A Polícia Federal informou, ontem, que segue tentando identificar o homem que destruiu um relógio de valor histórico durante o ataque ao Palácio do Planalto, em Brasília, no último dia 8. Imagens das câmeras de segurança internas registraram o momento em que o homem acessa o terceiro andar do palácio, onde fica o gabinete presidencial, e lança ao chão a peça que Dom João VI trouxe ao Brasil em 1808, ao transferir a Corte portuguesa para o país, fugindo das tropas de Napoleão.
Nas redes sociais, imagens supostamente do vândalo viralizam. Os informes são de que se trata de um infiltrado.
Filmetes, inclusive, mostram um indivíduo que pode ser o homem, tudo num acampamento do MST, mas o jornal Goiás24 de ontem diz que o vândalo chama-se Carlinhos e é de Catalão, Goiás. "Um bandido perigoso", disse o vizinho (leia mais, abaixo).
12 comentários:
Ultimamente só sabem prender velhinhos e crianças...
Ultimamente só sabem prender velhinhos e crianças...
Eficiência é para quem pode. Quem quer, apenas quer. Apenas quem pode quer.
O que virou o jornalismo. O vizinho que eu não sei o nome falou, a tia do ZAP me mandou, fontes seguras indicam, parece que, dizem que recebeu 150,00 para quebrar, supostamente indicam, tem cara de infiltrado...
Infiltrado no teu cu.
Por meio do Coletivo de Direitos Humanos do MST, também iremos acionar a justiça e responsabilizar as pessoas que postaram mais esta mentira. O MST defende a democracia e cobra a responsabilização dos vândalos, dos mandantes e dos financiadores dos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro. Sem anistia! Basta de violência! Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Paraná – MST-PR
Ja procuraram no meio daqueles 37 ....??
Agora vão descobrir a verdadeira identidade do "infiltrado",
Nunca irá encontrar, pois é petralha. Daí tem proteção institucional. Nisso virou o Brasil.
Vai aparecer suicidado pra nao revelar quem o contratou
com certeza terá um advogado do PCC esperando na delegacia para soltá-lo.
Quem esteve protestando sentado na grama do planalto não teve sequer esse direito.
Mais um Celso Daniel no dia a dia das esquerdas.
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