Artigo, Fernando Schüler, Estadão - Desculpa, mas hoje é preciso falar sobre Henry Borel

O autor é gaúcho. Ele é articulista do Estadão, também filósofo e cientista político. Foi secretário estadual da Justiça no RS (CLIQUE AQUI para saber mais sobre este gaúcho).

 Há poucas coisas mais desprezíveis do que usar retórica ideológica para justificar a maldade e o crime.

 O que me fica na cabeça é a imagem daquele quarto. Este tipo monstruoso chamado Jairinho levando um guri alegre, de 4 anos, com a vida pela frente, lá para dentro, trancando a porta, ligando a TV em volume alto para ninguém escutar e enchendo de pancadas. Depois o guri saindo, mancando, o olhar apavorado, o choro contido, indo pro colo da empregada, a Thayná.

No dia fatal, foram vinte e tantas pancadas. Na cara, na cabeça, no nariz, na barriguinha, hemorragia interna, edema cerebral. Peço desculpas por escrever estas coisas, em uma coluna onde geralmente trato do Brasil. Mas hoje não dá. Preciso falar sobre o menino Henry.

A verdade é que não me conformo. Tenho um filho pequeno, imagino a dor do pai do Henry ...

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