Mourão, no RS, usa eufemismo para falar sobre cortes de 30% nas universidades públicas

O vice-presidente Hamilton Mourão participou, sábado, da Festa Nacional da Cavalaria do Exército, Parque Histórico Marechal Osório, Tramandaí.

Na sua passagem pelo RS, o general foi recebido na loja maçônica Grande Oriente, Porto Alegre.

O vice de Bolsonaro falou com os jornalistas, como sempre faz, não se negando a responder qualquer pergunta.

Ao falar sobre corte de 30% nas verbas para universidades públicas federais, ele usou de um eufemismo para negar o corte:

- Isto é contingenciamento. O dinheiro poderá voltar, caso seja aprovada a reforma da previdência. Todos os ministério sofreram contingenciamentos parecidos.

7 comentários:

Ariel disse...

o corte foi insignificante! que se vá até o OSSO!!!!

Anônimo disse...

O contingenciamento existe. Sempre existiu. Só que sempre acontecia no final do ano. Quem está vendo corte é extrema imprensa.

Anônimo disse...

30% é pouco tendo em vista essa canalhice que saõ os tais cursos de humanas, socioptas, historicopatas, filosofopatas e o escambau. Enquanto que falta 1200 técnicos de robótica para trabalhar nas industrias e temos só 350 vagas. Técnicos de robótica estão sendo disputados a tapa. Só no nordeste duas empresas precisam 80 ´técnicos em robótica.
Joel

Anônimo disse...

Devia cortar 70%. E no ano seguinte privatizar todas.

Anônimo disse...

Contingenciamento é o mesmo termo usado pela Dilma. Kkkk Ninguém entende.

Anônimo disse...

Isso aí bolsonaro!! Vamos acabar com as federais!! Educação é pra gente rica!! Pobre epra trabalhar pra nós, e so

Cesar Augusto Ilgenfritz disse...

O problema do Mourão é que ele é um lingua solta. Bolsonaro afirmou, com todas as letras, que não é contingenciamento, mas realocação. E agora. Mourão acha mesmo que general manda amais que capitão?