O Estadão publicou um editorial intitulado "Marcola é Lula" em que define Marco Aurélio Santana Ribeiro (conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete da Presidência) como um "obscuro campista" alçado ao poder, mas o texto argumenta que ele não tem autonomia ou "existência própria" para responder sozinho pelo caso financeiro envolvendo lobistas, ligando diretamente a responsabilidade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O jornal analisa a situação de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, que deixou o núcleo da campanha de Lula após a Polícia Federal identificar um repasse financeiro de R$ 249 mil feito por uma empresária e lobista investigada. O Estadão aponta que o ex-assessor utilizava sua posição privilegiada na antessala do Planalto. O texto critica a tentativa de isolar a responsabilidade apenas no ex-chefe de gabinete.A publicação argumenta que o Planalto não pode se esquivar do caso usando a autonomia da Polícia Federal como escudo político. O editorial trata o ex-auxiliar como uma figura de projeção restrita que obteve acesso e poder devido ao cargo concedido pela Presidência.Para o jornal, as perguntas sobre facilitação de agendas e repasses financeiros exigem respostas diretas do governo federal. O caso é apontado como um fator de desgaste para a base governista na corrida eleitoral.
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5 comentários:
O blogueiro tem uma relação curioso com os editoriais do Estadão. Alguns ele cita, e outros ele faz de conta que não viu...
MARCOLA É, APENAS, PAU MANDADO!
Alguma dúvida de que tudo o que fez foi a mando do seu chefe ?
Lembram de Roberto Jeferson lá pra 2000 e pouco, quando, segundo ele, Lula chorou quando soube do mensalão? “Me traíram pelas costas”?
Pois é, 20 anos depois, Lula achando que fugiu de nossa memória, diz e faz tudo igual.
Na quadrilha do Ladrão, os nomes se repetem.
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