Missão de RP ao Chile resultou em negócios de apenas US$ 4,2 milhões

A missão não visou apenas rodadas de negócios, mas a viagem pode ser encarada como um convescote de RP.

Se é verdade que a missão oficial e empresarial acertou apenas US$ 4,2 milhões em vendas futuras de produtos do RS para o Chile, pode-se concluir que o resultado representou um tremendo fiasco.

Os números são do jornal Zero Hora de hoje, ao informar que tudo resultou de 90 reuniões de negócios.

Afinal de contas, US$ 4,2 milhões não chega sequer ao total do faturamento anual de uma única empresa média do RS.

8 comentários:

JORGE LOEFFLER .'. disse...



Esperavam o quê mesmo?
O Chile no qual fizeram tudo o que está sendo feito aqui está quebrado.
Há muitos, mas muitos mesmo desprovidos de inteligência em nosso país.

Joel Robinson disse...

Republiqueta pelotense a todo vapor...

Anônimo disse...

Acho que quem está quebrado é a Venezuela...e parece que lá só tem "inteligentes"...

Anônimo disse...

tremendo FIASCO é esse nosso governador Milk... erramos mais uma vez para governador. Aliás, somos tradicionalistas em errar...
O jeito é trabalhar e trabalhar para os 4 anos passarem rapidamente.
Reclamar não ajuda em nada.

Anônimo disse...

Considerando o descrédito do Brasil no exterior, sua recessão e atraso geral, foi um êxito ter conseguido algo positivo.

Anônimo disse...

Chile quebrado? Então foi a esquerda que quebrou, kkkk

Justiniano disse...

Foram vender panelas e facas tramontina.

Porque 4,2 milhões de dólares deve ser uma compra em panelas e facas.

amazarray disse...

Missões oficiais de governos ou mesmo privadas não podem ser avaliadas dessa forma. A conquista de novos mercados é um processo demorado onde os agentes de comércio exterior verificam da viabilidade das trocas comerciais. Muito estranha a forma de avaliação vapt-vupt... Parece mais a construção de uma narrativa de fracasso para exploração política dos "resultados". Ou então o autor da matéria para o jornal é absolutamente neófito em temas de comércio exterior e seu editor teria o dever de mandá-lo de volta ao notebook.