STF vai julgar mais 11 perseguidos políticos. Desta vez serão Sererê e mais 12.

Ana Maria Cemin é a única jornalista brasileira que de modo recorrente cobre o que acontece com os perseguidos de 8 de Janeiro.

Após quase quatro anos de investigação, o STF acolheu pedidos distintos da Procuradoria-Geral da República: 11 pessoas serão julgadas pelo Supremo e outras seis tiveram seus processos arquivados.

A investigação conduzida no âmbito da PET 10.776 refere-se aos atos ocorridos após o resultado das eleições de 2022, quando houve incêndio de veículos, depredações e suposta tentativa de invasão da sede da Polícia Federal. Isso foi em 12 de dezembro de 2022, após a prisão do Cacique Sererê. 

A investigação da Operação Nero teve desfechos diferentes para os investigados. 

FORAM DENUNCIADOS:

CLIQUE AQUI para ler todo o texto no próprio Instagram da jornalista.

14 comentários:

Anônimo disse...

Tem vídeos de bandidos narcos incendiando ônibus.

Anônimo disse...

Finalmente o vagabundo do serere vai levar o que merece!

Anônimo disse...

Os bandidos julgando pessoas de bem, absurdo total. Eles não julgam a roubalheira do Lulinha,do INSS

Anônimo disse...

Cacique Senenê foi pegado pra cristo

Anônimo disse...

Fala representante do PCC ou dos ASSALTANTES DOS APOSENTADOS?

Anônimo disse...

O ESGOTO STF TAYAYA não pode julgar ninguém, salvo a própria corte, imunda e antro de corrupção. É isso?

Anônimo disse...

STF escravagista

Anônimo disse...

Interessante que nessa hora para ti ele não é indígena, né picareta?

Anônimo disse...

Jornalista fazia cobertura e foi indiciado por não ser capacho de esquerda.

Anônimo disse...

Ué, ele assaltou os aposentados ? Não sabia. Achei que era uma dupla chique que viajava de AEROLULA e que disse, nosso futuro é a Suíça ! Kkkkk

Anônimo disse...

Julgar seus próprios crimes nem pensar né ? 😡😡😡

Anônimo disse...

Depredadores de patrimônio público, terroristas que planejaram explodir o aeroporto de Brasília, golpistas, só tem um lugar:
Cadeia

Anônimo disse...

prenderam até uma advogada que defendia o direito das presas lá naquele campo de concentração

Anônimo disse...

Sererê está preso, sem julgamento, seu advogado não tem acesso ao processo
não há flagrante
ninguém sabe qual crime ele cometeu

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