Artigo, Ana Pregardier, Zero Hora - Nova base curricular: um desafio

A definição dos temas integradores entra para a história da educação brasileira junto com a implantação da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) da Educação Infantil e do Ensino Fundamental para crianças de 0 a 14 anos. A BNCC é definida como documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais como direito das crianças, jovens e adultos na educação básica.

Ao adotar a BNCC, o Brasil se alinhou ao movimento internacional que busca aprimorar a qualidade de ensino para assegurar o desenvolvimento da pessoa humana, normatizando as aprendizagens essenciais garantindo que o cidadão brasileiro esteja apto para o exercício da cidadania ativa, baseado em princípios crescentes de igualdade.

Entre as diretrizes definidas na BNCC...

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3 comentários:

Anônimo disse...

Na minha opinião a Educação do povo deve ser imediata. Em primeiro lugar os professores devem receber um salário dígno, afinal de contas estudou, se qualificou e se tornou especialista em uma ou outra área do conhecimento. O seu salário “ jamais ” deveria ser inferior a de qualquer político. Começa por aqui. O professor tem a nobre e responsável missão de Educar o indivíduo e lançá-lo no mercado de trabalho. Será esse aluno que com sua bagagem de conhecimento irá desenvolver e impulsionar o país para o melhor. Lutemos todos para que isso se torne realidade e que o país saia desse marasmo cultural.

Justiniano disse...

Num sistema em que um professor de matemática, não fez curso de matemática, o professor de química não fez curso de química e o de física não fez curso na área, ou seja, os professores não são habilitados nas áreas que lecionam, isto demonstram a baixa qualidade do ensino.

Tive professores habilitados nas suas áreas, aprendi calculo (derivadas e limites) no 3° ano do científico, hoje ensino médio (hoje dão na faculdade!!!), aprendi química com professores formado em química, um deu um ano de atomística, outro deu um ano de química analítica e outro deu um ano de química orgânica. Física era dado por professores formados em física. Os meus professores de português eram formados em letras, o de história e geografia eram formados nas suas áreas.

Isso tudo numa escola estadual, isso mesmo estadual, e tenho orgulho de dizer que estudei no colégio estadual Manoel Ribas, o famoso Maneco. Alguns desses professores eram também professores da UFSM e tive varias aulas nos laboratórios dessa universidade.

Lamentavelmente hoje esta escola não é nem sombra do foi no passado.


Anônimo disse...

Acho que apareceu a solucao magica. Fechar todas as escolas, e a criancada vai tudo estudar ENSINO A DISTANCIA.
Com isto inclusive elas ficam livres dos professores comunistas, que todos serao demitidos, e serao contratados soldadinhos fantasiados de professor para dar aula a distancia. E tem gente apoiando estas raciosimios

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