Filha de assessor de Dilma ganha cargo em comissão

Auxiliar da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, Sérgio Braune Solon de Pontes é pai de Ana Paula Souza Solon de Pontes, servidora comissionada do Ministério da Integração Nacional, dona de um DAS-3, com salário de R$ 4.042. Pontes é titular de dois cargos na Casa Civil - assessor da Subchefia para Assuntos Jurídicos e administrador-geral do Sistema de Geração e Tramitação de Documentos Oficiais do governo federal. Todos os pedidos de cargos DAS para os não-concursados têm de passar por sua mesa.

. Ana Paula, atualmente, está na Malásia trabalhando como tradutora para um grupo de empresários brasileiros. Trata-se de atividade particular, desvinculada da função de assessora técnica da Secretaria de Desenvolvimento do Centro-Oeste, para a qual ela foi nomeada no dia 4 de junho.

2 comentários:

Anônimo disse...

A coisa tá se espraiando... Arno Edgar Kaplan

Anônimo disse...

Deu no Blog do Reinaldo Azevedo

Yeda: vejam como funciona uma tropa de assalto fascistóide
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Por Graciliano Rocha, na Folha. Volto depois:
O impasse entre aliados da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), e sua oposição resultou em confusão ontem, na Assembleia Legislativa. Houve um tumulto entre sindicalistas contrários à tucana e deputados governistas.
Para pressionar deputados da base a comparecer às sessões da CPI que investiga a tucana, deputados de oposição exibiram gravações feitas pela Polícia Federal de telefonemas em que aliados de Yeda aparecem supostamente negociando recebimento de propina.
Enquanto a oposição apresentava as gravações numa sessão esvaziada, os deputados da base de Yeda convocaram uma entrevista coletiva para criticar a presidente da CPI, Stela Farias (PT). Um grupo de sindicalistas, integrantes do movimento “Fora, Yeda”, invadiu a sala e houve tumulto. Quando deixaram o local, seguranças passaram a vigiar a sala.
A maioria das conversas telefônicas são de outubro de 2007, dias antes de a PF deflagrar a Operação Rodin. Os áudios integram a ação civil pública movida pelo MPF (Ministério Público Federal) contra Yeda e outras oito pessoas.
Os deputados da base aliada se ausentaram das três últimas sessões para não dar quorum à votação dos requerimentos para a convocação de pessoas.
Segundo a base, as provas apresentadas até agora “não têm valor legal” porque não foram aprovadas pelo plenário antes de serem requeridas pela presidente da comissão.
Os aliados de Yeda, que ocupam 8 das 12 vagas da CPI, dizem que só voltarão às sessões depois que Stela se comprometer a submeter ao plenário a votação de um plano de trabalho.
A petista vê obstrução. “Não vamos ficar na pauta daqueles que não querem investigar.”
Quatro dias após a Assembleia iniciar a tramitação de seu pedido de impeachment, a governadora esteve na Casa para entregar o projeto de lei orçamentário do ano que vem.
Ao anunciar o orçamento, que prevê investimentos diretos e de estatais de R$ 2,8 bilhões (crescimento de 21% em relação a 2008), Yeda exaltou o equilíbrio das contas públicas, sua principal bandeira.
A governadora não falou sobre o pedido de impeachment, que começa a tramitar hoje.

Comento
Que gente, não?

A base de Yeda no Rio Grande do Sul recorre aos mesmos expedientes, os legais, a que recorre a de Lula na CPI da Petrobras. Em Brasília, note-se, o governo passou por cima da oposição e quis presidência e relatoria da comissão. Na Assembléia gaúcha, é diferente. A presidência ficou com Stela Farias, do PT.

O que diferencia o PT? Os expedientes ilegais!

Stela se nega a submeter um plano de trabalho à comissão, o que é uma de suas tarefas. Diz que isso significa se render àqueles que não querem investigar. A base de Yeda impede a sessão. A tropa de choque do sindicalismo, a serviço do PT (e de alguns outros cretinóides ainda mais radicais), invade a Assembléia. Petistas não têm dessas frescuras: eles realizam “sessões” ilegais mesmo. Desde quando legalidade é limite para eles?

Nunca houve nada parecido no Brasil depois da redemocratização. O que se tem no Rio Grande do Sul é a ação de uma tropa de assalto de modelo fascistóide!

Onde estava essa gente durante a crise do mensalão? Por que esses moralistas não tentaram invadir a CPI, onde petistas e afins faziam suas chicanas? É evidente que esses caras não querem investigar coisa nenhuma. Sabem, também, que não têm maioria para votar o impeachment da governadora. O que eles querem é mantê-la contra as cordas.

Enquanto Tarso Genro executa seus passos bailarinos no centro do picadeiro eleitoral. Ele, claro, poderia dizer para desgosto de Lula, seu professor de gramática: “Mas eu não intervi em nada; se alguém interviu, não fui eu”…

Fitzcarraldo Silva

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