O encontro gerou fortes críticas de autoridades locais devido ao risco de redução e fragmentação da malha no estado.
O secretário de Logística e Transportes do RS, Clóvis Magalhães, apontou que o novo projeto prevê uma redução de 47% na malha gaúcha em relação à concessão original, limitando-se a cerca de 2 mil quilômetros.
Há previsões de desativação de ramais importantes até 2030 (como Cruz Alta–Ijuí e Ijuí–Santo Ângelo) e a ausência de reconexão até Passo Fundo.
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3 comentários:
China quer vender seus caminhões (CKD) fabricados no BR, não admite e sequer tolerará pensamento de concorrência.
Quando atingir o monopólio cobrará ferrovias, importará trilhos, vagões, locomotivas e tudo mais. Até operários virão?
Essa falta de debate com a a população é proposital, alguns querem aposentar os filhos dos netos fechando este contrato rapidamente e as escuras.
Países sérios investem na ferrovia. Em Banâmia, é o contrário: se destrói ferrovias para beneficiar o empresariado paulista.
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