O autor é ex-ministro da Saúde.
O artigo é do site Poder360 de hoje.
Fiscalização da ética médica enfrenta restrição inédita por decisão do ministro do STF e restringe a atuação do Conselho Federal de Medicina. Alexandre de Moraes, do STF, anulou a iniciativa do CFM de instaurar sindicância para apurar o atendimento médico a Jair Bolsonaro S
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, que anulou a iniciativa do CFM (Conselho Federal de Medicina) de instaurar sindicância para apurar o atendimento médico prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), suscita preocupação institucional relevante. Ao impedir a atuação de uma autarquia federal no exercício de competência legal expressa, o ministro estabeleceu uma limitação inédita à fiscalização ética da medicina, mais restritiva, inclusive, do que aquela observada durante o regime militar instaurado a partir de 1964.
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4 comentários:
Interessante esse paralelo. O CFM deve ter intimado também muitos militares nos anos de chumbo contra as torturas da época. Parece piada.
A realidade é que em tempos democráticos surgem muitos corajosos que contra os militares se acovardavam.
Bem interessante essa posição do CFM.... Seria interessante passar a eles uma lista de presidiários precisando de cuidados médicos.
Esse não é o único no país. Quem sabe não se candidatam a essa necessidade.
Chama o coronel Ustra pra te ajudar! Vagabundo!
Que esse Conselho proponha, a internação do ministro para exames psiquiátricos com a máxima urgência. Até do CFM ele toma conta!!!
Bah, deu na pleura (já que estamos falando do CFM...). É exatamente isto.
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