A conta dessa desorganização é bilionária e recai sobre investidores, credores e empresas que dependem de um mínimo de segurança jurídica para operar. A sensação é simples: no Brasil, não importa o tamanho do problema, ele pode ser empurrado indefinidamente. Processos se arrastam, decisões mudam e ninguém responde por nada. Isso não é proteção empresarial, é institucionalização da insegurança.
Enquanto isso, o país segue afastando capital e comprometendo sua própria credibilidade. Sem um Judiciário mais técnico, ágil e coerente, casos como o da Oi deixam de ser exceção e passam a ser regra. E quando a regra vira a incerteza, o recado ao mercado é direto: investir no Brasil é assumir um risco que vai muito além do econômico, é apostar contra o próprio sistema.
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2 comentários:
E isso aí é só uma ponta do iceberg.
Oi gente!
Oi, já vão vinte anos de uma notável novela a demonstrar onde cascos rachados metem a pata poucos ganham e o brasileiro paga. E paga caro.
Desde os tempos de um atual declarado demente o aparelhamento ideológico e partidário vem se intensificando, no preparo para o caos que agora já se faz sentir.
A incerteza ainda não avançou como quer o capiroto e seus nomeados sequazes.
Apenas chegamos no estágio de criminoso quando desmascarado ameaçar a pessoa adepta da honesta justiça , apesar de alguns vão ao desejo de assassinato dissimulado.
Que Deus nos proteja.
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