Michel Temer libera R$ 100 milhões para nova ponte do Guaíba

Brasília, via WhatsmApp

O presidente Michel Temer anunciou nesta terça-feira à tarde a ordem para liberação de R$ 100 milhões para a retomada das obras da segunda ponte do Guaíba, que estavam paralisadas desde fevereiro. A decisão foi comunicada em audiência de iniciativa do senador Lasier Martins (PDT-RS), que na semana passada solicitou o encontro com o presidente, alegando a necessidade urgente de os trabalhos de construção serem retomados.

Na reunião, o presidente ordenou a seus ministros que tomassem as providências necessárias à imediata liberação da primeira parcela, de R$ 20 milhões, para que a obra possa ser reiniciada ainda no mês de agosto. Os 80 milhões restantes serão liberados em parcelas iguais de R$ 20 milhões mensais até dezembro.


O presidente recebeu o senador Lasier Martins e mais 17 parlamentares gaúchos acompanhado dos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, dos Transportes, Maurício Quintela, e do Planejamento, Dyogo Oliveira. 

6 comentários:

Anônimo disse...

100 milhões:
Então este é o custo do voto do Lasier pela cassação da Dilma

Anônimo disse...

Parece que estão olhando para o tão esquecido RS!PARABÉNS a todos envolvidos e ao Presidente Temer!!!!

Anônimo disse...

Será que vai sobrar para a Renner Pe Chagas?

Anônimo disse...

Sra. Eduardo Cunha chama relator do impeachment e ministros de Temer como suas testemunhas:

A mulher do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB/RJ) convocou o deputado Jovair Arantes (PTB/GO), relator do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT), como sua testemunha de defesa em ação penal da Operação Lava Jato. O parlamentar e dois ministros do governo Michel Temer - Bruno Araújo (Cidades - PSDB/PE) e Maurício Quintella (Transportes - PR/AL) - fazem parte do rol de 26 testemunhas arroladas pela defesa de Cláudia Cruz.

A DEFESA DE CLÁUDIA CRUZ
O criminalista Perpaolo Bottini defende Cláudia que, desde 9 de junho, é ré do juiz federal Sérgio Moro, símbolo da Operação Lava Jato. A mulher de Eduardo Cunha responde a processo por lavagem de dinheiro de mais de US$ 1 milhão provenientes de crimes atribuídos ao deputado afastado. Ela também é acusada de evasão de divisas. As testemunhas foram indicadas na peça de defesa entregue ao juiz Moro.Segundo a denúncia da força-tarefa da Lava Jato, Cláudia teria se favorecido de parte de valores de uma propina de cerca de US$ 1,5 milhão que o marido teria recebido para 'viabilizar' a aquisição, pela Petrobrás, de 50% do bloco 4 de um campo de exploração de petróleo na costa do Benin, na África, em 2011. Os recursos que aportaram na conta de Cláudia foram utilizados, por exemplo, para pagar compras de luxo feitas com cartões de crédito no exterior - a investigação mostra que ela adquiriu sapatos, bolsas e roupas de grife com recursos de origem ilícita, segundo a Procuradoria da RepúblicaTambém foram convocados pela defesa aliados de Eduardo Cunha na Câmara: os deputados Carlos Marun (PMDB/RJ), que lutou no Conselho de Ética para que o parecer favorável a cassação do ex-presidente da Casa fosse reprovado, Hugo Motta (PMDB/PB), Felipe Maia (PMDB/RN), Gilberto Nascimento (PSC-SP) e Átila Lins (PSD-AM).

O documento de 139 páginas, subscrito por Pierpaolo Bottini e também pelas advogadas Cláudia Vara San Juan Araújo e Stephanie Guimarães, divide o rol de testemunhas em quatro blocos. A defesa aponta que os políticos poderão prestar depoimento sobre o tópico 'lavagem de dinheiro decorrente da transferência de recursos de suposta origem criminosa entre o trust Netherton (da qual seu marido é beneficiário) e a conta Kopek (de titularidade de Cláudia)'.

"Testemunhas que atestem a ausência de conhecimento/envolvimento da Defendente (Cláudia) com os negócios de seu marido e a inexistência de dolo eventual ou cegueira deliberada em seu comportamento", sustenta a defesa de Cláudia.O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Francisco Resek (1983/1990 e 1992/1997), também ex-ministro de Relações Exteriores (1990 a 1992) do ex-presidente Fernando Collor (PTC-AL), está na lista das testemunha....

Anônimo disse...

Anonimo das 22:09
Esta ladra vagabunda deveria ser presa e colocada (por engano) numa cela maasculina cheia de machos sedentos...

Anônimo disse...

Com boa gestão é possível resolver a maioria dos problemas brasileiros, 14 anos do desgoverno do PTerremoto arrazou o Brasil, aos poucos a casa vai sendo organizada.Ordem e Progresso é o que estava faltando.

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