A Ulbra sempre teve como única mantenedora a AELBRA, atualmente presidida por Carlos Melke Filho.
A relação entre a AELBRA e o Banco Master ocorreu exclusivamente no âmbito do processo de Recuperação Judicial em curso desde 2019. Foi neste contexto que o Master adquiriu créditos no mercado secundário de dívida e tornou-se um dos credores relevantes do processo. Também foram estruturadas operações financeiras e instrumentos típicos de reestruturação empresarial, incluindo a possibilidade de emissão de debêntures conversíveis em participação societária. A participação societária até poderia ocorrer em função destas operações, sempre sob supervisão judicial, mas isto não aconteceu.
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2 comentários:
Kkkkkk, a ULBRA DEU CALOTE NO MASTER!! 100 anos de perdão.
E se tivesse tido qual o problema? O Master não era uma instituição legalizada e autorizada a operar até há poucos meses??
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