Não é verdade que o governo federal não mexerá na poupança. Vai mexer, sim, pouco antes ou pouco depois da nova reunião do Copom.
. A mexida acontecerá na tributação da caderneta.
Magazine Luiza muda de CEO
Marcelo Silva, pernambucano, 58 anos, ex-Casas Pernambucanas, já substitui Luiza Helena Trajano como CEO do Magazine Luiza.
DCS nega troca de favores por conta do governo
A DCS tirou nota paga nos jornais de segunda-feira, esclarecendo que as contas governamentais que administra foram conquistas em licitações.
. A DCS foi acusada por Lair Ferst, Marcelo Cavalcante e Magda Koenigkan. O trio contou no final de semana ao jornal Zero Hora, que a DCS pagava as contas pré e pós eleitorais dos tucanos gaúchos, visando obter, em troca, as contas do governo.
. A DCS foi acusada por Lair Ferst, Marcelo Cavalcante e Magda Koenigkan. O trio contou no final de semana ao jornal Zero Hora, que a DCS pagava as contas pré e pós eleitorais dos tucanos gaúchos, visando obter, em troca, as contas do governo.
CEEE continua sem cumprir ordem de Yeda em Rio Grande
Já entraram nos cofres da CEEE os R$ 20 milhões exigidos pela empresa para construir a linha subaquática de 69 KVA entre Rio Grande e São José do Norte, mas a CEEE não se mexe do lugar. No dia 8 de janeiro, a CEEE informou ao Piratini que tinha dado início às obras, mas isto era mentira. É pura incompetência.
. Plataformas como a P53 exigem que as atuais linhas aéreas sejam elevadas sempre que os cascos se movimentarem na região.
. Plataformas como a P53 exigem que as atuais linhas aéreas sejam elevadas sempre que os cascos se movimentarem na região.
CEEE pega obra de R$ 80 milhões
A CEEE, acompanhando o grupo Proclabe, venceu a licitação desta sexta-feira da Aneel e construirá a nova rede subterrânea (lote A) que ligará as subestações Porto Alegre 9, junto a freeway, e Porto Alegre 4, no Parque da Harmonia, cujo contrato poderá chegar a R$ 80 milhões ao longo de 15 anos.
. A linha subterrânea terá 12 quilômetros e reforçará enormemente o abastecimento de energia elétrica ao centro de Porto Alegre.
- O deságio oferecido por CEEE-Proclabe foi de 47%. A CEEE entrará com 20% do negócio, através da sua unidade de negócios CEEE Geração.
* A informação é exclusiva.
. A linha subterrânea terá 12 quilômetros e reforçará enormemente o abastecimento de energia elétrica ao centro de Porto Alegre.
- O deságio oferecido por CEEE-Proclabe foi de 47%. A CEEE entrará com 20% do negócio, através da sua unidade de negócios CEEE Geração.
* A informação é exclusiva.
Opus e Zaffari abrem teatro em São Paulo
Opus e Zaffari juntaram dinheiro e talento para abrir no mês que vem um novo teatro de 1500 lugares, desta vez no Bourbon Shopping de São Paulo. Foi previsto até fosso paras orquestra de 60 músicos.
. O projeto é da Companhia Opus de Entretenimento, empresa formada por capitais da Opus e do Zaffari. Ambos já sustentam em Porto Alegre o teatro do Bourbon Country.
. O projeto é da Companhia Opus de Entretenimento, empresa formada por capitais da Opus e do Zaffari. Ambos já sustentam em Porto Alegre o teatro do Bourbon Country.
Feijó está por trás das novas denúncias do PSOL contra Yeda
- Os jornalistas que foram convocados pelos dirigentes do PSOL para tomar conhecimento de mensagens eletrônicas de empresários sobre o caso das contribuições financeiras à campanha de Yeda Crusius, não conseguiram identificar duas fontes:
1) o nome de quem surrupiou o e-mail trocado entre o presidente da Federasul e o presidente da Câmara da Indústria e Comércio de Rio Grande.
2) o nome do interlocutor que conversou com o diretor da Braskem, Alexandrino de Alencar.
. Pois nesta mesma segunda-feira uma fonte ligada à Braskem e a Alexandrino Alencar, informou ao editor que a pessoa com quem conversou o empresário foi o vice-governador Paulo Feijó. Feijó acertou o envio de R$ 200 mil para a campanha, dinheiro depositado e contabilizado. Ex-presidente da Federasul, Feijó não teria dificuldade alguma para obter cópias de correspondências privadas trocadas entre seu sucessor, José Cairolli, e o presidente da CIC de Rio Grande. Nos últimos meses, Paulo Feijó e os dirigentes do PSOL estreitaram muito a colaboração para desconstruir o governo tucano do RS. O uso de expedientes pouco ortodoxos, como grampear conversas privadas (caso de César Busatto) e liberar mensagens privadas (caso Braskem), já fazem parte das atividades rotineiras do Palacinho.
- A Braskem resolveu contratar o criminalista Paulo Olimpio para levar a deputada Luciana Genro e o vereador Pedro Ruas às barras dos tribunais. Genro e Ruas já respondem a processos movidos no STF pelo vice-presidente da Fiergs, Humberto Busnello, e pelo ex-secretário da Fazenda, Aod Cunha.
. O PSOL botou na roda os empresários José Cairolli, presidente da Federasul, e Alexandrino Alencar, publicizando correspondências particulares de ambos, trocadas durante a campanha eleitoral de 2006. A ação do PSOL não é nova, porque o antecessor de Cairolli no cargo, Paulo Feijó, também costuma divulgar mensagens que obtém privadamente. A deputada Luciana Genro, filha do ministro Tarso Genro, chefe da Polícia Federal, não quis dizer de onde retirou as cópias grampeadas, mas é fácil presumir a origem.
. As cartas revelariam contribuições aparentemente não contabilizadas para a campanha do PSDB, mas Cairolli e Alencar negam a suposição do PSOL.
1) o nome de quem surrupiou o e-mail trocado entre o presidente da Federasul e o presidente da Câmara da Indústria e Comércio de Rio Grande.
2) o nome do interlocutor que conversou com o diretor da Braskem, Alexandrino de Alencar.
. Pois nesta mesma segunda-feira uma fonte ligada à Braskem e a Alexandrino Alencar, informou ao editor que a pessoa com quem conversou o empresário foi o vice-governador Paulo Feijó. Feijó acertou o envio de R$ 200 mil para a campanha, dinheiro depositado e contabilizado. Ex-presidente da Federasul, Feijó não teria dificuldade alguma para obter cópias de correspondências privadas trocadas entre seu sucessor, José Cairolli, e o presidente da CIC de Rio Grande. Nos últimos meses, Paulo Feijó e os dirigentes do PSOL estreitaram muito a colaboração para desconstruir o governo tucano do RS. O uso de expedientes pouco ortodoxos, como grampear conversas privadas (caso de César Busatto) e liberar mensagens privadas (caso Braskem), já fazem parte das atividades rotineiras do Palacinho.
- A Braskem resolveu contratar o criminalista Paulo Olimpio para levar a deputada Luciana Genro e o vereador Pedro Ruas às barras dos tribunais. Genro e Ruas já respondem a processos movidos no STF pelo vice-presidente da Fiergs, Humberto Busnello, e pelo ex-secretário da Fazenda, Aod Cunha.
. O PSOL botou na roda os empresários José Cairolli, presidente da Federasul, e Alexandrino Alencar, publicizando correspondências particulares de ambos, trocadas durante a campanha eleitoral de 2006. A ação do PSOL não é nova, porque o antecessor de Cairolli no cargo, Paulo Feijó, também costuma divulgar mensagens que obtém privadamente. A deputada Luciana Genro, filha do ministro Tarso Genro, chefe da Polícia Federal, não quis dizer de onde retirou as cópias grampeadas, mas é fácil presumir a origem.
. As cartas revelariam contribuições aparentemente não contabilizadas para a campanha do PSDB, mas Cairolli e Alencar negam a suposição do PSOL.
Urcamp paga conta que não devia pagar
A Fundação Áttila Taborda (FAT), mantenedora da Universidade da Região da Campanha (Urcamp), com campi em Bagé, Alegrete, São Gabriel, Santana do Livramento, São Borja, Caçapava do Sul, Dom Pedrito e Itaqui, assumiu o valor da condenação pecuniária do seu ex-presidente e ex-Reitor da Urcamp, Morvan Meirelles Ferrugem. Trata-se de condenação pelo crime de apropriação indébita previdenciária, por não ter repassado à Previdência Social valores descontados dos salários dos professores e funcionários.
. A denúncia foi feita ontem pelo Sinpro/RS.
. A Urcamp assumiu ilegalmente a dívida do seu ex-reitor.
. O Sinpro/RS teve acesso a estas informações durante renegociação do Acordo Coletivo do Sindicato com a Universidade no mês de abril, motivo pelo qual as negociações foram interrompidas. denunciou a situação ao Ministério Público Estadual. O MPE abriu inquérito civil público.
. A denúncia foi feita ontem pelo Sinpro/RS.
. A Urcamp assumiu ilegalmente a dívida do seu ex-reitor.
. O Sinpro/RS teve acesso a estas informações durante renegociação do Acordo Coletivo do Sindicato com a Universidade no mês de abril, motivo pelo qual as negociações foram interrompidas. denunciou a situação ao Ministério Público Estadual. O MPE abriu inquérito civil público.
Conheça melhor a mulher que ataca Yeda
O PSDB gaúcho levantou a ficha completa da publisher da revista Srs. & Sras., Magda Koenigkan, e até o meio da tarde desta segunda-feira não sabia se iria ou não liberar o material para mostrar quem está por trás da notícia das requentadas denúncias contra a governadora Yeda Crusius. O jornal Zero Hora, que no domingo abriu generosos espaços para a ex-mulher de Marcelo Cavalcante, na edição de segunda-feira publicou uma folha corrida devastadora sobre ela. Não fez isto no próprio domingo porque reduziria o impacto das denúncias. A publisher de Srs. & Sras. surge no jornal como uma mulher fria e calculista, que se aproximou de Marcelo Cavalcante quando se divorciou de um rico empreiteiro de Brasília, levou-o para dentro de casa no segundo dia do relacionamento e botou-o para fora quando Marcelo perdeu o eixo quando soube que seu velho amigo Lair Ferst resolvera gravá-lo a serviço dos investigadores da Operação Rodin. Neste ponto, já tinha entrado em desgraça e era um homem sem renda, sem carro, denunciado e sem futuro.
CLIQUE para examinar o prontuário jurídico de Magda.
CLIQUE para examinar o prontuário jurídico de Magda.
Frente Ampla Gaúcha fará nova reunião em Brasília
Na semana que vem a Frente Ampla Gaúcha terá reunião em Brasília. PP, PTB, PDT, PC do B, PSB e PPS estão decididos a manter conversações unificadas com vistas a 2010.
. O deputado Beto Albuquerque é o nome mais vistoso do grupo para o caso de uma candidatura ao Piratini.
. O deputado Beto Albuquerque é o nome mais vistoso do grupo para o caso de uma candidatura ao Piratini.
Reforma política pode ir à votação ainda esta semana
Você vai até se surpreender, mas a Câmara dos Deputados resolveu pegar o pião na unha e poderá botar na pauta de votações o projeto de reforma política para o qual o deputado Ibsen Pinheiro obteve a adesão de todos os líderes de Partido.
. A idéia é pedir urgência, o que levaria para o plenário até mesmo os pareceres das comissões.
. A reforma política que poderá ser aprovada a qualquer momento pela Câmara dos Deputados possui tres vetores básicos: 1) lista fechada de candidatos. 2) financiamento público das campanhas. 3) fidelidade partidária.
. A idéia é pedir urgência, o que levaria para o plenário até mesmo os pareceres das comissões.
. A reforma política que poderá ser aprovada a qualquer momento pela Câmara dos Deputados possui tres vetores básicos: 1) lista fechada de candidatos. 2) financiamento público das campanhas. 3) fidelidade partidária.
Saiba o que Yeda precisa fazer para conter a eleitoreira CPI
Neste final de semana o editor conversou com os líderes da base aliada na Assembléia do RS e recolheu a seguinte constatação sobre as denúncias requentadas por Veja, desta vez alavancadas fortemente pelo surgimento de gravações montadas previamente, acertadas entre os interlocutores e destinadas a promover evidentes chantagens políticas e financeiras:
- O importante não são os fatos, todos eles conhecidos e a maior parte deles mentirosos e já desmentidos cabalmente, mas a eventualidade da montagem do circo de uma nova CPI, exatamente a que quer a deputada Stela Farias, do PT, porque ela viria apenas para encurralar o governo e fazê-lo sangrar até as eleições do ano que vem, repetindo o que foi feito com os governadores Collares (CPI da Propina) e Olívio Dutra (CPI da Segurança Pública).
. Assim sendo, cabe ao governo circunscrever os efeitos dos novos factóides midiáticos e políticos, através de duas ações que precisam estar articuladas entre si, numa espécie de gabinete de crise:
1) um comando unificado na área de comunicação, com a entrega de plenos poderes a um jornalista do estofo de Joabel Pereira, que já presta serviços ao governo, capaz de se movimentar com autoridade e flexibilidade.
2) um comando unificado na coordenação política do governo, com a entrega de plenos poderes as um profissional experimentado, como são os casos de homens como Celso Bernardi ou Mendes Filho.
- Os líderes da base aliada não querem que Yeda altere sua agenda no interior, mas a intensifique, e consideram que o governo está muito mais forte do que por ocasião da CPI do Detran, mas acham que não dá para perder tempo. Neste sentido, foram cirúrgicas e precisas as longas entrevistas do casal Crusius neste final de semana, sobretudo a de Carlos.
- O importante não são os fatos, todos eles conhecidos e a maior parte deles mentirosos e já desmentidos cabalmente, mas a eventualidade da montagem do circo de uma nova CPI, exatamente a que quer a deputada Stela Farias, do PT, porque ela viria apenas para encurralar o governo e fazê-lo sangrar até as eleições do ano que vem, repetindo o que foi feito com os governadores Collares (CPI da Propina) e Olívio Dutra (CPI da Segurança Pública).
. Assim sendo, cabe ao governo circunscrever os efeitos dos novos factóides midiáticos e políticos, através de duas ações que precisam estar articuladas entre si, numa espécie de gabinete de crise:
1) um comando unificado na área de comunicação, com a entrega de plenos poderes a um jornalista do estofo de Joabel Pereira, que já presta serviços ao governo, capaz de se movimentar com autoridade e flexibilidade.
2) um comando unificado na coordenação política do governo, com a entrega de plenos poderes as um profissional experimentado, como são os casos de homens como Celso Bernardi ou Mendes Filho.
- Os líderes da base aliada não querem que Yeda altere sua agenda no interior, mas a intensifique, e consideram que o governo está muito mais forte do que por ocasião da CPI do Detran, mas acham que não dá para perder tempo. Neste sentido, foram cirúrgicas e precisas as longas entrevistas do casal Crusius neste final de semana, sobretudo a de Carlos.
Carlos Crusius desmente tudo e ataca Lair e Magda
O professor Carlos Crusius concedeu surpreendente entrevista de duas páginas ao jornal Zero Hora desta segunda-feira, onde rebate ponto por ponto as acusações feitas pelo lobista Lair Ferst em gravação feita por ele com o ex-representante do governo em Brasília, Marcelo Cavalcante, sem o conhecimento deste. Uma parte do material gravado foipublicado neste final de semana pela revista Veja. Carlos Crusius, como fez antes Yeda, atacou pesadamente o lobista, acusado de fazer qualquer negócio, inclusive vender fitas gravadas sem o conhecimento do interlocutor, prática bastante corrente na vida política atual do RS. As tres denúncias mais materializadas foram desmentidas cabalmente nesta segunda-feira, mais uma vez, mas de modo mais formal:
1) a Alliance One divulgou ordem bancária passada para o PSDB, no valor de R$ 200 mil e o PSDB mostrou a inclusão do valor na sua contabilidade. 2) a CTA, outra fumageira de Santa Cruz do Sul, negou a emissão de qualquer valor para o PSDB. 3) a DCS publicou comunicados nos jornais, negando peremptoriamente o pagamento de qualquer despesa pessoal de Yeda ou do PSDB durante a após a campanha. Em pelo menos um dos casos, o da Alliance One, Lair e Marcelo, na gravação montada por Lair, denunciaram que o dinheiro tinha sido entregue como caixa 2, o que se verificou agora ser uma informação mentirosa. Nenhuma das acusações é comprovada e os acusados obrigam-se a fazer contraprovas sobre provas inexistentes. Carlos Crusius queixa-se deste novo momento de fazer política no RS.
LEIA a entrevista completa de Carlos Crusius, publicada por ZH, mas reproduzida também pelo site do jornal, o www.zerohora.com
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Política&newsID=a2506044.xml
1) a Alliance One divulgou ordem bancária passada para o PSDB, no valor de R$ 200 mil e o PSDB mostrou a inclusão do valor na sua contabilidade. 2) a CTA, outra fumageira de Santa Cruz do Sul, negou a emissão de qualquer valor para o PSDB. 3) a DCS publicou comunicados nos jornais, negando peremptoriamente o pagamento de qualquer despesa pessoal de Yeda ou do PSDB durante a após a campanha. Em pelo menos um dos casos, o da Alliance One, Lair e Marcelo, na gravação montada por Lair, denunciaram que o dinheiro tinha sido entregue como caixa 2, o que se verificou agora ser uma informação mentirosa. Nenhuma das acusações é comprovada e os acusados obrigam-se a fazer contraprovas sobre provas inexistentes. Carlos Crusius queixa-se deste novo momento de fazer política no RS.
LEIA a entrevista completa de Carlos Crusius, publicada por ZH, mas reproduzida também pelo site do jornal, o www.zerohora.com
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Política&newsID=a2506044.xml
A estiagem bota o agronegócio num ponto cego
OPINIÃO DO LEITOR
A estiagem bota o agronegócio num ponto cego
Minha família toda mora no RS e parte em SC. Sete secas em 10 anos já é sinal de mudança climática grave numa região do país onde a produção agrícola movimenta a economia. Isso é coisa de menos de 15 anos (neste corte de tempo chegaremos, seguramente, a 10 ou 11 estiagens.Sinal de catástrofe ambiental e, por consequência, econômica e social, que não pode ser vista dissociada das enchentes no litoral de SC e, incrível, no Nordeste (!), depois de termos presenciado seca nos rios da Amazônia (dentre os quais o Rio Uruguai iria figurar com um igarapé).Acredito que as causas estejam para além da La Niña (o fenômeno não é tão recente)..O que dizem os órgãos ambientais sobre a periodicidade das secas (e das enchentes), já que não são fato isolado? Por que não tirar do tabu o desertos que estão se formando no RS??Só debate franco poderá tirar o RS da desertificação (seja verde, seja vermelha) e da miséria. Para onde irão os produtores de grãos - de exploração intensiva que beira a predatória - quando o clima e o solo não permitirem a produção? O subsídio à produção agrícola será transformado em cestas básicas? Ou serão abertas novas fronteiras na Amazônia para agravar mais o desmatamento e a falta de chuvas no sul e sudeste do país?Acredito que o setor agronegócio chegou a um ponto crucial para sua subsistência e de toda a economia periférica. Sizan Luiz, Santa Rosa, RS.
Eis o perfeito manual do repórter (entrevista com Gay Talese)
Clipping
O Estado de S. Paulo
Caderno 2, Cultura
Lúcia Guimarães, vocês conhecem, é aquela jornalista que participa do Manhattan Connection, sempre disposta a elogiar todas as baboseiras para as quais são abertos generosos espaços no Moma, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Mas ela é frequentemente muito boa no que faz e por isto vai na íntegra, a seguir, a esclarecedora entrevista que conduziu com o também jornalista Gay Talese, 77 anos, para analisar seu último livro, "Vida de Escritor", no qual analisa os desafios da imprensa na era da internet. Se você for jornalista - e mesmo que não seja - não deixe de ler, porque vale a pena. CLIQUE no endereço a seguir:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090503/not_imp364541,0.php
O Estado de S. Paulo
Caderno 2, Cultura
Lúcia Guimarães, vocês conhecem, é aquela jornalista que participa do Manhattan Connection, sempre disposta a elogiar todas as baboseiras para as quais são abertos generosos espaços no Moma, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Mas ela é frequentemente muito boa no que faz e por isto vai na íntegra, a seguir, a esclarecedora entrevista que conduziu com o também jornalista Gay Talese, 77 anos, para analisar seu último livro, "Vida de Escritor", no qual analisa os desafios da imprensa na era da internet. Se você for jornalista - e mesmo que não seja - não deixe de ler, porque vale a pena. CLIQUE no endereço a seguir:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090503/not_imp364541,0.php
Saiba como Obama analisou seus 100 dias de governo
O editor estava em Nova Iorque na semana em que a mídia local comemorou os "100 dias de Obama". No domingo, o jornal O Estado de S. Paulo reproduziu uma entrevista de fôlego, de duas páginas, conduzida por David Leonhardt em Washington, onde o presidente Barack Obama contou o que fez e o que pretende fazer. A entrevista foi concedida ao The New York Times Magazine, o Times, como é conhecido em Nova Iorque, a quem emprestou o nome para uma das áreas mais conhecidas da cidade, a Times Square, no borburinho da Broadway.
. Camisetas e todos os tipos de lembranças estão à venda nas pequenas lojas e quiosques, o que certifica o enorme índice de aprovação que Barack Obama continua desfrutando nos EUA. As críticas mais ferozes não partem da mídia impressa, mas da mídia televisiva, sobretudo da Fox.
CLIQUE no endereço a seguir para ler todo o texto da entrevista. Vale a pena. Barack Obama também fala sobre o Brasil. Ele analisa fortemente a crise global. Ela é visível nas ruas de Nova Iorque, conforme constatou o editor. A reação do governo tem sido investir fortemente na infraestrutura e na construção civil.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090503/not_imp364640,0.php
* O editor foi aos EUA pela Japan Airlines.
. Camisetas e todos os tipos de lembranças estão à venda nas pequenas lojas e quiosques, o que certifica o enorme índice de aprovação que Barack Obama continua desfrutando nos EUA. As críticas mais ferozes não partem da mídia impressa, mas da mídia televisiva, sobretudo da Fox.
CLIQUE no endereço a seguir para ler todo o texto da entrevista. Vale a pena. Barack Obama também fala sobre o Brasil. Ele analisa fortemente a crise global. Ela é visível nas ruas de Nova Iorque, conforme constatou o editor. A reação do governo tem sido investir fortemente na infraestrutura e na construção civil.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090503/not_imp364640,0.php
* O editor foi aos EUA pela Japan Airlines.
Problemas de Tarso e Yeda assanham Rigotto
Os ataques de Lula e de Berzoini (PT nacional) a Tarso Genro e da revista Veja a Yeda, inflaram o ego do ex-governador Germano Rigotto.
- Ex-auxiliares de Rigotto no governo já consideram que Rigotto poderá disputar com chances de vitória o Piratini.
- Ex-auxiliares de Rigotto no governo já consideram que Rigotto poderá disputar com chances de vitória o Piratini.
A Marcha contra as Famílias e a Sociedade também saiu em Porto Alegre
A carta do dentista gaúcho Claudio Bortowski, ignorada por todos os jornais deste sábado, protestou contra a realização da Marcha da Maconha, realizada as 15h, no Parque da Redenção. Bortowski se insurge contra a autorização dada pelo Ministério Público Estadual para que a marcha saísse, garantindo a "livre manifestação do pensamento". A condicionante imposta pelo MPE: não podia ser feita a apologia do uso da maconha e a maconha não podia ser usada na marcha. Claudio Bortowski não entende como é que atos tipificados como crimes por lei própria possam ser defendidos através de manifestações públicas, sob o pretexto de que a constituição garante a "livre manifestação do pensamento".
. O editor fecha com a posição de Bortowski e seria litisconsorte em qualquer ação judicial intentada por ele contra a realização da marcha, cujo único resultado verdadeiro será incentivar o tráfico e o uso da droga. É de se perguntar por que razão também não são liberadas marchas do gênero para defensores da pedofilia, dos estupros, dos assassinatos em massa e do racismo, desde que "não façam a apologia dos crimes e nem pratiquem os atos durante a marcha" ?
- No Rio, um ministro do governo do PT, um governo com duas caras, Carlos Minc, um verde, participou da Marcha da Maconha. No discurso, cometeu duas espertezas típicas de malandro de morro: 1) a guerra das drogas mata mais do que a overdose. 2) a violência que sofremos deriva do tráfico. O raciocínio esperto revela o que está por trás dele: 1) se a guerra das drogas mata mais do que a overdose, deixemos a overdose em paz. 2) se o tráfico é quem produz a violência, deixemos o consumidor da maconha, do crack, da cocaína ou da heroína em paz. Quem marchou neste sábado nunca se colocou na pele das mães, pais e familiares que acorrentam seus filhos na cama, metem-lhe uma bala na cabeça ou sofrem humilhações indescreitíveis dentro de casa, como assaltos, violência doméstica e cenários de fracasso completo, tudo por conta do tráfico e uso da droga, que começa pela maconha.
Se você quiser, aproveite e mande seu protesto diretamente para o Ministério Público Estadual, via o seguinte campo próprio para conversarcom o Procurador Chefe: http://www.mp.rs.gov.br/
. O editor fecha com a posição de Bortowski e seria litisconsorte em qualquer ação judicial intentada por ele contra a realização da marcha, cujo único resultado verdadeiro será incentivar o tráfico e o uso da droga. É de se perguntar por que razão também não são liberadas marchas do gênero para defensores da pedofilia, dos estupros, dos assassinatos em massa e do racismo, desde que "não façam a apologia dos crimes e nem pratiquem os atos durante a marcha" ?
- No Rio, um ministro do governo do PT, um governo com duas caras, Carlos Minc, um verde, participou da Marcha da Maconha. No discurso, cometeu duas espertezas típicas de malandro de morro: 1) a guerra das drogas mata mais do que a overdose. 2) a violência que sofremos deriva do tráfico. O raciocínio esperto revela o que está por trás dele: 1) se a guerra das drogas mata mais do que a overdose, deixemos a overdose em paz. 2) se o tráfico é quem produz a violência, deixemos o consumidor da maconha, do crack, da cocaína ou da heroína em paz. Quem marchou neste sábado nunca se colocou na pele das mães, pais e familiares que acorrentam seus filhos na cama, metem-lhe uma bala na cabeça ou sofrem humilhações indescreitíveis dentro de casa, como assaltos, violência doméstica e cenários de fracasso completo, tudo por conta do tráfico e uso da droga, que começa pela maconha.
Se você quiser, aproveite e mande seu protesto diretamente para o Ministério Público Estadual, via o seguinte campo próprio para conversarcom o Procurador Chefe: http://www.mp.rs.gov.br/
As fitas de Lair Ferst são uma montagem grosseira contra Yeda
A reportagem de Veja está amplamente disponibilizada nesta página desde ontem de manhã. Caso o editor fosse petista e a denúncia tivesse ocorrido contra o então governador Olívio Dutra, nada seria publicado neste espaço, mas não é o caso.
. Quanto a denúncia em si, tudo o que está ali já foi divulgado mil vezes em prosa e verso, mas o fato novo são as fitas terem finalmente aparecido.
. Sobre as fitas:
1) o que foi entregue para a revista Veja, é a reprodução de gravações ao velho estilo feijosista, desta vez sob o comando do lobista gaúcho Lair Ferst, réu no caso da roubalheira do Detran, que montou sucessivas conversas de bar em outubro do ano passado, tendo por interlocutor seu velho companheiro de negócios e noitadas, o ex-representante do governo gaúcho em Brasília, Marcelo Cavalcante.
2) as gravações demonstram o serviço ingênuo, inocente e despreendido dos lobistas Ferst e Lair, que buscaram recursos financeiros a mando de Yeda e os entregaram ao marido de Yeda, os verdadeiros infratores, sem que nenhum dos dois tivessem por objetivo o uso de parte deles ou a obtenção futura de vantagens.
. As acusações mais graves do material, foram avalisadas pela publisher (revista Srs. & Sras.) Magda Koenigkan, mulher de Marcelo. Magda decidiu falar, embora tema perder anúncios de governos ligados a Yeda, sem se referir em momento algum ao favor que estava prestando aos governos ligados aos adversários de Yeda, no caso os governos que controlam as verbas publicitárias da Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa, muito mais suculentas.
. O que dizem as principais denúncias: 1) requentam pela enésima vez as dúvidas sobre a compra da nova casa da governadora, que teria sido paga com parte de recursos de caixa 2 da Alliance One e CTA, negados por ambos (a Alliance One deu dinheiro por dentro e a CTA não deu nada), assunto investigado e considerado lícito pelo Ministério Público Estadual e TCE. 2) envolvem o Sicepot (empreiteiros de obras públicas) em ações de irrigação de dinheiro de caixa 2 para a campanha de Yeda, o que explica a razão pela qual Ruas e Luciana Genro se referiram ao empresário Humberto Busnello, porque ambos imaginaram que Busnello seria o presidente do Sicepot. Aliás, Veja, prudentemente, como também Genro e Ruas, não se refere a Busnello e Aod Cunha, que processam os dois parlamentares no sTF
. E as outras fitas ? O editor imaginava que o material em poder da deputada Luciana Genro e do vereador Pedro Ruas, entregue há quatro semanas para a revista Veja (Ruas viajou há quatro semanas em "missão especial", curiosamente, há quatro semanas), contivesse gravações parecidas com aquelas que ambos divulgaram há tres meses: 1) conversas com imagens entre financiadores e agentes da campanha eleitoral tucana, pegos em flagrantes ilícitos eleitorais. 2) grampos telefônicos entre financiadores e agentes da campanha eleitoral tucana, revelando ações eleitorais ilícitas e troca ilegal de favores presentes ou futuros. O que foi divulgado não diz nada, porque apenas revela a que ponto podem chegar bandidos ameaçados de prisão.
- O que vai acontecer: 1) as fitas serão encaradas como realmente são, ou seja, uma montagem grosseira, editada previamente, articulada entre dois lobistas que desejavam livrar a cara e armar um trunfo futuro para si mesmos, sem prova alguma sobre a conversa de bar. 2) as pressões ficarão maiores pela liberação das outras fitas em poder de Veja. 3) a oposição usará mesmo assim o material montado e ficará mais capaz de demarrar a CPI da deputada Stela Farias, mas não obterá êxito porque o governo está muito mais forte. 4) os pontos centrais das conversas montadas traiçoeiramente por Lair Ferst, já foram esclarecidos pelo MPE e TCE, mas os demais pontos poderão ser objeto de ações próprias no âmbito da Procuradoria Geral da República, caso ela receba denúncias consistentes (pelo menos com provas, mesmo testemunhais ou de delação premiada) do MPF. 5) a polícia de Brasília terá que investigar a denúncia da governadora Yeda Crusius, segundo a qual a publisher Magda Koenigkan induziu seu marido ao suicidio.
. Quanto a denúncia em si, tudo o que está ali já foi divulgado mil vezes em prosa e verso, mas o fato novo são as fitas terem finalmente aparecido.
. Sobre as fitas:
1) o que foi entregue para a revista Veja, é a reprodução de gravações ao velho estilo feijosista, desta vez sob o comando do lobista gaúcho Lair Ferst, réu no caso da roubalheira do Detran, que montou sucessivas conversas de bar em outubro do ano passado, tendo por interlocutor seu velho companheiro de negócios e noitadas, o ex-representante do governo gaúcho em Brasília, Marcelo Cavalcante.
2) as gravações demonstram o serviço ingênuo, inocente e despreendido dos lobistas Ferst e Lair, que buscaram recursos financeiros a mando de Yeda e os entregaram ao marido de Yeda, os verdadeiros infratores, sem que nenhum dos dois tivessem por objetivo o uso de parte deles ou a obtenção futura de vantagens.
. As acusações mais graves do material, foram avalisadas pela publisher (revista Srs. & Sras.) Magda Koenigkan, mulher de Marcelo. Magda decidiu falar, embora tema perder anúncios de governos ligados a Yeda, sem se referir em momento algum ao favor que estava prestando aos governos ligados aos adversários de Yeda, no caso os governos que controlam as verbas publicitárias da Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa, muito mais suculentas.
. O que dizem as principais denúncias: 1) requentam pela enésima vez as dúvidas sobre a compra da nova casa da governadora, que teria sido paga com parte de recursos de caixa 2 da Alliance One e CTA, negados por ambos (a Alliance One deu dinheiro por dentro e a CTA não deu nada), assunto investigado e considerado lícito pelo Ministério Público Estadual e TCE. 2) envolvem o Sicepot (empreiteiros de obras públicas) em ações de irrigação de dinheiro de caixa 2 para a campanha de Yeda, o que explica a razão pela qual Ruas e Luciana Genro se referiram ao empresário Humberto Busnello, porque ambos imaginaram que Busnello seria o presidente do Sicepot. Aliás, Veja, prudentemente, como também Genro e Ruas, não se refere a Busnello e Aod Cunha, que processam os dois parlamentares no sTF
. E as outras fitas ? O editor imaginava que o material em poder da deputada Luciana Genro e do vereador Pedro Ruas, entregue há quatro semanas para a revista Veja (Ruas viajou há quatro semanas em "missão especial", curiosamente, há quatro semanas), contivesse gravações parecidas com aquelas que ambos divulgaram há tres meses: 1) conversas com imagens entre financiadores e agentes da campanha eleitoral tucana, pegos em flagrantes ilícitos eleitorais. 2) grampos telefônicos entre financiadores e agentes da campanha eleitoral tucana, revelando ações eleitorais ilícitas e troca ilegal de favores presentes ou futuros. O que foi divulgado não diz nada, porque apenas revela a que ponto podem chegar bandidos ameaçados de prisão.
- O que vai acontecer: 1) as fitas serão encaradas como realmente são, ou seja, uma montagem grosseira, editada previamente, articulada entre dois lobistas que desejavam livrar a cara e armar um trunfo futuro para si mesmos, sem prova alguma sobre a conversa de bar. 2) as pressões ficarão maiores pela liberação das outras fitas em poder de Veja. 3) a oposição usará mesmo assim o material montado e ficará mais capaz de demarrar a CPI da deputada Stela Farias, mas não obterá êxito porque o governo está muito mais forte. 4) os pontos centrais das conversas montadas traiçoeiramente por Lair Ferst, já foram esclarecidos pelo MPE e TCE, mas os demais pontos poderão ser objeto de ações próprias no âmbito da Procuradoria Geral da República, caso ela receba denúncias consistentes (pelo menos com provas, mesmo testemunhais ou de delação premiada) do MPF. 5) a polícia de Brasília terá que investigar a denúncia da governadora Yeda Crusius, segundo a qual a publisher Magda Koenigkan induziu seu marido ao suicidio.
Juiza manda Polícia Federal abrir Operação Rodin II
Não se trata propriamente de uma Operação Rodin II, mas poderão resultar em algo semelhante os 25 novos depoimentos que a Polícia Federal tomará por ordem da juiza Simone Fortes, da Justiça Federal de Santa Maria, que desenrola os autos do processo da chamada Operação Rodin. A juiza pediu os depoimentos porque muitas testemunhas que se negaram a falar para a Polícia Federal, abriram a boca nas audiências, como além disto vários episódios expostos em gravações adquiriram outras dimensões depois das audiências já realizadas em Santa Maria.
. A Operação Rodin desmontou um esquema de roubalheira de dinheiro público no Detran e 33 pessoas foram denunciadas. A quadrilha desmontada teve origem na Universidade de Santa Maria, foi arquitetatada por professores universitários e envolveu políticos e agentes públicos de diversos Partidos, incluindo PP, PSDB, PDT e PMDB.
. A Operação Rodin desmontou um esquema de roubalheira de dinheiro público no Detran e 33 pessoas foram denunciadas. A quadrilha desmontada teve origem na Universidade de Santa Maria, foi arquitetatada por professores universitários e envolveu políticos e agentes públicos de diversos Partidos, incluindo PP, PSDB, PDT e PMDB.
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