Profissionais que ocupam cargos de comissão ou de confiança dentro da estrutura pública estão expressamente impedidos de advogar no setor privado, conforme determina a lei, mas isto vira letra morta da lei. Essa gente fez concurso, virou funcionário público, recebe salário, justamente para dedicação exclusiva.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5531/2016, permitindo que procuradores da Advocacia-Geral da União (AGU), federais, da Fazenda Nacional e do Banco Central (BC) possam atuar na advocacia privada. A decisão foi dada pela CCJ em caráter conclusivo, sem necessidade de votação em plenário.
O projeto, que já havia recebido aval da comissão em maio, segue agora para análise do Senado Federal.
"Um absurdo, porque isto vai virar um mercado Persa e gerar enormes conflitos de interesse", foi o que disse ao editor o advogado gaúcho Pedro Lagomarcino, consultado pelo editor deste blog.
9 comentários:
imagine ter um adEvogado que ja trabalha dentro da máquina...os caras vão tomar 90% do mercado...nao foi por isso que o Vorcaro escolheu como adEvogada a esposa de um sujeito com alto cargo na máquina?
"Acabou a moralidade e o pudor neste País" mas quando desde 1500 que teve isso???
Levei uma encomenda ao Correio, agora tem que baixar um aplicativo, fazer a declaração de conteúdo e assinar pelo Gov.br. O governo quer controlar tudo, só não controla a droga e o dinheiro que nunca aparece nas contas bancárias,dos narcoterroristas do Lula. E o Lulinha também pode continuar roubando os velinhos.
Daqui á pouco estão pedindo a foto do seu c u para garantir que você é você mesmo.
Ministério Público mantém faculdade de direito, aí ninguém sabe onde se dá o aparelhamento do estado, mas quem se importa????
O atual congresso é infinitamente pior do que aquele que um Sr disse que tinha 300 picaretas
Beleza, não vão precisar usar os escritórios das esposas como os Ministros do STF. A pouca vergonha vai ser a luz do dia mesmo.
Só não tem burocracia para petralha roubar.
Ué, o ministro Luiz Roberto barroso, quando procurador do estado do RJ, tinha escritório privado e não vi ninguém chiando.
O Ladrão rôba até na velhice
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