Aumento na gasolina anula luz mais barata

A reportagem a seguir é do jornal Zero Hora de hoje. O material foi levantado e redigido pelos repórteres Caio Cigana e Marcelo Sarkis. O que eles comprovam é que os efeitos da redução das tarifas de luz serão anulados pelos efeitos do aumento do preço da gasolina, calculado em 7%. Os números foram levantados pela Fundação Getúlio Vargas.

A esperança de um refresco no orçamento doméstico com a queda de 16,2% na tarifa residencial de energia a partir de fevereiro encolheu. Apesar do alívio na conta de luz, o aumento de 7% no preço da gasolina, que deve ser confirmado até a próxima semana pelo governo federal, reduz a economia a zero – 0,23% do orçamento, para ser mais preciso. A conclusão é de um cálculo da Fundação Getulio Vargas (FGV) elaborado a partir do peso dos dois itens nos gastos mensais das famílias da Capital, seguindo dos critérios do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S). A simulação considera uma esperada pequena diminuição do consumo do combustível e, da mesma forma, um leve acréscimo no uso da energia elétrica, movimentos típicos de quando há variação nos preços. Para uma família com renda de R$ 10 mil, a economia seria de apenas R$ 23. Mesmo que os números frios mostrem um zero a zero no bolso do consumidor, especialistas em finanças pessoais entendem que, no fim das contas, os gastos serão maiores. No caso da gasolina, apesar de um recato logo após o reajuste chegar nas bombas, a tendência do motorista seria retomar o abastecimento e o ritmo de uso do automóvel. O consumo da luz, por sua vez, tenderia a crescer, tanto por certa perda do zelo na utilização quanto pela aquisição cada vez maior das famílias de eletrônicos e eletrodomésticos.

Em termos de comportamento, talvez no curto prazo o consumidor sinta e diminua o uso do automóvel. Mas, pela característica do brasileiro, com o tempo ele absorve este aumento e retorna à rotina. E a tendência também é consumir mais luz pela compra cada vez maior de itens que dão mais conforto e comodidade

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6 comentários:

Surfista Prateado disse...

Não sei o que seria da gente sem a ZH e suas reportagens "esclarecedoras". Vão ganhar o "Prêmio Colombo", por terem descoberto a América...

Anônimo disse...

O governo está perdido em termos econômicos. Oremos !

Marcelo disse...

Feliz de quem não tem carro e vai conseguir absorver o desconto na luz, como é o meu caso.

Parabéns, Dilma!

Anônimo disse...

Isso me lembra a história do cara que roubava dele mesmo surrupiava de um bolso e colocava no outro.
brincadeira a parte com aumento da gasolina quem sabe as ruas fiquem melhores, tá brabo dirigir nesta cidade.
eduardo menezes

Anônimo disse...

Afinal, quando é que vai ter reajuste na gasolina mesmo? O jornaleiro, digo, editor, já anunciou várias vezes e o aumento não vem.

Tá igual a morte de Fidel Castro e Chaves, anunciando todos os dias, um dia o jornaleiro, digo, editor acerta, para delirio de seus seguidores sanguinolentos.

Anônimo disse...

Boa tarde Braga.
Concordo que o aumento dos combustíveis se equipara à redução no preço da energia elétrica, mas veja bem, isso só acontece porque a população brasileira é baseada no modelo de vida norte americano. No brasil propaganda de carros e motos é baseada no preço ínfimo da "parcela" que é um pouco a mais que a passagem do coletivo..... convenhamos.... que embora polua mais que um carro normal, polui muito menos quando dividimos pelo numero de pessoas levadas por um ônibus ou metro, principalmente pq a grande maioria dos carros (que pode levar cerca de 4 ou 5 pessoas) geralmente são ocupados por 1 ou no máximo 2 pessoas durante o dia a dia.
todo mundo fala em aumento de preços, redução de preços..... mas ninguém se atenta ao principal... "redução de consumo".... e depois o povo vem falar de aquecimento global e colapso do planeta..... Quero ver o que vão falar quando vier o apagão que está assombrando o ministro de minas e energia.