centrou todo o programa na enunciação de pontos claros do seu programa de governo. Ela também evitou apresentar-se como vice-líder do governo Dilma Rousseff. Alguns nomes da sua equipe – os mais conhecidos – nunca foram do PCdoB, como Pedro Dutra da Fonseca, José Carlos Heemann e Gustavo Grisa.
Wambert Di Lorenzo, PSDB – O único que vem repetindo cenas desde o primeiro programa, embora tenha editado novas falas e novas imagens. O tucano insiste na tecla da gestão, mas desta vez sublinhou mais os exemplos de Serra e de Yeda.
Fortunati, PDT – O formato de diálogo com José Fogaça foi a novidade da tarde. Ele monopolizou todo o programa de 5h30m.
Adão Villaverde, PT – O candidato do PT centrou o programa em cima da área da saúde, com críticas duras ao atual prefeito, José Fortunati, mas voltou a avisar que “o novo não se consubstancia apenas em pouca idade”, referindo-se a Manuela D’Ávila.
Manuela D’Ávila, PCdoB – A candidata comunista tirou as imagens de Dilma, Brizola e Olívio e com isto centrou todo o programa na enunciação de pontos claros do seu programa de governo. Ela também evitou apresentar-se como vice-líder do governo Dilma Rousseff. Alguns nomes da sua equipe – os mais conhecidos – nunca foram do PCdoB, como Pedro Dutra da Fonseca, José Carlos Heemann e Gustavo Grisa.
Wambert Di Lorenzo, PSDB – O único que vem repetindo cenas desde o primeiro programa, embora tenha editado novas falas e novas imagens. O tucano insiste na tecla da gestão, mas desta vez sublinhou mais os exemplos de Serra e de Yeda.
Fortunati, PDT – O formato de diálogo com José Fogaça foi a novidade da tarde. Ele monopolizou todo o programa de 5h30m.
Adão Villaverde, PT – O candidato do PT centrou o programa em cima da área da saúde, com críticas duras ao atual prefeito, José Fortunati, mas voltou a avisar que “o novo não se consubstancia apenas em pouca idade”, referindo-se a Manuela D’Ávila.
Presença forte de Fogaça não foi resultado de pesquisa qualitativa
Ao escolher José Fortunati para o diálogo de 5min30s no programa de TV desta segunda-feira a tarde, a campanha não levou em conta qualquer pesquisa qualitativa.
. A idéia foi demonstrar que existe continuidade na gestão pública de Porto Alegre.
. A idéia foi demonstrar que existe continuidade na gestão pública de Porto Alegre.
Datafolha e Vox Populi estão com pesquisadores para avaliar eleição de Porto Alegre após o início dos programas de TV.
Até esta quarta-feira, os pesquisadores do Datafolha estarão nas ruas de Porto Alegre para entrevistar 810 pessoas, para a Folha de São Paulo e RBS. Também será feita nessa pesquisa uma avaliação do horário eleitoral dos prefeituráveis.
. Entre sábado e esta segunda-feira, o Vox Populi foi para as ruas para entrevistar 800 pessoas, em pesquisa eleitoral para o Grupo Bandeirantes.
CLIQUE AQUI para examinar a extensa ficha de perguntas do Vox Populi.
CLIQUE AQUI para examinar a pesquisa da Datafolha.
Barbosa e Lewandowski farão réplica e tréplica no julgamento do Mensalão, esta tarde, a partir das 14h
O julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF) será retomado hoje a partir das 14h, atraindo as atenções para as réplica e tréplica entre os ministros Joaquim Barbosa, relator da ação, e Ricardo Lewandowski, revisor. Ambos divergiram sobre vários pontos da ação no dia 23, o que causou momentos de tensão ao final da sessão. Depois que os dois falarem, começarão os votos dos demais ministros, começando pela ministra gaúcha Rosa Weber. Os ministros já teriam acertado entre si que cada um deles dará seu voto em menos de 20 minutos, podendo chegar ao máximo de duas horas.
. Barbosa e Lewandowski divergiram sobre o direito que cada ministro tem de se manifestar depois do voto do outro. A discussão começou quando, ao final da sessão de quinta-feira, o ministro-relator disse que queria “esclarecer alguns pontos” do voto de Lewandowski.
Contrariado, o ministro-revisor reagiu ao dizer que só aceita a “réplica se tiver a tréplica”.
CLIQUE AQUI para ler o artigo "O STF corre perigo", de Marco Antonio Villa, do Estadão.
. Barbosa e Lewandowski divergiram sobre o direito que cada ministro tem de se manifestar depois do voto do outro. A discussão começou quando, ao final da sessão de quinta-feira, o ministro-relator disse que queria “esclarecer alguns pontos” do voto de Lewandowski.
Contrariado, o ministro-revisor reagiu ao dizer que só aceita a “réplica se tiver a tréplica”.
CLIQUE AQUI para ler o artigo "O STF corre perigo", de Marco Antonio Villa, do Estadão.
Artigo, Gustavo Ioschpe, Veja - Para combater a desigualdade, o caminho é a educação básica, não a reserva de vagas em universidades
- O artigo a seguir é de Gustavo Ioschpe e está na Veja desta semana. Ele prevê que os sistemas de cotas, mas sobretudo a ação deletéria das corporações na academia pública, destruirão as universidades federais, levando o governo a usar em bolsas e em escolas privadas, as enormes quantidades de dinheiro nelas aplicadas. Há mais na análise, claro, mas sobretudo a assertiva de que a melhoria das oportunidades das famílias negras é investir pesadamente na qualidade do ensino básico. Vale a pena ler, sobretudo as grades, onde pontificam maus exemplos de escolas localizadas também no RS. Leia a íntegra no link. Em seguida, os trechos iniciais:
O critério racial fere a isonomia. Que os militantes da causa negra não se iludam: projeto das cotas não passa de cortina de fumaça
Não fosse o componente racial no projeto de lei aprovado pelo Congresso - que destina 50% das vagas das universidades federais a alunos que cursaram o ensino médio em escolas públicas, a ser distribuídas respeitando a divisão racial de cada estado -, eu poderia dar-lhe o benefício da dúvida. Com o componente racial, sou contra.
A família do meu pai chegou ao Brasil, com uma mão na frente e outra atrás, no começo do século XX. A da minha mãe aportou aqui fugindo do nazismo. Em ambos os casos, portanto, muito depois da abolição da escravidão. Caso a lei das cotas raciais e econômicas nas universidades federais seja sancionada, fico imaginando o que eu - e milhões de brasileiros com histórico parecido - diria ao meu filho se ele fosse excluído de uma vaga em universidade federal em benefício de um negro ou indígena com pior desempenho acadêmico. Não haveria o que dizer. Pessoalmente, acredito que o critério racial fere a isonomia, que é a base da democracia, e tisna o republicanismo com sectarismo. Racismo sempre é ruim, tanto o movido por ódios quanto o por intenções nobres. Espero que os militantes da causa negra não se iludam: esse projeto não é uma grande vitória, mas uma cortina de fumaça. Em primeiro lugar, porque o racismo brasileiro não é causado por políticas governamentais que precisam ser revertidas, como era o caso americano, mas sim por atitudes de foro íntimo de uma parte dos nossos concidadãos. A concessão de cotas não mudará esse preconceito e corre-se o risco de exacerbá-lo. E, segundo e mais importante, porque o efeito dessa lei não passa de migalha. Reportagem da Folha de S.Paulo calculou que o número de vagas reservadas nas universidades federais aumentaria em 70 000 com as cotas. A maneira de tirar milhões de negros da privação é melhorando a qualidade do ensino básico.
Não fosse o componente racial no projeto de lei aprovado pelo Congresso - que destina 50% das vagas das universidades federais a alunos que cursaram o ensino médio em escolas públicas, a ser distribuídas respeitando a divisão racial de cada estado -, eu poderia dar-lhe o benefício da dúvida. Com o componente racial, sou contra.
Há bons argumentos favoráveis e bons argumentos contrários à concessão de cotas a alunos da rede pública de ensino, sem discriminação por raça.
CLIQUE AQUI para ler tudo e examinar as tabelas.
O critério racial fere a isonomia. Que os militantes da causa negra não se iludam: projeto das cotas não passa de cortina de fumaça
Não fosse o componente racial no projeto de lei aprovado pelo Congresso - que destina 50% das vagas das universidades federais a alunos que cursaram o ensino médio em escolas públicas, a ser distribuídas respeitando a divisão racial de cada estado -, eu poderia dar-lhe o benefício da dúvida. Com o componente racial, sou contra.
A família do meu pai chegou ao Brasil, com uma mão na frente e outra atrás, no começo do século XX. A da minha mãe aportou aqui fugindo do nazismo. Em ambos os casos, portanto, muito depois da abolição da escravidão. Caso a lei das cotas raciais e econômicas nas universidades federais seja sancionada, fico imaginando o que eu - e milhões de brasileiros com histórico parecido - diria ao meu filho se ele fosse excluído de uma vaga em universidade federal em benefício de um negro ou indígena com pior desempenho acadêmico. Não haveria o que dizer. Pessoalmente, acredito que o critério racial fere a isonomia, que é a base da democracia, e tisna o republicanismo com sectarismo. Racismo sempre é ruim, tanto o movido por ódios quanto o por intenções nobres. Espero que os militantes da causa negra não se iludam: esse projeto não é uma grande vitória, mas uma cortina de fumaça. Em primeiro lugar, porque o racismo brasileiro não é causado por políticas governamentais que precisam ser revertidas, como era o caso americano, mas sim por atitudes de foro íntimo de uma parte dos nossos concidadãos. A concessão de cotas não mudará esse preconceito e corre-se o risco de exacerbá-lo. E, segundo e mais importante, porque o efeito dessa lei não passa de migalha. Reportagem da Folha de S.Paulo calculou que o número de vagas reservadas nas universidades federais aumentaria em 70 000 com as cotas. A maneira de tirar milhões de negros da privação é melhorando a qualidade do ensino básico.
Não fosse o componente racial no projeto de lei aprovado pelo Congresso - que destina 50% das vagas das universidades federais a alunos que cursaram o ensino médio em escolas públicas, a ser distribuídas respeitando a divisão racial de cada estado -, eu poderia dar-lhe o benefício da dúvida. Com o componente racial, sou contra.
Há bons argumentos favoráveis e bons argumentos contrários à concessão de cotas a alunos da rede pública de ensino, sem discriminação por raça.
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Mercado aposta em nova queda da taxa básica de juros, que cairia para 7,5% ao ano, esta semana
Na expectativa da próxima reunião do Copom, o mercado bateu o martelo em um corte de 0,50 ponto percentual na Selic, para 7,50%, nesta semana, e manteve a perspectiva de que a taxa básica de juros encerrará este ano a 7,25%, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central, divulgada hoje. Para o fim de 2013, a projeção do mercado para a taxa básica de juros no Focus foi reduzida para 8,25%, ante 8,38% na semana anterior.
Governo estatista gaúcho anuncia nova estatal para administrar investimentos privados na Expointer
Foi apresentada neste domingo a proposta de criação de nova empresa estatal gaúcha pelo governo do PT
Neste domingo o projeto de reformulação do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil foi apresentado pelo próprio governador do Estado, Tarso Genro, na Ex-pointer. Durante a solenidade, Tarso Genro assinou a criação do Projeto de Lei que autoriza a transformação do local em uma empresa pública sob a forma de sociedade anônima. A nova estatal administraria investimentos orçados em R$ 400 milhões, visando a utilização da área ao longo de todo ano para diversos tipos de eventos, e não somente para a Expointer, incluindo a construção de hotéis, concha acústica para shows, restaurantes, museu agropecuário e a expansão da área destinada aos animais. Os investimentos seriam feitos em colaboração com as empresas privadas, que bancariam o grosso dos recursos necessários. Seriam PPPs para cada caso. Até o momento, o governo Tarso Genro não viabilizou uma só PPP e seu Partido, o PT, sempre manifestou oposição feroz a qualquer colaboração do gênero com os empreendedores privados. O próprio presidente do Partido, o deputado Raul Pont, construiu sua carreira política em cima de selvagens críticas e ações contra as empresas privadas e qualquer tipo de colaboração com elas.
. A previsão é que todo o programa de investimentos dure oito anos, em virtude de questões políticas e de liberações de recursos. "O conceito está definido, e queremos tomar todas as medidas necessárias para colocar em prática o projeto e, a partir de agora, passar para outro nível de trabalho investindo nas parcerias público-privadas", explicou o governador.
- Entre os projetos está a elaboração do novo pavilhão da Agricultura Familiar e drenagem da pista central de provas e julgamento, que devem começar a ser realizados no segundo semestre. Também existem mais nove projetos com R$ 18 milhões em investimento, com recursos via BNDES.
Happy Hour é na Bier Markt!
Na Barão do Santo Ângelo 497 e na Castro Alves, 452.
São 24 torneiras de chope artesanal de várias partes do mundo, com barris alojados em câmera fria, servidos diretamente nos copos, sem serpentina e cardápio diferenciado.
CLIQUE AQUI para conhecer o novo Bier Markt Vom Fass.
Neste domingo o projeto de reformulação do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil foi apresentado pelo próprio governador do Estado, Tarso Genro, na Ex-pointer. Durante a solenidade, Tarso Genro assinou a criação do Projeto de Lei que autoriza a transformação do local em uma empresa pública sob a forma de sociedade anônima. A nova estatal administraria investimentos orçados em R$ 400 milhões, visando a utilização da área ao longo de todo ano para diversos tipos de eventos, e não somente para a Expointer, incluindo a construção de hotéis, concha acústica para shows, restaurantes, museu agropecuário e a expansão da área destinada aos animais. Os investimentos seriam feitos em colaboração com as empresas privadas, que bancariam o grosso dos recursos necessários. Seriam PPPs para cada caso. Até o momento, o governo Tarso Genro não viabilizou uma só PPP e seu Partido, o PT, sempre manifestou oposição feroz a qualquer colaboração do gênero com os empreendedores privados. O próprio presidente do Partido, o deputado Raul Pont, construiu sua carreira política em cima de selvagens críticas e ações contra as empresas privadas e qualquer tipo de colaboração com elas.
. A previsão é que todo o programa de investimentos dure oito anos, em virtude de questões políticas e de liberações de recursos. "O conceito está definido, e queremos tomar todas as medidas necessárias para colocar em prática o projeto e, a partir de agora, passar para outro nível de trabalho investindo nas parcerias público-privadas", explicou o governador.
- Entre os projetos está a elaboração do novo pavilhão da Agricultura Familiar e drenagem da pista central de provas e julgamento, que devem começar a ser realizados no segundo semestre. Também existem mais nove projetos com R$ 18 milhões em investimento, com recursos via BNDES.
Happy Hour é na Bier Markt!
Na Barão do Santo Ângelo 497 e na Castro Alves, 452.
São 24 torneiras de chope artesanal de várias partes do mundo, com barris alojados em câmera fria, servidos diretamente nos copos, sem serpentina e cardápio diferenciado.
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Lula, o chefão do Mensalão, diz ao New York Times neste domingo: "Não acredito no Mensalão"
CLIQUE AQUI para ler a entrevista na íntegra no New York Times deste domingo.
Em entrevista ao jornal americano NY Times publicada no sábado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a negar a existência do mensalão. "Não acredito que tenha ocorrido", disse, afirmando que o Partido dos Trabalhadores (PT) não tinha necessidade de compra de votos, pois já havia assegurado a maioria no Congresso com alianças políticas.
Em entrevista ao jornal americano NY Times publicada no sábado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a negar a existência do mensalão. "Não acredito que tenha ocorrido", disse, afirmando que o Partido dos Trabalhadores (PT) não tinha necessidade de compra de votos, pois já havia assegurado a maioria no Congresso com alianças políticas.
. O ex-presidente disse, contudo, que vai respeitar a decisão do tribunal sobre o caso. "Se alguém é culpado, deve ser punido, se for inocente, deve ser absolvido", declarou Lula. O NYT ressalta a trajetória política de Lula, desde os tempos de sindicalista. "Agora, Lula e sua criação daqueles tempos, o Partido dos Trabalhadores, estão enfrentando um de seus momentos mais graves", diz oNYT sobre o mensalão.
CLIQUE AQUI para ler mais. A matéria é do site www.terra.com.br
Artigo, Carlos Brinckmann - Direito à greve; direito aos serviços
* Clipping Carlos Brinckmann
Vamos, juntos, imaginar o avanço das tropas aliadas na Alemanha, nos dias finais da Segunda Guerra Mundial. Num determinado momento, o Conselho da Tropa informa que os soldados entraram em greve por aumento salarial e só retornarão aos combates depois que suas reivindicações forem atendidas.
Pode ou não pode? Pulemos algumas décadas, troquemos o Norte pelo Sul e veremos que agentes federais entraram em greve por aumento salarial, suspenderam o policiamento das fronteiras e colaram cartazes nos pontos de entrada do Brasil informando a contrabandistas e narcotraficantes que podem trabalhar à vontade, pois não serão reprimidos. Pode ou não pode?
A inabilidade do Governo Federal, que não se mexeu até a situação chegar a este ponto, levou o país a uma situação de perde-perde: se der o aumento pedido pelos funcionários em greve, não terá como pagá-los; se não der o aumento, a greve continuará gerando problemas insolúveis. Já há falta de remédios, por causa da greve da Anvisa; já há indústrias com problemas, por falta de componentes importados; as exportações também sofrem, porque estradas e aeroportos, que já não são lá essas coisas, funcionam ainda pior do que antes. Negociação? É com o mesmo pessoal que viu as universidades federais fecharem por três meses e não conseguiu negociar com os professores. E que é que o Governo propõe?
Depende: até agora, pagou direitinho o salário de quem não trabalhou. Hoje ameaça demiti-los. Vai da moleza ao confronto sem passar pela negociação.
Prepare seu coração
Os funcionários em greve rejeitaram até agora as propostas do Governo. Isso significa que estradas federais, postos de fronteira, aeroportos, fiscalização de importações e exportações, todos esses setores vão piorar, jogados às traças.
Tensão capital
Só isso? Não: o Movimento dos Sem-Terra resolveu promover manifestações em Brasília, o que obrigou a presidente Dilma Rousseff a deixar o Palácio do Planalto pela porta dos fundos, com a segurança em alerta total.
Vamos, juntos, imaginar o avanço das tropas aliadas na Alemanha, nos dias finais da Segunda Guerra Mundial. Num determinado momento, o Conselho da Tropa informa que os soldados entraram em greve por aumento salarial e só retornarão aos combates depois que suas reivindicações forem atendidas.
Pode ou não pode? Pulemos algumas décadas, troquemos o Norte pelo Sul e veremos que agentes federais entraram em greve por aumento salarial, suspenderam o policiamento das fronteiras e colaram cartazes nos pontos de entrada do Brasil informando a contrabandistas e narcotraficantes que podem trabalhar à vontade, pois não serão reprimidos. Pode ou não pode?
A inabilidade do Governo Federal, que não se mexeu até a situação chegar a este ponto, levou o país a uma situação de perde-perde: se der o aumento pedido pelos funcionários em greve, não terá como pagá-los; se não der o aumento, a greve continuará gerando problemas insolúveis. Já há falta de remédios, por causa da greve da Anvisa; já há indústrias com problemas, por falta de componentes importados; as exportações também sofrem, porque estradas e aeroportos, que já não são lá essas coisas, funcionam ainda pior do que antes. Negociação? É com o mesmo pessoal que viu as universidades federais fecharem por três meses e não conseguiu negociar com os professores. E que é que o Governo propõe?
Depende: até agora, pagou direitinho o salário de quem não trabalhou. Hoje ameaça demiti-los. Vai da moleza ao confronto sem passar pela negociação.
Prepare seu coração
Os funcionários em greve rejeitaram até agora as propostas do Governo. Isso significa que estradas federais, postos de fronteira, aeroportos, fiscalização de importações e exportações, todos esses setores vão piorar, jogados às traças.
Tensão capital
Só isso? Não: o Movimento dos Sem-Terra resolveu promover manifestações em Brasília, o que obrigou a presidente Dilma Rousseff a deixar o Palácio do Planalto pela porta dos fundos, com a segurança em alerta total.
Esta mulher, ex-gerente do Núcleo de Mídia do BB, foi demitida e ameaçada de morte depois que se negou a pagar R$ 60 milhões sujos a Marcos Valério
Ex-gerente do Núcleo de Mídia do Banco do Brasil, Danevita foi demitida por se recusar a assinar documentos que dariam ares de autenticidade a uma fraude milionária.
Depois de prestar um dos mais contundentes depoimentos do processo — desconstruindo a principal tese da defesa, de que não houve dinheiro público no esquema.
Ameaças de morte, desempregada e sem renda - Danevita passou a sofrer ameaças de morte e não conseguiu mais arrumar emprego. A mulher que enfrentou os mensaleiros cumpre uma pena pesada desde que contou o que sabia, há sete anos. Rejeitada pelos antigos companheiros petistas, vive da caridade de amigos e familiares, sofre de depressão e pensa em deixar o Brasil. Só não fez isso ainda por falta de dinheiro.
Danevita comandava setor de pagamentos a publcitários - O testemunho da publicitária foi invocado várias vezes no corpo da sentença dos dois ministros que votaram na semana passada. Entre 1997 e 2004, Danevita comandou o setor do Banco do Brasil responsável pelo pagamento das agências de publicidade que fazem a propaganda da instituição.
Carreira acabou quando ela se negou a pagar R$ 60 milhões do BB a Valério - Sua carreira foi destruída quando ela se negou a autorizar uma ordem de pagamento de 60 milhões de reais à DNA Propaganda, do empresário Marcos Valério. O motivo era elementar: o serviço não foi e nem seria realizado. Mais que isso: o dinheiro, antes de ser oficialmente liberado, já estava nas contas da DNA, o que contrariava frontalmente o procedimento do banco. Ela, portanto, negou-se a ser cúmplice da falcatrua.
Mensaleiros sairão impunes do STF - Ela não acredita que o Supremo Tribunal Federal vá punir os mensaleiros.
Advogado que gravou o braço direito
de Zé Dirceu também é ameaçado de morte e é perseguido
de Zé Dirceu também é ameaçado de morte e é perseguido
Situação parecida vive o advogado Joel Santos Filho. Ele foi o autor da gravação do vídeo no qual o ex-diretor dos Correios Maurício Marinho aparece recebendo propina e contando como funcionava o esquema de arrecadação do PTB. A reportagem, publicada por VEJA em maio de 2005, está na gênese do escândalo. Foi a partir dela que o presidente do PTB, deputado Roberto Jefferson, revelou a existência do mensalão. Joel conta que foi chamado por um amigo empresário, que tinha os interesses comerciais prejudicados nos Correios, para colher provas de que lá funcionava um esquema de extorsão. Pelo trabalho de filmagem, não ganhou nada e ainda perdeu o que tinha. Durante as investigações do mensalão, Joel teve documentos e computadores apreendidos — e nunca devolvidos. Apesar de não ter sido acusado de nada, foi preso por cinco dias e ameaçado na cadeia: “Fui abordado por outro preso, que disse saber onde minha família morava e minhas filhas estudavam. Ele me alertou: ‘Pense no que vai falar, você pode ter problemas lá fora”. Joel sustenta sua família hoje por meio de bicos. “Fiquei marcado de uma forma muito negativa”, lamenta.
CLIQUE AQUI para ler tudo e ver as fotos.Os dois personagens concederam entrevistas formais para Veja.
CLIQUE na foto para ver Danevita Magalhães.
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Saiba como é feito o uso político do aparelhado Banco do Brasil. O caso Pizzolato.
- No seu livro sobre Mauá, Jorge Caldeira conta que o Banco do Brasil começou como banco privado, fundado pelo gaúcho de Arroio Grande. Dom Pedro II tirou-o de Mauá e mais tarde quebrou-o. Lula não chegou a tanto, porque as generosas tetas do Tesouro parecem inesgotáveis, mas o ex-presidente fez de tudo para acabar com o BB, onde instalou gente como Henrique Pizzolato.
* O Globo
Em dois séculos de existência, o Banco do Brasil quebrou algumas vezes e terminou resgatado com o dinheiro do contribuinte. Como sempre acontece nestes casos.A primeira falência, provocada pela família real, devido a seus gastos e saques feitos na volta de D. João VI a Portugal, levou o BB a ser liquidado em 1829.Pode-se então dizer que o primeiro grande aparelhamento da instituição financeira pública, feito pela própria corte portuguesa, causou a falência inaugural do BB.
. Esta visão patrimonialista que dirigentes, no Império e na República, cultivam do banco é que o leva a passar por ciclos de dificuldades operacionais e, como agora no mensalão, a fazer parte de escândalos.
. O uso que o sindicalista petista Henrique Pizzolato fez de verbas de publicidade do BB para alimentar o valerioduto do mensalão faz parte desta centenária linhagem de “malfeitos” cometidos na maior instituição financeira pública do país sob as bênçãos de poderosos de ocasião
CLIQUE AQUI para ler tudo.
CLIQUE na foto para ver melhor: Dom Pedro II, que quebrou o Banco do Brasil, e Lula, que aparelhou o banco para usar seu cofre forte em favor do PT.
* O Globo
Em dois séculos de existência, o Banco do Brasil quebrou algumas vezes e terminou resgatado com o dinheiro do contribuinte. Como sempre acontece nestes casos.A primeira falência, provocada pela família real, devido a seus gastos e saques feitos na volta de D. João VI a Portugal, levou o BB a ser liquidado em 1829.Pode-se então dizer que o primeiro grande aparelhamento da instituição financeira pública, feito pela própria corte portuguesa, causou a falência inaugural do BB.
. Esta visão patrimonialista que dirigentes, no Império e na República, cultivam do banco é que o leva a passar por ciclos de dificuldades operacionais e, como agora no mensalão, a fazer parte de escândalos.
. O uso que o sindicalista petista Henrique Pizzolato fez de verbas de publicidade do BB para alimentar o valerioduto do mensalão faz parte desta centenária linhagem de “malfeitos” cometidos na maior instituição financeira pública do país sob as bênçãos de poderosos de ocasião
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TRE impugna candidatura de Balbo Teixeira em São Grabriel. Candidato foi para a Lei da Ficha Suja.
No final da tarde de sexta-feira, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul julgou procedente o recurso da coligação São Gabriel Não Pode Parar (PDT/PTB/PSC/PSDB/PSDC/PSD/PRB), liderada pelo atual prefeito e candidato a reeleição Rossano Gonçalves e impugnou o registro da candidatura do ex-prefeito Balbo Teixeira, da coligação Acorda, São Gabriel! (PSB/PR/DEM).
. A decisão é de colegiado, o que quer dizer que Balbo Teixeira está fora do jogo. O ex-prefeito desincompatibilizou-se fora do prazo legal dos cargos no Conselho de Administração da CEEE e no Ministério de Integração Nacional. Balbo deve recorrer ao TSE, mas já está incluído na Lei da Ficha Suja.
. São Gabriel, Fronteitra Oeste do RS, 44 mil eleitores, quatro candidatos disputam o comando da prefeitura.
Artigo, Manuel Pastana, Procurador da República no RS - Saiba como eles nos enganam com esta farsa do julgamento do Mensalão
- Manuel Pastana é Procurador da República no RS, onde trabalha e vive. Ele é autor de duas representações recentes, uma contra Lula e outra contra Márcio Thomaz Bastos. No caso de Lula, Pastana pediu ao Procurador Geral da República que o incluísse na ação do Mensalão, incluindo-o na denúncia como o verdadeiro chefe da organização criminosa. Sobre Bastos, o Procurador do RS acionou-o em função do altíssimo valor que ele cobrava para defender Carlinhos Cachoeira, já que a origem do dinheiro seria necessariamente desonesta.
“Juízes, Polícia, Ministério Público, advogados públicos. Porque eles têm um poder de chantagear os poderes públicos. E dizem: ou você faz isso ou a gente vai criar uma tremenda encrenca.”(Trecho de entrevista do Corregedor-Geral do MPF, Eugênio Aragão, falando sobre “chantagem” para aumento de salário)
Vive-se um momento histórico com o julgamento do Mensalão. Isso todo mundo sabe. O que quase ninguém sabe é que as provas são escassas. Contra José Dirceu, apontado como o líder do esquema criminoso, não existem provas, apenas indícios e meras conjecturas. Por meio deste artigo, mostrarei, entre outras coisas - como a explicação para a declaração transcrita acima - a razão da carência de provas no processo Mensalão.Por que o então procurador-geral da República (PGR), Antonio Fernando, autor da denúncia do Mensalão, NÃO foi sequer criticado por petista algum do alto escalão, apesar de ter imputado ao PT a tentativa de perpetuação no poder, por meio de “sofisticada organização criminosa? Além disso, ele “acusou” de chefe da organização, José Dirceu, um dos expoentes do partido situacionista e amigo pessoal de Lula.
. Antonio Fernando não sofreu crítica e ainda foi reconduzido no cargo pelo ex-Presidente Lula. Será que Lula e os caciques petistas nada fizeram contra Antonio Fernando porque compreenderam que ele apenas cumpriu o seu dever legal? Quem acredita nessa hipótese, provavelmente também acredita em Papai Noel, Saci Pererê, Mula sem cabeça, duendes...Peço escusas pela ironia, mas é que a situação é muito séria e procuro amenizar para facilitar a leitura.
. Assinalo que eu não seria irresponsável de escrever sem conhecimento de causa, pois tenho um nome e um cargo a zelar (sou procurador da República e estou na ativa). Há 31 anos encontro-me no serviço público, ocupei diversos cargos, todos conquistados por concurso. Aliás, só na área jurídica, passei em seis concursos, sendo três em primeiro lugar.
CLIQUE no endereço do blog do Procurador, vá até o pé do trecho inicial do artigo e depois clique no link para ir adiante: http://www.manoelpastana.com.br/
“Juízes, Polícia, Ministério Público, advogados públicos. Porque eles têm um poder de chantagear os poderes públicos. E dizem: ou você faz isso ou a gente vai criar uma tremenda encrenca.”(Trecho de entrevista do Corregedor-Geral do MPF, Eugênio Aragão, falando sobre “chantagem” para aumento de salário)
Vive-se um momento histórico com o julgamento do Mensalão. Isso todo mundo sabe. O que quase ninguém sabe é que as provas são escassas. Contra José Dirceu, apontado como o líder do esquema criminoso, não existem provas, apenas indícios e meras conjecturas. Por meio deste artigo, mostrarei, entre outras coisas - como a explicação para a declaração transcrita acima - a razão da carência de provas no processo Mensalão.Por que o então procurador-geral da República (PGR), Antonio Fernando, autor da denúncia do Mensalão, NÃO foi sequer criticado por petista algum do alto escalão, apesar de ter imputado ao PT a tentativa de perpetuação no poder, por meio de “sofisticada organização criminosa? Além disso, ele “acusou” de chefe da organização, José Dirceu, um dos expoentes do partido situacionista e amigo pessoal de Lula.
. Antonio Fernando não sofreu crítica e ainda foi reconduzido no cargo pelo ex-Presidente Lula. Será que Lula e os caciques petistas nada fizeram contra Antonio Fernando porque compreenderam que ele apenas cumpriu o seu dever legal? Quem acredita nessa hipótese, provavelmente também acredita em Papai Noel, Saci Pererê, Mula sem cabeça, duendes...Peço escusas pela ironia, mas é que a situação é muito séria e procuro amenizar para facilitar a leitura.
. Assinalo que eu não seria irresponsável de escrever sem conhecimento de causa, pois tenho um nome e um cargo a zelar (sou procurador da República e estou na ativa). Há 31 anos encontro-me no serviço público, ocupei diversos cargos, todos conquistados por concurso. Aliás, só na área jurídica, passei em seis concursos, sendo três em primeiro lugar.
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