Editorial, Estadão - A judicialização do debate eleitoral

O editorial avisa que a interferência do STF refoerça a percepção geral da sociedade de que o sTF virou anexo do Palácio do Planalto.

A pedido do governo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes mandou instaurar um inquérito para apurar um suposto crime de calúnia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Às vésperas da campanha oficial, a temerária decisão de Moraes serve de alerta para o perigo da intromissão do Judiciário no debate público. Não há democracia no mundo que resista à tutela dos eleitores por juízes que se veem como curadores do discurso político.

(...)

Mas mais preocupante é o papel assumido pelo STF. Ao admitir a abertura de um inquérito policial em contexto tão evidentemente político, Moraes reforçou a percepção geral da sociedade de que o Supremo se tornou um anexo do Palácio do Planalto. Que depois Suas Excelências não reclamem do impacto que isso terá nas urnas.

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5 comentários:

Anônimo disse...

Para variar a quadrilha está preparando a fraude como em 2022

Anônimo disse...

Na "eleição" presidencial anterior já ocorreram interferências do STF no processo eleitoral! Nenhuma novidade!

Anônimo disse...

Segundo o sapo, os do çtf são os editores do bostil.

Anônimo disse...

O STF/STE elegeu o pinguço corrupto em 2022 e vai reelegê-lo em 2026. Como? Simplesmente fazendo 'o diabo' para atrapalhar e inviabilizar a campanha de opositores.

Anônimo disse...

Será que vai ter golpe? Vão declarar Flávio inelegível ? Me nego a acreditar.

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