Escândalo financeiro do Digimais, banco de Edir Macedo (Igreja Universal e Rede Record) pode chegar a R$ 3 bilhões

Sob acusações de curandeirismo, charlatanismo e estelionato, o bispo esteve preso durante 11 dias em maio de 1992. Ele contou a história em seu livro autobiográfico.

O Banco Digimais, de Edir Macedo (Igreja Universal e Rede Record), entrou na mira da Polícia Federal pela suposta negociação de papéis podres e venda de carteiras de financiamento, a líder de outra igreja, que tem até carros roubados. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. O principal negócio do Digimais é financiamento de veículos considerados velhos, com mais de 10 anos de uso, e que normalmente são rejeitados por bancos tradicionais.

O banco teria manipulado o seu balanço financeiro para deixar de declarar pelo menos R$ 480 milhões em créditos vencidos, em uma manobra para maquiar perdas e declarar lucro de R$ 31 milhões em 2025.O escândalo do banco de Edir Macedo pode chegar a cifras bilionárias. A apuração mostra que há um saldo de investimentos de R$ 3 bilhões que sequer puderam ser auditados, valor equivalente a 75% do valor investido em fundos do banco.


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