A inesperada demissão do chefe de redação de Veja e o assassinato de Marcelo Cavalcante

A decisão do jonalista Mário Sabino de sair da chefia de redação da revista Veja e também da atividade jornalística, foi uma surpresa e causou estupor na mídia. As especulações sobre a decisão são variadas e muitas delas estão ligadas a pressões que a Abril teria sofrido por parte de Brasília. CLIQUE AQUI para ler a nota do diretor de Redação, Eurípides Alcântara, que dá explicações sobre o caso.

. A saída de Sabino motivou uma curiosa manifestação de Marcos Antonio Oliveira Cavalcante, assinante de Veja e irmão de Marcelo Cavalcante, morto em Brasília no auge da chamada Operação Rodin. Marcos, como toda a família de Marcelo, não acredita na versão de suidício e denuncia que seu irmão foi vítima de um crime político. Ele acusa a Polícia e o Ministério Público do Distrito Federal, que segundo ele teriam cozinhado a tragédia em banho maria. É em função dele que pediu uma reportagem de capa sobre o episódio. 

- O editor compartilha da opinião da família de Marcelo Cavalcante. O caso será um dos capítulos do seu livro “O Eixo do Mal”, que trata das sórdidas conspiratas políticas que ajudaram a desestabilizar o governo Yeda Crusius.

Nota – Se você quiser reservar seu exemplar, como já fizeram 523 leitores, mande seu pedido (só pague quando receber o livro) para polibio.braga@uol.com.br O preço final será de R$ 75,00, pago contra entrega. (Foto: Lailson Santos/Veja)

7 comentários:

Anônimo disse...

Ele foi entrevistado pelo Jô nesta semana.
Disse que já recusou 2 convites anteriores feitos pelo Programa do Jô, porque é "timido e não gosta de aparecer"....hummmmmmmmmm

Anônimo disse...

Políbio, a pergunta : a quem interessava a morte do Marcelo ? O que ele sabia que não poderia ser revelado ? Qual a razão de a polícia não investigar ? Sem dúvida, muito estranho suicídio por afogamento.

Anônimo disse...

Marcos Cavalcante (irmão do Marcelo)

Será que alguém do RS se lembra da, intitulada pela mídia gaúcha, "viúva" do meu irmão ser amiga de um delegado que trabalhava na 10ªDP, onde corria o IP e também amiga de uma delegada que trabalhava em outra delegacia aqui no DF e depois ter sido transferida justamente para a 10ªDP, durante as investigações da morte do meu irmão, Marcelo? Será que alguém sabe de quando, no meu único depoimento na 10ªDP, o delegado que no início investigava o caso, e depois transferido para outra DP, este delegado bem como um investigador me perguntaram e também ao meu pai se nós não estávamos desconfiados da "viúva"? Será por que o rumo da investigação trabalhou apenas com a hipótese de suicídio depois dessas transferências de delegacias? Por que depois das eleições a grande imprensa gaúcha não quis mais saber do caso? Será por que nem a imprensa, nem a polícia e nem o MPDFT quiseram dar ouvido ao que disseram a verdadeira família do Marcelo? Será por que entrevistas concedidas e depoimentos fornecidos pela verdadeira família do Marcelo não eram divulgadas na imprensa, mas da “viúva” eram? Será por que várias contradições dessa "viúva" nunca foram investigadas, ou melhor, sempre foram ignoradas pelas investigações e pela imprensa? Seria de bom grado que a imprensa cobrasse uma resposta ao promotor, que até hoje não teve coragem de encerrar o caso? Por que tanta demora? Será que uma investigação de “suicídio” precisa de quase três anos e não se tem uma resposta?

Marcos Cavalcante (irmão do Marcelo)

Anônimo disse...

Yoda, a louca, descrita por Pocínico, o delirante. Vai ser legal.

Anônimo disse...

Será que mais uma midia em estado financeiro precário ?

Anônimo disse...

Cabe lembrar que quem chamava de "viúva" era a rbs e os detratores da ex-governadora.

Anônimo disse...

A Veja está em decadência pois, com o gov do PT deixou de jorrar dinheiro aos montes direto dos cofres do governo para seus cofres. Acho que não permanece mais 5 anos em circulação.

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