A partir das 14h, um grupo de dirigentes nacionais, deputados e senadores do PSDB, desembarcarão em Porto Alegre para robustecer as articulações do Partido no RS, cujo objetivo é desagravar e apoiar Yeda Crusius. Um dos dirigentes tucanos que virão ao Estado é o deputado José Aníbal, considerado o mais importante falcão tucano, se é que se pode fazer esta mistura entre aves de espécie diferentes.
. O deputado pernambucano Bruno Araújo, homem de confiança do presidente Sérgio Guerra, já está em Porto Alegre.
. O cicerone de todos eles é o deputado gaúcho Claudio Diaz, vice-presidente nacional do PSDB, que neste momento viaja de Rio Grande para Porto Alegre.
Lair Ferst diz na Folha que "há uso político da PF no RS"
Apontado como o responsável pelo desvio de R$ 44 milhões do Detran-RS, o empresário tucano Lair Ferst, 50, acusa a Polícia Federal de ter sido usada para desgastar a governadora Yeda Crusius (PSDB). Ferst sustenta que não captou recursos para Yeda e reclama que foi prejudicado dentro do governo que ajudou a eleger. Sua prisão, em novembro de 2007, foi o início de um escândalo de corrupção que atingiu o governo Yeda. A crise já derrubou quatro secretários. Piorou após a gravação divulgada pelo vice-governador Paulo Feijó (DEM) em que o ex-chefe da Casa Civil Cézar Busatto (PPS) liga o uso de estatais ao financiamento de campanhas.
FOLHA - O sr. acredita que houve uso político da PF?
LAIR FERST - Ocorreram fatos estranhos. Principalmente uma determinação superior de expor os presos à mídia. A delegada disse que tinha ordens superiores para largar os presos na rua para que a imprensa pudesse filmar e fotografar. Outro fato estranho é que os investigadores queriam saber de um cheque que eu havia dado para a compra da casa [de Yeda]. Esse cheque nunca existiu.
FOLHA - O sr. considera conveniente para a PF, ou para o governo federal, expor um governo do PSDB?
FERST - A sucessão de fatos revela isso. A sintonia dos políticos de oposição [PT] com as autoridades investigadoras é muito grande. Nunca se viu uma CPI estar tão ligada aos órgãos investigadores.
FOLHA - Qual a sua relação com a governadora?
FERST - É uma relação político-partidária que se deu até o dia da eleição. Na campanha, eu só me encontrava com ela em eventos públicos. Atuei como militante. Até achei que seria convidado [para algum cargo], mas isso não aconteceu.
FOLHA - O sr. fez indicações no governo Rigotto?
FERST - Várias. Fui até secretário substituto do governo. As empresas da minha família foram contratadas durante o governo Rigotto e trabalharam sem nenhuma discriminação. No da Yeda, deu tudo para trás.
. As informações acima são do jornal Folha de S.Paulo.
FOLHA - O sr. acredita que houve uso político da PF?
LAIR FERST - Ocorreram fatos estranhos. Principalmente uma determinação superior de expor os presos à mídia. A delegada disse que tinha ordens superiores para largar os presos na rua para que a imprensa pudesse filmar e fotografar. Outro fato estranho é que os investigadores queriam saber de um cheque que eu havia dado para a compra da casa [de Yeda]. Esse cheque nunca existiu.
FOLHA - O sr. considera conveniente para a PF, ou para o governo federal, expor um governo do PSDB?
FERST - A sucessão de fatos revela isso. A sintonia dos políticos de oposição [PT] com as autoridades investigadoras é muito grande. Nunca se viu uma CPI estar tão ligada aos órgãos investigadores.
FOLHA - Qual a sua relação com a governadora?
FERST - É uma relação político-partidária que se deu até o dia da eleição. Na campanha, eu só me encontrava com ela em eventos públicos. Atuei como militante. Até achei que seria convidado [para algum cargo], mas isso não aconteceu.
FOLHA - O sr. fez indicações no governo Rigotto?
FERST - Várias. Fui até secretário substituto do governo. As empresas da minha família foram contratadas durante o governo Rigotto e trabalharam sem nenhuma discriminação. No da Yeda, deu tudo para trás.
. As informações acima são do jornal Folha de S.Paulo.
Wenzel diz hoje se aceita ser o novo chefe da Casa Civil
O prefeito de Santa Cruz do Sul, José Alberto Wenzel (PSDB), decide hoje se renuncia ao cargo para assumir a chefia da Casa Civil do governo gaúcho ou permanece no comando da administração municipal e concorre à reeleição em outubro. A decisão deve ser divulgada após uma reunião que ele terá com a governadora Yeda Crusius no começo da manhã em Porto Alegre. No fim da tarde de ontem ele deixou claro que a situação está indefinida, mas ao anunciar que estava entrando em uma reunião com os presidentes dos partidos aliados – a segunda do fim de semana –, Wenzel deu a entender que aceitará o convite. “Quero deixar tudo encaminhado”, disse.
. Mas, se depender da vontade dos partidos da base aliada, ele permanece na Prefeitura. Durante um encontro no fim da manhã de sábado, os dirigentes do PSDB, PP, DEM, PPS e PMDB manifestaram esta posição. Ao mesmo tempo, todos reconhecem que se trata de uma decisão pessoal de Wenzel. Ao final do encontro, realizado na sede do PP, a poucos metros da Praça da Bandeira, o prefeito foi recepcionado defronte da Prefeitura por um manifesto de políticos e servidores públicos com faixas e palavras de apoio pela permanência dele em Santa Cruz.
. CLIQUE aqui para ler a matéria completa do jornal Gazeta do Sul.
. Mas, se depender da vontade dos partidos da base aliada, ele permanece na Prefeitura. Durante um encontro no fim da manhã de sábado, os dirigentes do PSDB, PP, DEM, PPS e PMDB manifestaram esta posição. Ao mesmo tempo, todos reconhecem que se trata de uma decisão pessoal de Wenzel. Ao final do encontro, realizado na sede do PP, a poucos metros da Praça da Bandeira, o prefeito foi recepcionado defronte da Prefeitura por um manifesto de políticos e servidores públicos com faixas e palavras de apoio pela permanência dele em Santa Cruz.
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Consultor aeronáutico diz que “salvação da Varig não foi um bom negócio”
A Varig, vendida por US$ 320 milhões para a Gol, num processo de reestruturação sob suspeita de ter tido ingerência do governo, é hoje uma empresa com 3,7 mil funcionários, 34 aviões, apenas um vôo para a Europa (Paris), quatro para a América do Sul e vôos para 12 cidades brasileiras. O processo de recuperação judicial deixou uma herança de 7,3 mil aposentados, alguns recebendo só 20% de seus benefícios pelo fundo de pensão Aerus, em liquidação por causa de um rombo de R$ 3,5 bilhões.
. "Não valeu a pena salvar a Varig. Pelo lado social, o desemprego foi intenso. A rede de vôos internacionais foi liquidada, restaram os slots (intervalos de pouso e decolagem) de Congonhas, mais valiosos que o próprio nome dela", opina o consultor aeronáutico Paulo Bittencourt Sampaio.
. CLIQUE aqui para ler a matéria completa do jornal O Estado de S.Paulo.
. "Não valeu a pena salvar a Varig. Pelo lado social, o desemprego foi intenso. A rede de vôos internacionais foi liquidada, restaram os slots (intervalos de pouso e decolagem) de Congonhas, mais valiosos que o próprio nome dela", opina o consultor aeronáutico Paulo Bittencourt Sampaio.
. CLIQUE aqui para ler a matéria completa do jornal O Estado de S.Paulo.
Lula avisa ao MST e Via Campesina: "Vocês vão ter que trabalhar e produzir"
OPINIÃO DO LEITOR
Há alguns meses, tive ocasião de mostrar que estavam mudando paradigmas da ação política entre atores no campo brasileiro , havendo uma estratificação clara entre ruralistas atrasados que viviam de subsídios, eternamente encostados no Estado, depredadores e bandidos, passando por agro-industrializadores - estes sim, empreendedores acompanhando as grandes transformações biotecnológicas e genômicas agregando valor. Os agricultores médios e por fim os atrasadíssimos delinquentes de MST e Via Campesina, agindo como terroristas.O campo brasileiro não é único e muito menos de produtividade homogênea. Quem lê esta entrevista ai abaixo, de ontem, chega à conclusão inevitável que chegou a hora do conflito entre Lula e os terroristas do MST e Via Campesina, porque estes não querem produzir e dado o aumento do preço dos alimentos, Lula agora quer produção para valer. Não basta dar terra: quem tem assentamento vai ter que produzir e não fazer demagogia, como fez estes anos todos, porque os terroristas do MST e Via Campesina não querem reforma agrária: querem assaltar o Estado para implantar o comunismo cubano no Brasil - controlando todos os setores da economia, com baixíssima produtividade, aliados à Igreja Católica. Acham que agroindustria produtiva no campo é coisa de capitalista e vivem da demagogia rural. Estão preocupados é em fazer show na cidade para derrubar a Yeda, ou no Paraná, mancomunados com o governador Requião, criando bandos armados em todo o Estado. Há uma rede internacional que os apóia - desde ligações com a Indonésia, os bascos, o Irá e financiamento venezuelano. Chegou a hora da verdade: não produziu, tira a terra do MST e da Via Campesina.-
Roberto Caldeira Vicentini, Brasília, DF
ENTREVISTA DE LULA
Sem terra "Na hora que você tem geração de emprego, há menos gente para os assentamentos. Em cinco anos e meio nós desapropriamos 35 milhões de hectares de terras e o governo passado, em oito anos desapropriou 18 milhões de hectares. Chega um momento, quando você assenta 501 mil famílias, que o problema não é mais assentar. Nós tomamos na semana passada a decisão de fazer os assentamentos produzirem mais alimentos. Chegou a hora de dobrar ou triplicar a produtividade das pessoas que estão no campo. Não podemos permitir que fiquem apenas naquela agricultura de subsistência. Precisamos dar condições para produzirem e ganharem dinheiro. As pessoas têm que saber que ganhar dinheiro é bom.
Há alguns meses, tive ocasião de mostrar que estavam mudando paradigmas da ação política entre atores no campo brasileiro , havendo uma estratificação clara entre ruralistas atrasados que viviam de subsídios, eternamente encostados no Estado, depredadores e bandidos, passando por agro-industrializadores - estes sim, empreendedores acompanhando as grandes transformações biotecnológicas e genômicas agregando valor. Os agricultores médios e por fim os atrasadíssimos delinquentes de MST e Via Campesina, agindo como terroristas.O campo brasileiro não é único e muito menos de produtividade homogênea. Quem lê esta entrevista ai abaixo, de ontem, chega à conclusão inevitável que chegou a hora do conflito entre Lula e os terroristas do MST e Via Campesina, porque estes não querem produzir e dado o aumento do preço dos alimentos, Lula agora quer produção para valer. Não basta dar terra: quem tem assentamento vai ter que produzir e não fazer demagogia, como fez estes anos todos, porque os terroristas do MST e Via Campesina não querem reforma agrária: querem assaltar o Estado para implantar o comunismo cubano no Brasil - controlando todos os setores da economia, com baixíssima produtividade, aliados à Igreja Católica. Acham que agroindustria produtiva no campo é coisa de capitalista e vivem da demagogia rural. Estão preocupados é em fazer show na cidade para derrubar a Yeda, ou no Paraná, mancomunados com o governador Requião, criando bandos armados em todo o Estado. Há uma rede internacional que os apóia - desde ligações com a Indonésia, os bascos, o Irá e financiamento venezuelano. Chegou a hora da verdade: não produziu, tira a terra do MST e da Via Campesina.-
Roberto Caldeira Vicentini, Brasília, DF
ENTREVISTA DE LULA
Sem terra "Na hora que você tem geração de emprego, há menos gente para os assentamentos. Em cinco anos e meio nós desapropriamos 35 milhões de hectares de terras e o governo passado, em oito anos desapropriou 18 milhões de hectares. Chega um momento, quando você assenta 501 mil famílias, que o problema não é mais assentar. Nós tomamos na semana passada a decisão de fazer os assentamentos produzirem mais alimentos. Chegou a hora de dobrar ou triplicar a produtividade das pessoas que estão no campo. Não podemos permitir que fiquem apenas naquela agricultura de subsistência. Precisamos dar condições para produzirem e ganharem dinheiro. As pessoas têm que saber que ganhar dinheiro é bom.
O nepotismo é proibido no RS, mas não o nepotismo cruzado
Há três anos, aqui mesmo, denunciei que 11 dos então 34 ministros do governo do PT praticavam descarado nepotismo, já que mantinham parentes em cargos públicos comissionados. E isto que nem sequer foram incluídos na lista as ex-mulheres, como na época era o caso do ministro JoséDirceu.
. O caso volta ao debate, agora no RS, diante da denúncia feita do conselheiro Aderbal Amorim no Tribunal de Contas do Estado, a respeito da existência de nepotismo cruzado, que é a nomeação de parentes para cargos em comissão em órgãos diferentes de onde tem poder de mando o parente poderoso.
. A Emenda Constitucional número 12, costurada com dedos de relojoeiro pelo ex-deputado Bernardo Souza, proibiu o nepotismo nos Poderes estaduais do RS, mas não avançou até o nepotismo cruzado. É do que fala o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.
. Não se trata de casos de parentes que estudaram, fizeram concurso público e conseguiram colocação no setor público, porque destes não há absolutamente nada o que reclamar.
. Sobre o assunto, eis o que denuncia o leitor F. Silva, de Porto Alegre, a seguir:
Senhores Jornalistas, todo o Rio Grande ouviu o Auditor Substituto de Conselheiro Aderbal Torres de Amorim dizer que há muito nepotismo no TCE. A mídia sempre desconfia e recebe denúncias, mas fica difícil de comprovar porque todos os poderes descumprem a constituição Estadual que exige a publicação dos nomes de todos os servidores pagos pelo Estado.
É o artigo inciso IV do artigo 24 da Constituição Estadual que determina a publicação semestral dos nomes de todos os servidores. No entanto, espertamente, os órgãos públicos divulgam apenas os nomes dos efetivos como se os CCs não fizessem parte do quadro de pessoal e não tivessem a quase integralidade dos direitos e vantagens dos concursados. Essa categoria de servidores recebe triênios, adicionais, licença-prêmio, enfim todos os benefícios daqueles. Inclusive a lei de criação de cada um deles sempre os situa como integrantes do “Quadros de Cargos em Comissão e Funções Gratificadas.
Sabem porque eles não publicam? Parece claro que é para que ninguém saiba de ligações políticas, apadrinhamentos, nepotismos triangulares, cruzados, etc.
O TCE que deveria dar o exemplo é o primeiro a descumprir.
Se vocês cobrarem a publicação nunca mais a sociedade será surpreendida com a declaração de um servidor graduado, bastará consulta o Diário Oficial do Estado a cada seis meses.
Um abraço.
F. Silva
. O caso volta ao debate, agora no RS, diante da denúncia feita do conselheiro Aderbal Amorim no Tribunal de Contas do Estado, a respeito da existência de nepotismo cruzado, que é a nomeação de parentes para cargos em comissão em órgãos diferentes de onde tem poder de mando o parente poderoso.
. A Emenda Constitucional número 12, costurada com dedos de relojoeiro pelo ex-deputado Bernardo Souza, proibiu o nepotismo nos Poderes estaduais do RS, mas não avançou até o nepotismo cruzado. É do que fala o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.
. Não se trata de casos de parentes que estudaram, fizeram concurso público e conseguiram colocação no setor público, porque destes não há absolutamente nada o que reclamar.
. Sobre o assunto, eis o que denuncia o leitor F. Silva, de Porto Alegre, a seguir:
Senhores Jornalistas, todo o Rio Grande ouviu o Auditor Substituto de Conselheiro Aderbal Torres de Amorim dizer que há muito nepotismo no TCE. A mídia sempre desconfia e recebe denúncias, mas fica difícil de comprovar porque todos os poderes descumprem a constituição Estadual que exige a publicação dos nomes de todos os servidores pagos pelo Estado.
É o artigo inciso IV do artigo 24 da Constituição Estadual que determina a publicação semestral dos nomes de todos os servidores. No entanto, espertamente, os órgãos públicos divulgam apenas os nomes dos efetivos como se os CCs não fizessem parte do quadro de pessoal e não tivessem a quase integralidade dos direitos e vantagens dos concursados. Essa categoria de servidores recebe triênios, adicionais, licença-prêmio, enfim todos os benefícios daqueles. Inclusive a lei de criação de cada um deles sempre os situa como integrantes do “Quadros de Cargos em Comissão e Funções Gratificadas.
Sabem porque eles não publicam? Parece claro que é para que ninguém saiba de ligações políticas, apadrinhamentos, nepotismos triangulares, cruzados, etc.
O TCE que deveria dar o exemplo é o primeiro a descumprir.
Se vocês cobrarem a publicação nunca mais a sociedade será surpreendida com a declaração de um servidor graduado, bastará consulta o Diário Oficial do Estado a cada seis meses.
Um abraço.
F. Silva
Que vergonha, Tarso !
Aqui neste mesmo espaço, no ano passado, denunciei a vilolência que foi o banimento dos pugilistas cubanos Erislandy Lara e Guillermo Rigondeaux, que fugiram da delegação cubana que participava das Olimpíadas do Rio e asilaram-se no Recife. O governo botou seus cães de caça atrás dos dois, prendeu-os e expurgou-os contra a vontade para Cuba, prestando um servicinho inaceitável para a ditadura comunista de Fidel Castro. Um jatinho de Chavez veio e foi embora às pressas, sem que os cubanos pudessem falar sequer com a imprensa.
. Na mesma época, entrevistei o jornalista Luiz Cláudio Cunha, que em plena ditadura militar surpreendeu o cativeiro dos uruguaios Universindo Dias e Lílian Celiberti, presos, torturados e remetidos contra a vontade para o Uruguai. Luiz Cláudio Cunha avisou que o caso dos pugilistas era ainda pior, porque na época Brasil e Uruguai eram duas ditaduras, enquanto que atualmente apenas Cuba é uma ditadura.
. O ministro Tarso Genro manchou a sua biografia ao patrocinar a prisão e banimento de Lara e Guillermo. Piorou tudo quando justificou a violência: “Eles quiserem ir e foram”. Era tudo uma farsa do governo brasileiro, colocado a serviço da ditadura cubana, tal como fez Getúlio quando entregou Olga Benário para Hitler.
O PUGILISTA CONTA COMO FOI TRATADO PELO GOVERNO DO PT - Agora, depois que conseguiu fugir de novo de Cuba, Erislandy Lara contou parte do que passou nas mãos dos esbirros do governo brasileiro. Em entrevista a Jamil Chade, do Estadão, ele contou que o governo brasileiro comportou-se de forma miserável e os devolveu a Cuba, sem oferecer asilo, entregando-as a uma ditadura sanguinária. O que disse o pugilista?
" Não queríamos voltar. Mas as circunstâncias não eram boas. Não tivemos nenhum apoio e, sem ninguém para contactar, fomos obrigados a pedir para voltar para Cuba. Não tínhamos outra alternativa. Estávamos sem dinheiro e nem sabíamos para onde ir. Não posso recriminar a polícia brasileira. Gostei muito do Brasil e já estou planejando ir de férias para o Rio de Janeiro entre agosto e setembro. Você acha que seria seguro ou arriscado para mim ? Haveria algum problema ? ”
ROBÔS COMUNISTAS PARA VENCER – Lara fugiu de lancha para o México, deixou a família para trás, não sabe quando poderá revê-la e foi ser pugilista na Alemanha, para onde iria quando se refugiou no Brasil.
. Sobre Cuba, ele avisa:
" A falta de liberdade na ilha é sufocante e estavam me transformando num morto vivo. "
. Por que razão ? Porque Lara e Guillermo foram proibidos de treinar e de lutar, única função que o regime comunista atribuiu-lhes desde que nasceram. Como se sabe, ditaduras sanguinárias costumam transformar pessoas humanas em robôs. O programa é criar superhomens capazes de demonstrar internacionalmente o sucesso do regime comunista no esporte ou nas artes. O caso está dado.
. Na mesma época, entrevistei o jornalista Luiz Cláudio Cunha, que em plena ditadura militar surpreendeu o cativeiro dos uruguaios Universindo Dias e Lílian Celiberti, presos, torturados e remetidos contra a vontade para o Uruguai. Luiz Cláudio Cunha avisou que o caso dos pugilistas era ainda pior, porque na época Brasil e Uruguai eram duas ditaduras, enquanto que atualmente apenas Cuba é uma ditadura.
. O ministro Tarso Genro manchou a sua biografia ao patrocinar a prisão e banimento de Lara e Guillermo. Piorou tudo quando justificou a violência: “Eles quiserem ir e foram”. Era tudo uma farsa do governo brasileiro, colocado a serviço da ditadura cubana, tal como fez Getúlio quando entregou Olga Benário para Hitler.
O PUGILISTA CONTA COMO FOI TRATADO PELO GOVERNO DO PT - Agora, depois que conseguiu fugir de novo de Cuba, Erislandy Lara contou parte do que passou nas mãos dos esbirros do governo brasileiro. Em entrevista a Jamil Chade, do Estadão, ele contou que o governo brasileiro comportou-se de forma miserável e os devolveu a Cuba, sem oferecer asilo, entregando-as a uma ditadura sanguinária. O que disse o pugilista?
" Não queríamos voltar. Mas as circunstâncias não eram boas. Não tivemos nenhum apoio e, sem ninguém para contactar, fomos obrigados a pedir para voltar para Cuba. Não tínhamos outra alternativa. Estávamos sem dinheiro e nem sabíamos para onde ir. Não posso recriminar a polícia brasileira. Gostei muito do Brasil e já estou planejando ir de férias para o Rio de Janeiro entre agosto e setembro. Você acha que seria seguro ou arriscado para mim ? Haveria algum problema ? ”
ROBÔS COMUNISTAS PARA VENCER – Lara fugiu de lancha para o México, deixou a família para trás, não sabe quando poderá revê-la e foi ser pugilista na Alemanha, para onde iria quando se refugiou no Brasil.
. Sobre Cuba, ele avisa:
" A falta de liberdade na ilha é sufocante e estavam me transformando num morto vivo. "
. Por que razão ? Porque Lara e Guillermo foram proibidos de treinar e de lutar, única função que o regime comunista atribuiu-lhes desde que nasceram. Como se sabe, ditaduras sanguinárias costumam transformar pessoas humanas em robôs. O programa é criar superhomens capazes de demonstrar internacionalmente o sucesso do regime comunista no esporte ou nas artes. O caso está dado.
Candidatura Feijó foi "golpe"no dia da convenção, diz Yeda
Clipping / Correio do Povo, Porto Alegre / Domingo, 15 de junho
Candidatura Feijó foi ‘golpe’ no dia da convenção, diz Yeda
A governadora Yeda Crusius afirma ter detectado, desde o primeiro dia do seu governo, o início da construção de 'uma teia que almejava um terceiro turno', envolvendo uma parte do PT e outra do Dem (ex-PFL). Em entrevista à Agência Estado, a governadora relata que a definição da candidatura de Paulo Feijó a vice-governador ocorreu no dia da convenção partidária, em 2006. 'Hoje posso dizer que ali se preparou um pequeno golpe. O meu vice deveria ser do PPS, com o PFL do Paulo Feijó na vaga para o Senado. Mas armaram uma crise artificial e instantânea na hora de começar a convenção, espantaram o PPS e apareceu naquele dia, temporariamente, o PFL como vice', contou a governadora.Yeda disse ainda que a candidatura de Feijó, homem até então não identificado com a política, mas com o meio empresarial, foi sustentada pelo presidente do Dem no Estado, deputado federal Onyx Lorenzoni. A governadora ressaltou ainda que a defesa de Onyx sobre a presença de Feijó na campanha foi 'além de qualquer racionalidade'. 'O senhor vice aparecia para tirar uma fotografia a cada 15 dias. Eu gostaria que o vice fosse uma pessoa para compartilhar o governo, mas ele estava noutra', afirmou. Yeda Crusius revelou que, já na campanha eleitoral, percebeu que Feijó 'era uma pessoa absolutamente contra qualquer governo e contra qualquer instrumento de Estado. Creio que ele foi utilizado por certos segmentos empresariais em postos e comandos, para falar tudo o que os outros gostariam e não tinha coragem', avaliou Yeda, para quem esta conduta continuou durante o seu governo, com o vice sendo utilizado por terceiros que não têm a mesma radicalidade que ele.
Candidatura Feijó foi ‘golpe’ no dia da convenção, diz Yeda
A governadora Yeda Crusius afirma ter detectado, desde o primeiro dia do seu governo, o início da construção de 'uma teia que almejava um terceiro turno', envolvendo uma parte do PT e outra do Dem (ex-PFL). Em entrevista à Agência Estado, a governadora relata que a definição da candidatura de Paulo Feijó a vice-governador ocorreu no dia da convenção partidária, em 2006. 'Hoje posso dizer que ali se preparou um pequeno golpe. O meu vice deveria ser do PPS, com o PFL do Paulo Feijó na vaga para o Senado. Mas armaram uma crise artificial e instantânea na hora de começar a convenção, espantaram o PPS e apareceu naquele dia, temporariamente, o PFL como vice', contou a governadora.Yeda disse ainda que a candidatura de Feijó, homem até então não identificado com a política, mas com o meio empresarial, foi sustentada pelo presidente do Dem no Estado, deputado federal Onyx Lorenzoni. A governadora ressaltou ainda que a defesa de Onyx sobre a presença de Feijó na campanha foi 'além de qualquer racionalidade'. 'O senhor vice aparecia para tirar uma fotografia a cada 15 dias. Eu gostaria que o vice fosse uma pessoa para compartilhar o governo, mas ele estava noutra', afirmou. Yeda Crusius revelou que, já na campanha eleitoral, percebeu que Feijó 'era uma pessoa absolutamente contra qualquer governo e contra qualquer instrumento de Estado. Creio que ele foi utilizado por certos segmentos empresariais em postos e comandos, para falar tudo o que os outros gostariam e não tinha coragem', avaliou Yeda, para quem esta conduta continuou durante o seu governo, com o vice sendo utilizado por terceiros que não têm a mesma radicalidade que ele.
Escritório de compadre de Lula ganhou grandes clientes nos últimos cinco anos
A proximidade com o poder pouco fez para angariar prestígio no mundo jurídico para o escritório Teixeira Martins Associados, do advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Lula. O escritório está longe de figurar entre as mais importantes bancas de direito comercial, segundo profissionais renomados do setor.
. Negócio de família, o escritório era pequeno e segue pequeno. A diferença ficou por conta da entrada de clientes VIP, principalmente nos últimos cinco anos, como Gol, Volo/VarigLog, um dos donos da Pirassununga 51 e o Opportunity na disputa pela Brasil Telecom.
. O escritório conta hoje com não mais de 20 advogados, incluindo os outros quatro sócios -as filhas Valeska e Larissa, o genro Cristiano Martins e Guilherme Abdalla. Focado em direito empresarial, o escritório atuava até 2000 basicamente com ações de cooperativas habitacionais, concessionárias de veículos, construtoras e gestoras de locação de imóveis. Várias das ações movidas no início da década no Tribunal de Justiça de São Paulo envolviam valores entre R$ 10 mil e R$ 30 mil.
. Além dos processos, o escritório atua como consultoria jurídica. Os desafetos afirmam que Teixeira se tornou um "lobista de pouco sucesso" porque jamais conseguiu fazer a Transbrasil voltar a voar.
. Quem já viu Teixeira atuando diz que ele não costuma "vender" a todo momento a proximidade com Lula.
As informações acima são da Folha.
. Negócio de família, o escritório era pequeno e segue pequeno. A diferença ficou por conta da entrada de clientes VIP, principalmente nos últimos cinco anos, como Gol, Volo/VarigLog, um dos donos da Pirassununga 51 e o Opportunity na disputa pela Brasil Telecom.
. O escritório conta hoje com não mais de 20 advogados, incluindo os outros quatro sócios -as filhas Valeska e Larissa, o genro Cristiano Martins e Guilherme Abdalla. Focado em direito empresarial, o escritório atuava até 2000 basicamente com ações de cooperativas habitacionais, concessionárias de veículos, construtoras e gestoras de locação de imóveis. Várias das ações movidas no início da década no Tribunal de Justiça de São Paulo envolviam valores entre R$ 10 mil e R$ 30 mil.
. Além dos processos, o escritório atua como consultoria jurídica. Os desafetos afirmam que Teixeira se tornou um "lobista de pouco sucesso" porque jamais conseguiu fazer a Transbrasil voltar a voar.
. Quem já viu Teixeira atuando diz que ele não costuma "vender" a todo momento a proximidade com Lula.
As informações acima são da Folha.
Relatório da Aeronáutica mostra que risco de acidentes aéreos continua alto
Quase um ano depois do maior desastre da história da aviação brasileira, documentos confidenciais da Aeronáutica revelados neste domingo (15) mostram que o controle de tráfego aéreo do país segue colocando os passageiros em risco. Relatórios de incidentes e outros documentos oficiais expõem situações semelhantes àquelas que levaram o sistema de transporte aéreo brasileiro ao caos entre 2006 e 2007: controladores despreparados, equipamentos defeituosos, irresponsabilidade generalizada. De acordo com registros de ocorrências divulgados em reportagem do jornal Folha de S.Paulo deste domingo, nos últimos sete meses, houve pelo menos três ocasiões em que um choque entre duas aeronaves em vôo esteve muito próximo de ocorrer. Em 28 de novembro do ano passado, um avião da companhia Trip, que acabara de decolar de Cuiabá rumo a Rondonópolis (MT), quase se chocou com a aeronave prefixo PT-KDS, por problemas de comunicação.CLIQUE aqui para ler a matéria completa da revista VEJA.
PSDB nacional cria força-tarefa para ajudar Yeda
O diretório nacional do PSDB iniciou uma força-tarefa para ajudar o governo gaúcho a resolver a sua pior crise política, que se agravou nos últimos dez dias. O tucanato abriu uma frente de negociação em Brasília com partidos aliados, enquanto congressistas visitarão o Estado para discutir com a governadora Yeda Crusius (PSDB) como reverter a crise ainda em tempo de salvar alianças para as eleições.
. Pressionada, Yeda prometeu mudar de atitude para amenizar a principal crítica de deputados da base aliada, que reclamam de seu distanciamento. "A governadora está mostrando mais disposição para conversar com deputados", disse ontem o porta-voz Paulo Fona.
. O gabinete de transição tem acenado a partidos aliados com mais espaço e participação nas decisões. Em troca, quer que partidos da base assinem uma "carta de compromisso".
No Palácio Piratini há quem reclame do abandono do PSDB nacional. À Folha Yeda disse que tem recebido "toda a energia" do partido. Segundo a senadora Marisa Serrano (MS), vice-presidente do PSDB, representantes da Executiva Nacional estarão no RS neste fim de semana para ajudar Yeda.
. A governadora enfrenta seu momento mais delicado em quase 18 meses de mandato. A crise se agravou com a divulgação de uma conversa entre o vice-governador, Paulo Feijó, e o ex-chefe da Casa Civil, Cézar Busatto. No diálogo, Busatto diz que estatais são usadas para financiamento de campanhas.
As informações acima são da Folha.
. Pressionada, Yeda prometeu mudar de atitude para amenizar a principal crítica de deputados da base aliada, que reclamam de seu distanciamento. "A governadora está mostrando mais disposição para conversar com deputados", disse ontem o porta-voz Paulo Fona.
. O gabinete de transição tem acenado a partidos aliados com mais espaço e participação nas decisões. Em troca, quer que partidos da base assinem uma "carta de compromisso".
No Palácio Piratini há quem reclame do abandono do PSDB nacional. À Folha Yeda disse que tem recebido "toda a energia" do partido. Segundo a senadora Marisa Serrano (MS), vice-presidente do PSDB, representantes da Executiva Nacional estarão no RS neste fim de semana para ajudar Yeda.
. A governadora enfrenta seu momento mais delicado em quase 18 meses de mandato. A crise se agravou com a divulgação de uma conversa entre o vice-governador, Paulo Feijó, e o ex-chefe da Casa Civil, Cézar Busatto. No diálogo, Busatto diz que estatais são usadas para financiamento de campanhas.
As informações acima são da Folha.
Sim, eu também conheci Che Guevara em pessoa, em Havana
. Falo agora sobre o Che, porque neste dia 14 ele completou 80 anos.
. Em Havana, em julho, estive no enorme palanque onde se reuniram Fidel, Che, os outros líderes da revolução, mais convidados de primeira linha, como Ahmed Ben Bella, da Argélia, Salvador Allende, do Chile, e mais duas centenas de gente de grande calibre. A delegação brasileira foi bem tratada ali e depois, à noite, numa recepção numa das dachas confiscadas dos ricos plantadores de cana que tinham fugido para Miami. Foi num desses eventos que cumprimentei Che Guevara, mas nem conversa houve.
. As semanas seguintes em Cuba me levaram até Santiago, no extremo da ilha, mas também subi Sierra Maestra, onde durante anos os guerrilheiros barbudos esconderam-se. A viagem foi ciceroneada por Armando Hard, na época ministro da Educação.
. Voltei de Havana, um mês depois, forrado de literatura marxista, mas na cabeça o culto à personalidade de Fidel já começou a marcar a virada que alguns anos mais tarde eu faria na minha maneira de ver o mundo e enxergar os ditadores de todos os matizes.
ZH, Feijó e a farsa do Caçador de Marajás
As manchetes do Correio do Povo destes sábado e domingo, demonstram que o jornal Zero Hora não pauta apenas suas próprias edições quando fustiga Yeda e infla Paulo Feijó.
. Neste domingo, o jornal da RBS buscou saber dos leitores o que eles pensaram sobre a gravação traiçoeira, criminosa, anti-ética e imoral feita por Feijó em cima de uma conversa com o ex-chefe da Casa Civil, Cezar Busatto. 61,8% aprovaram o gesto do vice-governador. O jornal publica, também, um vigoroso editorial, intitulado "Virada Ética", onde elogia Feijó, os leitores que o apóiam na pesquisa, aproveitando para ressaltar os ganhos gaúchos em relação à revelação dos escândalos de corrupção, prvaricação e desvios éticos na administração gaúcha, o que inclui certamente o Tribunal de Contas e não apenas o governo estadual. ZH ruge diante das bandalheiras descobertas no RS, mas não fornece uma só linha para lembrar que o governo federal está envolvido até o fundo dos olhos em eventos escabrosos, dos quais são apenas exemplos mais recentes os episódios dos cartões corporativo, do dossiê criminoso montado contra FHC e da venda leviana da Varig para a Gol. Ou não foi o governo do PT, com Lula, quem começou toda essa sujeirada moral, ética e fática que envergonha os brasileiros e agora assombra os gaúchos ? Brasília está longe demais, o governo federal tem poder demais, ou os leitores gaúchosnão se interessam pelo que ocorre no Planalto Central ?
. Que tal ZH fazer uma pesquisa perguntando o que seus leitores acham de um linchamento, logo em seguida a um estupro cometido pelo criminoso ? Certamente 90% dos entrevistados aprovariam o linchamento.
. Muitos leitores acreditam que o editor desta página fustiga Feijó porque busca defender os acusados nas denúncias de corrupção no Detran. O editor quer mais é que todos eles sejam condenados na Justiça Federal e cumpram belos anos de prisão. Lugar de corrupto é na cadeia e quanto mais corruptos foram presos, melhor para a sociedade.
. Cada caso é cada caso e por isto não dá para confundir o combate à corrupção e os meios usados para fazer isto.
. Sempre é bom lembrar que Collor foi o Caçador de Marajás.
. Neste domingo, o jornal da RBS buscou saber dos leitores o que eles pensaram sobre a gravação traiçoeira, criminosa, anti-ética e imoral feita por Feijó em cima de uma conversa com o ex-chefe da Casa Civil, Cezar Busatto. 61,8% aprovaram o gesto do vice-governador. O jornal publica, também, um vigoroso editorial, intitulado "Virada Ética", onde elogia Feijó, os leitores que o apóiam na pesquisa, aproveitando para ressaltar os ganhos gaúchos em relação à revelação dos escândalos de corrupção, prvaricação e desvios éticos na administração gaúcha, o que inclui certamente o Tribunal de Contas e não apenas o governo estadual. ZH ruge diante das bandalheiras descobertas no RS, mas não fornece uma só linha para lembrar que o governo federal está envolvido até o fundo dos olhos em eventos escabrosos, dos quais são apenas exemplos mais recentes os episódios dos cartões corporativo, do dossiê criminoso montado contra FHC e da venda leviana da Varig para a Gol. Ou não foi o governo do PT, com Lula, quem começou toda essa sujeirada moral, ética e fática que envergonha os brasileiros e agora assombra os gaúchos ? Brasília está longe demais, o governo federal tem poder demais, ou os leitores gaúchosnão se interessam pelo que ocorre no Planalto Central ?
. Que tal ZH fazer uma pesquisa perguntando o que seus leitores acham de um linchamento, logo em seguida a um estupro cometido pelo criminoso ? Certamente 90% dos entrevistados aprovariam o linchamento.
. Muitos leitores acreditam que o editor desta página fustiga Feijó porque busca defender os acusados nas denúncias de corrupção no Detran. O editor quer mais é que todos eles sejam condenados na Justiça Federal e cumpram belos anos de prisão. Lugar de corrupto é na cadeia e quanto mais corruptos foram presos, melhor para a sociedade.
. Cada caso é cada caso e por isto não dá para confundir o combate à corrupção e os meios usados para fazer isto.
. Sempre é bom lembrar que Collor foi o Caçador de Marajás.
Cassel, do MDA, fala em nome do governo quando fala em expulsar a Stora Enso do RS ?
O governo federal não disse até agora se o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, fala em seu nome ou em nome próprio quando avisa para quem quiser ouvir que vetará o investimento de US$ 1,2 bilhão que a Stora Enso programa fazer no RS.
. O Incra cria todos os obstáculos "possíveis" para que a Stora Enso não fique no RS. O editor tem decupagens de reunião de agentes do Incra, no interior gaúcho, comunicando ao MST que cria obstáculos de todo gênero para cansar o grupo sueco-finlandês.
. O PT, que já mandou a Ford embora do RS, agora quer mandar outra Ford embora, porque o investimento previsto pela Stora Enso é do tamanho do investimento exigido por uma montadora.
. O Incra cria todos os obstáculos "possíveis" para que a Stora Enso não fique no RS. O editor tem decupagens de reunião de agentes do Incra, no interior gaúcho, comunicando ao MST que cria obstáculos de todo gênero para cansar o grupo sueco-finlandês.
. O PT, que já mandou a Ford embora do RS, agora quer mandar outra Ford embora, porque o investimento previsto pela Stora Enso é do tamanho do investimento exigido por uma montadora.
Saiba por que Jair Soares não quis ficar no grupo de transição.
Até agora o ex-governador Jair Soares não abriu a boca para contar por que razão não quis permanecer no grupo de transição montado por Yeda Crusius para avaliar em nome dos Partidos da base aliada as mudanças que ela fará na administração estadual, a refundação do governo, segundo ela mesmo tem anunciado.
. As versões da mídia:
1) o grupo tem pouca expressão, já que os Partidos não indicaram seu primeiro time.
2) o PP não teria dado carta branca para Jair Soares agir como achasse melhor.
. A verdade verdadeira é que Jair Soares está irritado com o próprio Partido, já que este vetou-o para a presidência do BRDE.
. A vaga de Francisco Turra, que saiu do banco há dois meses, é do PP, mas até agora não foi preenchida.
. As versões da mídia:
1) o grupo tem pouca expressão, já que os Partidos não indicaram seu primeiro time.
2) o PP não teria dado carta branca para Jair Soares agir como achasse melhor.
. A verdade verdadeira é que Jair Soares está irritado com o próprio Partido, já que este vetou-o para a presidência do BRDE.
. A vaga de Francisco Turra, que saiu do banco há dois meses, é do PP, mas até agora não foi preenchida.
Pedro Bala, prefeito de Gramado, é cotado para o lugar de Marta Suplicy.
. Pedro Bala, que é do PP, também é cotado para secretário gaúcho do Turismo.
Empresas unem Lap Chan e compadre de Lula
As relações do escritório do advogado Roberto Teixeira com o chinês Lap Chan vão além da representação da VarigLog nas pendências judiciais e administrativas da empresa na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e outros órgãos federais. A filha de Roberto Teixeira, Larissa Teixeira, é também diretora, junto com Lap Chan, de duas empresas em São Paulo cuja atividade principal, conforme as informações disponíveis no cadastro da Receita Federal, é administração patrimonial.
. Larissa divide com Lap Chan a administração das empresas Aliança Participações S.A. e Belenos Participações e Empreendimentos S.A., ambas com endereço na Rua Diogo Jacome, em Vila Nova Conceição, bairro de classe alta paulistana. Larissa é sócia e advogada do escritório Teixeira Martins Advogados, de seu pai.
CLIQUE aqui para ler a matéria completa do jornal O Estado de S.Paulo.
. Larissa divide com Lap Chan a administração das empresas Aliança Participações S.A. e Belenos Participações e Empreendimentos S.A., ambas com endereço na Rua Diogo Jacome, em Vila Nova Conceição, bairro de classe alta paulistana. Larissa é sócia e advogada do escritório Teixeira Martins Advogados, de seu pai.
CLIQUE aqui para ler a matéria completa do jornal O Estado de S.Paulo.
Feijó diz a Folha que grava todas as conversas sobre o governo Yeda
O vice-governador do RS, Paulo Feijó (DEM), 50, disse ontem (13) em entrevista que tem cópias de e-mails e de planilhas da época da campanha que o elegeu vice da governadora Yeda Crusius (PSDB), sua inimiga política. Ele não quis comentar o conteúdo, mas a Folha apurou que os registros trazem mais dados sobre a captação de recursos para a campanha eleitoral. A crise política no governo gaúcho se aprofundou desde o dia 6, quando Feijó divulgou gravação da conversa em que o ex-chefe da Casa Civil gaúcha Cézar Busatto admite o uso de estatais no financiamento de campanhas. Três secretários caíram. A governadora montou um gabinete de transição para tentar recompor sua base.
CLIQUE aqui para ler a entrevista completa de Feijo a Folha de S.Paulo.
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A venda da Varig: corretagem imoral do governo.
Nem a tropa de choque armada pelo governo do PT para desqualificar a ex-diretora da Anac, Denise Abreu, até há pouco uma das petistas mais prestigiadas no Palácio do Planalto, conseguiu impedir que ela deixasse meridianamente claro a patifaria que foi a venda da Varig.
. A Casa Civil, no caso a ministra Dilma Roussef, conseguiu trabalhar como corretora do negócio mal cheiroso. Denise Abreu comprovou o seguinte:
1) Por pressão da Casa Civil, a Anac concordou com a venda da Varig, em janeiro de 2005, para um fundo americano, com três sócios brasileiros e a assessoria do compadre de Lula, o advogado Roberto Teixeira.
2) A Casa Civil impediu que a Anac verificasse a origem do dinheiro dos três laranjas.
3) As dívidas fiscais e trabalhistas de R$ 7 bilhões foram transferidas para a empresa quebrada e não para a Varig vendida.
4) Meio ano depois de vendida para o fundo americano por US$ 25 milhões, a Varig Log vendeu a Varig para a Gol por US$ 320 milhões.
. Foi tudo feito a toque de caixa, inclusive mudanças oportunistas na Lei de Falência e pareceres da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.
CLIQUE AQUI para ler o editorial do Estadão desta sexta-feira, intitulado "A corretagem imoral do governo", que conta melhor a escabrosa história.
. A Casa Civil, no caso a ministra Dilma Roussef, conseguiu trabalhar como corretora do negócio mal cheiroso. Denise Abreu comprovou o seguinte:
1) Por pressão da Casa Civil, a Anac concordou com a venda da Varig, em janeiro de 2005, para um fundo americano, com três sócios brasileiros e a assessoria do compadre de Lula, o advogado Roberto Teixeira.
2) A Casa Civil impediu que a Anac verificasse a origem do dinheiro dos três laranjas.
3) As dívidas fiscais e trabalhistas de R$ 7 bilhões foram transferidas para a empresa quebrada e não para a Varig vendida.
4) Meio ano depois de vendida para o fundo americano por US$ 25 milhões, a Varig Log vendeu a Varig para a Gol por US$ 320 milhões.
. Foi tudo feito a toque de caixa, inclusive mudanças oportunistas na Lei de Falência e pareceres da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.
CLIQUE AQUI para ler o editorial do Estadão desta sexta-feira, intitulado "A corretagem imoral do governo", que conta melhor a escabrosa história.
VEJA mostra por que só agora Chávez quer o fim das Farc
Qual dos dois Hugo Chávez é sincero? O radical que defendia com paixão as Farc? Ou o presidente amansado que aconselha os narcoterroristas a depor as armas? "A esta altura, na América Latina, está fora de lugar um movimento guerrilheiro armado", explicou Chávez em seu programa dominical Alô Presidente, no dia 8. Em seguida, pediu a libertação incondicional dos mais de 700 reféns em mãos das Farc. Entender as mudanças no discurso do presidente venezuelano sempre foi um desafio. É certo que ele late mais do que morde. Seus vilipêndios contra o "império" e o "diabo" (George W. Bush), por exemplo, não afetaram o fato de os Estados Unidos serem o maior comprador do petróleo venezuelano. Chávez já mudou de posição outras vezes, apenas para ser desmentido logo depois. Talvez se tenha agora algo mais sério na guinada: a preocupação de Chávez com a própria sobrevivência política.
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