Ministro da Justiça manda PF investigar se JBS tentou comprar ministros do STJ e STF

Reportagem da revista Veja afirma que JBS tentou influenciar decisões de tribunais superiores de Brasília

Ao lado, Torquato Jardim.

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, determinou, nesta sexta-feira (8), que a Polícia Federal (PF) abra uma investigação sobre a suposta tentativa da JBS de comprar juízes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A informação foi divulgada na edição deste fim de semana da revista Veja.

Leia nota a seguir, abaixo.

Jardim dá prosseguimento, desta forma, a um ofício que recebeu do ministro Gilmar Mendes, do STF, também nesta sexta-feira, pedindo a análise das declarações da reportagem. A revista entrevistou o empresário Pedro Bettim Jacobi, que denunciou a ex-mulher, a advogada Renata Gerusa Prado de Araújo, que trabalha para a JBS.

7 comentários:

Anônimo disse...

Isto será esclarecido após prisão de Joesley!

Anônimo disse...

NA JUSTIÇA TEM FALCÃO QUE SÓ LEVA DINHEIRO NÃO GOSTA DE CARNIÇA...

Anônimo disse...

ATRIZ GLOBAL CASSIA KIS DIZ QUE APOIA A LAVA JATO = QUE É DEUS NO CEU E JUIZ MORO NA TERRA

MATERIA ESTÁ NO BLOG IMPRENSA VIVA

viva a lava jato

Anônimo disse...

Por que as panelas bateram contra Dilma e não batem contra Temer?

Alexandre Tambelli - 09/09/2017 - Jornal GGN

Observando o comportamento das classes média e médio-altas tradicionais e o silêncio das panelas no Governo Temer, apesar dele ser o Governo mais corrupto de nossa História, me propus a refletir e responder esta pergunta:

Panelas que bateram contra a "corrupção de Lula, Dilma e do PT" não batem mais. Então, bateram por quê?

​A resposta a que cheguei (sou um brasileiro pertencente a este estrato social, sou o típico paulistano tradicional, e que convive com essas duas classes sociais diariamente a 49 anos). São três razões centrais (principais) do bater panela com Dilma:

1) Medo da perda da distinção social, pela ocupação coletivizada dos espaços geográficos (shoppings, praias, aeroportos, Miami, barzinhos da Vila Madalena, restaurantes) e compras coletivizadas dos produtos de consumo (celulares I-Phone, perfumes, roupas de marcas, tênis tops, automóvel) pelas classes média e médio-alta tradicionais e os ascendidos sociais da Era Lula/Dilma - a chamada classe C.

2) Medo da concorrência no mercado de trabalho pela possibilidade dos pobres e remediados de chegarem ao Ensino Superior e concorrem com os ascendidos sociais até a Era FHC pelos postos de trabalho com melhor remuneração.

3) Medo de perder a exclusividade no processo de chegar ao topo da pirâmide social, ou seja, que só nós das classes média e médio-alta tradicionais tenhamos as ferramentas e o Capital inicial para chegar à condição de multi-milionários ou bilionários.

A corrupção, o mote das manifestações a favor do Impeachment de Dilma Rousseff, foi apenas um pretexto para a defesa da distinção social, da não concorrência no mercado de trabalho melhor remunerado e pela exclusividade no processo de chegar ao topo da pirâmide social.

Colocaram um Governo que breca a possibilidade de ascensão social e mantêm o status quo da Era pré-PT e as panelas se silenciaram, mesmo que vivenciemos no mundo real o Governo mais corrupto da História.

E você me pergunta:

E a meritocracia?

Esta nunca existiu nem vai existir, porque o mérito, sejamos sinceros, é confundido com o direito adquirido de ser distinto do brasileiro remediado e do brasileiro pobre, mérito de distinção fabricado de forma "divinatória" e pela "herança familiar".

Os de fora deste mundo fechado do brasileiro médio não receberam a Bênção Divina que os mereça capacitar a adentrar no Mundo dos homens de Bem(ns) e ocupar os mesmos espaços geográficos e consumir produtos iguais das classes média e médio-alta tradicionais porque não têm bons modos, classe, glamour e Educação.

Anônimo disse...

STF arquiva inquérito contra Dilma, Cardozo e ministros do STJ:

09/09/2017 - Brasil 247

Ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento do inquérito aberto contra a presidente deposta Dilma Rousseff, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e os ministros do Superior Tribunal de Justiça Francisco Falcão e Marcelo Navarro; Fachin atendeu a pedido formulado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; eles foram acusados pelo ex-senador Delcídio do Amaral de tentar interferir na Lava Jato por meio da nomeação do ministro Navarro para o STJ em 2015; Fachin ressaltou que o arquivamento foi feito devido a ausência de provas (...)

Anônimo disse...

AULER APONTA COMO AS DELAÇÕES VIRARAM A PANACEIA DA LAVA JATO:

REUTERS/Rodolfo Buhrer
Mecanismo da delação premiada, criado para ser um instrumento auxiliar em investigações "a partir da experiência da Operação Lava Jato, se tornou uma verdadeira "panaceia"', diz o jornalista Marcelo Auler; o que deveria ser um "indício", para o devido aprofundamento da investigação, passou a ser visto como prova; a palavra de um delator, que a princípio merece ser colocada em dúvida, ganha ares de verdade, inclusive para jornalistas", destaca; "Mas, a imparcialidade ao que parece anda em falta desde que a Operação Lava Jato caiu nas graças da grande mídia e do antipetismo de uma maneira em geral", destaca

9 DE SETEMBRO DE 2017

247 - O mecanismo da delação premiada, criado para ser um instrumento auxiliar em investigações "a partir da experiência da Operação Lava Jato, se tornou uma verdadeira "panaceia"', diz o jornalista Marcelo Auler. "O que, como ministros do próprio Supremo Tribunal Federal (STF) já definiram, deveria ser um "indício", para o devido aprofundamento da investigação, passou a ser visto como prova; a palavra de um delator, que a princípio merece ser colocada em dúvida, ganha ares de verdade, inclusive para jornalistas", destaca.

"Ela faz parte de um jogo em que retém o, às vezes, ainda suspeito, não por atender as exigências dos códigos legais, em benefício da investigação ou na defesa da sociedade. Mas pela necessidade de se conseguir de forma mais rápida – o tal "braço-da-preguiça" – algo que permita confirmar uma tese anteriormente levantada. A partir de então, pouco importa se o que o delator disse faz ou não sentido. Seja o que for, a delação passa a ter fundo de verdade", ressalta

Para ele, "se for verdade o que disse Antônio Palocci ao juiz Moro, este só deveria, de imediato, tomar uma urgente providência: solicitar ao Supremo Tribunal Federal que anule a delação feita pelos Odebrechts e os diretores do grupo empresarial de mesmo nome. Afinal, o ex-ministro da fazenda de Lula revelou reuniões das quais teriam participado Emilio e/ou Marcelo Odebrecht, que não constam do que os dois – bem como os demais diretores da empresa – delataram "espontaneamente" à PGR. Nenhum deles falou em "pacto de sangue" entre Emílio e Lula", avalia. "Ou Moro não pretende questionar a veracidade da delação que beneficiou pai e filho?", questiona.

Para Auler, os últimos desdobramentos acerca das delações premiadas do empresário Joesley batista e do executivo da JBS Ricardo Saud colocam novas "dúvidas e questionamentos com relação à delação de Joesley Batista, da JBS. Dela surge a certeza que Janot agiu açodadamente na expectativa de pegar o presidente Michel Temer. Pode ter lhe beneficiado, mesmo se sabendo que de inocente o atual presidente não tem nada", diz o jornalista.

"Mas, a imparcialidade ao que parece anda em falta desde que a Operação Lava Jato caiu nas graças da grande mídia e do antipetismo de uma maneira em geral. A começar pela própria Procuradoria Geral da República que, no papel de fiscal da lei e tendo a função de exercer o controle externo da Polícia, não exerceu nenhum dos dois papéis", observa. (...)

Anônimo disse...

Dallagnol e Carlos Fernando Lima, da Lava Jato, devem sair para o Senado em 2018:

9 setembro 2017 - DCM

Os procuradores Deltan Dallagnol e Carlos Fernando Lima, duas das estrelas da Lava Jato, estão no final das negociações para sair como candidatos pelo Paraná.

Eles analisam se saem ambos para senador, disputando com Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB). Outra opção é Lima para deputado.

O convite é de Álvaro Dias, do Podemos. A justificativa da dupla para virar políticos de verdade todo mundo sabe: “A Lava Jato tem que ficar viva e vamos combater a corrupção por dentro”.