Dias Toffoli já está confinado em casa

O presidente do STF, Dias Toffoli, está confinado em casa.

Vai ficar ali por uma semana.

Dias Toffoli esteve com gente contaminada, no caso o senador David Alcolumbre, seguinda-feira, e foi orientado a permanecer em casa, aguardando a evolução dos acontecimentos.

Agora só falta Nhonho, porque Lula também está confinado em casa.

Marchezan Júnior flexibiliza ordem para fechar shopping centers

O prefeito Marchezan Júnior assinou novo decreto e através dele flexibilizou o decreto anterior que mandou fechar os shopping centers e centros comerciais de Porto Alegre.

O novo diploma legal,20.,508, de hoje, deixa claro que nos shoppings e centros comerciais poderão funcionar restaurantes, agencias bancárias, postos da polícia federal, caixas eletrônicos, supermercados e espaços de circulação.

Na prática, apenas lojas continuam fechadas.

O decreto tem apenas dois artigos.

Câmara aprova decreto de calamidade pública

A Câmara dos Deputados acaba de aprovar o decreto que estabelece o estado de calamidade pública no Brasil.

A proposta vai agora para o Senado.

Existe enorme pressão para que os senadores votem tudo amanhã, mas há resistência por parte de senadores lulopetistas e da direita fisiológica.

Bolsonaro manda adiar pagamentos do Simples Nacional em até meio ano

O Comitê Gestor do Simples Nacional aprovou nesta quarta-feira a prorrogação, por seis meses, do prazo para pagamento dos tributos federais no âmbito do Simples Nacional, informou a Secretaria da Receita Federal. O benefício é para dívidas com apuração em março, abril e maio.

A medida, que também se aplica aos Microempreendedores Individuais (MEI), faz parte do pacote para minimizar os impactos econômicos da pandemia do coronavírus. A mudança não se aplica aos tributos de fevereiro, que vencem na próxima sexta (20).

Com isso, de acordo com o órgão, os tributos federais apurados no Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D) e Programa Gerador do DAS para o MEI (PGMEI) foram prorrogados da seguinte forma:

o Período de Apuração Março de 2020, com vencimento original em 20 de abril de 2020, fica com vencimento para 20 de outubro de 2020;
o Período de Apuração Abril de 2020, com vencimento original em 20 de maio de 2020, fica com vencimento para 20 de novembro de 2020; e
o Período de Apuração Maio de 2020, com vencimento original em 22 de junho de 2020, fica com vencimento para 21 de dezembro de 2020.

A Receita informou ainda que um ato vai orientar os procedimentos a serem adotados pelos contribuintes, na hora de fazer esse pagamento.

O governo federal já tinha anunciado que faria mudanças no pagamento do Simples.

Governo gaúcho anuncia primeiras medidas de apoio financeiro via Banrisul, Badesul e BRDE

Além de todas as ações do governo do Estado em relação ao coronavírus na área da saúde, a gestão estadual anunciou nesta quarta-feira as medidas iniciais para minimizar o prejuízo econômico em função do vírus.

Durante a tarde, o governador Eduardo Leite se reuniu com os secretários da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, e do Planejamento, Leany Lemos, e com os representantes do Banrisul, do BRDE e do Badesul (foto ao lado). O objetivo foi discutir o cenário econômico a partir da pandemia do coronavírus e encaminhar as primeiras medidas nessa área.

Foi definido que o Banrisul ampliará a oferta de crédito para pessoas físicas e jurídicas. Algumas das principais ações serão voltadas a pessoas jurídicas. Será concedida carência de até dois meses no pagamento de prestações de dívidas contraídas pelas empresas junto ao banco. Além disso, aqueles empreendedores que já tiverem alcançado o limite de endividamento em relação ao Banrisul poderão ampliar esse limite em até 10%.

CLIQUE AQUI para conhecer as primeiras medidas.

Eduardo Leite vai assinar decreto de calamidade pública no RS

O governador Eduardo Leite anunciou na CNN que assinará amanhã um decreto estabelecendo estado de calamidade pública no RS.

STF nega mutirões para soltar bandidos

O STF demonstrou sabedoria ao repelir a realização de mutirões por parte de juízes de execução criminal, tudo visando soltar presos mais vulneráveis ou menos perigosos.

O pedido foi do Instituto de Direito de Defesa.

O Brasil precisa de mais presos e não de menos presos.

Afinal de contas, lugar de bandido é na cadeia, com ou sem coronavírus.

Juros básicos caem de 4,25% para 3,75%

O Copom acaba de anunciar a reedução dos juros básicos, que despencou de 4,25% ao ano para 3,75%.

Bolsa fechou de novo em queda, desta vez em 10,35%

O Ibovespa fechou em queda de 10,35%, aos 66.894 pontos.

Dica do editor - Conheça os detalhes das novas aulas universitárias via digital

Está na edição de hoje do Diário Oficial da União uma portaria do MEC que autoriza a substituição das aulas presenciais por aulas em meios digitais enquanto durar a pandemia de coronavírus.

CLIQUE AQUI para examinar a portaria.

David Alcolumbre está confinado por conta do coronavírus

O presidente do Senado, portanto do Congresso, David Alcolumbre, está com coronavírus.

Ele já está confinado e em quarentena.

Eles voltaram

Os ladrões de dinheiro público e seus inconsequentes apoiadores compraram panelas novas.

E já se assanharam batê-las nas janelas.

Opinião do editor - Agentes públicos são pagos para proteger os contribuintes e não para proteger bandidos

A libertação de prisioneiros por conta do coronavírus é um desvario sem precedentes.

Ainda que parta do MP ou da Defensoria Pública.

Os agentes públicos não são pagos pelos contribuintes para botar bandidos nas ruas, mas para mantê-los na cadeia, duela a quem duela.

Os contribuintes rogam que seus servidores públicos trabalhem em favor da sua sobrevivência neste momento conturbado da vida nacional.

Brasil emplaca 393 casos de coronavírus

O Brasil acaba de emplacar 393 casos de coronavírus.

As 21h tem panelaço nacional pró-Bolsonaro

Esta noite, 21h, tem panelaço nacional em favor do presidente Bolsonaro.

Associação Comercial quer suspensão de pagamentos de tributos em Porto Alegre

A Associação Comercial de Porto Alegre acaba de publicar nota pública, pela qual pede que o prefeito Marchezan Júnior suspenda por 30 dias o pagamento de tributods municipais.

A entidade alega que o governo federal já fez o mesmo, embora apenas para pequenas e microempresas.

Dica do editor - Use seu WhatsApp ou e-mail e fale agora mesmo com o editor. Faça sua reserva e pague depois.

Esta é a capa que a Editora Farol formatou para a terceira edição do livro "Herança Maldita - Os 16 Anos do PT em Porto Alegre".

O editor resolveu publicar nova edição, inclusive com prefácio atualizado, porque em outubro teremos novas eleições para prefeito de Porto Alegre e os eleitores precisam saber com quem estão lidando.

O livro de 400 páginas saiu logo depois que o ex-senador José Fogaça, MDB, derrotou o PT.

O editor entrevistou dezenas de agentes públicos, políticos e empresários, além de ter visitado todas as instalações da prefeitura, logo depois da transição, recolWhendo documentos e fotografias impressionantes sobre as mazelas petistas.

Reservas da 3a. edição podem ser feitas:
WhatsApp: 51.9-8434.4403 
E-mail polibio@polibiobraga.com.br

Cada exemplar será vendido a R$ 80,00. 

No momento da reserva, não haverá pagamento, o que acontecerá em abril, quando houver o lançamento do livro.

A entrega pode ser feita em qualquer lugar do Brasil, sem custo adicional.

O editor já recebe pessoalmente as reservas. 

Congresso brinca com fogo ao não votar de imediato a proposta de calamidade pública

CLIQUE AQUI para examinar a íntegra da proposta de decretação do estado de calamidade pública.

A Câmara poderá votar ainda hoje proposta de decretação do estado de calamidade pública, mas o relator escolhido por Nhonho é o comunista Orlando Silva, inimigo jurado do governo Bolsonaro

Se passar na Câmara, aproposta ainda terá que ser votada pelo Senado, que só parece disposto a votar na terça-feira.

O Congresso brinca com fogo.

E quer chumbo grosso.

O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou nesta 4ª feira (18.mar.2020) que, sem o reconhecimento do estado de calamidade pública enviado ao Congresso, o governo teria que fazer 1 contingenciamento de R$ 40 bilhões já nesta semana –quando o Tesouro divulga o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas.


Isso limitaria os gastos públicos em 1 momento de necessidade de expansão de despesas para combater os efeitos da pandemia de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. “Não seria razoável. A Saúde dos brasileiros e a defesa dos nossos empregos está acima de outros interesses”, disse Guedes em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto

Ministro de Minas e Energia também cai com coronavírus

O ministro Bento Albuquerque, Minas e Energia, também está com coronavírus.

Ele acompanhou Bolsonaro a Miami.

É o 16o membro da comitiva declarado com a doença.

Opinião do editor - Chegou a hora de decretar estado de calamidade pública no RS, governador Eduardo Leite

São corretas e competentes as providências tomadas até o momento por Bolsonaro, Leite e Marchezan Júnior em relação às medidas de restrições de atividades públicas e privadas, como também de atendimento sanitário da população.

Isto é inegável.

Não se trata de gosto político.

O problema todo são os desdobramentos que as restrições de atividades econômicas e sociais começaram a acontecer em escalas federal, estaduais e municipais.

No RS, até o momento, o governador Eduardo Leite não se decidiu por um decreto ou por uma lei estadual que determine algum tipo de estado de emergência, o que por si só estabelece um guarda-chuva sob o qual os empreendedores mais vulneráveis poderão obter fôlego para fazer a travessia sem quebrar, o que agravará, portanto, o nível de desemprego, reduzindo renda e enfiando a economia em severa recessão. O próprio governo estadual deve se colocar ao abrigo da situação do estado de emergência, até para buscar rápida ajuda federal. Além do coronavírus, o RS enfrenta um setor público esgualepado e uma quebra formidável da sua safra agrícola de verão. Não é pouco.

Não há mais tempo a perder. É pra já.

Milhares de pequenos agentes econômicos das áreas de comércio, varejo e serviços precisam do farol que o governador Eduardo Leite é obrigado a botar em ação.
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