A utilização da inteligência artificial (IA) para prescrever medicamentos é uma área de rápido avanço, mas que enfrenta barreiras significativas em termos de evidências robustas sobre sua segurança e eficácia a longo prazo, sendo amplamente considerada hoje uma ferramenta de suporte e não de substituição ao médico.
Isto é o que informa, hoje, o jornal The Washington Post, que enfrenta a questão da maneira que vai descrita nesta postagem. O editor usa não só a IA, mas o próprio Google, para orientações e informações, mas sempre com bom senso. E não tem se dado mal.
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