A Organização dos Estados Americanos (OEA) informou que enviará observadores internacionais para acompanhar o andamento das eleições gerais de outubro. Os membros da entidade percorrerão locais de votação e terão reuniões com autoridades brasileiras durante o primeiro e segundo turnos da eleição, mas não ouvirão membros da Oposição e nem também presos políticos, como é o caso do ex-presidente Bolsonaro. O acordo que permitirá o ingresso dos observadores no Brasil foi assinado nesta quinta-feira (13) pelo secretário-geral da OAB, Albert Ramdim, e o representante do Brasil na organização, Benoni Belli.
Na última eleição presidencial, em 2022, a OEA concluiu que as eleições ocorreram com ordem e normalidade.
Um comentário:
Só o que faltava os caras vir aqui para visitar cadeia e ouvir presidiário
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