BBC analisa os desafios brasileiros para a Copa do Mundo

Faltando exatos seis meses para a abertura da Copa do Mundo, o Brasil ainda busca vencer alguns desafios nos preparativos para o torneio e alcançar o grande objetivo de provar ao mundo sua capacidade para organizar grandes eventos.  No dia 12 de junho de 2014, Brasil e Croácia entrarão em campo para disputar a primeira partida da Copa na Arena Corinthians. Até lá, o governo brasileiro, juntamente com o Comitê Organizador Local (COL), precisa entregar à Fifa os seis estádios que ainda estão em construção – dos 12 que serão utilizados na Copa -, incluindo o próprio estádio paulista, que sediará a abertura.
     
. Além dos palcos das partidas, o país se comprometeu também com obras de infraestrutura e mobilidade urbana. Parte delas está em andamento e, segundo o cronograma divulgado pelo governo no último mês, deverá estar pronta até junho do ano que vem.  A outra parte acabou sendo postergada e será entregue somente depois do Mundial por conta de atrasos na execução ou no financiamento dos projetos.  Todas essas obras faziam parte da Matriz de Responsabilidades, um documento assinado por representantes do governo federal e pelos responsáveis de todas as 12 cidades-sede contendo todos os projetos que deveriam ser feitos para a organização da Copa do Mundo no Brasil – incluindo as obras de estádios, aeroportos, portos, hotéis, etc., consideradas o grande "legado" da Copa.
     
. Dos 108 projetos que constavam na Matriz, 21 já foram concluídos e 22 foram excluídos da lista porque não ficarão prontos até junho de 2014. Essas obras acabaram entrando no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e, mesmo não sendo entregues para o Mundial, continuarão contando com os incentivos do governo concedidos para as intervenções da Copa do Mundo – isenção fiscal, financiamento público, etc.
    
. Veja detalhes no quadro abaixo. Fonte Ministério do Esporte.

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Um comentário:

Anônimo disse...

A metade dos excluídos da Matriz de Responsabilidade estava sob a responsabilidade da Prefeitura de Porto Alegre... O dinheiro estava à disposição na Caixa Federal, mas os projetos estavam incompletos e não foram aprovados... Pobre RS!
Sandeman

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